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Cinema francês invade Salvador com filmes premiados e sucessos internacionais

Nesta quinta-feira, 29 de outubro, começa mais uma edição do já tradicionalíssimo Festival de Cinema Francês do Brasil que, em 2026, comemora seu 17º ano de existência, promovendo e apresentando para o público nacional o recente cinema oriundo da França, bem como trazendo sessões especiais de clássicos da terra dos criadores do cinematógrafo.O evento, que vai até o dia 11 de novembro, acontece em cerca de 50 cidades brasileiras entre capitais e municípios de maior ou menor porte, ocupando, aproximadamente, 100 salas de cinema. Em Salvador, o público cinéfilo poderá conferir sessões francesas no Cine Glauber Rocha e no Circuito Sala de Arte. Dentre os destaques, está a cinebiografia do general Charles De Gaulle, o militar que liderou a resistência contra os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial durante o período em que a França foi ocupada, com a anuência de parte do governo, pelas forças alemãs.Abaixo o fascismoUm dos maiores sucessos na França no últimos anos, com mais de cinco milhões de espectadores, o épico de quase cinco horas e meia de duração do diretor Antonin Baudry foi dividido em duas partes: De Gaulle: Résistance, com 160 minutos, e De Gaulle: Liberté, com 157 minutos. Batizados no Brasil como De Gaulle: A França Livre Parte 1 e Parte 2, trata-se da obra que, também, estampa a arte conceitual do Festival de Cinema Francês, algo que gerou certa discussão. A curadora e co-diretora geral do evento, Emmanuelle Boudier, em entrevista ao jornal A TARDE, comentou a questão.“Quando escolhemos essa imagem do general Charles De Gaulle como identidade visual do festival, teve um debate aqui. Porque ele é um militar, né? Perguntaram para nós: 'Nossa, vocês vão colocar um militar como identidade visual do festival agora, com a situação que o Brasil está passando?' Aí foi todo um debate sobre, sim, ele é um militar, mas não é qualquer militar. Ele é o militar que livrou a França do período fascista”, destaca Emmanuelle.“Era difícil fazer essa escolha de colocar o militar como identidade visual do festival, uma vez que sempre tivemos uns cartazes bem amorosos com casais se beijando, se abraçando, coisa de amor. Esse ano, realmente, escolhemos chamar atenção do público sobre um problema político”, diz. Comédia, animação, dramaMas não somente com filmes e temas tão densos e urgentes se faz a seleção de obras do Festival de Cinema Francês. Na comédia, um dos destaques vai para Bem-vindos a La Comédie Française, filme que aborda as dificuldades de uma diretora teatral (Pauline Clément) que está a poucas horas da estreia do seu espetáculo quando tudo começa a dar errado e ela mesma precisará assumir um papel de atriz. Trata-se, também de um mergulho no ambiente da mais antiga companhia teatral do mundo, La Comédie Française, que foi fundada por Molière em 1680.A atriz conversou com o A TARDE em entrevista a ser publicada neste sábado (31). Inclusive, é válido destacar que as sessões de Bem-vindos a La Comédie Française contarão com a exibição do curta metragem de 30 minutos, Duas Pessoas Trocando Saliva, filme vencedor do Oscar de Melhor Curta Metragem. Festival reúne produções premiadas e clássicos do cinema francês em Salvador - Foto: Divulgação Outra comédia, mas voltada mais para um viés romântico, O Que é o Amor? traz o ex-casal Fred Raimbaud (Vincent Macaigne) e Marguerite Hélias (Laure Calamy) precisando revisitar, perante uma autoridade eclesiástica, os erros de seu falido casamento para que ele possa se casar novamente na igreja. Presente no Brasil, Laure Calamy conversou com o A TARDE em entrevista a ser publicada, também, na edição de sábado.No âmbito da animação, o clássico francês de 1980, O Rei e o Pássaro, é um filme que representa um marco desse tipo de cinema, tendo influenciado, inclusive, Hayao Miyazaki e o Studio Ghibli. Outro clássico a ser exibido na mostra é A Grande Escapada, comédia de 1966 com a direção de Gérard Oury. Trata-se de um dos mais populares filmes do cinema cômico parisiense, e aborda a história de um grupo de civis que ajudam pilotos franceses a escaparem de captores alemães na guerra. No âmbito dramático, de Ryusuke Hamaguchi, mesmo diretor de Drive My Car, sucesso de 2021, traz