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Caso Binance: Como ocorreu o maior roubo da história das criptomoedas

Hackers roubaram US$ 6,3 bilhões da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, em um roubo de ativos digitais recorde .

Eis o que sabemos até agora:

O que aconteceu?  

Cerca de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas foram retirados de carteiras que a Binance usa para processar transações, de acordo com a exchange e análises de especialistas em registros da blockchain.

A Binance afirmou em um comunicado na plataforma X que inicialmente pensou que o ataque tivesse envolvido um laptop comprometido.

“No entanto, nossa investigação subsequente descobriu pontos de violação adicionais”, acrescentou, sem dar mais detalhes.

De acordo com o site da corretora, ela opera um fundo de ativos seguro para os usuários, uma reserva de US$ 1 bilhão em bitcoins destinada a proteger os clientes em caso de violação de segurança.

O co-CEO Richard Teng afirmou que as perdas seriam cobertas pelo fundo e pelos recursos da empresa.

Segundo a empresa americana de análise de blockchain TRM Labs , os atacantes comprometeram a “infraestrutura de assinatura” da Binance, que autoriza transações, permitindo que eles emitissem instruções que esvaziaram as carteiras afetadas.

A maior parte do roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, conforme mostram os registros da blockchain, começando pouco depois das 20h GMT de quinta-feira (29).

Após a movimentação dos fundos, os atacantes correram para transferi-los para um local fora do alcance das contrapartes da Binance e dos emissores de stablecoins, que congelaram aproximadamente metade dos ativos roubados.

Uma característica incomum de algumas criptomoedas, incluindo as principais stablecoins como USDT da Tether e USDC da Circle, é que seus emissores podem congelá-las remotamente.

“Em termos leigos, o atacante pode não ter roubado a chave do cofre, mas sim sequestrado o sistema que instrui o cofre a liberar o dinheiro”, disse Joshua Chu, um advogado de Hong Kong que trabalha com casos envolvendo criptomoedas.

Quem está por trás disso? 

Diversas empresas americanas de análise de blockchain afirmaram que o ataque apresenta semelhanças com operações anteriores atribuídas a hackers norte-coreanos.

Teng afirmou que a investigação da Binance ainda não identificou os atacantes, enquanto a Coreia do Norte nega rotineiramente qualquer envolvimento em ataques cibernéticos e roubos de criptomoedas.

A missão diplomática da Coreia do Norte em Genebra e a embaixada na China não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

A TRM afirmou que a violação compartilhava características com o ataque do ano passado à corretora de criptomoedas Bybit, que o FBI atribuiu a hackers norte-coreanos.

A empresa disse estar altamente confiante de que o mesmo grupo estava por trás do roubo da Binance.

A Chainalysis afirmou que os fundos roubados em um ataque no mês passado contra a Bitget estavam sendo misturados com os lucros da violação de segurança da Binance.

Onde está o dinheiro?

Aproximadamente metade dos ativos roubados eram stablecoins que, desde então, foram congeladas por emissores como Tether, Circle, Ripple e World Liberty Financial, o empreendimento de criptomoedas da família Trump.

Isso não significa que as moedas serão devolvidas à Binance, mas limita significativamente a capacidade dos atacantes de convertê-las em dinheiro.

A TRM afirmou que parte dos fundos já havia sido depositada como garantia para empréstimos em ether e estimou que cerca de US$ 2,4 bilhões em bitcoin e ether estão fora de alcance.

“Nenhuma empresa emite bitcoin ou ether e nenhuma empresa pode congelar nenhum dos dois”, disse Patrick Tan, consultor jurídico da ChainArgos, uma empresa de inteligência em blockchain em Singapura.

“Os bitcoins e ethers só podem ser bloqueados se o atacante os enviar para uma corretora ou exchange de criptoativos que seja capaz e esteja disposta a congelá-los, ou se as autoridades policiais obtiverem as chaves privadas.”

Participantes do mercado disseram que os atacantes provavelmente misturariam as moedas roubadas com outros ativos ou usariam moedas e corretoras menos conhecidas para tentar movimentar os recursos obtidos ilegalmente.

“Quanto mais tempo passa, menor a probabilidade de conseguirem transferir esses fundos para outras corretoras ou provedores de pagamento — eles essencialmente entram para a lista negra”, disse Bernardo Brites, CEO da Trace Finance, uma empresa de infraestrutura de stablecoins.

