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Putin diz que Rússia busca restaurar relações com Europa

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou, na noite desta quinta-feira (29), que apoia quaisquer medidas voltadas para a restauração das relações com os países europeus.

Putin também disse que o surgimento de qualquer conflito resultaria em uma situação sem vencedores.

Ao comentar a conversa telefônica que teve esta semana com os líderes da Noruega e da Finlândia, Putin disse que a Rússia está preparada para uma possível guerra com a Europa, embora não a deseje.

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“Apoiamos quaisquer medidas… apoiamos quaisquer ações voltadas para a restauração de relações plenas e completas com os países europeus”, disse Putin a repórteres após sediar uma cúpula com líderes africanos.

“Antes de tudo, estamos preparados, mas não queremos uma guerra com a Europa. E, se alguém a deseja, que se prepare; mas, até o momento, não alcançaram seu objetivo — infligir uma derrota estratégica à Rússia. E, se a situação for longe demais, não haverá vencedores. Que ninguém se esqueça disso.”

Putin afirmou que o presidente finlandês, Alexander Stubb, e o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, agiram corretamente ao realizar o contato, apesar das críticas de algumas capitais europeias, que acusaram os dois de romper a unidade ao iniciarem conversas com Moscou.

Ele declarou que a Rússia não deseja impedimentos à navegação no Mar Báltico e acrescentou que restringir a comunicação poderia levar a uma situação semelhante à observada no Estreito de Ormuz desde o início do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, em fevereiro.

“Alguém deseja que ocorra no Báltico a mesma situação vista no Golfo ou no Estreito de Ormuz?”, questionou Putin. “Não sei. Nós não queremos isso, mas responderemos a qualquer desafio.”

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"Rússia a mediar no Médio Oriente é ficção cientifica"

​João Albuquerque diz que não faz sentido olhar para a Rússia como um possível mediador para o conflito no Médio Oriente. ​Sublinha que há cada vez mais sinais de um ataque dos EUA ao Irão em breve.

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General demitido por fuga de segredos sobre Irão

O tenente-general não passou a três testes do polígrafo, sendo que o caso está a ser investigado pelo Departamento de Justiça. Decisão segue uma política de "tolerância zero" a fugas de informação.

© Getty Images

Tenente-general não passou a três testes do polígrafo.
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Zapadores rusos desactivan artefactos explosivos en Aleshki

Moscú, 29 oct (Prensa Latina) Zapadores del grupo de tropas rusas Dniéper están desactivando artefactos explosivos y municiones sin detonar en los caminos adyacentes a la localidad de Aleshki, en Jersón, comunicó hoy el Ministerio de Defensa.

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Irão. "A mudança de regime foi completamente posta de lado"

Bruno Cardoso Reis aponta a aproximação dos EUA à ala dura do Irão no Estreito de Ormuz. O historiador destaca ainda o peso dos partidos árabes em Israel e a defesa da Ucrânia.

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Putin destaca papel de Melania Trump na trégua em Oleshky

Vladimir Putin enalteceu o papel da primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, na mediação de uma trégua temporária e na organização de uma missão humanitária na localidade ocupada de Oleshky, na região ucraniana de Kherson, num momento em que Moscovo e Kiev procuram aproximação a Washington antes de eventuais conversações tripartidas.

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Bruxelas pede a Estados-membros que usem empréstimos em defesa para apoiar Kiev

A Comissão Europeia sugeriu hoje que os Estados-membros utilizem 21,3 mil milhões de euros em empréstimos de defesa para apoiar a Ucrânia, após Kiev ter indicado que vai precisar de mais 70 mil milhões de euros em 2027.

Em comunicado, a Comissão Europeia refere que convidou hoje os Estados-membros a participarem na segunda ronda do empréstimo de defesa SAFE, composta por 21,3 mil milhões de euros.

O executivo comunitário incentiva os Estados-membros a utilizarem estes fundos não só para as suas “prioridades e necessidades nacionais a nível de defesa”, mas também para “reforçar a cooperação com a Ucrânia”, designadamente através de “aquisições conjuntas”.

“Os Estados-membros deverão também dar prioridade às necessidades urgentes das Forças Armadas ucranianas e dos próprios Estados-membros nas áreas dos sistemas de defesa antiaérea e antimíssil, dos drones e dos sistemas anti-drones, bem como das munições e dos mísseis”, indica o executivo.

Estes 21,3 mil milhões de euros correspondem ao valor que ainda não foi gasto do empréstimo de 150 mil milhões de euros aprovado pela União Europeia (UE) em maio de 2025.

