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This chart shows how much Google's head count surged in the AI boom

Google CEO Sundar Pichai
Sundar Pichai, chief executive of Alphabet Inc., during an interview on "The Circuit with Emily Chang" on May 1, 2024.

David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images

  • While some companies are slashing head count, Google's is surging.
  • The company had nearly 205,000 employees at the end of September.
  • While Google has conducted layoffs, it has also ramped up hiring and acquired Wiz.

While AI may be driving some companies to slash their head count, Google's is soaring.

When Google reported its Q3 earnings on Wednesday, it said it had 204,757 employees for the quarter ending September 2026. That means Google added roughly 10,000 people to the payroll since the end of March.

The uptick in head count runs counter to another trend across the tech industry, where some of Google's peers are slashing their workforces. Meta has been on a cost-cutting odyssey for several years, while Microsoft recently offered voluntary buyouts to 60,000 employees.

Some of Google's head count growth can be attributed to mergers and acquisitions. On March 11, Google said it had completed its acquisition of cybersecurity firm Wiz, which had roughly 2,000 employees.

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In January 2023, Google announced it would slash roughly 12,000 roles — around 6% of the workforce at the time — and has since made several smaller rounds of layoffs, Business Insider has reported.

While the head count has grown somewhat steadily since Q2 2024, it has accelerated since the end of 2025. Google also reported Wednesday that its quarterly revenue grew 25% from this period last year.

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Finland launches criminal investigation into Google’s clearing of forest for datacentre site

Authorities allege company may have breached Finnish environmental laws by forgoing required impact assessment

Finnish ⁠police have launched a criminal investigation into possible breaches ⁠of the country’s environmental ⁠laws ​at the site of a planned Google datacentre in rural northern Finland.

Authorities allege that Tuike Finland, a Google subsidiary, cleared and drained 330 hectares (815 acres) of forest at the planned site in Muhos before environmental impact assessments required by Finnish law had been completed.

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© Photograph: Alessandro Rampazzo/AFP/Getty Images

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Finland launches criminal investigation into Google’s clearing of forest for datacentre site

Authorities allege company may have breached Finnish environmental laws by forgoing required impact assessment

Finnish ⁠police have launched a criminal investigation into possible breaches ⁠of the country’s environmental ⁠laws ​at the site of a planned Google datacentre in rural northern Finland.

Authorities allege that Tuike Finland, a Google subsidiary, cleared and drained 330 hectares (815 acres) of forest at the planned site in Muhos before environmental impact assessments required by Finnish law had been completed.

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© Photograph: Alessandro Rampazzo/AFP/Getty Images

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Ações da Alphabet, dona do Google, caem 10% após dados fracos no 3º tri

A Alphabet, controladora do Google, divulgou resultados decepcionantes em seu principal negócio, a publicidade em buscas, e uma aceleração maciça no consumo de caixa, à medida que injetava recursos no desenvolvimento de IA.

Em um sinal de que os clientes corporativos estão adotando a tecnologia, as receitas do Google Cloud mais que dobraram, mas os investidores, inquietos com o altíssimo custo e com a desaceleração do crescimento do mecanismo de busca dominante no mercado, fizeram com que as ações caíssem 10% após o fechamento do mercado.

“Em um mercado preocupado com a possibilidade de a IA canibalizar o negócio principal, os investidores precisam ver a busca acelerando, não desacelerando”, disse Dave Wagner, gestor de portfólio da Aptus Capital Advisors.

“A nuvem está impulsionando os resultados, mas, até que a busca mostre que a IA é um valor agregado, as ações provavelmente continuarão sendo negociadas em baixa.”

A empresa de Mountain View, na Califórnia, registrou um fluxo de caixa livre negativo de US$ 9,1 bilhões, contra as expectativas dos analistas de que ficaria próximo do ponto de equilíbrio, segundo dados da LSEG.