em Soudain (O Sentido da Vida) as duas atrizes premiadas em Cannes nesse ano, Virginie Efira e Tao Okamoto. No filme, uma trama envolvendo a história de uma chefe de enfermagem (Efira) que trabalha em um asilo e luta por mais dignidade no cuidado com idosos. Sua amizade com uma diretora teatral (Okamoto), que está com um câncer terminal, aprofunda ainda mais seus compromissos com a dignidade de seus pacientes.Festival perseveraA curadora da mostra francesa, no papo com A TARDE, falou sobre os desafios de, há 17 anos, manter o evento vivo a cada edição. “O mais complicado é que, agora, estamos em uma fase na qual o mercado está fraco, infelizmente”, explica Emmanuelle, que coordena o evento ao lado de Christian Boudier. “Tem poucos distribuidores brasileiros comprando filmes franceses. E sempre trabalhamos com filmes que têm distribuidor, porque a função e o papel do festival também é de ajudar os distribuidores brasileiros. Isso é uma rampa para futuros lançamentos na salas. Quando tem poucos distribuidores brasileiros comprando, para nós, é difícil, porque somos nós que temos que comprar todos os filmes. Como o festival acontece em mais de 50 cidades, cada filme tem entre 200 e 300 projeções. É como se fosse um lançamento comercial. Assim, pagamos os direitos dos filmes como se fosse para lançá-los nas salas”, esclarece.Emmanuelle Boudier foi bem franca, inclusive, ao falar sobre a real possibilidade de ter a edição deste ano cancelada. “Para ser bem transparente aqui, quase foi cancelada. Há três meses, essa edição estava cancelada. Porque temos muita dificuldade para juntar patrocinadores, já que a Varilux, que era a marca que, durante 15 anos, nos apoiava como o patrocinador master, deixou de ser essa principal fonte. Eles tinham o nome, o título do festival com a marca. Mas a Varilux foi comprada por uma empresa italiana chamada Luxottica. Essa nova diretoria não manteve a marca Varilux como prioridade”, pontua a curadora do evento, salientando ter sido difícil compensar a perda do suporte financeiro que a marca de lentes trazia para o festival.“É muito difícil compensar essa perda. Conseguimos outros patrocinadores, como o banco francês BNP Paribas, que ajuda muito a viabilizar o festival, mas isso dificilmente compensa. Então, estamos em uma configuração, este ano, muito ‘no osso’, sabe? Mantivemos os 21 filmes em todo Brasil, em mais de 50 cidades e mais de 100 cinemas. Mas em edições anteriores, conseguíamos fazer coisas ao redor, como sessões ao ar livre, mandar os talentos para outras cidades além de Rio e SP, como Salvador e Recife. Esse ano, não conseguimos fazer. Mas, conseguimos viabilizar o festival e estamos, agora, muito felizes por ter salvado essa edição, mas é difícil. Mesmo com apoios, claro, como, por exemplo, a gente se beneficia dos mecanismos da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e tudo isso, mas, mesmo assim, se tornou muito, muito difícil. A verdade é que é uma luta grande. Mas é amor à causa, também. Para nós, é muito importante defender a diversidade cultural neste país", finaliza.Festival de Cinema Francês do Brasil / De quinta-feira (29) até 11 de novembro / Programação completa em festivalcinefrances.com.br*O jornalista viajou para o Rio a convite do festival

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Os Farofeiros 3 tem pré-estreia em Salvador com elenco presente

Salvador recebeu, na noite desta segunda-feira, 26, a pré-estreia de Os Farofeiros 3, novo capítulo de uma das franquias de comédia brasileira de maior sucesso dos últimos anos. A sessão aconteceu no UCI Orient do Shopping da Bahia e contou com a presença dos atores Cacau Protásio, Maurício Manfrini, Aline Campos e Nilton Bicudo, que conversaram com exclusividade com o Cineinsite A TARDE sobre as novidades da produção, os personagens e os bastidores das gravações.No terceiro filme, os inseparáveis amigos embarcam para o Caribe para acompanhar o casamento de Anita (Ana Cecília Banal), filha de Rocha (Charles Paraventi). O que deveria ser uma viagem paradisíaca, com tudo pago, acaba se transformando em mais uma sequência de conflitos, surpresas e perrengues para os personagens. A estreia de Os Farofeiros 3 nos cinemas brasileiros está prevista para 5 de novembro. Com direção de Roberto Santucci e roteiro de Paulo Cursino, responsáveis pelos dois primeiros longas, o filme mantém a proposta de explorar situações cotidianas e os conflitos entre amigos e familiares em meio a uma viagem que foge do controle. Sessão aconteceu no UCI Orient do Shopping da Bahia - Foto: Genilson Coutinho Caribe, novos perrengues e a fórmula da comédiaPara Aline Campos, o terceiro capítulo amplia a aventura da turma ao levar os personagens para um destino internacional, sem abandonar as situações inesperadas que marcam a franquia.