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Tres petroleros se incendian en Ormuz tras "chocar contra minas" en las últimas 24 horas

Irán ha señalado este viernes que tres petroleros chocaron con minas y se incendiaron en las últimas 24 horas mientras intentaban salir del Estrecho de Ormuz por una ruta no autorizada, según la emisora estatal que citó al Cuerpo de la Guardia Revolucionaria.

El informe no identificó a los petroleros ni proporcionó detalles sobre las víctimas. Associated Press no pudo confirmar el informe. Esto ocurrió en un momento en que las tensiones en la región son altas debido a las preocupaciones de que los ataques entre Estados Unidos e Israel contra Irán puedan reanudarse.

La marina iraní afirmó que los petroleros apagaron sus sistemas de radar y navegación e ignoraron las advertencias al intentar salir por una ruta restringida. Indicó que las embarcaciones dañadas fueron abandonadas frente a la costa sur de la vía fluvial.

EE UU afirma que ya retiró las minas

En las últimas semanas, Irán ha informado de múltiples embarcaciones que han chocado contra minas marinas, lo que llevó al Comando Central estadounidense (Centcom) a reafirmar en redes sociales que todas las minas en las "rutas de tránsito principales" fueron retiradas.

Teherán ha cuestionado esa última afirmación. Desde el estallido de la guerra el 28 de febrero, desencadenada por los ataques de Estados Unidos e Israel contra Irán, la república islámica ha restringido severamente el tránsito por esta vía marítima estratégica, por donde antes circulaba una quinta parte del consumo mundial de petróleo y gas. Estados Unidos ha respondido imponiendo un bloqueo a los puertos iraníes.

© AP

Iran Strait of Hormuz
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Eleição em Israel: o que acontece após Netanyahu não conseguir maioria

A coalizão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não conseguiu conquistar a maioria das cadeiras do Knesset, o Parlamento israelense, nas eleições gerais do país.

O bloco formado por partidos de direita e ultraortodoxos obteve 53 dos 120 assentos, oito a menos que os 61 necessários para governar.

Apesar de ter liderado a disputa individualmente, o Likud, partido de Netanyahu, conquistou 27 cadeiras e não conseguiu reunir apoio parlamentar suficiente para garantir a continuidade do governo.

Os resultados finais foram divulgados pela Comissão Central de Eleições de Israel.

O Yashar, do ex-chefe militar Gadi Eisenkot, principal adversário do premiê, ficou em segundo lugar, com 21 assentos. O Juntos, do ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, conquistou 12 cadeiras, enquanto a Lista Conjunta, formada por partidos árabes, ficou com 11.

Os Democratas e o Ra’am terão oito representantes cada. Yisrael Beiteinu, Otzma Yehudit e Judaísmo Unido da Torá conquistaram sete cadeiras cada. Já Shas e Sionismo Religioso ficaram com seis assentos cada.

Ao todo, 11 listas de candidatos superaram a cláusula de barreira, de 3,25% dos votos, e terão representantes no Parlamento. O comparecimento às urnas foi de 77,9%, segundo a Comissão Central de Eleições.

Os próximos passos para a formação do governo

As eleições terminaram sem que nenhum dos principais blocos conquistasse a maioria necessária para governar. Com isso, o resultado abre uma nova etapa de negociações políticas, nas quais partidos menores poderão desempenhar um papel decisivo.

Após a certificação dos resultados, o processo de formação do governo passa para o presidente de Israel, Isaac Herzog.

Herzog deve realizar uma rodada de consultas em Jerusalém, durante a qual cada partido eleito poderá recomendar um nome para o cargo de primeiro-ministro.

Com base nas recomendações, o presidente encarregará um dos candidatos de tentar formar um governo. A escolha não precisa recair necessariamente sobre o líder do partido que conquistou mais cadeiras, mas sobre aquele que, na avaliação do presidente, apresentar melhores condições de reunir apoio parlamentar suficiente.

O candidato designado terá 28 dias para negociar a formação de uma coalizão. O prazo poderá ser prorrogado por mais 14 dias.

Durante esse período, as legendas negociarão a distribuição de cargos ministeriais, prioridades orçamentárias e compromissos políticos para a composição do novo governo.