Esforços agressivos para aumentar a capacidade da nuvem e financiar o desenvolvimento de IA levaram a Alphabet a queimar US$ 5,9 bilhões no último trimestre, a primeira vez que o resultado ficou negativo em 22 anos como empresa de capital aberto.

A receita total ficou aquém das expectativas de Wall Street: o crescimento da receita do Google Cloud superou as expectativas, mas não foi suficiente para compensar uma queda de US$ 1,4 bilhão na publicidade.

O segundo trimestre consecutivo de fluxo de caixa negativo da Alphabet representou uma reviravolta brusca para uma empresa que há muito tempo era uma das maiores geradoras de caixa do setor de tecnologia.

Além disso, a Alphabet ainda planeja aumentar significativamente seus gastos de capital para 2027, em comparação com as previsões de gastos deste ano, que variam entre US$ 195 bilhões e US$ 205 bilhões, disse a diretora financeira Anat Ashkenazi aos analistas em uma teleconferência.

Embora os executivos não tenham especificado um valor para os gastos de 2027, os investidores estavam apreensivos com a possibilidade de um grande salto.

O lucro líquido disponível para os acionistas ordinários da Alphabet caiu 25%, para US$ 26,17 bilhões, e o lucro ajustado por ação, de US$ 2,67, ficou abaixo das estimativas de Wall Street, que eram de US$ 3,02.

Os resultados refletem os enormes custos da expansão da IA, com os investidores preocupados tanto com um possível gasto excessivo quanto com o risco de ficar para trás dos concorrentes por não investir o suficiente.

A receita total do terceiro trimestre, de US$ 127,6 bilhões, ficou aquém da estimativa dos analistas de US$ 128,2 bilhões, segundo dados da LSEG. A receita com anúncios ficou em US$ 82 bilhões, ficando abaixo das expectativas de US$ 83,4 bilhões.

Google anuncia inclusão do Pix no Google Pay

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A Google se le acaba la paciencia con las apps chapuceras en los móviles plegables: o los desarrolladores adaptan sus pantallas o perderán protagonismo en la Play Store

De poco sirve tener un móvil que se convierte en una tablet si las apps se limitan a estirarse al abrirlo o dejan demasiados márgenes negros. Los plegables ofrecen más espacio, pero no todas las apps lo aprovechan. Google quiere poner remedio: las aplicaciones mejor adaptadas tendrán premio en la Play Store.

A partir de 2027, la multinacional tendrá en cuenta cómo funcionan las apps y los juegos en estos dispositivos para darles más protagonismo. Así lo ha anunciado durante el Android Dev Summit. No ha confirmado penalizaciones para quienes descuiden sus interfaces en móviles plegables, pero, si otras apps tienen premio frente a ellas, en caso de que sean aplicaciones rivales, les facilitará tomar su lugar.

Una pantalla más grande necesita algo más que una app estirada

En un plegable de tipo libro, como el Samsung Galaxy Z Fold8, abrir el smartphone cambia las proporciones de la pantalla. Sin embargo, agrandarlo todo no basta. Una interfaz adaptada puede reorganizar sus elementos para mostrar más contenido y facilitar el uso. Lo importante en un plegable es que las apps se adapten a un formato de pantalla distintos, que ofrezca nuevas posiblidades o mejoras respecto a un smartphone normal.

También importa la posición del dispositivo, que también da juego. Un plegable abierto por completo y otro apoyado sobre una mesa, con la pantalla doblada a medias, permiten usos distintos. Por ejemplo, separar el contenido y los controles entre ambas mitades evita tratar el teléfono como si siempre fuera una superficie plana. Es una de las posibilidades que Google facilita con sus herramientas de desarrollo.

Para los creadores de aplicaciones, el incentivo está en ganar presencia donde los usuarios buscan qué descargar. Quienes adapten sus apps podrán acceder a esas oportunidades de promoción, aunque faltan las condiciones concretas. No obstante, Google las publicará antes de que termine el año. Hasta entonces, no se sabe qué requisitos determinarán cuáles recibirán ese impulso.