“Cara, muita diversão! E agora uma diversão internacional, como diz o amigo Niltinho Bicudo: no Caribe. Mas não é porque estamos no Caribe que não vamos passar por muitos perrengues e desilusões. E, por causa disso, vai ter muita diversão, principalmente para o público”, afirmou a atriz ao Cineinsite A TARDE.A proposta também é destacada por Nilton Bicudo, intérprete de Diguinho, que vê na continuidade da história uma oportunidade de aprofundar os personagens. Segundo o ator, a evolução dos filmes permite apresentar outras características dos integrantes do grupo.“Pode esperar muitas nuances em relação a cada personagem. Os personagens mostram outras facetas neste filme, porque, conforme a história vai avançando, essa é a coisa mais legal de conseguir fazer mais filmes”, explicou.“Você fez o primeiro, foi bem; fez o segundo, foi ótimo; agora a gente está no terceiro. Você ganha a possibilidade de aprofundar o olhar sobre essas personagens, sobre as diferentes facetas delas”, acrescentou.O ator também destacou as mudanças na trajetória de Diguinho, que, ao longo dos três filmes, passou por diferentes momentos. “Você vai ver um Diguinho diferente do primeiro, daquele tímido e sensível. Vai ver um Diguinho diferente do segundo, daquele neurótico e amedrontado. Você vai ver um Diguinho bem diferente no terceiro.”Para Bicudo, essa transformação contribui para aproximar os personagens do público. “E isso é legal, porque fica tudo mais humanizado. Todo mundo vai mostrando outros lados”.Do Rio à Bahia e ao Caribe: os destinos da franquiaA mudança de cenário também é uma das novidades da produção. Enquanto o primeiro longa se passa no Rio de Janeiro e o segundo leva os personagens à Bahia, a terceira aventura acontece no Caribe.“E tem uma coisa maravilhosa: o filme se passa no Caribe. O primeiro foi no Rio, o segundo foi na Bahia e o terceiro é no Caribe. São lugares maravilhosos para a gente assistir. São lugares lindos”, destacou Nilton Bicudo.A relação da franquia com a Bahia também faz parte da trajetória dos filmes. Em Os Farofeiros 2, lançado em 2024, os amigos e suas famílias viajam ao estado depois que Alexandre (Antônio Fragoso) ganha uma viagem com tudo pago. A produção alcançou um milhão de espectadores em 12 dias.Já o primeiro Os Farofeiros, lançado em 2018, levou quase 3 milhões de pessoas aos cinemas. Na história, colegas de trabalho reúnem suas famílias para uma viagem que acaba marcada por uma sucessão de contratempos.No novo longa, Rocha decide bancar o casamento da filha na ilha fictícia de San Martinez e convida Alexandre, Lima (Maurício Manfrini) e Diguinho, acompanhados de suas famílias, para a celebração.Entre praias de águas cristalinas, resort luxuoso e festa à beira-mar, a viagem promete cenários paradisíacos, mas os conflitos familiares, os segredos do passado e as inseguranças dos personagens voltam a movimentar a narrativa. Enquanto Renata (Danielle Winits) e Vanete (Elisa Pinheiro) aumentam a tensão, Lima e Jussara (Cacau Protásio) apostam no famoso jeitinho brasileiro.“Você vai ver praias maravilhosas do Caribe e os oito amigos, os quatro casais, na farofa, com o pé na areia e se divertindo, porque a gente também se diverte fazendo o filme. E isso acaba indo para a tela e chegando ao público. Essa empatia acontece”, contou Bicudo.Cacau Protásio e Maurício Manfrini guardam novidadesDurante a entrevista exclusiva ao A TARDE, Cacau Protásio e Maurício Manfrini evitaram revelar detalhes sobre as surpresas do terceiro filme, mas adiantaram que a produção reserva novidades em relação aos capítulos anteriores.Questionados sobre o que Os Farofeiros 3 traz de diferente, Cacau respondeu: “Acho que é melhor ver, né?”. Na sequência, Maurício Manfrini concordou: “É melhor ver!”