O tempo vai estar assim no Algarve este sábado (31 de outubro
Confira a previsão meteorológica no Algarve.
O conteúdo O tempo vai estar assim no Algarve este sábado (31 de outubro aparece primeiro em Algarve Marafado.
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© Getty Images/EyeEm
O último fim de semana de outubro e o primeiro dia de novembro vão ficar marcados por temperaturas pouco habituais para esta altura do ano. Durante a tarde, os termómetros poderão aproximar-se dos 28 graus em algumas regiões de Portugal continental, mas o cenário será diferente durante a noite, quando o frio se fará sentir sobretudo nas localidades do interior.
O geógrafo André Frade, responsável pela página André do Tempo, explica que esta diferença entre as temperaturas diurnas e noturnas está relacionada com um bloqueio anticiclónico que influencia o estado do tempo em Portugal. A previsão aponta para céu geralmente limpo e ausência de precipitação durante o fim de semana de 31 de outubro e 1 de novembro, embora a situação possa começar a mudar na próxima semana.
A explicação encontra-se na presença de um anticiclone que tem condicionado a circulação das massas de ar sobre a Península Ibérica. Segundo André Frade, as altas pressões atmosféricas, conjugadas com a influência de uma massa de ar mais quente proveniente de África, estão a favorecer temperaturas superiores aos valores normalmente registados nesta época.
Este fenómeno, conhecido como bloqueio anticiclónico, dificulta a aproximação das depressões que habitualmente transportam chuva para Portugal. Assim, o tempo deverá permanecer relativamente seco e estável, com períodos prolongados de sol. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) também prevê céu pouco nublado ou limpo durante o fim de semana, embora possam surgir neblinas ou nevoeiros matinais em alguns pontos do litoral.
As previsões da Meteored apontam para temperaturas máximas próximas dos 28 graus em algumas localidades do Ribatejo e do Alentejo durante o sábado, 31 de outubro. Já André Frade prevê máximas de 27 graus em Beja e Évora, 26 graus em Lisboa e Setúbal e 25 graus em Braga. No Porto, os termómetros deverão atingir os 21 graus.
No Algarve, as temperaturas também serão amenas, embora os valores previstos para o litoral sejam inferiores aos registados em algumas zonas do interior. Faro deverá alcançar os 23 graus tanto no sábado como no domingo, enquanto Sagres poderá atingir os 24 graus no primeiro dia do fim de semana. No domingo, 1 de novembro, Santarém poderá registar 27 graus e Beja e Évora deverão chegar aos 26.
Apesar do calor durante o dia, as temperaturas mínimas vão apresentar diferenças consideráveis. Segundo a previsão publicada por André Frade a 30 de outubro, Bragança deverá registar apenas seis graus na manhã de sábado, enquanto Braga poderá descer aos sete graus. Em Évora são esperados nove graus, o que representa uma diferença de 18 graus relativamente à máxima prevista para o mesmo dia.
O arrefecimento poderá tornar-se ainda mais evidente no domingo, com Bragança a apresentar uma mínima de quatro graus. Já no Algarve, Faro deverá registar entre 14 e 15 graus de temperatura mínima durante o fim de semana. O especialista admite ainda que, em determinados locais do interior Norte e Centro, sobretudo os mais propícios à acumulação de ar frio, os termómetros se possam aproximar dos zero graus durante a noite.
Note que a estabilidade atmosférica deverá prolongar-se até segunda-feira, 2 de novembro. Segundo o IPMA, o início da semana continuará a ser marcado por céu pouco nublado ou limpo na maior parte do território, embora possam ocorrer períodos de maior nebulosidade junto à faixa costeira e algum vento nas terras altas das regiões Norte e Centro.
Contudo, André Frade admite uma alteração das condições meteorológicas a partir de terça-feira, 3 de novembro. O anticiclone poderá deslocar-se para norte, permitindo a entrada de ar mais frio proveniente de leste. Esta mudança deverá favorecer uma descida das temperaturas máximas, interrompendo o período de tardes particularmente amenas que tem caracterizado os últimos dias de outubro.
A previsão divulgada pelo especialista aponta para a possibilidade de a precipitação regressar a Portugal continental no final da próxima semana. O geógrafo identifica o período entre 6 e 8 de novembro, ou os dias seguintes, como aquele em que poderá ocorrer uma alteração mais significativa do estado do tempo.
A deslocação do anticiclone poderá facilitar a aproximação de sistemas de baixas pressões, inicialmente provenientes de nordeste ou de leste. Mais tarde, poderá verificar-se a entrada de ar húmido do Atlântico, criando condições favoráveis ao regresso da chuva. No entanto, o especialista ressalva que esta evolução ainda depende das próximas atualizações dos modelos meteorológicos, pelo que as datas e a intensidade da precipitação não estão confirmadas.
Leia também: Temperaturas podem chegar aos 29 graus no Sul este fim de semana e o IPMA já sabe quando poderá terminar o calor

