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Associação Cultural do Minho de Toronto celebra 49 anos de história

 

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Créditos: Francisco Pegado

A Associação Cultural do Minho de Toronto (ACMT) celebrou, no sábado, 24 de outubro, o seu 49.º aniversário, numa celebração de reencontros, música e orgulho nas raízes minhotas. A festa assinalou quase cinco décadas de dedicação à cultura portuguesa e homenageou todos aqueles que têm ajudado a manter viva a associação.

Sócios, voluntários, familiares e amigos reuniram-se para celebrar a data, num programa que incluiu um jantar, música ao vivo pela cantora Sara Dantas e uma atuação do Rancho da ACMT.

Entre conversas, canções e danças tradicionais, a noite foi também um momento de partilha entre gerações, unidas pela ligação às suas origens.

Para Carlos Gonçalves, presidente da ACMT, este aniversário é uma oportunidade para agradecer a todos os que contribuíram para o percurso da instituição e olhar para o futuro com esperança.

“Ao celebrarmos os 49 anos da ACMT, queremos homenagear e agradecer a todos os sócios, voluntários e dirigentes que deram tanto de si para manter esta associação viva. O nosso sonho é continuar a crescer, ter uma casa própria e garantir que a cultura e as tradições minhotas passam às próximas gerações. Apelo aos jovens da nossa comunidade para que tenham orgulho nas suas raízes e se juntem aos clubes e associações portuguesas. A nossa cultura vive nas pessoas e só terá continuidade se todos fizermos a nossa parte”, destacou.

Olivia Rites, presidente da Mesa da Assembleia, integra a associação desde 2008 e considera este percurso motivo de orgulho “para mim, é uma honra. Aqui somos uma família. São 49 anos de muitas lutas e trabalho, e agradecemos aos voluntários e aos diretores que passaram por esta casa”, afirmou.

Os mais jovens encontram na ACMT uma forma de viver a cultura portuguesa e manter viva a ligação às suas raízes.

Para Cecília Fernandes, a associação representa um sentimento de pertença “a ACMT é cultura, é família e, acima de tudo, é uma honra fazer parte deste clube”.

Rui Guiomar partilha esse orgulho e destaca a importância de dar continuidade às tradições “é uma honra fazer parte da ACMT e poder dar continuidade às nossas tradições”.

Também Emma Moniz encontra na dança uma forma de preservar a sua identidade cultural “faz-me feliz poder dançar e dar continuidade à minha cultura”.

Com o 50.º aniversário no horizonte, a ACMT prepara-se para celebrar, em 2027, meio século de história. Um percurso feito de dedicação, amizade e amor às raízes minhotas, com a esperança de que as novas gerações continuem a dar vida a este legado em Toronto.

FP/MS

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Casa dos Poveiros assinalou 40 anos de história e dedicação à comunidade

Foto: Cindy Da Ponte

A Casa dos Poveiros celebrou 40 anos de existência. Embora não tenha sido organizada uma festa comemorativa, a atual Direção quis assinalar a data e recordar o percurso desta instituição ao longo de quatro décadas.

Para marcar este momento especial, a presidente, Linda Correia, e os restantes membros da Direção promoveram um jantar de convívio dedicado aos diretores e patrocinadores, como forma de agradecer o apoio, a amizade e a dedicação de todos os que continuam a contribuir para a vida da Casa.

O encontro teve lugar no restaurante New Casa Abril, cujos proprietários, também poveiros, se associaram à iniciativa como patrocinadores. Num ambiente familiar e descontraído, houve oportunidade para partilhar a mesa e celebrar os laços que unem esta comunidade.

Para Linda Correia, assinalar os 40 anos da Casa dos Poveiros foi uma forma de reconhecer quem tem estado ao lado da instituição.

“Não podíamos deixar passar esta data em branco. Estes 40 anos representam muito trabalho, dedicação e união. Quisemos agradecer pessoalmente a todos os que nos têm apoiado e que continuam a ajudar a manter viva a nossa Casa”, destacou a presidente.

Linda Correia deixou ainda uma palavra de agradecimento a todos os que estiveram presentes e àqueles que, por diferentes motivos, não puderam participar.

O encontro ficou marcado pela gratidão e pelo espírito de união, celebrando quatro décadas de história, tradição poveira e cultura portuguesa junto da comunidade.