.Cacau reforçou o convite ao público e destacou que contar as novidades antecipadamente poderia comprometer a experiência de quem ainda vai assistir ao longa. “Acho que tem muita coisa nova. Se a gente contar, vai perder a graça. Então, o melhor é reunir a família, a galera, e assistir a esse filme no cinema.”Bastidores no Caribe também tiveram perrenguesSe na ficção a viagem dos personagens é marcada por confusões, as gravações também renderam situações inesperadas. Durante a conversa, Maurício Manfrini relembrou um episódio envolvendo arraias durante as filmagens no Caribe.“É tanta coisa que a gente nem lembra. A gente estava gravando agora no Caribe. O Caribe é lindo, você olha e consegue ver os pés, mas tem muitas arraias”, contou.O ator descreveu a situação e o cuidado necessário durante a gravação. “Eu estava em cima de uma prancha e ele estava embaixo. Tinha uma arraia perto do pé, e você estava avisando sobre ela, então precisava ficar atento.”A presença dos animais chegou a interromper a tranquilidade do momento. “Aí alguém gritava: ‘A arraia, a arraia!’. Não tinha como dar uma paradinha para a arraia passar”, relatou.Segundo Manfrini, alguém da equipe chegou a minimizar o risco por se tratar de um filhote, mas o alerta aumentou a preocupação.“Alguém falou: ‘Não, não tem problema, porque é filhote’. Mas o filhote pode ser mais perigoso do que a arraia adulta, porque, se você pisar nele e ele injetar o veneno, pode ficar dois dias passando mal. Então, é um perrengue!”, concluiu.Aline Campos interpreta duas personagens no filmeAlém das confusões da viagem, Os Farofeiros 3 também marca um desafio particular para Aline Campos. A atriz revelou que interpreta duas personagens, que chegam a aparecer na mesma cena, exigindo mudanças de caracterização durante as gravações.“Foi uma experiência maravilhosa e muito louca ao mesmo tempo. Imagina: tenho duas personagens que, muitas vezes, aparecem na mesma cena”, afirmou.“São duas personagens completamente diferentes uma da outra, e eu precisava me descaracterizar e me caracterizar novamente para gravar, no mesmo dia, aquela mesma cena com as duas personagens”, explicou.A atriz também destacou a oportunidade de trabalhar novamente com profissionais responsáveis pela trajetória da franquia.“Foi uma experiência muito enriquecedora como atriz. Sou muito grata por essa oportunidade, ainda mais amparada por um texto maravilhoso, do Paulo Cursino, e dirigida pelo Roberto Santucci. Foi maravilhoso! Estou muito feliz com o resultado e espero que vocês gostem”.Elenco aposta na ida do público aos cinemasCom a chegada do terceiro longa, Nilton Bicudo também fez um apelo para que o público acompanhe a produção nas salas de cinema. Para ele, a resposta dos espectadores pode abrir caminho para novas histórias da franquia.“Se vocês forem assistir a Os Farofeiros 3 no cinema, vão amar, porque está do Caribe! E vocês vão garantir que tenha o quarto filme. Indo ao cinema, vocês já vão garantir automaticamente que a gente consiga fazer o quarto. E aí o presente é nosso e de vocês!”, declarou.Aline Campos também convidou os espectadores a reunir amigos e familiares para conferir a comédia. “Reúna a família e não deixe para depois. Aproveite que haverá várias sessões no início, porque isso fortalece muito o cinema nacional”.A atriz ainda reforçou a expectativa de que o público se divirta com a nova aventura. “Tenho certeza de que você vai se divertir. Vai ser um passeio que vai dar certo, sabe? Então, venha! Chame o namorado ou a namorada, que você não vai se arrepender. Os Farofeiros 3, dia 5 de novembro nos cinemas!”Em outro convite, ela resumiu a expectativa para o lançamento: “Gente, venham para os cinemas! A partir do dia 5 de novembro, Os Farofeiros 3 vai estar em todos os cinemas do Brasil”.Quando estreia Os Farofeiros 3?Com produção da Camisa Listrada e coprodução da Globo Filmes, Telecine e Panorama Filmes, Os Farofeiros 3 tem distribuição da Downtown Filmes e estreia nos cinemas brasileiros em 5 de novembro.Além de Cacau Protásio, Maurício Manfrini, Aline Campos e Nilton Bicudo, o elenco reúne Danielle Winits, Antônio Fragoso, Charles Paraventi e Elisa Pinheiro, entre outros nomes.A nova aventura leva os amigos a uma viagem de casamento que promete repetir a fórmula de confusões, convivência forçada e situações absurdas que marcou os filmes anteriores, agora em meio às paisagens do Caribe.Veja o trailer de Os Farofeiros 3!