Además, Google ha actualizado 'Compose adaptive skill', una herramienta que ayuda a los agentes de inteligencia artificial a modificar las interfaces. Puede reorganizar pantallas de cámara y contenido multimedia para usarlas con el teléfono parcialmente doblado. También facilita adaptar las apps a ordenadores, incorporando atajos de teclado y controles para el ratón, algo especialmente útil en los nuevos Googlebook.

El objetivo es que desplegar el móvil sirva para algo más que ver la misma app a mayor tamaño. La medida empezará en 2027, aunque eso no garantiza una mejora inmediata de todas las apps. El resultado dependerá de cuántos desarrolladores aprovechen estas herramientas y decidan adaptar sus aplicaciones.

© Difoosion

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Google faces a $500 billion stock wipeout — one of the biggest-ever market cap drops

Google CEO Sundar Pichai speaks during a conference.
Google CEO Sundar Pichai.

Karl Mondon / AFP via Getty Images

  • Alphabet shed around $500 billion in market value on Thursday after its stock tanked 13%.
  • If the losses persist, it will be the second-largest one-day drop in market cap for any company.
  • Shares of Google's parent company fell after its earnings disappointed investors.

Alphabet is on track to suffer its biggest-ever one-day market-cap wipeout, and the second-largest value drop in stock-market history.

Shares of Google's parent company slumped by as much as 13.5% in early trading on Thursday, slashing Alphabet's market capitalization by over $500 billion, from around $3.9 trillion to $3.4 trillion.

If the losses persist until the close, it would be the second-largest one-day loss of market capitalization ever. Only AI chipmaker Nvidia has lost more value in a single day, when it shed close to $600 billion on January 27, 2025, on fears that China's DeepSeek would steal its lunch.

Alphabet's shares slumped after its earnings report on Wednesday showed about $9.1 billion in negative free cash flow as it spent heavily on AI infrastructure, and profits that fell short of Wall Street's forecasts.

Google's AI search revenue also lagged expectations, despite CEO Sundar Pichai saying on the earnings call that AI helped search queries grow at the fastest year-over-year pace in five years.

Search revenue of $63 billion came in below analysts' estimates and was virtually flat compared to the previous quarter.

That came as a shock because search revenue had beaten Wall Street's estimates in each of its four previous quarterly earnings reports.

"It's worth noting that the strong growth in AI Mode queries had an impact because of the lower monetization we were seeing in AI Mode," Philipp Schindler, Google's chief business officer, said on the call.

He also announced that Google is introducing ads in AI Mode to more users, including in international markets for the first time.

The rise of generative AI has shaken up Google's core business as chatbots like ChatGPT and Claude give people an alternative way to search. While Google has its own chatbot, Gemini, and has integrated it into its search engine with AI Mode, revenue is lagging behind its popularity.

"Just like our shift to mobile over a decade ago, we are focused on building the best Search user experience, followed by monetization," Pichai said.

As well as one of the market's biggest-ever single-day value losses, if Alphabet stock closes more than 9.77% lower on Thursday, it would be the company's worst post-earnings percentage drop since going public in 2004.

"In the AI trade you need a clean story to pique investor interest. But it only matters if numbers track in the right direction," Mark Shmulik, a senior analyst at Bernstein, wrote in a note.

"Is Google an AI winner? Probably, but not today."

Read the original article on Business Insider

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Google presenta Gemini 4 Carbon: su modelo de IA más potente hasta la fecha es capaz de programar durante días y blindar la ciberseguridad

El ritmo de lanzamientos en el sector de la inteligencia artificial ha alcanzado una velocidad en la que las generaciones se miden por semanas en lugar de meses. Apenas quince días después de poner en circulación Gemini 4 Argon, la división Google DeepMind ha anunciado hoy la llegada de su nuevo modelo más avanzado: Gemini 4 Carbon. Dirigido por Koray Kavukcuoglu, vicepresidente sénior y arquitecto jefe de IA de la compañía, este desarrollo se coloca directamente en la primera posición de la versión 5.0 del índice Artificial Analysis Intelligence con una puntuación de 59 puntos, centrando todo su músculo técnico en dos áreas críticas para la industria del software: la programación autónoma de largo recorrido y la defensa en ciberseguridad.