Caso o primeiro candidato não consiga formar uma coalizão, Herzog poderá encarregar outro parlamentar da tarefa. A segunda tentativa também terá um prazo de quatro semanas.

Se as negociações fracassarem novamente, o Parlamento terá um período para apresentar outro nome. Caso não consiga, Israel poderá ser convocado a realizar novas eleições.

Governo de união

Diante do impasse, uma das possibilidades seria a formação de um governo de união nacional, reunindo os dois maiores partidos, o Likud e o Yashar.

Herzog poderá tentar aproximar Netanyahu e Eisenkot para viabilizar um acordo entre as duas forças políticas. No entanto, a possibilidade enfrenta obstáculos.

Eisenkot já descartou integrar um governo liderado pelo atual primeiro-ministro. Além disso, Netanyahu tem um histórico de rompimentos de acordos políticos com antigos parceiros de governo, o que pode dificultar a construção de um entendimento.

Sem uma maioria definida, as negociações entre os partidos serão determinantes para estabelecer quem comandará o próximo governo israelense.

(Com informações de Tal Shalev, da CNN e Maayan Lubell, da Reuters)

Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel

 

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Cierra definitivamente 'Novaya Gazeta', el último diario ruso independiente: "Nos han matado"

El periódico opositor ruso Nóvaya Gazeta, conocido por sus investigaciones sobre la corrupción y cuyo exeditor jefe Dmitri Murátov fue galardonado con el Nobel de la Paz en 2021, anunció este viernes el fin de su existencia ante las extremas presiones de las autoridades de Rusia.

"Nos han matado. El 9 de noviembre apagaremos la luz en nuestra casa, donde vivimos 30 años, apagaremos los servidores y nos marcharemos. El periódico ya no existe. Las autoridades y los servicios secretos rusos obligaron a la redacción a detener su trabajo", escribió el medio en su portal oficial.

Los redactores de Nóvaya Gazeta, que fue privado en 2022 de su licencia para publicar materiales de forma impresa o en la red, pese a lo cual continuaban trabajando para apoyar un digital de características similares en el extranjero, señalaron que tras más de 30 años de andanza "junto al país y sus ciudadanos" han sido "echados a la calle, sin medios de subsistencia, bajo la amenaza constante de represiones".

"Vivimos años de felicidad, colmados de creatividad y esperanzas, lectores, amigos, textos, películas. Pero por momentos, estos años también fueron terriblemente amargos. Amargos porque fue justamente durante el actual régimen, y no en los años noventa de la mafia, cuando fueron asesinados por motivos políticos, por cumplir con su deber profesional y cívico varios colegas nuestros", señaló el periódico.

Además de expulsar a Nóvaya Gazeta de su sede, las autoridades rusas "inhabilitaron el sistema de donaciones que nos permitía recibir contribuciones de nuestros lectores".

Censura y bloqueo

"Nos privaron de fondos. Completamente. Se trata de una acción coordinada (...) por agentes del Servicio Federal de Seguridad (FSB) que se han infiltrado en todas las organizaciones", denunciaron.

La redacción acusó al Gobierno ruso de reintroducir la censura, bloquear el medio por todas las vías, confiscar su imprenta y obstaculizar cualquier posibilidad de publicación.

"Nuestro redactor jefe, el premio Nobel de la Paz Dmitri Muratov, fue atacado, quedando casi ciego. No se presentaron cargos penales, a pesar de que conocían a los autores. Entonces, nuestros periodistas comenzaron a ser etiquetados como 'agentes extranjeros'", añadió.

Según Nóvaya Gazeta, "esta no es solo nuestra historia personal. Es la historia de un país y una sociedad que están siendo aniquilados exactamente de la misma manera. Esto lo están haciendo el FSB, el Ministerio de Justicia, la Fiscalía y otros que privatizaron el Estado y usurparon el poder", convirtiéndose en "una dictadura militar".

"Dicen que defienden el orden constitucional. Pero no, es un orden inconstitucional. Porque la Constitución ha sido violada, golpeada y amordazada", indicaron, al concluir que "el asesinato de Nóvaya Gazeta es una prueba más de ello".

