Os romanos alteraram mais a genética da Península Ibérica do que as invasões que se seguiram, conclui novo estudo. Pelo caminho, investigadores descobriram dois irmãos sepultados a 725 quilómetros de distância. A análise do ADN de centenas de habitantes da Península Ibérica revelou que o domínio romano provocou alterações genéticas mais profundas do que as migrações dos povos germânicos que se seguiram. O novo estudo, publicado na revista Cell, concluiu que a presença romana na Península Ibérica teve um impacto genético muito superior ao das migrações que acompanharam a queda do Império Romano, vários séculos mais tarde. Os investigadores analisaram