Celebrity Traitors smashes BBC ratings record with dramatic semi-final banishment
James Acaster admitted to his fellow players that he was a traitor in Thursday’s episode

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James Acaster admitted to his fellow players that he was a traitor in Thursday’s episode

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James Acaster admitted to his fellow players that he was a traitor in Thursday’s episode

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Weeks after Richard E Grant accidentally let slip that he was a Traitor, comedian Acaster deliberately told the players that he’d been recruited

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Weeks after Richard E Grant accidentally let slip that he was a Traitor, comedian Acaster deliberately told the players that he’d been recruited

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*Warning — Spoilers ahead for ‘Celebrity Traitors’*

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*Warning — Spoilers ahead for ‘Celebrity Traitors’*

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Actor Phillip Andrew is ‘showing signs of improvement’ after undergoing emergency surgery

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Presenter has expressed doubt show will ever be able to return amid BBC budget cuts

Winkleman and Daly have been replaced by Emma Willis, Josh Widdicombe and Johannes Radebe

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Winkleman and Daly have been replaced by Emma Willis, Josh Widdicombe and Johannes Radebe

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Comedian said she ‘unreservedly apologised’ to the former Spice Girl

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Presenter revealed that he and former co-hosts Jeremy Clarkson and James May had a pact with their executive producer to all leave together, even if one of them didn’t want to go