© AP

Novaya Gazeta editor Dmitry Muratov
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Le Havre x Paris Saint-Germain: horário e onde assistir ao jogo da Ligue 1

Le Havre e Paris Saint-Germain se enfrentam nesta sexta-feira (30), às 15h (de Brasília), no Stade Océane, em Le Havre (França). O duelo é válido pela 9ª rodada da Ligue 1 2026/27.

A partida terá transmissão exclusiva da CazéTV. Além do tempo real do CNN Esportes.

O Le Havre vem de derrota na rodada anterior, para o Olympique de Marseille por 4 a 3, fora de casa. Apesar da desvantagem, o time conseguiu marcar três gols na reta final, quase chegando ao empate.

Já o Paris Saint-Germain venceu o Lyon por 2 a 0 no Parc des Princes. A equipe comandada por Luis Enrique busca manter a sequência positiva e somar pontos na disputa pela liderança do campeonato.

O histórico do confronto mostra larga vantagem a equipe de Paris. Em 34 embates, São 20 vitórias para o PSG, 4 para o Le Havre, e 10 empates.

Onde assistir a Le Havre x Paris Saint-Germain

Ficha técnica de Le Havre x Paris Saint-Germain

  • Data: 30/10/2026
  • Horário: 15h (de Brasília)
  • Local: Stade Océane, em Le Havre (França)
  • Fase: 9ª rodada

PSG acerta com Zion Suzuki, destaque do Japão na Copa do Mundo

 

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Brasilia minimiza el peligro de desestabilización desde Washington

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Fuentes próximas al Gobierno brasileño minimizaron en comentarios a La Vanguardia la importancia de la fuga de Flávio Bolsonaro, así como la autoproclamación del derrotado candidato de que es el verdadero  “líder brasileño” en Miami el miércoles. Esto, pese a las últimas señales de que la Casa Blanca estuvo involucrada directamente en la logística del viaje del candidato derrotado desde la frontera de Brasil y Argentina hasta Miami en la noche del martes.

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Elif Eralp, ganadora de las elecciones en Berlín, confiesa por error que Die Linke estaría "bajo control de la banda terrorista Hamás, infiltrado en su partido": ahora teme por su vida

Elif Eralp, candidata de Die Linke a gobernar Berlín, ha quedado en el centro de una controversia después de que unas anotaciones privadas suyas llegaran por error a la revista alemana Der Spiegel. En ellas, la política expresaba su temor a mencionar públicamente a determinadas personas que, según sus propias palabras, mantenían contactos con Hamás.

El caso se ha conocido mientras Die Linke, ganador de las elecciones regionales del pasado 20 de septiembre, prepara las negociaciones con Los Verdes y el Partido Socialdemócrata (SPD) para formar el próximo Gobierno de Berlín.

El miedo de Eralp a mencionar determinados nombres

El pasado lunes, Der Spiegel entrevistó a Eralp sobre las negociaciones para formar Gobierno y las relaciones de algunos miembros de Die Linke con activistas propalestinos. Tras la conversación, la revista envió el texto a su equipo para que revisara las declaraciones antes de publicarlas, pero cuando los periodistas recibieron la versión corregida, el miércoles, descubrieron que todavía incluía comentarios privados de la candidata.

Algunas de esas anotaciones se referían a Ibrahim Ibrahim, un activista propalestino que había asistido a una celebración electoral de Die Linke en Berlín. Según Der Spiegel, Ibrahim había elogiado a Yahya Sinwar, dirigente de Hamás y uno de los responsables de los ataques contra Israel del 7 de octubre de 2023.

Por su parte, la asociación democ lo relaciona con el Frente Popular para la Liberación de Palestina (FPLP), una organización considerada terrorista por la Unión Europea.

Eralp había pedido que se retiraran tanto la pregunta sobre Ibrahim como su respuesta, ya que no quería mencionar públicamente a determinadas personas. “Mi marido tiene miedo de esta gente y yo también”, escribió en una de las anotaciones, donde recordó que la Policía Criminal de Berlín ya le había recomendado evitar dar nombres concretos en un asunto anterior relacionado con la delincuencia organizada.