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Sessão da Tarde: saiba qual filme a Globo exibe nesta terça (27/10)

A Sessão da Tarde, tradicional faixa de filmes da TV Globo, exibe produções de diferentes gêneros ao longo da semana. Nesta terça-feira, 27, a programação traz uma história que une gastronomia, romance e belas paisagens do sul da França. Qual é o filme da Sessão da Tarde de hoje?O filme exibido nesta terça-feira, 27, é 'A 100 Passos de Um Sonho', estrelado por Manish Dayal, conhecido por 'Amor com data marcada' e 'O Residente', e Charlotte Le Bon, conhecida por interpretar Chloe em 'The White Lotus'.Na trama, madame Mallory é a proprietária de um prestigiado restaurante francês com estrela Michelin. Sua rotina é abalada quando uma família indiana abre um estabelecimento concorrente do outro lado da rua.A empresária trava uma verdadeira guerra contra o vizinho, mas, aos poucos, conhece o filho do seu adversário, Hassan Kadam, um garoto com verdadeiro talento para a culinária. Os dois tornam-se amigos e Mallory passa a guiá-lo pelos conhecimentos da refinada gastronomia francesa, sem abandonar a tradição indiana, encorajando-o a alçar voos muito mais altos.A história é inspirada no romance de mesmo nome escrito por Richard C. Morais, lançado em 2010. O filme foi adaptado pelo diretor  Lasse Hallström, que contou com a ajuda de dois nomes icônicos na produção: Steven Spielberg e Oprah Winfrey.Que horas começa a Sessão da Tarde hoje?A exibição está prevista para as 15h40 (horário de Brasília). Vale lembrar que a programação pode variar conforme a região.Veja o trailer de A 100 Passos de Um Sonho

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Nova série da Netflix pode ser concluída em 3 horas na terça (27/10)

Chegou a terça-feira, 27, e a rotina de estudos, trabalho e compromissos nem sempre deixa muito espaço para acompanhar uma série longa. Para quem quer uma pausa divertida sem precisar reservar horas do dia para a televisão, a Netflix tem uma novidade que combina episódios curtos, humor e histórias fáceis de acompanhar. Lançada na plataforma em outubro de 2026, Salário Mínimo é uma comédia adolescente que transforma os desafios do primeiro emprego em situações de humor.Com 14 episódios disponíveis nesta primeira leva, a produção pode ser assistida em aproximadamente três horas, uma alternativa para quem deseja começar e terminar uma maratona antes do fim da semana.Ambientada nos bastidores de uma pizzaria de bairro, a série acompanha jovens funcionários que precisam conciliar os estudos, os primeiros salários e uma chefia difícil, enquanto tentam manter o estabelecimento funcionando.Uma comédia sobre os desafios do primeiro empregoA trama de Salário Mínimo acompanha um grupo de adolescentes que trabalha em uma pizzaria enquanto enfrenta as dificuldades de entrar no mercado de trabalho. Entre o atendimento aos clientes, a convivência com os colegas e as exigências do chefe, os personagens encontram motivos para rir mesmo nos turnos mais desgastantes.A premissa segue uma fórmula conhecida das comédias de ambiente profissional, mas acrescenta uma perspectiva particular ao colocar no centro da narrativa trabalhadores que recebem o menor salário permitido por lei.O título também funciona como uma declaração sobre o universo da produção. O emprego não aparece apenas como um cenário excêntrico para piadas, mas como uma realidade que envolve remuneração, cansaço e a necessidade de continuar trabalhando.Ao mesmo tempo, a relação entre os funcionários cria um senso de comunidade. Os colegas se tornam parte importante da experiência, especialmente quando o pagamento, sozinho, não parece suficiente para justificar os desafios da rotina.Formato curto ajuda na hora de maratonarUm dos diferenciais da produção está na duração dos capítulos. A primeira leva disponibilizada pela Netflix reúne 14 episódios, com aproximadamente 12 minutos e meio cada.Com isso, a temporada inicial pode ser concluída em cerca de 2 horas e 55 minutos, sem considerar pausas. O formato favorece quem prefere histórias rápidas e não quer acompanhar episódios tradicionais de meia hora ou mais.A estrutura também tem relação com a origem do projeto. Antes de ganhar uma versão para o streaming, Salário Mínimo surgiu como parte do American High Shorts, iniciativa de vídeos curtos que conquistou público nas redes sociais.Os episódios originais começaram a ser publicados em maio de 2024 e, segundo informações divulgadas pela Netflix, acumularam mais de 30 milhões de visualizações no YouTube, TikTok e Instagram antes da encomenda da série.A adaptação preserva essa linguagem mais ágil, aproximando a comédia de um formato pensado para o consumo rápido, sem abandonar a estrutura de uma sitcom.Randall Park interpreta o chefe da pizzariaO elenco reúne Aidan Micho, Grace Reiter, Hyde Healy, Julia DiCesare, Luke Burke, Ryan Micho e Tommy Armstrong, nomes que retornam do projeto original.Um dos destaques é Randall Park, que interpreta o chefe da pizzaria. Conhecido por seus trabalhos em comédias, o ator assume o papel da figura de autoridade que influencia diretamente a rotina dos adolescentes.A presença do personagem também ajuda a construir os conflitos do ambiente profissional, colocando os funcionários diante de uma hierarquia que nem sempre permite contestar as decisões de quem está no comando.A série foi desenvolvida por Jeremy Garelick e Will Phelps, que atuam como showrunners e roteiristas. Os dois também estão entre os produtores executivos, ao lado de Axelle Azoulay.O que esperar do humor de Salário Mínimo?A produção utiliza o formato de pseudodocumentário, conhecido pelo uso de depoimentos diante das câmeras e olhares dos personagens para a lente, recurso popularizado por comédias como The Office.Em Salário Mínimo, essa escolha permite que os adolescentes comentem o próprio cotidiano, exponham frustrações e compartilhem suas opiniões sobre o trabalho, mesmo quando precisam continuar cumprindo suas funções.O recurso não serve apenas para criar piadas. Ele também dá espaço aos funcionários para expressarem o que dificilmente conseguiriam dizer diretamente ao chefe.Ao retratar uma realidade profissional familiar para muitos espectadores, a comédia combina situações absurdas e experiências reconhecíveis, especialmente para quem já precisou conciliar trabalho, estudos e responsabilidades pessoais.Vale a pena?Sim, especialmente para quem procura uma comédia leve, com episódios rápidos e personagens que enfrentam desafios cotidianos. A produção pode agradar a quem gosta de histórias sobre relações de trabalho, convivência e os desafios de começar a vida profissional.A série encontra seu diferencial na combinação entre o formato de pseudodocumentário, a dinâmica dos adolescentes e os comentários sobre trabalho e remuneração. Para quem busca uma maratona curta, Salário Mínimo oferece uma temporada inicial que pode ser concluída em menos de três horas.

