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ABTP propõe integração logística nos portos para eficiência energética

A ABTP (Associação Brasileira dos Terminais Portuários) defende que integração entre portos, rodovias e ferrovias é essencial para ampliar a eficiência energética da logística brasileira.

Em entrevista à CNN, a diretora-executiva e de Relações Institucionais, Cláudia Borges, afirmou que os investimentos em modernização dos terminais e a adoção de novas tecnologias precisam estar alinhados aos avanços dos demais modais para gerar ganhos em toda a cadeia de transporte.

Para a diretora, a complementaridade entre os modais exige que as iniciativas de eficiência energética avancem de forma alinhada, tendo em vista que portos respondem por 95% do comércio internacional brasileiro, incluindo o escoamento de safras do agronegócio.

A fala ocorreu durante o evento Frotas e Fretes Verdes, realizado na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), na capital paulista entra essa quarta (28) e quinta-feira (29).

Além da ampliação da capacidade e da compra de equipamentos, segundo ela, parte dos investimentos dos terminais portuários tem sido direcionada a estudos e ações na área ambiental, social e de governança.

“Uma parte dos investimentos tem sido voltada, sim, para estudos, para aplicação de ações na área de ESG”, comentou.

Ainda segundo a diretora, a ABTP mantém um grupo que se reúne mensalmente para debater o tema, reunindo terminais associados para discutir iniciativas que estão sendo implementadas nos portos, incluindo melhorias de processos e novas tecnologias que podem contribuir para a eficiência energética.

No início do mês, o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, divulgou uma nova carteira de projetos e investimentos do MPor (Ministério de Portos e Aeroportos) para os próximos quatro anos, com investimentos de cerca de R$ 160 bilhões. 

Para os portos, o ministério prevê 34 leilões, com investimentos estimados em R$ 20,6 bilhões.

Entre os projetos estão o Tecon Santos 10, no Porto de Santos (SP), com R$ 6,45 bilhões; o SSB01, no Porto de São Sebastião (SP), com R$ 3,84 bilhões; o ITJ01, no Porto de Itajaí (SC), com R$ 2,66 bilhões; o VDC10, no Porto de Vila do Conde (PA), com R$ 1,93 bilhão; e o IQI15, no Porto do Itaqui (MA), com R$ 1,22 bilhão.

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Como fundos de crédito buscam rentabilidade acima do CDI

O CDI é uma das principais referências para acompanhar o desempenho de investimentos de renda fixa no Brasil. Quando um fundo de crédito busca rentabilidade acima desse indicador, geralmente procura oportunidades em títulos de dívida que ofereçam remuneração adicional em relação a essa referência. O retorno maior, porém, não é garantido e envolve riscos que precisam ser considerados pelo investidor.

O indicador está ligado às operações de curtíssimo prazo entre instituições financeiras e serve como referência para diversas aplicações. Nos fundos de crédito, ele pode funcionar como parâmetro de comparação para avaliar se a estratégia entregou o desempenho esperado.

A busca por superar o CDI depende da seleção dos ativos, da análise dos emissores, das condições de mercado e da capacidade da gestão de equilibrar rentabilidade e risco. Por isso, entender a composição da carteira é tão importante quanto observar o resultado apresentado.

O que significa buscar retorno acima do CDI

Buscar retorno acima do CDI significa tentar obter uma rentabilidade superior à variação acumulada do indicador em determinado período. O CDI não é um investimento em si, mas uma taxa de referência usada para comparar o desempenho de diferentes aplicações financeiras.

Na prática, um fundo que tem como objetivo superar o CDI procura gerar ganhos superiores ao benchmark escolhido. Esse resultado pode variar ao longo do tempo e não representa uma promessa de rendimento. É importante diferenciar:

  • 100% do CDI: corresponde à variação acumulada do indicador no período
  • Acima de 100% do CDI: significa que a rentabilidade superou o indicador, quando esse resultado é efetivamente alcançado
  • Meta de superar o CDI: é um objetivo de gestão, não uma garantia de retorno

O CDI é uma referência importante para investimentos de renda fixa. A comparação, entretanto, deve considerar o prazo, os custos, a tributação aplicável e o nível de risco de cada produto. No blog do Inter, você acessa um conteúdo com mais informações sobre o tema. 

Como os fundos de crédito tentam superar o CDI?

Fundos de crédito investem em títulos e outros ativos relacionados a dívidas de empresas ou instituições financeiras, conforme a política de investimento de cada carteira. Ao financiar emissores, o fundo pode receber uma remuneração adicional em relação a referências consideradas menos arriscadas.