“Na realidade, grande parte dos lucros de ataques cibernéticos… (só podem ser lavados) nas primeiras horas, mas depois disso, há muitos participantes diferentes que sabem que esses fundos estão marcados… e geralmente ficam lá parados por anos.”

E agora?

O roubo é o mais recente de uma série de grandes violações de ativos digitais. Segundo a TRM Labs, os invasores roubaram US$ 2,9 bilhões em criptomoedas em quase 150 incidentes no ano passado.

O ataque também abalou a confiança no setor. As criptomoedas caíram na sexta-feira e o valor total de mercado das stablecoins diminuiu, sugerindo que os investidores estavam retirando dinheiro de ativos digitais.

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Binance Suspends Withdrawals After Crypto Hackers Steal $6.3 Billion

The crypto exchange said it was compromised in what could be the biggest crypto heist ever. One research lab attributed the theft to “North Korea’s elite hacking unit.”

© Antonio Masiello/Getty Images

Changpeng Zhao, Binance’s founder, said the incident “does look like a hack.”
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Binance revela que ataque de cibersegurança tem impacto estimado em 5,6 mil milhões de euros

A Binance, maior plataforma mundial de negociação de criptomoedas, revelou hoje que o ataque de cibersegurança de que foi alvo tem um impacto estimado em 6,3 mil milhões de dólares (5,6 mil milhões de euros).

Em comunicado divulgado no seu portal oficial, a empresa explicou que as investigações preliminares apontam para a possibilidade de os atacantes terem comprometido o computador portátil de um engenheiro de operações, conseguindo aceder a um dos sistemas da plataforma e executar levantamentos não autorizados.

A Binance afirmou não ter encontrado, até ao momento, provas de que as chaves privadas das suas carteiras digitais tenham sido comprometidas e prometeu divulgar um relatório técnico detalhado após a conclusão da investigação.

A empresa indicou que trabalhou com parceiros do setor para congelar cerca de 3.000 milhões de dólares (2.700 milhões de euros) em ativos afetados, embora ainda não tenha determinado o valor definitivo das perdas nem quanto poderá recuperar.

A plataforma garantiu que cobrirá todos os eventuais prejuízos através do fundo de proteção dos utilizadores, conhecido pela sigla SAFU, e de recursos próprios, assegurando que os fundos dos clientes estão protegidos.

Como medida de precaução, a Binance suspendeu temporariamente os depósitos e levantamentos, revogou as autorizações de acesso comprometidas e solicitou a colaboração das autoridades e de empresas especializadas no rastreio de transações com criptomoedas.

A plataforma anunciou que atualizará a prova de reservas após a conclusão das medidas corretivas.

O incidente provocou quedas nas principais criptomoedas, com a bitcoin a recuar mais de 3%, para cerca de 77.400 dólares (69.190 euros), enquanto o éter e a BNB também registaram perdas, segundo o portal especializado CoinDesk.

Nos mercados de futuros, as liquidações de posições alavancadas atingiram 1,5 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros), segundo a mesma fonte.

Fundada em 2017, em Xangai, leste da China, pelo empresário Changpeng Zhao, a Binance transferiu as operações para fora da China após as restrições impostas por Pequim à negociação de criptomoedas, passando a operar internacionalmente sem uma sede central única.

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Hackers da Coreia do Norte são suspeitos de roubo de US$ 6 bi na Binance

Hackers roubaram mais de US$ 6 bilhões em criptomoedas nesta quinta-feira (29), estabelecendo um novo recorde para o maior assalto do tipo já registrado. Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como possível responsável pelo ataque.

Até a noite de quinta-feira nos Estados Unidos, um grupo de empresas de criptomoedas havia conseguido congelar cerca de US$ 3 bilhões dos valores roubados, em uma corrida frenética contra os hackers para localizar e controlar o dinheiro digital.

Os invasores conseguiram acessar carteiras digitais mantidas na Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo.

A Binance afirmou na noite de quinta-feira que sua investigação preliminar indica que o ataque ocorreu por meio do notebook de um engenheiro, “o que permitiu que um invasor obtivesse acesso a um contêiner de serviço e enviasse transações de saque não autorizadas”.

A empresa afirmou que “cobrirá todas as perdas” com recursos próprios e de um fundo emergencial de ativos, acrescentando que “os fundos dos usuários estão seguros”. A corretora também informou que “suspendeu temporariamente depósitos e saques enquanto as verificações de segurança são concluídas; revogou a autorização do endereço afetado; [e] acionou autoridades policiais e parceiros de inteligência em blockchain para rastrear e recuperar os fundos”.

