Tel Aviv stocks drop and shekel slides as election results dent hopes for change



President Donald Trump credited his endorsement of Prime Minister Benjamin Netanyahu with helping drive a comeback in Israel's election Wednesday as the latest partial returns showed the premier's right-wing bloc closing in on a parliamentary majority.
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Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu claimed a “clear, decisive majority” among Jewish and Zionist voters early Wednesday, calling for a strong right-wing government as revised election night projections shifted in his favor and declaring a “historic” opportunity alongside President Donald Trump to eliminate the Iranian threat.
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Mais da metade dos votos nas eleições de Israel já foi apurada, segundo o Comitê Central Eleitoral. Projeções atualizadas da imprensa israelense sugerem que os partidos que apoiam o atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu podem estar ampliando a vantagem, mas ainda ficariam abaixo da maioria absoluta.
Até 10h56, no horário local (4h56 no Brasil), cerca de 76,4% das urnas haviam sido apuradas. Ao todo, 4.026.049 votos foram contabilizados, dos quais 4.008.086 eram válidos, de acordo com o Comitê Central Eleitoral.
Ao todo, 7.331.981 pessoas são aptas a votar em Israel. Número corresponde a 77,7% do total de eleitores aptos a votar, informou a Comissão Central Eleitoral na noite de terça-feira — o maior percentual desde 1999.
O partido Likud, de Netanyahu, tinha 20,68% dos votos válidos até o momento. Já o partido Yashar, do líder da oposição Gadi Eisenkot, registrava 15,97%.
Se essa tendência continuar, o bloco de Netanyahu poderá conquistar 54 cadeiras no Knesset, o Parlamento israelense, enquanto o bloco de oposição de Eisenkot ficaria com 48 cadeiras, segundo projeções do Canal 12 de Israel e do portal Ynet. Outros partidos devem conquistar 18 cadeiras.
São necessárias 61 cadeiras para obter a maioria absoluta.
Como ainda há muitos votos a serem apurados, os números podem mudar. Pesquisas de boca de urna divulgadas anteriormente apontavam uma diferença menor entre os dois lados.
Likud, partido de Netanyahu, lidera com 828.972 votos válidos (20,68%)
Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 640.241 votos (15,97%)
Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 396.534 votos (9,89%)
Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 353.717 votos (8,83%)
Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 254.429 votos (6,35%)
Judaísmo Unido da Torá, com 240.648 votos (6,00%)
Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 239.040 votos (5,96%)
Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 220.798 votos (5,51%)
Shas, partido religioso sefardita, com 217.202 votos (5,42%)
Ra’am (Lista Árabe Unida), com 207.230 votos (5,17%)
Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 196.346 votos (4,90%)
Likud, partido de Netanyahu, lidera com 790.994 votos válidos (21,05%)
Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 606.897 votos (16,15%)
Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 344.133 votos (9,16%)
Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 334.776 votos (8,91%)
Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 243.064 votos (6,47%)
Judaísmo Unido da Torá, com 225.949 votos (6,01%)
Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 225.073 votos (5,99%)
Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 210.692 votos (5,61%)
Shas, partido religioso sefardita, com 207.694 votos (5,53%)
Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 187.330 votos (4,98%)
Ra’am (Lista Árabe Unida), com 180.982 votos (4,82%)
Likud, partido de Netanyahu, lidera com 732.001 votos válidos (21,45%)
Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 554.397 votos (16,24%)
Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 322.878 votos (9,46%)
Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 300.887 votos (8,82%)
Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 225.455 votos (6,61%)
Judaísmo Unido da Torá, com 216.021 votos (6,33%)
Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 209.101 votos (6,13%)
Shas, partido religioso sefardita, com 194.069 votos (5,69%)
Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 193.414 votos (5,67%)
Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 165.003 votos (4,83%)
Ra’am (Lista Árabe Unida), com 116.926 votos (3,43%)
Likud, partido de Netanyahu, lidera com 607.519 votos válidos (20,68%)
Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 490.877 votos (16,72%)
Juntos, partido liderado por Naftali Bennett, com 264.631 votos (9,01%)
Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 262.714 votos (8,94%)
Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 202.124 votos (6,88%)
Judaísmo Unido da Torá, com 200.220 votos (6,82%)
Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 178.743 votos (6,09%)
Shas, partido religioso sefardita, com 168.103 votos (5,72%)
Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 158.164 votos (5,38%)
Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 144.046 votos (4,90%)
Ra’am (Lista Árabe Unida), com 102.825 votos (3,50%)
Em atualização*
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou na noite desta terça-feira (27) que os resultados da eleição israelense demonstram que seu bloco de direita conta com o apoio de uma “maioria decisiva entre o público sionista e judeu”.
As pesquisas boca de urna divulgadas após a votação indicam que o partido de Netanyahu era o maior do Knesset, mas sem uma maioria para governar.
“Duas coisas estão claras. A primeira é que o Likud é o maior partido em Israel… não há dúvida quanto a isso”, disse ele, falando da sede do partido em Jerusalém.
“A segunda coisa que ficou clara é que o bloco de direita possui uma maioria decisiva entre o público sionista — uma maioria decisiva. É por isso que eu disse, e repito: precisamos formar um governo nacional forte, um governo de direita”, declarou.
