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Ebola Workers in Congo Attacked by Machete Mob as Cases Pass 10,000

Two community health workers trying to spread awareness of Ebola in the eastern Congo were attacked by a machete-wielding mob on Friday, further demonstrating the difficulty of controlling the deadly disease among hostile and suspicious rural residents as the total number of cases surpassed 10,000.

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O surto de Ébola está a bater recordes: é o mais rápido da história

Epidemia ultrapassou os 10 mil casos e quase 5 mil mortes. Ritmo é “impressionante”. As crianças estão entre as principais vítimas. A transmissão continua fora de controlo. A atual epidemia de ébola na República Democrática do Congo já infetou mais de 10 mil pessoas e provocou quase cinco mil mortes: : é a mais rápida de sempre a atingir este número de infeções. A propagação do vírus, que já chegou a outros países africanos, está a superar a capacidade de resposta das autoridades de saúde. Segundo os dados mais recentes das autoridades congolesas, confirmados esta terça-feira pelo Centro Europeu de

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Cebola com alho na água fervida cria escudo contra lagartas indesejadas

Cascas de cebola secas fervidas junto a dentes de alho amassados liberam uma combinação pungente de sulfetos e bioflavonoides. Essa calda caseira, ao ser pulverizada nas folhas de árvores frutíferas e hortaliças, interrompe imediatamente o ataque de lagartas desfolhadoras.

O método aproveita subprodutos descartados na cozinha para proteger plantas sem deixar resíduos tóxicos. As lagartas recusam a folhagem tratada devido ao amargor extremo e à irritação digestiva provocada pelos compostos naturais.

Por que compostos sulfurados e quercetina funcionam como repelentes

As cascas secas de cebola contêm altas concentrações de quercetina, um flavonol com forte poder antioxidante e amargor natural. Quando associadas ao dissulfeto de alila e à alicina liberados pelo alho fervido, forma-se uma calda de odor pungente e ação antialimentar (antifeedant).

Ao ser pulverizada nas folhas, a solução adere à cutícula vegetal. As lagartas mastigadoras recusam-se a comer a folha tratada devido ao amargor extremo e à irritação provocada pelos sulfetos no trato digestivo dos insetos.

Trata-se de repelência por rejeição olfativa e gustativa, interrompendo o ataque antes que a área fotossintética seja destruída.

Vantagens do bioinseticida frente aos venenos sintéticos

Diferente dos inseticidas químicos convencionais, a calda de cebola e alho não exige que a lagarta ingira doses tóxicas para morrer. A interrupção do ataque ocorre imediatamente pela recusa alimentar.

Calda de cebola e alho: repelência por amargor e sulfetos, sem resíduos tóxicos persistentes.

Inseticida piretroide sintético: elimina lagartas, mas também extermina abelhas, joaninhas e outros polinizadores benéficos.

Carência zero para colheita: frutos e folhas podem ser consumidos logo após lavagem simples em água corrente, sem período de espera.

Receita da infusão concentrada e proporções exatas

Separe as cascas secas de três cebolas grandes e quatro dentes de alho amassados. Coloque em uma panela com um litro de água.

Ferva a mistura em fogo baixo durante dez minutos, mantendo a panela tampada. Isso concentra os vapores sulfurados dentro do recipiente.

Deixe a calda esfriar completamente antes de manusear. Coe em pano fino para remover resíduos sólidos antes da aplicação.

Modo correto de aplicação nas plantas

Borrife a calda coada em toda a copa das árvores frutíferas ou hortaliças atacadas. Cubra tanto a face superior quanto a inferior das folhas, onde as lagartas costumam se alimentar.

Aplique no final da tarde, quando a temperatura está mais amena e a evaporação é menor. Isso permite melhor aderência dos compostos sulfurados na cutícula vegetal.

Reaplique uma vez por semana ou imediatamente após chuvas fortes. A água lava a camada protetora de quercetina e sulfetos das folhas, reduzindo a eficácia.

Quais frutíferas e hortaliças proteger com a calda

O bioinseticida é totalmente seguro para uso em hortas domésticas e pequenos pomares. Protege cultivos frequentemente atacados por lagartas desfolhadoras.

  • Citros (limão e laranja): afasta a lagarta-fio-de-seda e a lagarta-do-fumo das brotações novas e folhas tenras.
  • Couve, brócolis e repolho: bloqueia o ataque de lagartas desfolhadoras sem contaminar as folhas comestíveis.
  • Maracujazeiros e videiras: protege as pontas dos ramos contra lagartas desfolhadoras pretas que destroem brotos.

Com que frequência reaplicar o defensivo natural

A durabilidade do efeito protetor depende das condições climáticas. Reaplique a calda uma vez por semana como medida preventiva regular.

Após chuvas intensas, faça nova pulverização imediatamente. A água remove os compostos aderidos e deixa as folhas desprotegidas novamente.

Em períodos de infestação severa, aumente a frequência para aplicações a cada cinco dias. Monitore visualmente a presença de novas lagartas nas folhas.