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Novo filme eletrizante da Netflix com 97 minutos faz sucesso no TOP 1

Estamos em plena semana, e encontrar uma boa história para assistir depois de um dia cheio pode ser a oportunidade perfeita para fugir do tédio. Entre as opções disponíveis na Netflix, um filme de desastre aposta em uma experiência intensa, com perigo constante e uma luta pela sobrevivência que promete prender a atenção do início ao fim.Lançado em 2026, Contra o Furacão chegou ao catálogo da plataforma com uma trama inspirada em acontecimentos reais durante a passagem do furacão Otis pelo México, em 2023. Com uma narrativa concentrada em uma noite de desespero no mar, o longa acompanha dois irmãos que precisam enfrentar uma tempestade devastadora quando tudo parece perdido. Para quem procura um filme envolvente, sem precisar reservar vários dias para acompanhar uma história, a produção pode ser uma boa escolha para aproveitar o tempo livre. Mais do que a força da natureza, o suspense também explora conflitos familiares, responsabilidade profissional e os limites da resistência humana.Uma tempestade transforma o trabalho em luta pela vidaEm Contra o Furacão, Wirpul (Benny Emmanuel) é um jovem capitão que assume uma responsabilidade profissional ao permanecer a bordo de um iate durante a passagem do furacão Otis, em Acapulco, no México.Ao lado dele está Candi (Kristyan Ferrer), seu meio-irmão, com quem mantém uma relação marcada por conflitos e ressentimentos. O que deveria ser uma tarefa de trabalho se transforma em uma situação desesperadora quando a tempestade ganha força e ameaça destruir a embarcação.Com o furacão atingindo a categoria 5, os dois ficam presos em alto-mar, sem motor e sem comunicação. Cercados pelo mau tempo, precisam encontrar uma maneira de sobreviver enquanto enfrentam condições que ultrapassam suas capacidades.A situação se torna ainda mais delicada porque, além do perigo provocado pela tempestade, os protagonistas precisam lidar com as diferenças que dificultam a convivência. Em meio ao caos, colaborar deixa de ser uma escolha e passa a ser uma necessidade.A história real que inspirou o filmePor trás da ficção está a experiência dos sobreviventes Marlon Valdez e Jonathan Chico, que enfrentaram o furacão Otis em outubro de 2023.Na ocasião, os dois amigos trabalhavam na proteção de embarcações em uma marina de Acapulco. A tempestade ganhou força rapidamente, transformando uma atividade profissional em uma situação de risco extremo.Marlon estava em um iate com um jovem marinheiro chamado Yahir quando a embarcação foi atingida e começou a afundar. Diante da destruição, os dois precisaram saltar no oceano.Segundo o relato de Marlon ao jornal espanhol El País, ele passou aproximadamente 40 minutos na água, cercado por destroços e manchas de diesel, sem conseguir nadar contra a correnteza.Em meio à dificuldade, conseguiu alcançar outro barco com o companheiro ferido. Os dois foram resgatados por um tripulante e permaneceram abrigados durante o restante da madrugada.Jonathan também sobreviveu à passagem do furacão, embora estivesse em outra embarcação. Os amigos enfrentaram dias de incerteza antes de conseguirem se reencontrar.O que o filme mudou em relação à realidade?Embora seja inspirado em uma experiência real, Contra o Furacão toma liberdades narrativas para desenvolver seu drama.Na produção, Wirpul e Candi são meio-irmãos que precisam superar conflitos familiares enquanto tentam escapar da tempestade. Na realidade, Marlon e Jonathan eram melhores amigos desde a adolescência e enfrentaram o desastre em embarcações separadas.A mudança acrescenta uma camada emocional à história. Em vez de acompanhar apenas a experiência de sobrevivência, o filme coloca a relação familiar no centro do conflito, explorando como ressentimentos e diferenças podem se tornar ainda mais difíceis de administrar em situações extremas.Os sobreviventes participaram diretamente da produção, ajudando os atores com procedimentos de navegação, comunicação por rádio e detalhes das situações enfrentadas durante a tempestade. Essa colaboração contribui para aproximar a narrativa da experiência de quem esteve no mar, mesmo com as adaptações feitas para o cinema.Um suspense que vai além da força do furacãoDirigido por Jorge Michel Grau, o longa encontra parte de sua tensão na sensação de impotência dos protagonistas.Sem motores e sem meios de comunicação, os irmãos perdem a capacidade de controlar o próprio destino. A embarcação, que antes representava uma responsabilidade