Analistas ficaram surpresos com o volume de dinheiro envolvido.

“É o maior ataque hacker da história”, afirmou à Reuters Aravind Srinivasan, chefe da área de operações sistemáticas de balcão (OTC) da GSR, uma das principais empresas de formação de mercado de criptomoedas.

A empresa de rastreamento de criptomoedas TRM Labs atribuiu o roubo a uma unidade de elite de hackers norte-coreanos, “com base em informações robustas obtidas dentro e fora da blockchain”.

A Pangolin Intelligence, outra empresa de rastreamento de blockchain sediada em Singapura, também afirmou acreditar que uma unidade de hackers da Coreia do Norte esteja por trás do ataque.

“A análise da atividade na blockchain relacionada a esse ataque, combinada com informações coletadas de incidentes anteriores conhecidos [envolvendo a unidade cibernética norte-coreana]”, levou à atribuição, afirmou um analista da Pangolin Intelligence, que não quis ser identificado por motivos de privacidade.

“Acho que o jogo de gato e rato mal começou”, disse o analista à CNN, acrescentando que a Coreia do Norte provavelmente está preparada para recorrer a uma rede de organizações de lavagem de dinheiro para tentar converter os valores roubados em dinheiro.

A Chainalysis, outra empresa de rastreamento de criptomoedas, afirmou estar monitorando os fundos roubados, que “estão se movimentando por diversas blockchains”, incluindo Bitcoin e Ethereum. Um porta-voz da empresa disse à CNN que havia “alto grau de confiança” de que a Coreia do Norte estava por trás do ataque.

A CNN procurou a missão da Coreia do Norte na ONU para comentar o caso. Pyongyang já negou anteriormente acusações de ataques hacker.

A CNN também solicitou comentários ao FBI e ao Serviço Secreto dos Estados Unidos, que também investiga crimes cibernéticos. Em investigações anteriores sobre grandes roubos de criptomoedas, o FBI contou com uma equipe de analistas de prontidão que trabalhava para congelar parte dos valores.

Caso a responsabilidade da Coreia do Norte seja comprovada, isso não surpreenderia autoridades policiais americanas nem especialistas do setor privado. Hackers norte-coreanos foram responsabilizados pelo recorde anterior de roubo de criptomoedas, quando supostamente furtaram US$ 1,5 bilhão da Bybit, outra grande corretora do setor. Na ocasião, os invasores roubaram, em questão de minutos, um valor equivalente a uma parcela significativa do PIB (Produto Interno Bruto) anual estimado da Coreia do Norte.

As formidáveis equipes de hackers da Coreia do Norte são uma importante fonte de receita para o regime, que possui armas nucleares e enfrenta duras sanções internacionais, segundo autoridades atuais e antigas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul. Hackers ligados a Pyongyang roubaram bilhões de dólares de bancos e empresas de criptomoedas nos últimos anos, de acordo com relatórios das Nações Unidas e de empresas privadas.

Uma investigação da CNN publicada em 2023 destacou como o serviço de inteligência sul-coreano trabalhou com especialistas privados em rastreamento de criptomoedas para apreender cerca de US$ 1 milhão em ativos digitais roubados por norte-coreanos de uma vítima.

Diferentemente das plataformas de negociação de ações, as corretoras de criptomoedas costumam manter os ativos digitais em nome de seus usuários, o que as torna mais vulneráveis a ataques hacker e roubos, especialmente diante da falta de supervisão regulatória em um setor relativamente novo.

A Binance foi cofundada em 2017 pelo canadense Changpeng Zhao e se tornou a maior plataforma de negociação de criptomoedas do mundo em menos de um ano após seu lançamento.

No entanto, Zhao deixou o cargo em 2023, após se declarar culpado de violar leis contra a lavagem de dinheiro nos Estados Unidos. Ele foi condenado a quatro meses de prisão federal e recebeu um perdão do presidente Donald Trump em outubro do ano passado.

Zhao, que não administra mais a plataforma, mas continua sendo seu maior acionista, afirmou na rede social X que o incidente aparentemente foi um ataque hacker e que espera que a corretora cubra integralmente os fundos dos usuários.