Pese al salto de capacidades frente a su antecesor inmediato, Google ha decidido mantener intacta la estructura de precios de lanzamiento que estrenó hace dos semanas con Argon: el uso de Gemini 4 Carbon a través de su API costará 2 dólares por cada millón de tokens de entrada y 10 dólares por cada millón de tokens de salida, aplicando un descuento del noventa y cinco por ciento sobre esa tarifa base para los tokens de entrada almacenados en caché.

Programación autónoma durante días y el nuevo escudo de Chrome

Los resultados de Gemini 4 Carbon frente a los modelos de referencia de la competencia Los resultados de Gemini 4 Carbon frente a los modelos de referencia de la competencia

La gran diferencia operativa de Gemini 4 Carbon respecto a los modelos conversacionales tradicionales reside en lo que los ingenieros de Mountain View denominan capacidades de horizonte largo. El sistema ha sido entrenado para sostener flujos de trabajo basados en agentes sin necesitar la supervisión constante de un humano. Según detalla la propia compañía, sus equipos internos han puesto a trabajar al modelo durante varios días seguidos de forma ininterrumpida: la inteligencia artificial es capaz de toparse con callejones sin salida, descartar hipótesis fallidas y seguir probando caminos alternativos por su cuenta hasta encontrar la causa raíz de fallos complejos ocultos en grandes bases de código y sistemas de bajo nivel. En el ámbito del desarrollo web completo, esta mejora le ha permitido escalar 89 puntos Elo en la clasificación WebDev Arena hasta alcanzar los 1.768 puntos y situarse en la cuarta posición global.

Este aguante en tareas de ingeniería compleja tiene su aplicación más directa en el terreno de la ciberseguridad. En lugar de limitarse a señalar posibles errores de sintaxis, Carbon cubre el ciclo completo de defensa informática: detecta el fallo en programas reales, intenta explotarlo por sí mismo para comprobar si supone un peligro verdadero o una falsa alarma y, finalmente, redacta el parche de código para solucionarlo de raíz.

Las cifras en las pruebas específicas de seguridad (evaluadas sin las barreras de protección activadas para medir su capacidad bruta) reflejan esta especialización: alcanza un 88,2 por ciento de acierto en la detección de vulnerabilidades dentro de SEC-bench Pro, lidera el banco de pruebas de explotación ExploitGym con un 54,8 por ciento y logra un 71,0 por ciento en la creación de parches funcionales dentro de CWE-bench.

Dentro de la propia casa, el modelo ya ha duplicado la tasa de éxito de Argon al escribir código seguro de serie. El caso más llamativo lo protagoniza el equipo de desarrollo del navegador Google Chrome: sus ingenieros aseguran que Gemini 4 Carbon ha rendido diez veces mejor que el gran modelo fronterizo de otro laboratorio rival a la hora de generar parches de alta calidad para cerrar brechas de seguridad. Asimismo, Wiz (la plataforma de seguridad en la nube de Google) ya lo está utilizando para liderar las pruebas de penetración web dentro de su iniciativa Scan for Good.

Menos trampas, cero inyecciones de código y un despliegue por fases

Entrenar un modelo capaz de encontrar y explotar vulnerabilidades informáticas durante días obliga a extremar las precauciones para evitar que el sistema se descontrole o tome atajos peligrosos. En las generaciones anteriores de modelos de programación era habitual que la IA, ante un problema difícil, intentara engañar al entorno de pruebas modificando el test en lugar de arreglar el código. Con Carbon, Google asegura haber reducido al 0,0% las trampas exitosas en la prueba Terminal-Bench 4.0, dejando los simples intentos de hacer trampa en un marginal 0,4 por ciento y reduciendo casi un ochenta por ciento las alertas graves de desalineación en sus entornos de trabajo internos.

