Adeus, fundador! Como se vende uma empresa?
Vender uma empresa exige mais do que acordar o preço. É preciso preparar as equipas para a mudança. Entre o medo do futuro e a preservação da cultura, a comunicação torna-se decisiva

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Em 29 de outubro de 1901, por volta das sete horas da manhã, um prisioneiro foi levado de sua cela na Prisão de Auburn em Nova York para uma câmara de execução. Sentou-se na cadeira elétrica e, enquanto tinha os eletrodos conectados à sua pele e as tiras amarradas em suas pernas, declarou:
“Eu matei o presidente porque ele era o inimigo do bom povo trabalhador. Não me arrependo do meu crime.” E terminou: “Lamento não ter podido ver meu pai.”
O homem passou o próximo minuto recebendo choques elétricos com tensões entre 1.800 e 300 volts. Seu óbito foi decretado pelos médicos presentes quatro minutos depois. Foi executada com sucesso a pena capital de Leon Czolgosz, assassino do 25º presidente dos Estados Unidos.
53 dias antes, o político de carreira William McKinley cumprimentava seus apoiadores em uma feira de inovação em Buffalo, Nova York. Seis meses após ser reeleito presidente dos Estados Unidos, o republicano no auge de sua popularidade passou a priorizar o contato com o público, abrindo lugar na agenda para ir a eventos como aquele.
Seu secretário não gostava tanto da ideia. George B. Cortelyou sabia da aversão de McKinley a sair com equipes de segurança e considerava a Exposição Pan-Americana no Temple of Music um grande risco para a integridade do estadista.
Mas a vontade do presidente foi feita, e às 16h de 6 de setembro de 1901, William McKinley estava parado em frente a uma fila de pessoas que aguardavam para apertar sua mão.

Finalmente, chegou a vez de Leon Czolgosz. No livro ‘The President and the Assassin’, o jornalista Scott Miller reconta a cena: um homem aparentemente calmo estende a mão direita, coberta por um pano, em direção ao presidente.
O político estende a mão de volta, como havia feito com todos os presentes até então. Em vez de um cumprimento, William McKinley é surpreendido com duas balas de revólver calibre .32, à queima-roupa no abdome.
Czolgosz foi contido por agentes de segurança antes de conseguir disparar o terceiro tiro. A feira tornou-se um caos, e o republicano foi levado às pressas para um hospital, onde passou por cirurgia.
Scott Miller conta que, enquanto uma das balas passou de raspão, outra penetrou o corpo do presidente e nunca foi encontrada.
McKinley não morreu de imediato. Ele parecia estar fazendo boa recuperação até que, seis dias depois, sua condição piorou. Em 14 de setembro, o presidente morreu por consequência de gangrena, atribuída a uma infecção bacteriana que passou despercebida pelos médicos.
Esta era a terceira morte de um líder do Estado norte-americano por assassinato em menos de 50 anos; James Garfield e Abraham Lincoln haviam sido mortos a tiros em locais públicos de Washington, D.C., em 1881 e em 1865, respectivamente.
Duas mudanças importantes ocorreram após o crime: o então vice-presidente Theodore Roosevelt iniciou o primeiro de seus dois mandatos, e o Congresso americano formalizou a atuação do Serviço Secreto, que agora forneceria agentes para acompanhar o presidente 24 horas por dia.
Leon F. Czolgosz era um jovem operário de 28 anos, nascido em Detroit, Michigan, e filho de imigrantes poloneses. Trabalhador braçal, atuou principalmente em fazendas e fábricas, enfrentando dificuldades financeiras desde a infância.
Criado como católico, ele abandonou a religião e voltou-se para a ideologia política depois da crise econômica da década de 1890. Ele encontrou motivação na doutrina anarquista após assistir a um discurso da ativista Ana Goldman, em maio de 1901.
Scott Miller afirma em seu livro que, durante depoimento à polícia, Czolgosz atribuiu ao anarquismo a decisão de matar o presidente.
Haviam milhares de pessoas na cidade na terça-feira [3 de setembro de 1901]. Ouvi que era Dia dos Presidentes. Todas aquelas pessoas pareciam estar se curvando diante de seu grande líder. Eu coloquei na cabeça que iria matar aquele líder.”]Estava no meu coração, não havia como fugir. […] Haviam milhares de pessoas na cidade na terça-feira [3 de setembro de 1901]. Ouvi que era Dia dos Presidentes. Todas aquelas pessoas pareciam estar se curvando diante de seu grande líder. Eu coloquei na cabeça que iria matar aquele líder.
”Leon
Após um julgamento sumário que durou cerca de oito horas e meia, Czolgosz foi condenado por assassinato em primeiro grau.