Esse ganho potencial é conhecido como prêmio de crédito: uma compensação pelo risco de o emissor não cumprir suas obrigações ou de o ativo perder valor antes do vencimento. A estratégia pode combinar diferentes recursos:

  • Seleção de ativos: identificação de títulos cuja remuneração seja considerada atrativa diante dos riscos envolvidos
  • Análise de crédito: avaliação da situação financeira dos emissores e de sua capacidade de pagar as dívidas
  • Diversificação: distribuição dos investimentos entre empresas, setores e instrumentos para reduzir a concentração de riscos
  • Gestão ativa: acompanhamento da carteira e ajustes conforme mudanças nas condições econômicas e financeiras
  • Avaliação de liquidez: análise da facilidade de negociar os títulos caso seja necessário ajustar a carteira

A gestão profissional é relevante porque o retorno de um título não depende apenas da taxa prometida. A inadimplência, as mudanças nas taxas de juros e a dificuldade de vender ativos podem afetar o valor das cotas e o resultado do fundo.

O Banco Central define um fundo de investimento como uma comunhão de recursos aplicada em ativos financeiros, cujo rendimento varia conforme os resultados dos investimentos que compõem a carteira. As características e os riscos de cada produto devem estar descritos em seus documentos oficiais.

Riscos de investir em fundos de crédito

A possibilidade de obter retorno superior ao CDI está associada a riscos que podem comprometer o desempenho do investimento. O principal é o risco de crédito: a possibilidade de uma empresa ou instituição financeira não pagar os juros ou o valor principal da dívida conforme o combinado. Outros fatores também podem afetar a rentabilidade:

  • Inadimplência: o emissor deixa de cumprir suas obrigações financeiras
  • Risco de mercado: alterações nos juros e na percepção de risco podem reduzir o preço dos títulos
  • Liquidez: determinados ativos podem ser difíceis de vender rapidamente sem aceitar um preço menor
  • Concentração: uma exposição elevada a uma única empresa ou setor aumenta a vulnerabilidade da carteira
  • Custos: taxas de administração, gestão e eventual taxa de performance podem reduzir o retorno líquido

Também é necessário verificar os prazos de resgate. A conversão das cotas e o pagamento ao investidor seguem as condições previstas no regulamento, que podem não permitir acesso imediato ao dinheiro.

Outro cuidado importante: fundos de investimento não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Além disso, rentabilidade passada não garante resultados futuros.

Por isso, um fundo que apresenta retorno elevado em determinado período não é necessariamente a melhor opção. É preciso entender quais riscos foram assumidos para alcançar aquele resultado e se eles são compatíveis com os objetivos do investidor.

Como avaliar um fundo de crédito antes de investir

A comparação entre fundos deve considerar a rentabilidade, mas também a qualidade dos ativos, os custos, a liquidez e a estratégia adotada pela gestão. Antes de investir, vale conferir:

  • Política de investimento: quais ativos o fundo pode adquirir e quais riscos está autorizado a assumir
  • Histórico de rentabilidade: desempenho em diferentes períodos e comparação com o CDI e fundos semelhantes
  • Qualidade da carteira: perfil dos emissores, concentração por empresa e setor e critérios de análise de crédito
  • Liquidez: prazo para solicitar o resgate, conversão das cotas e recebimento dos recursos
  • Taxas e despesas: custos que podem reduzir a rentabilidade líquida
  • Perfil do investidor: compatibilidade do produto com a tolerância a perdas, o horizonte de investimento e a necessidade de acesso ao dinheiro

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) recomenda a leitura do regulamento e da lâmina de informações essenciais antes da aplicação. Esses documentos apresentam informações sobre a estratégia, os custos e os riscos do fundo.

Em síntese, fundos de crédito buscam superar o CDI ao selecionar ativos que ofereçam remuneração adicional em relação aos riscos assumidos. A análise dos emissores, a diversificação e a gestão da carteira são fatores importantes nessa estratégia, mas não eliminam a possibilidade de perdas.

FAQ – Perguntas frequentes sobre fundos de crédito e CDI

1. O que é um fundo de crédito?

É um fundo que investe em ativos relacionados a operações de crédito, como títulos de dívida de empresas e outros instrumentos previstos em sua política de investimento. O cotista participa dos resultados e dos riscos da carteira.

2. Por que fundos de crédito buscam retorno acima do CDI?

Porque alguns títulos oferecem remuneração adicional em relação ao indicador, como compensação pelos riscos de crédito, mercado e liquidez. A gestão seleciona oportunidades que considera atrativas diante desses riscos.

3. O que significa render 120% do CDI?

Significa obter, no período considerado, uma rentabilidade equivalente a 1,2 vez a variação acumulada do CDI, conforme as condições do investimento. Não significa receber 120% ao ano.

4. Fundos de crédito sempre rendem mais que o CDI?

Não. Superar o indicador é um objetivo, não uma garantia. Inadimplência, oscilações nos preços dos ativos, custos e condições de mercado podem fazer o fundo render menos que o CDI ou registrar perdas.

5. Quais ativos podem fazer parte de um fundo de crédito?

Dependendo da política de investimento, a carteira pode incluir debêntures, títulos bancários, recebíveis e outros instrumentos de crédito. A composição efetiva deve ser consultada nos documentos do fundo.