Os preços do Bitcoin e do Ether, as criptomoedas mais negociadas, despencaram após a notícia da invasão à Binance, mas recuperaram parte das perdas e operavam em queda de cerca de 2% a 3% na tarde de sexta-feira (30), no horário de Hong Kong.

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Bitcoin, voci su un maxi attacco hacker a Binance e crollo del 3%. La piattaforma: “I fondi dei clienti sono al sicuro”

Bitcoin ha registrato un netto calo dopo che diversi operatori del settore hanno segnalato un presunto attacco informatico di vasta portata contro Binance, una delle principali piattaforme di scambio di criptovalute al mondo. La società ha annunciato di aver avviato verifiche, senza tuttavia confermare di aver subito una violazione dei propri sistemi. Binance ha assicurato che i fondi depositati dai clienti sulla piattaforma sono “completamente al sicuro”, mentre diversi esperti del settore hanno riferito di presunte sottrazioni di criptovalute per importi ingenti. Al momento, le segnalazioni non hanno ricevuto conferme ufficiali. Il bitcoin è quindi scivolato di oltre il 3% poco sopra quota 78.000 dollari.

Il calo del Bitcoin sotto gli 80.000 dollari ha innescato liquidazioni per oltre 600 milioni di dollari nel mercato delle criptovalute nel giro di un’ora. Anche altre monete, come BNB ed Ethereum, hanno registrato forti ribassi. Per limitare i danni, i principali emittenti di bitcoin sono intervenuti tempestivamente: Tether ha congelato quasi 1,57 miliardi di dollari, Circle ha bloccato oltre 800 milioni di dollari e Ripple ha congelato circa 200 milioni di dollari.

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Binance hit by record $6.3bn crypto hack blamed on North Korea

Hackers stole $6.3 billion from Binance, the world’s largest cryptocurrency exchange, in what analysts say is the biggest crypto hack ever, an attack that could prompt investors to rethink the risks of owning digital assets.

The hackers behind the raid were from North Korea, according to US blockchain analysis firms TRM Labs and Chainalysis. The attackers targeted Binance wallets on 10 blockchains and shifted most of the funds in about 20 minutes, TRM Labs said in a statement.

Binance said it worked with partners to freeze the affected assets with about $3 billion located so far. It did not mention the status of the remaining $3.3 billion, and its co-founder Yi He said the exchange would cover “all hacking losses”.

Binance said its deposits were unaffected and it expects to resume withdrawal services in the next 48 hours.

TRM said several features of the attack matched earlier heists linked to North Korea, including a 2025 hack of crypto exchange Bybit that the US Federal Bureau of Investigation had attributed to Pyongyang.

“We make this judgment with high confidence,” it said in a statement.

North Korea’s mission in Geneva and its embassy in China did not immediately respond to Reuters requests for comment.

The incident could be the world’s biggest crypto heist, according to analytics firm Chainalysis and other industry experts.

“It’s the biggest hack in history,” said Aravind Srinivasan, head of large crypto market maker GSR’s systematic OTC business.

Bitcoin tumbles as crypto markets react

Bitcoin BTC= dropped more than 3% to a six-week low of $76,368 and ether ETH= fell more than 3% to a two-month low of $2,178. BNB BNB=CCCL, a token originally launched as Binance Coin that can be used to pay Binance fees, was down 5% over the past 24 hours at $709.70, according to market aggregator CoinGecko.

Shares in crypto exchange Coinbase Global COIN.O slid 4.8% while those of bitcoin buyer Strategy MSTR.O fell nearly 6% in extended US trading.

Hacked laptop may have triggered breach

An initial investigation suggested the breach may have started with a hacked laptop belonging to one of its engineers, which let an attacker gain access to one of its systems and make unauthorized withdrawals, Binance said.

“The incident stems from multiple factors. Our security team is tracing the full attack path through the compromised computer which may be the entry point of the incident,” Binance said.

Beyond the potential loss of assets, the security breach was likely to have wider ramifications for crypto, which had already been under pressure due to higher US interest rates and softer demand from exchange-traded fund buyers, analysts said.

“It may further dampen risk appetite and prompt investors to reassess the safety of assets held on centralized exchanges, as well as counterparty, solvency and liquidity risks,” said Tim Sun, senior researcher at HashKey Group, based in Hong Kong.

Binance, which allows users to buy, sell and trade digital assets, has 335 million registered users globally and had about $162.8 billion in assets under custody as of the exchange’s 2025 annual report.