Esse valor surgiu porque alguns Estados-membros, como a Itália ou a Hungria, decidiram rever em baixa e pedir menos dinheiro do que a fatia que lhes estava inicialmente prevista.

O programa SAFE visa conceder empréstimos a longo prazo e a preços favoráveis aos Estados-membros da UE para investimentos em capacidades de defesa.

Estes empréstimos, que têm de ser executados até 2030, vão financiar esforços de aquisição urgentes e em grande escala.

Na primeira ronda do empréstimo, foram destinados 5,8 mil milhões de euros a Portugal, aos quais o país concorreu em novembro do ano passado com um plano para reequipar as Forças Armadas.

O apelo para que os Estados-membros utilizem agora o dinheiro da segunda ronda também para ajudar a financiar a Ucrânia surge depois de, na última cimeira do Conselho Europeu, em 15 e 16 de outubro, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ter avisado os restantes Estados-membros que o seu país vai precisar de mais 70 mil milhões de euros em 2027 do que o inicialmente previsto.

O chefe de Estado ucraniano salientou que, de acordo com as previsões do seu Governo, a guerra “vai custar 155 mil milhões de euros” em 2027.

“E precisamos de pelo menos mais 70 mil milhões de euros vossos: para a Defesa, armamento, para a nossa resiliência. Este montante é realista e peço-vos que encontrem forma de nos conceder este apoio”, apelou.

Este apelo de mais 70 mil milhões de euros surge depois de a UE ter aprovado este ano um empréstimo de 90 mil milhões de euros para a Ucrânia, a serem desembolsados entre 2026 e 2027.

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Al menos 13 muertos en un ataque ruso contra una estación de tren de la ciudad ucrania de Dnipró

La ciudad de Dnipró, en el este de Ucrania, ha vivido este jueves una nueva tragedia. Al menos 13 personas han muerto y más de una decena han resultado heridas, incluido un niño de 11 años, por el impacto de un dron ruso propulsado a reacción en un andén de la estación de ferrocarril, según ha denunciado el jefe de la Administración Militar Regional ucrania, Oleksandr Ganzha. La explosión se ha producido cuando dos trenes estaban detenidos en las vías. Uno de ellos, un convoy de cercanías que cubría la ruta Dnipró–Zaporiyia, estaba en el andén alcanzado por el proyectil.

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© Stringer (REUTERS)

Agentes de policía transportan el cuerpo de una persona fallecida junto al impacto causado por un dron, este jueves en Dnipró.

© Stringer (REUTERS)

Agentes de policía trabajan en la zona del ataque ruso, este jueves en Dnipró.

© STATE EMERGENCY SERVICE OF UKRAINE (via REUTERS)

Equipos de rescate ucranios transportan a una persona herida en el ataque ruso a la estación de tren de Dnipró, en una imagen de los servicios de emergencia de Ucrania.

© Stringer (REUTERS)

Personal de emergencia trabaja en la estación de tren de Dnipró (Ucrania), este jueves.

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Imagen de los servicios de emergencia ucranios que muestra a algunas de las víctimas del ataque ruso contra la estación de tren de Dnipró.
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Rusia y Ucrania respetan la tregua de Melania en Oleshky mientras Moscú provoca una masacre en la estación de tren de Dnipro

Tras el desminado de los accesos a la ciudad, los supervivientes de la hambruna que golpea la ciudad podrán elegir entre salir hacia las zonas controladas por Ucrania o la Crimea ocupada Leer

Tras el desminado de los accesos a la ciudad, los supervivientes de la hambruna que golpea la ciudad podrán elegir entre salir hacia las zonas controladas por Ucrania o la Crimea ocupada
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Ataque russo com drone a estação ferroviária deixa 13 mortos na Ucrânia

Um drone russo matou 13 pessoas na principal estação ferroviária da cidade ucraniana de Dnipro, atingindo uma plataforma lotada de pessoas que embarcavam em um trem, segundo autoridades.

A empresa ferroviária estatal, Ukrzaliznytsia, informou que um drone a jato atingiu uma plataforma onde um trem suburbano se preparava para partir com destino à cidade vizinha de Zaporizhzhia, no sul do país.

O governador regional Oleksandr Hanzha disse em uma postagem no Telegram que pelo menos mais cinco pessoas ficaram feridas.

“Apesar do alerta de risco elevado, havia pessoas na plataforma”, informou a Ukrzaliznytsia, acrescentando que equipes de resgate estavam no local.

“Muitas pessoas morreram. Muitas ficaram feridas”, escreveu o prefeito de Dnipro, Borys Filatov, no Telegram.

Análise: Tensões entre Trump e Zelensky ameaçam apoio dos EUA à Ucrânia

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