Francisco Pegado/MS

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Noite Portuguesa celebra tradições e sabores de Portugal em Oshawa

(DR).

O Northern Portugal Cultural Centre (NPCC), em Oshawa, realizou uma “Noite Portuguesa” dedicada à gastronomia, à música e ao folclore, numa celebração da cultura e das tradições portuguesas no Canadá.
O evento reuniu a comunidade em torno de uma ementa tradicional, que incluiu sarrabulho, rojões, febras, frango, batatas, arroz, legumes e salada.

A refeição foi complementada com frutas e diversas sobremesas. À meia-noite, a tradição continuou à mesa com caldo verde e champarrião, proporcionando aos participantes uma experiência marcada pelos sabores e costumes portugueses. A animação musical esteve a cargo da Karma Banda, enquanto o Rancho do Minho de Oshawa levou ao público as danças, os trajes e os ritmos do folclore tradicional, mantendo viva uma das expressões mais emblemáticas da identidade cultural portuguesa.

Fundado em 1983, o Northern Portugal Cultural Centre tem desempenhado um papel importante na preservação e divulgação da herança portuguesa em Oshawa e na região de Durham. A associação nasceu da iniciativa de um grupo de emigrantes que procurou recriar, no Canadá, o espírito e as tradições do Minho, região que continua a marcar a identidade do centro.

Ao longo dos anos, o NPCC alargou a sua representatividade, passando a reunir membros de diferentes regiões de Portugal continental e das ilhas. A diversidade dos seus associados reflete uma comunidade unida pela língua, pelas tradições e pelo orgulho nas suas raízes. Para além dos convívios e das atividades culturais, o centro tem promovido iniciativas de apoio à comunidade, incluindo programas anuais de bolsas de estudo, reforçando a ligação entre gerações.

A Noite Portuguesa do Northern Portugal Cultural Centre integrou-se, assim, no esforço de manter vivas as tradições lusas junto das novas gerações e de partilhar a cultura portuguesa com a comunidade local, num ambiente de confraternização, música e gastronomia.

RMA/MS

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Casa do Futebol Clube do Porto de Toronto celebra 39 anos de história

Créditos: Francisco Pegado

A Casa do Futebol Clube do Porto de Toronto celebrou o seu 39.º aniversário no sábado, 24 de outubro, reunindo associados, adeptos e amigos numa festa marcada pelo orgulho azul e branco e pela união da comunidade portista.

Conhecida como Casa do Porto, a associação é, há quase quatro décadas, um ponto de encontro para os adeptos do FC Porto, promovendo o convívio, a amizade e a ligação às raízes portuguesas através da paixão pelo futebol.

A sua história remonta a 1987, ano em que o FC Porto conquistou pela primeira vez a Taça dos Clubes Campeões Europeus, ao vencer o Bayern de Munique. Inspirado por esse feito, um grupo de adeptos decidiu criar uma representação do clube no Ontário. A associação foi reconhecida oficialmente pelo FC Porto, tornando-se, segundo os seus registos históricos, a quinta delegação do clube a nível mundial.

Durante a comemoração, o presidente, Paulo Carreiro, destacou a importância de recuperar a tradição de celebrar o aniversário da instituição “a Casa do Porto esteve sem festejar o seu aniversário por muito tempo e na altura da minha eleição, prometi voltar a fazê-lo. Hoje temos uma casa cheia de portistas e não só. Mais uma vez, estamos a trazer a mística do Porto de volta”, afirmou.

O dirigente adiantou ainda que, em 2027, a associação celebrará 40 anos e pretende preparar uma surpresa para os seus apoiantes. Recordou também que as eleições estão marcadas para domingo, 1 de novembro de 2026, apelando à participação dos membros.

Gilson Rodrigues, adepto do FC Porto presente na festa, destacou a sua paixão pelo clube desde jovem, apesar de ter crescido numa família adepta de outra equipa “estou feliz por participar neste evento. Sou portista desde novo e convido todos os portistas a juntarem-se à Casa do Porto”, salientou.

Ao celebrar 39 anos, a Casa do Porto reafirma o seu papel na comunidade portuguesa de Toronto, mantendo viva a mística azul e branca e preparando-se para assinalar quatro décadas de história em 2027.

Francisco PegadoP/MS

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