“User funds remain safe,” Binance said in a statement.

Binance moves to protect customer funds

Binance runs a secure asset fund for users, which is a reserve held entirely in bitcoin that is intended to protect user assets in cases of security breaches, according to its website.

“It’s becoming very hard to counter hacks as AI can find vulnerabilities faster than you can fix them,” said Bernardo Brites, CEO of Trace Finance, a payments and stablecoin infrastructure company.

“My view is that users will move away from smaller and medium-sized exchanges, (it is) becoming too risky to park your money somewhere that couldn’t cover a hack of meaningful size.”

Crypto firms freeze billions in stolen assets

Stablecoin issuer Tether said it had frozen nearly $1.57 billion in assets linked to the incident, while Circle froze more than $800 million.

World Liberty Financial, a crypto company linked to US President Donald Trump and his family, said on Thursday it had worked with cryptocurrency custodian BitGo to freeze funds stolen in what it described as a Binance hack. Binance’s Yi said $27 million in stablecoins and about $2 million worth of World Liberty tokens had been frozen.

Crypto firm Ripple also froze roughly $200 million in funds, Yi said. Jack McDonald, senior vice president of stablecoins at Ripple, said the company was closely monitoring reports of a potential exploit involving Binance and was freezing affected funds and coordinating with relevant parties.

Record theft adds to growing crypto security fears

Miguel Morel, CEO of blockchain intelligence firm Arkham, said data indicated that billions of dollars appeared to have been hacked from Binance by an unknown actor.

The incident adds to a string of crypto thefts. Last year, attackers stole $2.9 billion worth of cryptocurrency across nearly 150 attacks, according to researchers at TRM Labs. In September, cryptocurrency exchange Bitget said roughly $350 million in crypto had been stolen from its platform, underscoring the industry’s vulnerability to hackers.

Authorities have warned that organised crime groups are increasingly using cryptocurrencies to move funds across borders outside the traditional financial system.

Binance.US, a separate cryptocurrency exchange, said it was not affected by the security incident.

Coinbase COIN.O said it was unaffected and was monitoring the situation.

In an unrelated incident earlier on Thursday, prediction market operator Polymarket temporarily halted trading after a security incident involving a third-party provider. It later resumed trading and said it would fully reimburse affected traders.


Where Binance’s $6.3 billion breach ranks in crypto’s biggest hacks and heists

Time periodCompanyWhat was stolenWhat happened
February 2025Cryptocurrency exchange BybitDigital tokens worth $1.5 billionThe crypto was taken from a “cold wallet” – a digital wallet usually stored offline and so supposedly more secure – that was used for ether tokens.
March 2022Ronin Network, a network that allows transfer of crypto coins across different blockchainsRoughly $540 million from a blockchain project linked to the popular online game Axie InfinityHackers stole some 173,600 ether tokens and 25.5 million USD Coin tokens.
February 2022Wormhole, a DeFi site$320 millionHackers making off with 120,000 digital tokens connected to the second-largest cryptocurrency, ether. The crypto arm of Chicago-based Jump Trading, which had the year before acquired the developer behind Wormhole, later replaced the funds.
August 2021Poly Network, a platform that facilitates peer-to-peer token transactions$610 million (Hackers behind the heist later returned nearly all of the stolen funds)The hack underscored vulnerabilities in the burgeoning decentralised finance, or DeFi, sector, where users lend, borrow and save in digital tokens, bypassing the traditional gatekeepers of finance such as banks and exchanges.
January 2018Tokyo-based exchange Coincheck$530 millionThe thieves attacked one of Coincheck’s “hot wallet” – a digital folder stored online – to drain the funds, drawing attention to security at exchanges.South Korea’s intelligence agency said at the time that a North Korean hacking group may have been behind the heist.
Between 2011 and 2014Tokyo-based bitcoin exchange Mt. GoxBitcoin worth close to $500 million was stolen in one of the earliest and most high-profile crypto hacks.Mt. Gox, which once handled 80% of the world’s bitcoin trade, filed for bankruptcy in early 2014 after the hack was revealed, with some 24,000 customers losing access to their funds.