profissional, passa a ser um espaço de perigo.A história também abre espaço para uma questão social: durante a chegada da tempestade, trabalhadores ficaram responsáveis por proteger embarcações particulares, mesmo diante do risco crescente.Esse aspecto amplia o conflito apresentado na tela ao levantar questionamentos sobre as condições de trabalho e as responsabilidades impostas a quem precisa cumprir ordens para garantir o sustento.Ao acompanhar personagens que tentam sobreviver em circunstâncias extremas, a produção transforma uma tragédia natural em um drama sobre escolhas, desigualdade e resistência.Onde assistir Contra o Furacão?O filme Contra o Furacão está disponível no catálogo da Netflix. A produção é uma opção para quem gosta de histórias de desastre, suspense e sobrevivência, especialmente narrativas inspiradas em acontecimentos reais.Três anos depois da tragédia que inspirou o longa, Marlon e Jonathan seguiram caminhos diferentes. Marlon passou a trabalhar em um hotel em Playa del Carmen, enquanto Jonathan se tornou desenvolvedor de software na Cidade do México.Vale a pena?Sim! Para quem gosta de filmes de ação, suspense e tramas envolventes de luta pela sobrevivência, Contra o Furacão é uma opção interessante para incluir na lista.O longa combina o perigo de uma catástrofe natural com conflitos humanos, mostrando que sobreviver nem sempre depende apenas de força física, mas também de cooperação, coragem e capacidade de tomar decisões sob pressão.A inspiração em uma história real também acrescenta peso à narrativa, especialmente ao considerar que trabalhadores enfrentaram riscos extremos durante a passagem do furacão Otis.Para quem procura uma história intensa, com tensão crescente e personagens obrigados a superar os próprios limites, o filme pode transformar algumas horas livres em uma experiência eletrizante.

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Série viciante da Netflix retorna após três anos com 100% de aprovação

A semana começou e, com ela, a correria da rotina, mas isso não significa que o entretenimento precise ficar de lado. Para quem quer aproveitar o tempo livre e fugir do tédio com uma história cheia de tensão, a Netflix acaba de trazer de volta uma de suas produções policiais mais populares, ideal para quem procura uma maratona rápida e eletrizante.Lançada em 2021, Lupin retornou com sua quarta parte após mais de três anos de espera, reunindo quatro episódios inéditos que prometem prender a atenção do público. A série francesa estreou em 23 de outubro e já alcançou o primeiro lugar no ranking global da plataforma, além de registrar 100% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Estrelada por Omar Sy, a produção combina roubos engenhosos, disfarces e investigações em uma narrativa inspirada nas aventuras de Arsène Lupin. Para quem gosta de histórias que desafiam o espectador a desvendar os próximos passos dos personagens, a novidade pode ser uma boa pedida para aproveitar o dia.O retorno de uma das séries mais famosas da NetflixDepois de mais de três anos desde a estreia da terceira parte, Lupin volta a acompanhar Assane Diop, um ladrão habilidoso que transforma inteligência, planejamento e diferentes identidades em armas contra adversários poderosos.A série se inspira no personagem literário Arsène Lupin, criado pelo escritor francês Maurice Leblanc, conhecido por seus golpes astutos e pela capacidade de escapar de situações aparentemente impossíveis.Desde a estreia, a produção conquistou público internacional ao unir suspense criminal, drama familiar e reviravoltas. O retorno reforça esse alcance e coloca novamente a história entre os destaques do catálogo da Netflix.Nova temporada conquista 100% de aprovaçãoAlém da repercussão entre os assinantes, a quarta parte também chamou atenção da crítica especializada. No Rotten Tomatoes, a temporada alcançou 100% de aprovação, considerando as cinco avaliações publicadas até o momento.A pontuação, porém, ainda pode mudar conforme novas críticas forem adicionadas ao agregador. A terceira parte também registra 100% de aprovação no site, sinalizando uma recepção positiva para a continuação da história.O desempenho acompanha a popularidade da série, que assumiu a liderança do ranking global da Netflix poucos dias após o lançamento dos novos capítulos. Embora a plataforma ainda não tenha divulgado números consolidados de audiência para a nova parte, a posição no ranking indica a força do retorno.Lupin já acumula quase 1 bilhão de horas assistidas na NetflixO sucesso de Lupin também pode ser medido