El modelo también se muestra mucho más honesto cuando no tiene las herramientas o los permisos necesarios para completar un encargo: ha reducido a la mitad las afirmaciones sin respaldo respecto a Argon y, ante una orden ambigua, prefiere consultar las fuentes y preguntar al usuario antes de inventarse una respuesta o extralimitarse en sus funciones, reduciendo un 26% los casos en los que va más allá de lo pedido y un 29% las respuestas incompletas. Además, ha firmado un 0,0% en la tasa de éxito de ataques dentro del test Indirect Prompt Injection de Gray Swan, bloqueando todos los intentos evaluados de manipular sus instrucciones mediante código oculto.

Debido a la delicada naturaleza de sus capacidades ofensivas y defensivas en seguridad informática, Google no abrirá las puertas de Gemini 4 Carbon a todo el público de golpe. La compañía está colaborando en el proceso voluntario de pruebas previas al lanzamiento del Gobierno de Estados Unidos y, a partir de esta misma semana, entregará el acceso únicamente a un grupo reducido de especialistas en ciberdefensa y socios de confianza a través de su programa Fairwind. Una vez que terminen de ajustar los cortafuegos con la experiencia de estos primeros expertos, el modelo se desplegará para el resto de desarrolladores, empresas y usuarios finales a través de los productos habituales de la marca.

© Google

Gemini 4 Carbon es la nueva versión del modelo de IA de Google
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XREAL AURA es oficial: las gafas con Android XR que convierten tu portátil o consola en una oficina y un cine flotante en cualquier parte

El ecosistema espacial de Google acaba de abrir una segunda vía mucho más cómoda para el uso diario. Tras estrenarse en cascos de realidad mixta cerrados y pesados, la compañía de Mountain View se ha aliado con XREAL para presentar de forma oficial las nuevas XREAL AURA: las primeras gafas conectadas por cable gobernadas de serie por el sistema operativo Android XR. La propuesta abandona el aislamiento de los visores tradicionales para apostar por unas lentes transparentes que proyectan pantallas virtuales sobre el mundo real con un campo de visión de 70 grados, permitiendo trabajar, jugar o ver películas en un avión o en el sofá sin perder de vista lo que ocurre alrededor.

El gran secreto de este dispositivo reside en cómo reparte sus componentes físicos. Las gafas pesan menos de 95 gramos porque tanto la batería como el cerebro electrónico se han trasladado a una unidad de cómputo externa que se guarda en el bolsillo y se conecta a la montura mediante un cable. Este módulo portátil sirve además como superficie táctil para manejar la interfaz y es el encargado de estrenar en el mercado la nueva plataforma Snapdragon Reality Elite de Qualcomm, garantizando potencia suficiente para mover entornos tridimensionales sin castigar el puente de la nariz del usuario.

Una oficina privada para tu portátil y un cine de bolsillo

Interfaz de las gafas XREAL AURA Interfaz de las gafas XREAL AURA

A diferencia de las gafas con pantalla que XREAL vendía hasta ahora como simples monitores externos, contar con Android XR completo convierte a las AURA en un ordenador espacial autónomo con acceso a millones de aplicaciones de Google Play y a más de 150 programas diseñados específicamente para realidad extendida. El usuario puede vincular un teclado y un ratón por Bluetooth para desplegar varias ventanas flotantes a su alrededor y ajustar su tamaño libremente.

La función más práctica de cara a la productividad es lo que Google denomina Wired Mirroring: basta con conectar cualquier ordenador portátil a las gafas mediante un cable USB-C con salida de vídeo para que el escritorio del equipo aparezca al instante como una ventana virtual más dentro del espacio de Android XR, sin necesidad de instalar programas adicionales. Al proyectarse únicamente ante los ojos del propietario, permite trabajar con documentos confidenciales en cafeterías, trenes o aviones con total privacidad.