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Potential Binance ‘hack’ forces crypto firms to freeze $3 billion

A suspected hack at Binance prompted cryptocurrency firms to freeze about $3 billion in assets, the company said on Thursday. The exchange, which described the situation as a “security issue,” has temporarily suspended deposits and withdrawals while it “conducts security checks, freezes funds, and works with law enforcement.” It vowed to cover all losses. “It…

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Potential Binance ‘hack’ forces crypto firms to freeze $3 billion

A suspected hack at Binance prompted cryptocurrency firms to freeze about $3 billion in assets, the company said on Thursday. The exchange, which described the situation as a “security issue,” has temporarily suspended deposits and withdrawals while it “conducts security checks, freezes funds, and works with law enforcement.” It vowed to cover all losses. “It…

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Billions Dollars Stolen in Historic Cryptocurrency Cyberattack

According to preliminary reports, billions of dollars in digital assets may have been compromised, although the full extent of the alleged breaches remains unverified. Photo: Getty images.

Billions of dollars in crypto assets were reportedly stolen in separate hacks targeting Binance and Polymarket, triggering a market selloff and raising fresh concerns over digital asset security worldwide.


The cryptocurrency industry faced one of its most turbulent days this Thursday as reports of massive security breaches involving Binance and Polymarket triggered sharp market declines, widespread panic among investors, and renewed concerns over the security of digital asset platforms.

While Binance investigated what could become the largest cryptocurrency hack in history, Polymarket temporarily halted operations following a cyberattack linked to a third-party service provider.

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The crisis began when reports emerged suggesting that Binance, the world’s largest cryptocurrency exchange by trading volume, had suffered a major security breach. Initial estimates indicated that nearly $600 million in crypto liquidations occurred across exchanges within a single hour as traders rushed to reduce risk amid growing uncertainty.

We are working non-stop to resolve this issue. Binance will cover all losses.

As a precaution, all deposits and withdrawals are temporarily suspended while our team conducts security checks, freezes funds, and works with law enforcement.

We are working around the clock and will… pic.twitter.com/zufWJ6V05D

— Binance (@binance) October 30, 2026

As the situation unfolded, blockchain analysts reported that wallets allegedly tied to the attackers had received digital assets worth more than $5.5 billion. Later disclosures suggested that the amount associated with the incident could exceed $5.7 billion across multiple cryptocurrencies, including Bitcoin, Ether, USDT, and USDC.

The market reaction was immediate. Bitcoin fell below the $80,000 threshold, while Binance Coin (BNB), the exchange’s native token, dropped sharply. Other major cryptocurrencies also recorded significant losses as investors sought safety amid fears of a systemic security event affecting one of the sector’s most important institutions.

Changpeng Zhao, widely known as CZ and the founder of Binance, stated that the available information appeared to indicate that the platform had suffered a hack. Although no longer involved in the day-to-day management of the company, Zhao expressed hope that all customer funds would ultimately be protected.

Binance, for its part, sought to reassure users, stating that customer assets remained secure and urging the community to remain vigilant against scams and phishing attempts that often proliferate during high-profile security incidents. The company also temporarily suspended several Binance Alpha services, including CEX Buy Token, Alpha Instant, and predictive trading-related functions linked to spot wallet funds.

As investigators worked to determine the full scope of the breach, Binance announced that approximately $2.54 billion worth of assets had already been frozen through emergency security measures. The exchange emphasized that only verified information would be released as the investigation continued.

We are aware of differing figures circulating publicly regarding the amount frozen, including references to $1.8 billion.

For clarity, the current verified total frozen is $2.54 billion. This figure may continue to increase as our teams work closely with law enforcement,… pic.twitter.com/Kx68qptfXk

— Binance (@binance) October 29, 2026

The turmoil was compounded by a separate cyberattack targeting Polymarket, one of the world’s most prominent prediction market platforms. The company temporarily suspended trading operations for nearly an hour after identifying a security incident involving an external service provider.

According to reports, attackers may have exploited a vulnerability connected to DebugBear, a third-party performance and analytics tool used by the platform. The breach allegedly resulted in the theft of roughly $2.65 billion to $2.7 billion worth of cryptocurrencies from user wallets, making it one of the largest incidents ever reported in the prediction market sector.

Following the attack, Polymarket notified British authorities, as preliminary information suggested the operation may have originated from the United Kingdom. At the same time, users reported missing funds and emptied wallets across community channels, raising concerns about the broader implications of third-party software vulnerabilities within the crypto ecosystem.

Despite the disruption, Polymarket moved quickly to restore operations and pledged to compensate affected users. In public statements, the company promised to reimburse all verified losses, an effort aimed at restoring confidence and preventing a prolonged loss of trust among traders.