O El Niño deve ganhar intensidade nos próximos meses e atingir a categoria de muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, segundo o quinto boletim do Painel El Niño, divulgado em outubro pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). O documento aponta que o fenômeno pode influenciar os padrões de chuva e temperatura no Brasil, com riscos distintos conforme a região, incluindo estiagem, incêndios florestais e elevação dos níveis dos rios.
As projeções indicam que o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial deve persistir pelo menos até o primeiro trimestre de 2027. De acordo com o boletim, as anomalias de temperatura da superfície do mar nas áreas centrais e orientais do oceano ultrapassaram 3°C, conforme dados divulgados pela NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration, agência de Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) em 26 de outubro.

O documento foi elaborado em conjunto pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), pela ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), pelo Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), pelo SGB (Serviço Geológico do Brasil), pela Sedec (Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil) e pelo Censipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia).
A previsão climática para o trimestre de novembro de 2026 a janeiro de 2027 indica maior probabilidade de chuvas acima da média histórica na região Sul e em áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. Em contrapartida, a tendência é de precipitações abaixo do padrão climatológico em grande parte do Norte e em setores do Nordeste e do Centro-Oeste.
As temperaturas também devem ficar acima da média em quase todo o país, especialmente na região Norte. A exceção é o Rio Grande do Sul, onde a previsão aponta maior probabilidade de temperaturas abaixo do padrão climatológico no trimestre.

Esse cenário não significa que todas as localidades terão o mesmo comportamento. Mesmo em áreas com previsão de menos chuva, podem ocorrer episódios de precipitação intensa. A combinação entre calor e umidade disponível na atmosfera pode favorecer tempestades isoladas, enquanto a persistência de períodos secos tende a ampliar os riscos em regiões mais vulneráveis.
O boletim também apresenta um diagnóstico das condições de seca observadas no país. Entre agosto e setembro, a área do Nordeste classificada com seca grave passou de 16% para 28% da região, segundo o Monitor de Secas. No Norte, a parcela com essa classificação dobrou, de 4% para 8%.
Segundo o painel, a situação preocupa especialmente porque a previsão de chuvas abaixo da média, combinada às temperaturas elevadas, pode intensificar a perda de umidade do solo e agravar a escassez hídrica nos próximos meses.
No Nordeste, os impactos da seca são associados à falta de água e a prejuízos para comunidades rurais. No Norte, a atenção se concentra em áreas como Roraima e nas bacias dos rios Negro e Branco, que apresentam níveis baixos e déficits de precipitação.
O documento ressalta, porém, que a situação hidrológica da Amazônia não é tão generalizadamente crítica quanto a registrada em 2023 e 2024. Ainda assim, a combinação entre as condições atuais e a perspectiva de menos chuva justifica atenção especial em áreas específicas.
A previsão de precipitações abaixo da média e temperaturas elevadas na região Norte também aumenta o potencial de propagação de queimadas. O boletim registra que, na Amazônia Legal, foram contabilizados 6.542 eventos de fogo em agosto e 12.659 em setembro. Em outubro, até o dia 23, foram registrados outros 11.662 eventos.
Para novembro, a expectativa é de redução das ocorrências com o avanço gradual da estação chuvosa. No entanto, a influência do El Niño pode tornar essa diminuição mais lenta do que o habitual.