A calda altera o sabor das verduras colhidas

Os compostos sulfurados não impregnam o sabor dos vegetais de forma permanente. Basta lavar as folhas em água corrente antes do consumo para remover completamente os resíduos.

Verduras colhidas no dia seguinte à aplicação podem ser consumidas com segurança. Os sulfetos soltam-se facilmente da superfície das folhas sem penetrar nos tecidos vegetais.

A lavagem simples elimina tanto o odor quanto qualquer gosto residual de alho ou cebola. Não há necessidade de produtos especiais para higienização.

5 pontos para ter cozinha mais higiênica

 

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Africa’s ‘unprecedented’ Ebola outbreak could reach UK, says top health official

Jean Kaseya, of the Africa CDC, warns of the illness spreading like Covid unless more funding is secured to increase preparedness and possible treatment

The “unprecedented” spread of the Ebola outbreak means it could reach the UK and other countries, according to one of Africa’s top health officials.

As the current outbreak reached 10,000 cases, with almost 5,000 deaths, Dr Jean Kaseya, director general of the Africa Centres for Disease Control and Prevention (CDC), compared the outbreak to the Covid pandemic, which first took hold in China before spreading to countries across the world, claiming millions of lives, and ravaging health systems and economies.

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© Photograph: Sodiq Adelakun/Reuters

© Photograph: Sodiq Adelakun/Reuters

© Photograph: Sodiq Adelakun/Reuters

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DRC Ebola Cases Top 10,000 as Death Toll Reaches 4,887

The Ebola outbreak, caused by the Bundibugyo strain, is spreading to eight provinces as the W.H.O. tests two experimental vaccines. Photo: EFE.

The Ebola outbreak in the Democratic Republic of the Congo (DRC) surpassed 10,000 confirmed cases on Tuesday, with 4,887 deaths recorded since the epidemic was declared in May.


The Ebola outbreak in the Democratic Republic of the Congo crossed a critical line on October 27, when confirmed infections passed the 10,000 mark. The National Institute of Public Health (INSP), announced the milestone with figures current through October 25.

The official tally stands at 10,060 cases and 4,887 deaths since the outbreak was declared on May 15. In just over five months, the virus has spread well beyond its initial clusters.

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Nearly half of those infected have not survived. The case fatality rate reached 48.6%, a level that makes this one of the deadliest health emergencies on record. It also confirms a trend the institute had flagged weeks earlier, when the outbreak first crossed the 9,000 infection mark.

❗️EBOLA SURPASSES 10,000 CASES IN DR CONGO — Reuters

The virus killed 4,887 people, with confirmed infections reaching 10,060

The concerns grow over a possible spread to other African nations https://t.co/DwohGnqfA6 pic.twitter.com/vGQ6yifZNw

— RT Intl (@RT_on_X) October 27, 2026

Second Deadliest Ever

Only the West African epidemic of 2014 to 2016 was worse. That crisis left roughly 11,000 dead and 28,000 cases across Guinea, Liberia and Sierra Leone. The current Congolese outbreak now ranks second in global history and has already outpaced the Ebola epidemic that struck the country’s eastern region between 2018 and 2020.

Transmission now spans 66 health zones in eight of the DRC’s 26 provinces, less than a third of the national territory. Ituri and North Kivu carry the heaviest burden. Tshopo, Bas-Uélé, Haut-Uélé, South Kivu, South Ubangi and North Ubangi follow behind. Bafwasende, Beni, Mandima and Bunia face the most critical conditions on the ground, the health agency warned.

“The situation underscores the need to strengthen early detection, contact tracing, dignified and safe burials, and the safety of response teams, especially in Bafwasende, a town in Tshopo province,” National Institute of Public Health’s authorities said.

Recovery figures offer a narrow thread of hope. A total of 2,684 patients have overcome the illness, and contact tracing coverage holds at 81.6%. Even so, the institute described early detection, safe burials and protection for field teams as urgent in the hardest-hit zones.

WHO is working closely with the DRC Government to intensify and sustain the #Ebola response.

During his recent visit to Beni, @ProfJanabi engaged with communities and handed over supplies and equipment, including motorbikes and #IPC materials, to strengthen the response. pic.twitter.com/CtuxNcDstT

— WHO African Region (@WHOAFRO) October 27, 2026

No Proven Treatment

The outbreak is driven by the Bundibugyo strain, a lineage with no specific treatments. That gap has pushed scientists toward new solutions. The World Health Organization is advancing two experimental vaccines, and their phase 1 human trials have already produced safe profiles.

The country is also running an immunization campaign with Ervebo, a product developed for the Zaire variant that showed favorable signs in animal tests. But the experimental candidates have only reached the earliest stage of evaluation in people, while Ervebo rests on limited preclinical evidence. Neither option yet offers a conclusive tool to stop transmission.

The cumulative data through October 25 shows the epidemic is far from contained. Health workers confront a virus without a specific therapy across a vast territory where contact tracing is uneven. The National Institute of Public Health has already set the immediate priorities, halting the spread and protecting the teams deployed on the ground.

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