Uma consequência inusitada da morte do assassino de McKinley foi a produção de um curta-metragem pela Edison Studios, a produtora de cinema do inventor Thomas Edison.
Em pouco menos de três minutos e meio, o filme combina gravações externas reais do exterior da prisão no dia da execução e uma encenação da própria pena capital, com cadeira elétrica falsa e um ator interpretando o prisioneiro.
O intuito era filmar a própria execução, mas o diretor, Edwin S. Porter, não conseguiu autorização.
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Em 29 de outubro de 2004, a divulgação de um vídeo inédito alterou os rumos da política internacional e da corrida presidencial nos Estados Unidos. Após passar três anos escondido e sem aparecer em registros visuais, Osama bin Laden reapareceu publicamente para confirmar, pela primeira vez de forma explícita e inequívoca, que havia planejado e ordenado os ataques de 11 de setembro de 2001.
A gravação surgiu a apenas quatro dias da eleição entre George W. Bush e John Kerry, tornando-se o fato conhecido como a “Surpresa de Outubro” naquele pleito.
Ao se dirigir diretamente aos eleitores americanos, o líder da Al-Qaeda rebateu alegações do governo dos EUA de que o atentado teria ocorrido porque o grupo “odiava a liberdade”, questionando por que países como a Suécia não haviam sido atacados.
Osama bin Laden afirmou que o 11/9 foi uma retaliação ao apoio americano à invasão do Líbano por Israel em 1982 e explicou que a estratégia central do grupo era induzir os EUA a intervenções militares dispendiosas para “sangrar” o país financeiramente.
No mesmo pronunciamento, ironizou a reação do presidente George W. Bush no dia dos atentados — enquanto este permanecia ouvindo a leitura do livro The Pet Goat em uma escola — e acusou a administração americana de abrir frentes de conflito para beneficiar corporações dos setores petrolífero e de armamentos.
Embora a confissão pública em vídeo só tenha ocorrido três anos depois, os órgãos de inteligência já conheciam a autoria dos atentados desde o dia do ataque.
Na noite de 11 de setembro de 2001, por volta das 21h30, o diretor da CIA, George Tenet, informou Bush de que o Centro de Contraterrorismo atribuía a ação a bin Laden e à Al-Qaeda, suspeita anotada pelo próprio presidente em seu diário pessoal naquela noite. Além disso, interceptações de comunicações realizadas no próprio dia pela NSA e pela inteligência alemã já apontavam para a organização extremista.
Apesar dessas constatações e de o governo ter declarado publicamente em 2003 que não havia evidências da ligação de Saddam Hussein com o 11/9, a opinião pública americana permaneceu confusa.
Uma pesquisa do Washington Post realizada dois anos após os ataques revelou que 69% dos americanos acreditavam no envolvimento pessoal do líder iraquiano e 82% achavam que ele havia prestado assistência a bin Laden — percepção influenciada pelo uso do impacto emocional dos ataques para mobilizar apoio à Guerra do Iraque.
A aparição surpresa do vídeo na reta final da campanha de 2004 definiu o debate político. O pronunciamento colocou a segurança nacional e a Guerra ao Terror no centro da atenção dos eleitores. Integrantes da campanha do candidato democrata John Kerry relataram que tentaram evitar que o pleito se tornasse uma eleição focado no 11 de Setembro, mas o vídeo selou essa pauta.
Posteriormente, o próprio Kerry declarou acreditar que a gravação divulgada às vésperas da votação custou sua eleição à presidência.
Prime minister claims Arab Israeli parties used foreign backing to steal elections, in which his coalition lost its majority
Benjamin Netanyahu has been accused of using smear tactics to cling to power, after he claimed that Arab Israeli parties had used foreign backing to “steal” Tuesday’s election, in which the prime minister’s coalition lost its parliamentary majority.
Netanyahu and his allies called on the internal security service, Shin Bet, to investigate alleged vote buying and other irregularities in Palestinian communities in Israel, supposedly funded by foreign money.
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© Photograph: Jalaa Marey/AFP/Getty Images