pelos números de audiência. Somadas, as três primeiras partes da série registraram 929,5 milhões de horas assistidas e 217,6 milhões de visualizações nos primeiros 91 dias de cada lançamento, segundo dados históricos divulgados pela Netflix.A primeira parte, lançada em janeiro de 2021, alcançou 396,3 milhões de horas assistidas e 99,5 milhões de visualizações no período. Já a segunda registrou 258,9 milhões de horas assistidas e 68,4 milhões de visualizações, enquanto a terceira chegou a 274,3 milhões de horas assistidas e 49,7 milhões de visualizações.Vale destacar que visualizações não correspondem necessariamente a espectadores únicos, já que a métrica é calculada a partir do total de horas assistidas dividido pela duração do conteúdo. Série retornou após três anos e nova temporada já virou um grande sucesso da plataforma - Foto: Divulgação O que acontece na quarta parte de Lupin?A nova trama se passa quatro anos após os acontecimentos da terceira parte. Desta vez, Assane está preso e pretende cumprir sua sentença para, depois, reencontrar a família no Senegal.Seus planos, no entanto, mudam quando um anúncio misterioso, assinado por “Lupin”, promete uma sequência de roubos simultâneos a museus.Mesmo com as medidas de segurança, os crimes acontecem. As evidências começam a apontar para Assane, e imagens de câmeras de vigilância o mostram em um museu durante um dos assaltos, no qual o capitão Belkacem fica gravemente ferido.Diante da situação, o protagonista precisa escapar da prisão, provar que não é o responsável pelos roubos e descobrir quem está usando seu nome para executar os crimes.A investigação promete colocar novamente à prova sua capacidade de elaborar estratégias, mas também amplia os riscos para sua família. A cada movimento, Assane precisa equilibrar a busca pela verdade com as consequências de suas próprias escolhas.Quantos episódios tem e onde assistir?Para quem procura uma série que não exija semanas de dedicação, a nova parte de Lupin chega com apenas quatro episódios inéditos, tornando a maratona uma opção prática para quem tem pouco tempo disponível.As quatro partes da produção estão disponíveis exclusivamente na Netflix, permitindo que novos espectadores conheçam a trajetória de Assane desde o começo ou que os fãs retomem a história antes de conferir os capítulos mais recentes.Vale a pena?Sim! Para quem gosta de tramas complexas, baseadas em golpes elaborados e cheias de tensão, Lupin é uma escolha que merece entrar na lista.A produção combina mistério, investigação, disfarces e reviravoltas, enquanto explora os conflitos pessoais de um protagonista que precisa lidar com as consequências de suas decisões.A quarta parte ainda acrescenta um desafio diferente ao colocar Assane na prisão e fazê-lo enfrentar crimes atribuídos a sua identidade. O resultado é uma história que mantém o suspense e cria novas possibilidades para os planos do personagem.Para quem busca uma maratona envolvente, com ritmo de investigação e estratégias surpreendentes, a série francesa pode ser uma boa companhia para fugir da rotina.Veja o trailer da nova temporada!

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Ingressos a R$ 12: cinemas participam de promoção nacional

A primeira edição da Semana do Cinema Brasileiro oferece ingressos a R$ 12 para produções nacionais em salas convencionais de todo o país, entre os dias 29 de outubro e 4 de novembro.A iniciativa foi organizada pela Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC) em conjunto à Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (ABRAPLEX), entidades responsáveis pela Semana do Cinema. Quais filmes estarão na promoção?100 Dias: aventura inspirada na travessia de Amyr Klink.As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você: drama romântico protagonizado por Any Gabrielly e Giulia Be.Se Eu Fosse Você 3: comédia com Tony Ramos e Glória Pires.Minha Melhor Amiga: sucesso de bilheteria, também está entre os destaques.Quais cinemas irão participar?Entre as redes confirmadas estão Cinemark, Cinépolis, UCI, Cinesystem, Moviecom, Arteplex, Cineart e GNC Cinemas.Além dos ingressos por R$ 12, as empresas também oferecerão combos de pipoca e refrigerante com preços promocionais durante o período da campanha.Como comprar os ingressos por R$ 12?Os ingressos podem ser comprados nas bilheterias físicas ou nas tiqueteiras online, com possibilidade de cobrança de taxa de conveniência para compras digitais. A promoção é válida para sessões em salas convencionais 2D.

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