Esta vez, sin embargo, la candidata hablaba de personas que, según ella, tenían contactos con Hamás y temía que sus declaraciones pudieran poner en peligro a su familia. Incluso llegó a plantearse cancelar la entrevista: “No puedo poner en peligro mi seguridad ni la de mi familia por Der Spiegel. ¿Qué hacemos ahora? ¿Podemos cancelar toda la entrevista?”.

La polémica llega en plena negociación para gobernar Berlín

Tras la publicación de las notas, Eralp compareció este jueves ante los medios en el Parlamento berlinés, donde aseguró que no permitirá que nadie la intimide y defendió su compromiso de combatir la delincuencia organizada y el terrorismo si llega a gobernar la ciudad.

Die Linke ha respaldado a Eralp. Maximilian Schirmer, uno de los dirigentes del partido en Berlín, recordó que la candidata lleva meses recibiendo amenazas, insultos y ataques, por lo que defendió que tiene motivos para preocuparse por su seguridad.

Desde la Unión Demócrata Cristiana (CDU), en cambio, Stefan Evers ha cuestionado la capacidad de Die Linke para garantizar la seguridad de Berlín y ha planteado a Los Verdes y al Partido Socialdemócrata (SPD) la posibilidad de formar una coalición alternativa.

El caso se ha conocido mientras los tres partidos preparan las negociaciones para formar el próximo Gobierno de la capital alemana, que comenzarán en los próximos días si sus respectivos órganos internos dan el visto bueno.

© EFE

Constitutive session of the Berlin House of Representatives

© EFE

The Left party candidate Elif Eralp holds final campaign rally before Berlin state elections
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Americano está menos suscetível a temas fora da economia, diz especialista

O eleitor americano médio está cada vez menos receptivo a pautas que fujam do campo econômico, como questões morais, migração e conflitos internacionais. Essa é a avaliação de Vinícius Rodrigues Vieira, professor de Relações Internacionais da FAAP, FGV e IDP, em entrevista ao WW, sobre a disputa das midterms, eleições de meio de mandato nos Estados Unidos previstas para o dia 3 de novembro.

Para Vieira, o tema central da eleição deve ser o custo de vida crescente dos estadunidenses. Segundo o especialista, Trump tenta enfatizar que, antes de seu governo, as condições econômicas seriam ainda piores — mas quem vai arbitrar essa disputa é o eleitor comum, que hoje demonstra menor suscetibilidade a argumentos de cunho não econômico.

Foco no cotidiano e desgaste com pautas amplas

Vieira destacou uma tendência observada ao redor do mundo: a de trazer as disputas eleitorais para o foco do dia a dia das pessoas, em vez de abordar temas mais amplos. “O que Trump fez, de fato, que afeta a vida sua?”, exemplificou o especialista, reproduzindo o tipo de questionamento que figuras como Barack Obama estariam utilizando para convencer eleitores mais centristas a migrar para o lado democrata.

O conflito no Oriente Médio, por exemplo, tem impacto indireto na vida da população — principalmente pelo preço do petróleo —, mas não mobiliza o eleitorado da mesma forma que questões econômicas imediatas.

Latinos podem ser fator decisivo no Texas

Vieira também apontou que o voto latino pode representar uma grande barreira para Trump e seus aliados no Texas — não apenas na disputa para governador, mas também nas eleições para a Câmara e o Senado.

De acordo com o especialista, os latinos foram fundamentais para o retorno de Trump à Casa Branca, especialmente nos chamados swing states (Estado-pêndulo). No entanto, mesmo em estados de maioria republicana consolidada nas últimas três décadas, observa-se um movimento de abertura ao voto democrata.

O especialista explicou que, no caso dos latinos especificamente, a questão econômica cede espaço a outro fator: a atuação do ICE (agência de imigração e controle de fronteiras dos EUA), cujas ações afetaram a comunidade de maneira que muitos não esperavam. “Era algo que a comunidade não esperava que iria afetá-los”, afirmou Vieira, sugerindo que esse descontentamento pode influenciar diretamente o comportamento eleitoral desse grupo nas midterms.

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