© Photograph: Jalaa Marey/AFP/Getty Images

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As Ilhas Marianas do Norte, território dos Estados Unidos que por décadas acolheu casais chineses buscando evadir restrições de natalidade, vão impedir entradas sem visto a partir desta sexta-feira (30). O anúncio foi feito pelo Departamento de Segurança Interna na semana que a China completa 11 anos do fim da política do filho único.
O intuito, segundo o governo de Donald Trump, é combater o chamado “turismo de parto“. Isso acontece quando viajantes internacionais entram em um país nos estágios finais de uma gravidez para garantir a nacionalidade do filho por direito de nascença.
Os turistas que ainda estão nas Ilhas Marianas do Norte poderão ficar até o final de sua estadia permitida. Os que ainda não viajaram terão as autorizações anuladas e deverão fazer o processo clássico para obtenção de visto americano.
A mudança teve recepção mista. Enquanto é apoiada por políticos partidários do endurecimento das regras de imigração para os Estados Unidos, é motivo de preocupação para a população de ilhas como Saipã, que criou dependência econômica e fortes laços históricos com turistas chineses.

Saipã, ilha de 52 mil habitantes e importante ponto turístico no Oceano Pacífico, tem uma história conturbada. Inicialmente ocupada pelos nativos Taotaomonas, foi colonizada pelos espanhóis no século XVI. Entre 1899 e 1914, seu controle foi tomado por alemães e transferido aos japoneses durante a Primeira Guerra Mundial.
A ilha foi tomada do domínio japonês durante a Segunda Guerra Mundial e, desde então, está sob controle dos Estados Unidos. Até ser absorvida pelo protetorado americano, sua economia era baseada em pesca e cultivo de açúcar; depois, virou ponto estratégico para a construção de fábricas têxteis com foco em exportação para os EUA.
Uma série de críticas às condições de trabalho nestas fábricas, que passaram a competir com a indústria americana, fizeram com que o setor perdesse força e resultaram em crise econômica na ilha.
Para estimular outras fontes de renda, em 2009, o então presidente Barack Obama decidiu flexibilizar a entrada em Saipã. Visitantes chineses e russos agora podiam visitar o território e aproveitar suas praias, resorts e cassinos por até 15 dias sem precisar de visto.
O incentivo coincidiu com um importante programa que transformou a população chinesa: a política do filho único. Graças ao direito à cidadania por nascimento, protegido pela Constituição dos EUA, Saipã acabou permitindo que mães chinesas evadissem o controle de natalidade dando à luz filhos americanos.