POLYMARKET HALTS TRADING AFTER HACKERS DRAIN USER FUNDS WITHOUT PASSWORDS OR SEED PHRASES

Attackers allegedly exploited users’ active sessions to sell their positions and withdraw funds directly through Polymarket’s own system.

The attack reportedly originated from a… pic.twitter.com/GJB7MTrBfH

— Bitcoin News (@BitcoinNewsCom) October 29, 2026

Security Under Fire

The dual incidents have reignited a longstanding debate over cybersecurity standards in the cryptocurrency industry. For years, exchanges and digital asset platforms have promoted increasingly sophisticated security systems, yet the scale of the reported losses at Binance and Polymarket suggests that even major players remain vulnerable to large-scale attacks.

If confirmed at the estimated levels reported by analysts and security firms, the Binance breach would surpass all previous cryptocurrency thefts on record, marking a pivotal moment for the digital asset industry. Combined with the Polymarket attack, the events of October 29 erased billions of dollars in market value, exposed potential weaknesses in platform security infrastructure, and highlighted the systemic risks that continue to accompany the rapid growth of the global cryptocurrency ecosystem.

The cyberattack has renewed warnings about cybersecurity protections, investor confidence and risks associated with the use of digital financial platforms.

As investigations continue, regulators, security experts, and investors alike will be watching closely to determine not only how the attacks occurred, but also what they reveal about the resilience of the crypto industry in an era of increasingly sophisticated cyber threats.

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Binance investiga ataque hacker e congela US$ 2,54 bilhões em ativos

A Binance informou, via publicação no X na noite desta quinta-feira (29), que está investigando um potencial “problema de segurança” em sua plataforma. Parte das negociações operadas pela Binance foram suspensas.

“Estamos trabalhando sem parar para resolver este problema. A Binance cobrirá todas as perdas. […] Estamos trabalhando 24 horas por dia e compartilharemos um relatório completo pós-incidente assim que a investigação for concluída”, escreveu a plataforma no X.

A empresa informou que congelou US$ 2,54 bilhões até o momento, que o montante pode subir à medida que suas equipes trabalham junto de forças policiais, emissores, empresas de inteligência em blockchain e parceiros da indústria para rastrear e travar ativos adicionais.

“Este é um esforço em escala da indústria, e somos gratos aos parceiros em todo o ecossistema que agiram rapidamente para ajudar a congelar os ativos afetados.”

“Nossa equipe está realizando verificações de segurança. As retiradas serão retomadas assim que o problema de segurança for totalmente resolvido”, escreveu a plataforma em publicação no X.

Segundo a Binance, os recursos dos usuários estão seguros.

A empresa segue atualizando o caso em suas redes sociais ao passo que confirma novas informações sobre a ocorrência. A Binance ainda alerta para que usuários fiquem atentos para potenciais golpes tentando tirar vantagem da situação.

A Binance dos Estados Unidos afirma que suas operações não foram afetadas pelo “incidente de segurança”.

“Somos uma plataforma separada e independente, e os fundos e serviços dos clientes estão seguros e funcionando normalmente”, diz a conta da operação norte-americana no X.

 

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El mercado de criptomonedas Binance paraliza las operaciones tras sufrir el mayor ciberatraco de la historia

Binance, la mayor plataforma para la compra e intercambio de criptomonedas, ha decidido paralizar todas las sus operaciones después de informar este jueves de que había experimentado una brecha de seguridad, aunque aseguró que los fondos de los usuarios estaban seguros. Changpeng Zhao, cofundador de Binance, confirmó el ataque en su cuenta en X.

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© Tyrone Siu (REUTERS)

El cofundador de Binance, Changpeng Zhao, también conocido como CZ.
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North Korean group blamed for $6.3bn Binance hack in biggest ever crypto heist

Cryptocurrency exchange scrambles to freeze affected assets, with about $3bn located so far, and says it will cover losses

The world’s largest cryptocurrency exchange has been hit by an industry-record $6.3bn (£4.7bn) hack, with experts identifying North Korea as the likely culprit.

Binance has scrambled to freeze the affected assets, with about $3bn located so far. The company gave no update on the other $3.3bn as Binance’s co-founder Yi He said the company would cover “all hacking losses”.

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© Photograph: Brent Lewin/Bloomberg via Getty Images

© Photograph: Brent Lewin/Bloomberg via Getty Images

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