6. Fundos de crédito têm garantia do FGC?

Não. As cotas de fundos de investimento não são cobertas pelo Fundo Garantidor de Créditos. O investidor está sujeito aos riscos dos ativos que compõem a carteira.

7. Como comparar dois fundos de crédito?

É recomendável analisar a rentabilidade em diferentes períodos, a qualidade e a concentração da carteira, as taxas, os prazos de resgate e a compatibilidade com o perfil do investidor.

8. Qual é a diferença entre CDI e Selic?

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. O CDI está relacionado às operações de curtíssimo prazo entre instituições financeiras. Os indicadores costumam acompanhar movimentos semelhantes, mas têm funções distintas.

9. Como saber se um fundo de crédito é adequado para mim?

Avalie seus objetivos financeiros, o prazo em que pretende manter o investimento, a necessidade de liquidez e a capacidade de suportar oscilações ou perdas. Leia os documentos oficiais do fundo antes de investir.

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Seguros digitais são mais uma forma de obter seguros regulados pela Susep

A Loovi é uma insurtech, startup que trabalha com tecnologia para desburocratizar o segmento de seguros, e comercializa planos da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP. Por esse motivo, quando se trata de pesquisas no sistema da Superintendência de Seguros Privados para entender a reputação da empresa, a busca deve ser feita para a LTI Seguros S.A., que é a seguradora responsável pela garantia financeira, o registro de produtos e pelas apólices contratadas.

A Loovi atua como facilitadora da contratação dando suporte através do aplicativo e simplificando o acesso aos seguros e barateando os custos.

Entenda a estrutura da parceria entre a Loovi e a LTI Seguros S.A.

Na prática acontece da seguinte maneira:

  • A Loovi desenvolve o aplicativo, a inteligência artificial para vistoria, o atendimento ao cliente e a tecnologia de cobrança recorrente.
  • A LTI Seguros S.A. é a seguradora registrada na SUSEP e, por isso, a entidade financeira autorizada a assumir o risco dos veículos, constituir as reservas obrigatórias e garantir o pagamento das indenizações em caso de sinistro.

Como consultar a regularidade oficial na SUSEP?

Para verificar se o seu seguro possui respaldo legal e garantia regulada, a pesquisa no site da SUSEP deve ser realizada utilizando os dados da seguradora parceira indicada na sua apólice ou proposta de seguro.

Passo a passo para consulta:

  1. Acesse o portal oficial da SUSEP (susep.gov.br) no menu de Consulta de Sociedades Seguradoras / Produtos.
  2. Em vez de digitar “Loovi”, pesquise pela razão social ou CNPJ da seguradora parceira oficial (por exemplo, LTI Seguros S.A.).
  3. O sistema da SUSEP exibirá a situação cadastral da seguradora, os processos de produtos aprovados e a autorização de funcionamento vigente no território nacional.

Qual a diferença prática para o segurado?

Essa divisão de papéis é extremamente comum no setor financeiro e tecnológico e traz garantias claras para o consumidor:

Segurança Jurídica: O contrato (apólice) é backed, ou seja, possui o apoio garantido por uma seguradora autorizada a operar no Brasil, assegurando o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor e das regras da SUSEP (como o prazo máximo de 30 dias para pagamento de indenização por perda total).

Agilidade no dia a dia: Todo o relacionamento prático — cotação, vistoria por foto, suporte 24h, gerenciamento de coberturas e aviso de sinistro — continua sendo gerido de forma simples pelo aplicativo da Loovi.

FAQ – Perguntas frequentes

1. Seguro Loovi é um seguro de verdade?

Sim, é um seguro de verdade. Ao contrário de associações de proteção veicular (que operam por rateio sem regulamentação da SUSEP), a Loovi comercializa planos vinculados a uma seguradora devidamente fiscalizada e auditada pelo governo federal, garantindo que o seu veículo esteja protegido de acordo com a lei.

2. Onde encontro o número do processo da SUSEP no meu contrato da Loovi?

O número de registro do produto na SUSEP consta diretamente no documento da sua apólice ou proposta de seguro recebida no e-mail cadastrado e disponível na área do cliente no aplicativo da Loovi. Com esse número, é possível verificar todas as condições gerais aprovadas do plano.

3. O seguro contratado pelo app da Loovi tem a mesma validade jurídica de um seguro tradicional?

Sim, possui total validade jurídica. Embora toda a jornada (cotação, vistoria por foto, pagamento por assinatura mensal e acionamento de guincho/sinistro) ocorra pelo aplicativo da Loovi, o contrato é garantido pela LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, sob as regras do Código de Defesa do Consumidor.

4. Qual é a seguradora parceira da Loovi que devo pesquisar no site da SUSEP?

Ao fazer a consulta de regularidade, você deve pesquisar pela razão social da seguradora responsável pela emissão dos planos comercializados pela Loovi: a LTI Seguros S.A. (ou a razão social exata informada na sua proposta de seguro/apólice).

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