Entre 1979 e 2015, a República Popular da China manteve dura restrição ao crescimento populacional no território continental. Para conter um número de habitantes que se aproximava de 1 bilhão na década de 1970, o governo instituiu diversos programas de controle de natalidade, por fim, limitou parte de suas famílias a um único descendente.
Durante os 35 anos da política, chineses com mais de um filho eram submetidos a multas, exoneração de cargos públicos e, em alguns casos, abortos forçados e esterelizações compulsórias.
Entre as exceções à regra estavam as minorias étnicas, moradores de zonas rurais cujo primeiro descendente fosse do sexo feminino e, na prática, a famílias ricas, que simplesmente arcavam com a multa.
O fim da restrição foi anunciado em 29 de outubro 2015 e entrou em efeito em janeiro de 2016, primeiro permitindo até dois filhos e, por fim, eliminando qualquer limite.
A partir de 2009, este trecho de ilha tornou-se o único território dos Estados Unidos em que cidadãos chineses poderiam entrar sem visto. Ainda, qualquer criança parida no local estava protegida pelo direito à cidadania automática por nascimento, ou “birthright citizenship“.
Dados do governo das Ilhas Marianas do Norte começaram a mostrar mudanças populacionais: em 2009 nasceram em Saipã apenas oito crianças de turistas chinesas; em 2016, já nasciam mais crianças de mães chinesas do que saipanesas.
O crescimento exponencial veio durante a política do filho único, que restringia nascimentos na China continental; mas a prática persistiu mesmo depois de 2015.
Além de Saipã, outros territórios receberam grandes quantidades de famílias buscando ter mais descendentes. Hong Kong, território autônomo da China, foi o principal, graças à proximidade e acessibilidade. Los Angeles (EUA), Canadá, Austrália e países do sul da Ásia também foram destinos populares.
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quarta-feira (28), mandados de busca e apreensão contra três advogados investigados por suspeita de falsificação de documento público, uso de documento falso e integração em organização criminosa. Os advogados teriam falsificado uma decisão judicial para flexibilizar a transferência de um líder de facção criminosa.
A transferência seria da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, para a Penitenciária Central do Estado, em Mato Grosso, antes do término do prazo de permanência estabelecido em decisão judicial anterior.
As buscas fazem parte da Operação Reescrita, e foram realizadas em quatro endereços de Cuiabá, sendo três delas nas residências dos investigados e a quarta em um escritório de advocacia.
Em nota, a polícia afirma que as investigações começaram após a GCCO/Draco (Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado) tomar conhecimento da decisão judicial falsa, que foi apresentada em junho de 2025.
Quando os advogados apresentaram o documento, o gabinete de uma unidade judicial em Cuiabá verificou que a decisão não havia sido proferida pelo magistrado e não estava registrada no processo.
Também foram identificadas inconsistências no documento, incluindo um código de validação vinculado a outro processo e diferenças em relação aos padrões dos documentos oficiais do sistema eletrônico de execução penal. A análise técnica do arquivo apontou indícios de edição externa.
Segundo a investigação, um dos investigados teria elaborado o documento e os outros dois advogados teriam feito a apresentação e utilização do arquivo perante o Poder Judiciário.
Em nota, a OAB-MT (Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso) informou que acompanhou a operação, para garantir prerrogativas. Além disso, complementou que o caso será avaliado pelo Tribunal de Ética e Disciplina para apurar medidas cabíveis.
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*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
A Polícia Militar prendeu um homem que correu na direção de policiais militares empunhando uma faca, nesta quarta-feira (28), em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo.
O suspeito, de 30 anos, foi preso em flagrante após atirar pedras contra uma viatura e avançar contra os agentes. Durante a prisão, os policiais atingiram o homem com um tiro na perna.
Câmeras de segurança registraram a ocorrência.
Em nota, a SSP afirmou que os policiais realizavam patrulhamento preventivo na região, quando encontraram um homem caminhando pela calçada, gesticulando e falando sozinho. Ao o abordarem, foram atacados pelo suspeito.
Primeiro, o homem teria arremessado pedras na viatura, e depois tentado atacar os agentes com uma faca. Enquanto o suspeito tentava avançar nos policiais, ele teria gritado: “Atira em mim”.
Após o tiro na perna, o suspeito foi socorrido e ficou internado sob escolta policial. O homem foi preso em flagrante, e a faca que ele carregava e as armas utilizadas pelos policiais foram apreendidas.
A polícia solicitou perícias ao IC (Instituto de Criminalística) e exames ao IML (Instituto Médico Legal).
O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Osasco.
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*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de chuva intensa, nesta quinta-feira (29), para 11 estados em todas as regiões do país.
Áreas de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e Bahia estão sob aviso.
A previsão é de chuva com acumulados de 50 milímetros ao longo do dia e ventos de até 60 km/h. Segundo o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
O aviso teve início à 00h desta quinta e é válido até o final do dia, às 23h59.
Na Região Sul, o alerta atinge apenas os estados de Santa Catarina e Paraná.
No Sudeste, a chuva intensa deve passar por áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
No Centro-Oeste, o aviso abrange regiões de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal.
Já nas regiões Norte e Nordeste, algumas áreas do Tocantins, de Rondônia e da Bahia devem ser afetadas.
O Inmet ainda emitiu um outro alerta amarelo para a Bahia, também para esta quinta-feira, de perigo potencial de acumulado de chuva.
Segundo o aviso, as áreas afetadas são o Centro Sul, Centro Norte, Sul Baiano, e a Região Metropolitana de Salvador.
Super El Niño: chega a 95% as chances de um evento fortíssimo no fim de ano
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

© Manuel Orbegozo for The New York Times
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para tempestade, nesta quinta-feira (29), para seis estados no Sudeste e no Centro-Oeste. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão sob aviso.
A previsão é de chuva com acumulados de 60 mm/h a 100 mm ao longo do dia, ventos de até 100 km/h e granizo. Segundo o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.
O aviso tem início à 00h de quinta (29), e é válido até o final do dia às 23h59.
Grande parte de São Paulo deve ser afetado, como Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Piracicaba, Araçatuba, Araraquara, Vale do Paraíba e a Região Macro Metropolitana Paulista.
Segundo o alerta, o Centro e Sul Fluminense, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro e as Baixadas devem ser atingidos pela chuva.
Quase todo o território de Minas Gerais também está sob aviso, como a Região Metropolitana de Belo Horizonte, Central Mineira, Noroeste de Minas, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Oeste de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Zona da Mata e Campo das Vertentes.
O aviso ainda abrange Sudeste e Nordeste Mato-grossense, e o Leste de Mato Grosso do Sul.
Em Goiás, o Centro, Sul e Noroeste podem ser afetados.
Super El Niño: chega a 95% as chances de um evento fortíssimo no fim de ano
*Sob supervisão de André Rigue