Ele criticou duramente os partidos árabes, classificando-os como “antissionistas” e alegando que eles “apoiam a destruição de Israel”, além de rejeitar a ideia de colaborar com eles para a formação de um governo. Projeções indicam que os partidos árabes conquistarão um número recorde de cadeiras.
“São partidos palestinos, ou partidos antissionistas, que apoiam a destruição de Israel. Não podemos permitir esse cenário”, afirmou.
Em seu discurso, Netanyahu também agradeceu a muitos de seus apoiadores, o presidente dos EUA, Donald Trump, e Deus.
“Juntamente com nosso grande amigo, o presidente Trump, estamos determinados a eliminar essa ameaça de uma vez por todas”, disse ele, referindo-se ao Irã e à guerra em curso.
Ele também agradeceu aos membros do seu partido Likud, aos outros parceiros de governo e de coalizão, à sua esposa e filhos e aos soldados de Israel.
“Por fim, gostaria de agradecer ao criador do mundo, que me dá o poder de continuar a agir pela eternidade de Israel e de nossa amada nação e estado – nosso único estado”, disse ele ao final de seu discurso.
“Eu gostaria de dizer a vocês: nós vencemos nossos inimigos e construiremos o futuro… Não tenha medo, Israel, não tenha medo. O leão rugirá… O povo de Israel está vivo.”
Embora as pesquisas de boca de urna ofereçam uma indicação inicial do que pode acontecer, a disputa real começa após a contagem dos votos e o início do processo de formação de uma coalizão. Pode levar semanas ou até meses até que o novo primeiro-ministro seja escolhido.
Assim que a contagem dos votos é concluída — geralmente em poucos dias —, o presidente realiza uma rodada de consultas, na qual cada partido eleito indica sua preferência para o cargo de primeiro-ministro.
Com base nessas conversas, o presidente encarrega um candidato de formar o governo. Não se trata, necessariamente, do líder do maior partido, mas sim daquele que apresenta as melhores chances de construir uma coalizão viável.
Pelo cenário atual, é improvável que o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, seja escolhido, uma vez que nem o bloco de oposição nem os partidos árabes o indicariam.
Nesse caso, é provável que o presidente Isaac Herzog ofereça a primeira oportunidade de formar um governo a Gadi Eisenkot.
Ele teria de quatro a seis semanas para negociar com outros partidos a distribuição de cargos no gabinete, prioridades orçamentárias e diretrizes políticas, buscando articular uma maioria no Knesset. Se as pesquisas de boca de urna se confirmarem, os dois partidos árabes desempenharão um papel fundamental nesse processo.
Uma pesquisa realizada na noite desta terça-feira (27) pelo centro aChord, da Universidade Hebraica, revelou que a maioria dos eleitores do bloco de oposição deseja que Eisenkot forme um governo com o Raam, um dos dois partidos árabes.
Caso Eisenkot fracasse, o presidente concederá a outro candidato a chance de formar o governo, e todo o processo de negociação recomeça.
Se este também não obtiver sucesso, o próprio Knesset terá um breve período para apresentar outro candidato; caso não consiga, o país deverá passar por novas eleições.
Portanto, vencer não se resume apenas a conquistar votos e cadeiras; trata-se de construir — e manter — uma coalizão viável.
Espera-se que os partidos árabes “Lista Conjunta” e Raam conquistem um número recorde de 18 cadeiras, a maior representação árabe já registrada no país.
Esse aumento na participação eleitoral foi impulsionado pelo desejo urgente de desmantelar a coalizão de direita de Netanyahu, que inclui ministros de linha-dura como Itamar Ben-Gvir e Bezalel Smotrich.
Os partidos árabes poderiam desempenhar um papel fundamental na construção de uma coalizão para formar um novo governo. No entanto, ainda não está claro como isso poderia se concretizar.
A expectativa é de que o bloco do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu obtenha 50 cadeiras. Contudo, ele descartou explicitamente a possibilidade de formar um governo com os partidos árabes. Para alcançar a maioria no Knesset, ele precisaria de 61 cadeiras.
Por outro lado, Gadi Eisenkot — cujo bloco de oposição deve conquistar 52 cadeiras — afirmou que esses partidos não atendem aos seus critérios para uma parceria política, os quais incluem o reconhecimento de Israel como um Estado judeu e a classificação do Hamas como uma organização terrorista que deve ser desmantelada.
Ainda assim, uma pesquisa realizada pelo centro aChord, da Universidade Hebraica, revela que a maioria dos eleitores do bloco de oposição deseja que essa parceria se concretize.
Segundo a pesquisa, mais de 61% dos eleitores do bloco de oposição querem que Eisenkot forme um governo com o Raam. Apenas 20% desses eleitores preferem a realização de novas eleições, enquanto 12% apoiam um governo de coalizão com sistema de rodízio envolvendo Netanyahu, e 7% preferem um governo que inclua partidos ultraortodoxos.
Israel’s parliamentary election ended in a political cliffhanger Tuesday night as initial exit polls showed neither Prime Minister Benjamin Netanyahu nor his chief rival, former military chief Gadi Eisenkot, securing a governing majority amid a surge in support for Arab parties.
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