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Projeto liderado pela UTAD quer transformar a forma de desenvolver talento desportivo em Portugal

UTAD

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai receber 150 mil euros do Comité Olímpico de Portugal (COP) para desenvolver o projeto TALENTODROME-PT – Transdisciplinary Ecosystem for Talent Development and Innovation in Sport.

A candidatura foi uma das cinco aprovadas, entre 20 submetidas, no concurso de Bolsas para Projetos de Investigação Aplicada ao Desenvolvimento Desportivo, e recebe o montante máximo atribuído por projeto.

TALENTODROME-PT quer transformar a forma como o talento desportivo é desenvolvido em Portugal, combinando ciência, inovação tecnológica e novas metodologias de treino.

“O objetivo é aproximar a investigação científica das necessidades concretas de atletas, treinadores, federações e organizações desportivas, transferindo conhecimento para a prática”.

A UTAD revela que durante os próximos 30 meses, os investigadores vão desenvolver e testar, com jovens atletas de diferentes modalidades desportivas, “um modelo inovador de desenvolvimento do talento que integra a diversificação da prática desportiva, a criatividade, novas metodologias de treino, a prevenção de lesões, a saúde mental e a utilização de tecnologias avançadas e inteligência artificial”.

“O talento não é uma fotografia tirada aos 12 ou 14 anos. É uma trajetória que se constrói, muitas vezes de forma imprevisível, através das interações entre pessoas, experiências e contextos. Com o TALENTODROME-PT queremos estudar e transformar esses ecossistemas onde ele possa emergir, desenvolver-se e atingir a excelência”, explica Jaime Sampaio, docente da UTAD e investigador do Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD).

A equipa é composta por oito investigadores do CIDESD. Seis da UTAD: Jaime Sampaio, Sara Santos, Nuno Mateus, Eduardo Abade, Catarina Abrantes e Nuno Leite. Diogo Monteiro é Universidade de Leiria e Oeste e Maria João Lagoa, da Universidade da Maia.

O concurso do COP distribuiu cerca de 750 mil euros pelos cinco projetos selecionados, nas áreas da monitorização da performance, inteligência artificial, desenvolvimento de talento e inovação tecnológica. O programa prevê um mínimo de 10 bolsas – cinco financiadas pelo COP e cinco pelo Comité Paralímpico de Portugal (CPP) –, com um teto de 150 mil euros por projeto.

O COP já transferiu a primeira tranche, correspondente a 25% do valor atribuído, o que permite iniciar de imediato a execução do projeto.

Para o presidente do COP, Fernando Gomes, investir em investigação aplicada é dar ao desporto português capacidade para tomar melhores decisões, com “conhecimento que chegue ao treino, às federações, aos atletas e às organizações”.

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UTAD lidera projeto de investigação sobre talento desportivo

VTM

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai desenvolver o projeto “TALENTODROME-PT — Transdisciplinary Ecosystem for Talent Development and Innovation in Sport”, que tem como objetivo inovar a forma como o talento desportivo é identificado, desenvolvido e acompanhado em Portugal. A universidade vai receber cerca de 150 mil euros, do Comité Olímpico de Portugal (COP) para a sua concretização.

O projeto, coordenado por Jaime Sampaio, docente da UTAD e investigador do Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD), foi um dos cinco selecionados entre as 20 candidaturas apresentadas ao concurso de Bolsas para Projetos de Investigação Aplicada ao Desenvolvimento Desportivo, tendo obtido o financiamento máximo previsto para cada candidatura.

Durante 30 meses, a equipa de investigação desenvolverá e testará um modelo de desenvolvimento de talento desportivo destinado a jovens atletas de diferentes modalidades.

De acordo com a UTAD, esta iniciativa tem como objetivo “aproximar a investigação científica das necessidades concretas de atletas, treinadores, federações e organizações desportivas, promovendo a aplicação prática do conhecimento científico”.

O modelo abrange várias dimensões do desenvolvimento desportivo, nomeadamente a diversificação da prática de modalidades, a criatividade, novas metodologias de treino, a prevenção de lesões, a saúde mental, bem como a utilização de tecnologias avançadas e de inteligência artificial.

Para Jaime Sampaio, o talento desportivo não deve ser entendido como uma característica fixa identificável em determinada idade, mas sim como um processo que evolui com o tempo. “O talento não é uma fotografia tirada aos 12 ou 14 anos. É uma trajetória que se constrói, muitas vezes de forma imprevisível, através das interações entre pessoas, experiências e contextos”.

Acrescentou ainda que, com este projeto, a equipa pretende estudar e transformar os contextos em que o talento pode emergir, desenvolver-se e atingir a excelência, criando condições mais favoráveis à formação e evolução dos jovens atletas.

O projeto conta com a participação de oito investigadores do CIDESD, provenientes de três instituições de ensino superior. Da UTAD, participam Jaime Sampaio, Sara Santos, Nuno Mateus, Eduardo Abade, Catarina Abrantes e Nuno Leite. A equipa integra também Diogo Monteiro, da Universidade da Leiria, e Maria João Lagoa, da Universidade da Maia.

O concurso do Comité Olímpico de Portugal (COP) atribuiu cerca de 750 mil euros aos cinco projetos selecionados nas áreas de monitorização de desempenho, inteligência artificial, desenvolvimento de talento e inovação tecnológica.

O programa prevê a atribuição de, pelo menos, dez bolsas, das quais cinco são financiadas pelo COP e as restantes pelo Comité Paralímpico de Portugal (CPP). Cada projeto pode receber um financiamento máximo de 150 mil euros.

A primeira parcela do financiamento do TALENTODROME-PT, correspondente a 25% do valor total atribuído, já foi transferida, permitindo o início imediato dos trabalhos.

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