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Na noite de 30 de outubro de 1938, véspera de Halloween, quem sintonizou a rede CBS nos Estados Unidos encontrou o que parecia uma programação musical interrompida por plantões urgentes: os boletins falavam de explosões em Marte e de um objeto misterioso caído em uma fazenda de Nova Jersey.
Era teatro radiofônico: uma adaptação do romance *A Guerra dos Mundos*, de H.G. Wells, dirigida por Orson Welles, então com 23 anos. No dia seguinte, jornais de todo o país descreveram uma histeria coletiva por conta da transmissão.
Às vésperas de completar 88 anos, o episódio segue citado como exemplo do poder do áudio para enganar, mas a pesquisa histórica mostra uma versão bem menos dramática do que a lenda.
A Guerra dos Mundos foi ao ar às 20h, no horário da Costa Leste, dentro da série “The Mercury Theatre on the Air”, que a CBS dedicava a adaptações de clássicos da literatura.
Em vez de encenar o romance como uma peça tradicional, Welles e o roteirista Howard Koch deslocaram a trama, ambientada na Inglaterra do fim do século 19, para a pequena Grover’s Mill, em Nova Jersey, e a apresentaram como cobertura jornalística ao vivo.
Repórteres descreviam a multidão diante de uma cratera, autoridades davam declarações e a transmissão era cortada nos momentos de maior tensão. Em depoimento judicial, em 1960, o diretor e ator Orson Welles, criador do programa, contou que sua ideia era fazer uma transmissão em que “uma crise parecesse estar realmente acontecendo”.
Os bastidores foram reconstruídos pelo escritor e pesquisador A. Brad Schwartz, autor do livro “Broadcast Hysteria”, que analisou centenas de cartas enviadas ao próprio Welles nos dias seguintes. Segundo ele, a equipe do Mercury Theatre não esperava enganar ninguém, porque considerava a história improvável demais.
As escolhas que tornaram o programa convincente nasceram da tentativa de evitar o ridículo. O início foi propositalmente lento, para que a velocidade da invasão parecesse aceitável mais adiante. O intervalo com a identificação da emissora, que em dramas costumava cair na metade da hora, foi empurrado para perto dos 40 minutos, o que deixou quem chegou atrasado sem o aviso de ficção por um bom tempo.
O ator Frank Readick estudou a gravação da cobertura do desastre do dirigível Hindenburg para imitar a voz de um repórter em pânico. Ora Nichols, chefe de efeitos sonoros da CBS em Nova York, criou os ruídos das máquinas marcianas, e o ator Kenneth Delmar imitou o presidente Franklin Roosevelt no papel de um secretário do governo.
Os pesquisadores de mídia Jefferson Pooley, professor de mídia e comunicação da Muhlenberg College, e Michael J. Socolow, professor de comunicação e jornalismo da Universidade do Maine, resgataram os dados de audiência da época. Na noite do programa, o instituto C.E. Hooper telefonou para 5 mil domicílios em sua pesquisa nacional. Apenas 2% disseram estar ouvindo a peça de Welles ou algo semelhante, e nenhum citou um noticiário.
A atração concorria com o programa de humor do ventríloquo Edgar Bergen, um dos mais populares do país, e afiliadas importantes da CBS, como a WEEI, de Boston, nem chegaram a transmiti-la. Frank Stanton, executivo da CBS na época, lembrou depois que “em primeiro lugar, a maioria das pessoas não ouviu”. Quem ouviu, segundo ele, entendeu tudo como uma pegadinha.
Os relatos de debandadas, suicídios e hospitais lotados também não resistem à checagem. Nenhum jornal da época noticiou um suicídio comprovado ligado ao programa. Pesquisadores da Universidade de Princeton que tentaram confirmar o boato de pessoas atendidas por choque em um hospital de Newark concluíram que a informação era falsa, e um levantamento feito seis semanas depois em hospitais de Nova York não encontrou atendimentos atribuídos à transmissão.
Uma ouvinte processou a CBS em 50 mil dólares, alegando abalo nervoso, e a ação foi rapidamente arquivada. Para Pooley e Socolow, “quase ninguém foi enganado pela transmissão de Welles”. O que houve foram ligações preocupadas para delegacias, redações e emissoras, o suficiente para convencer jornalistas de que algo grande acontecia.
Um dos maiores jornais do país publicou um editorial intitulado “Terror pelo rádio”, e a revista do setor de jornais alertou para os riscos de notícias incompletas em um meio ainda não comprovado. O contraste entre o que se viu e o que se publicou chegou a ser flagrado por quem estava lá.
Um crítico de rádio de um tabloide nova-iorquino, Ben Gross, recordou em livro que as ruas de Manhattan estavam vazias enquanto seu táxi seguia para a sede da CBS, e o jornal dele estampou o pânico na capa mesmo assim. W. Joseph Campbell, professor da American University e autor de “Getting It Wrong”, analisou a cobertura e observou que a história “sumiu rapidamente das primeiras páginas”. Se a histeria fosse real, argumenta ele, os jornais teriam acompanhado o caso por semanas.
Em 1940, o psicólogo Hadley Cantril, professor da Universidade de Princeton, publicou “The Invasion from Mars”, com a estimativa de que cerca de 1 milhão de pessoas ficaram assustadas. O trabalho se apoiou em uma pesquisa feita seis semanas depois da transmissão, e o próprio autor reconheceu que a audiência medida ficou “mais de 100% acima de qualquer outra medida conhecida”.
Pooley e Socolow também apontam uma confusão de categorias no estudo, que tratou ouvintes assustados ou empolgados como se estivessem em pânico, embora dramas de suspense costumassem provocar essas reações no rádio. O livro, dizem os autores, permanece como a única fonte com respaldo acadêmico a sustentar a tese de um grande pânico.
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Sir Patrick starred in a 2005 episode of ‘Extras’ that earned him an Emmy nomination
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© Getty
The awkward comedian’s performance on ‘The Celebrity Traitors’ has made him into the internet’s latest crush. His time in the spotlight, writes Isobel Lewis, has come after years of clever, disorientating stand-up that often leaves his fans wondering about who the man underneath the jokes truly is

© CREDIT LINE:BBC/Studio Lambert/Euan Cherry
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‘It was more macho, alpha, you know, wanting the posh house and the car and the supermodel girlfriend,’ said Brook of the actor after he found success

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