En todo este entorno, Gemini actúa como un asistente omnipresente capaz de ver tanto el mundo físico a través de las cámaras de la montura como las ventanas virtuales abiertas, incluida la pantalla del portátil conectado. A partir de hoy, la inteligencia artificial de Google no solo conversa con el usuario para organizar las ventanas o resolver dudas, sino que puede señalar y resaltar visualmente elementos concretos sobre la pantalla o sobre la propia habitación para guiar la atención.

En el terreno multimedia y del videojuego, las lentes incorporan un sistema de oscurecimiento electrocrómico que bloquea la luz exterior para simular una sala de cine privada y vuelve a hacerse transparente de forma automática en cuanto detecta que una persona se acerca a nuestro campo de visión. El sistema incluye un botón para convertir en tiempo real cualquier foto, vídeo o juego tradicional en contenido tridimensional, un modo de seguimiento que encoge la pantalla en una esquina cuando nos levantamos a caminar para no tropezar y una nueva galería espacial para Google Fotos que llegará este mismo año. Además de permitir conectar consolas portátiles o el PC por cable mientras mantenemos una guía de YouTube abierta al lado (o le pedimos pistas a Gemini en voz alta sin soltar el mando), el catálogo suma juegos nativos controlados con las manos como Fallout Factions o Project Hail Mary: Journey Among the Stars.

Precio y disponibilidad de las XREAL AURA

Las nuevas XREAL AURA no son un accesorio económico: salen a la venta con un precio promocional de lanzamiento de 1.099 dólares que se mantendrá vigente hasta que termine el año. Las reservas se han abierto hoy mismo en Estados Unidos, Canadá y Corea del Sur, sumándose Japón el próximo 2 de noviembre, con las primeras entregas previstas para mediados del mes que viene. Por ahora, ni Google ni XREAL han confirmado la fecha de llegada ni el precio en euros para el mercado español.

© Difoosion

Gafas XREAL AURA
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Google has a plan to keep ads alive even when AI agents do the shopping

An image showing Google AI mode
AI overviews have led to more searches than ever, but Google is not making money at the same rate.

Matteo Della Torre/NurPhoto via Getty Images

  • Google said that AI agents can automate shopping, but users will still want choices.
  • Investors have long argued that AI chatbots and agents will threaten Google's search business.
  • Google's Q3 revenue fell short of analyst expectations, and shares fell 10% after hours.


Google has a pitch for advertisers worried AI agents will make Search obsolete: Let the bots do the shopping legwork, but leave people to compare brands, prices, perks — and sponsored offers.

"When users shop, and that's important, there's a part of the journey they don't like, the grunt work, which is frankly fantastic to automate with AI," Philipp Schindler, Google's chief business officer, said on Alphabet's earnings call on Tuesday. "But we also want to enhance, not just automate away the discovery experience that people frankly love in so many cases."

He said users do not always want the cheapest option; they also weigh brand loyalty and customer service. Google believes that this decision-making process gives it space to build ads into agentic shopping.

He shared an example of how that might work: "Here's the insurance product we found, and here's another strong option, one of which is a higher premium, maybe a lower deductible, and they are currently offering a very special discount."

Schindler added that there is almost never a single perfect solution for any shopping decision, which makes Google "confident" that there is room for advertising even in agentic search.

The comments offer a clearer explanation of Google's business model for agentic search, which has presented a challenge for its core ads business. On Tuesday, the company said that Google's AI mode has led to more searches than ever, but it's not making money at the same rate. It's a major concern among investors, who have long argued that AI chatbots and agents will threaten Google's search business.

Google has been signaling for months that it wants to solve that problem without simply cramming old-style ads into a chatbot. Last quarter, Google said it was testing ideas like showing offers during travel planning and clearly marked sponsored links inside AI-generated lists.

Alphabet reported third-quarter revenue of $127.58 billion, narrowly below the $127.97 billion analysts expected. Earnings per share came in at $2.12, versus roughly $3.01 expected, largely because of an $8.2 billion unrealized loss on its SpaceX investment. Shares fell about 10% after hours.

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