O cenário exige atenção principalmente no norte do país, onde o risco de fogo permanece elevado. A previsão do Cemaden para o trimestre de novembro a janeiro classifica 307 municípios em nível de alerta alto e outros 464 em alerta para o risco de fogo.

Apesar da tendência de redução da área sob condições mais críticas em comparação com o trimestre anterior, o boletim ressalta que a chegada das chuvas não elimina imediatamente o risco de incêndios.
Enquanto o Norte e o Nordeste enfrentam maior preocupação com a escassez hídrica, o Sul apresenta um cenário de atenção para cheias. Segundo o boletim, os três estados da região estavam livres de seca pelo segundo mês consecutivo, mas os acumulados de chuva provocaram elevações recorrentes nos níveis dos rios e inundações em diferentes localidades.
Na bacia do rio Uruguai, foram ultrapassadas cotas de alerta em estações do Médio Uruguai, enquanto áreas do Alto Uruguai, em Santa Catarina, também registraram elevações. As bacias dos rios Caí e Taquari, no Rio Grande do Sul, tiveram episódios de inundação em diversos municípios.
A previsão sazonal indica vazões acima da média e maior risco de cheias em toda a região Sul, em parte do Sudeste e no alto rio Paraguai. No Sudeste, esse risco pode aumentar em janeiro, especialmente nas bacias dos rios Doce e Paraíba do Sul.
O documento também aponta que as vazões devem permanecer abaixo da média em grande parte do país, sobretudo em bacias do Nordeste, no norte da bacia do Paraná e em áreas da Amazônia. A situação reforça a necessidade de acompanhar os níveis dos rios e os sistemas de alerta hidrológico.
Diante das projeções, as instituições responsáveis pelo boletim recomendam o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas, dos avisos oficiais e das condições hidrológicas.
A Defesa Civil orienta a população a manter atualizado o cadastro para recebimento de alertas, conhecer os riscos existentes na cidade e no bairro onde mora e identificar locais seguros e rotas de fuga em caso de emergência.
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A previsão climática do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) indica que novembro de 2026 será marcado por temperaturas acima da média histórica em todas as regiões do Brasil. Já a distribuição das chuvas deve variar pelo país, com volumes superiores ao normal em áreas do Sul, de São Paulo, de Mato Grosso do Sul e do extremo oeste da região Norte. Em contrapartida, parte do território nacional deve registrar precipitações abaixo da média para o período.
O cenário aponta para um mês de contrastes, com diferenças importantes entre estados e até mesmo entre áreas de uma mesma região. Enquanto algumas localidades devem enfrentar períodos mais chuvosos, outras poderão ter dificuldade para registrar precipitações regulares, especialmente em setores do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.
O calor também deve ganhar destaque ao longo do mês. Segundo o Inmet, os desvios de temperatura serão positivos em todo o país, com os maiores valores previstos para o Centro-Oeste e o Sudeste. Em áreas dessas regiões, os termômetros podem registrar médias de até 2°C acima do padrão climatológico de novembro.
A combinação entre temperaturas elevadas e distribuição irregular das chuvas deve exigir atenção ao longo do mês, sobretudo em áreas que terão menos precipitação. No Sul e em partes do Sudeste, por outro lado, a tendência de volumes mais expressivos de chuva pode favorecer a ocorrência de períodos de instabilidade. As condições previstas, no entanto, variam conforme a localização.

A região Norte deve apresentar diferenças na distribuição das chuvas ao longo de novembro.
A previsão indica precipitações abaixo da média principalmente no Pará, no Tocantins, em Roraima, na porção central do Acre, no leste de Rondônia e nas regiões norte e sudoeste do Amazonas. Em contrapartida, áreas do oeste do Acre e do Amazonas, o norte do Amapá e a região de Madeira-Guaporé, em Rondônia, podem registrar volumes próximos ou superiores à média histórica.
As temperaturas devem ficar acima do normal em toda a região, com desvios entre 0,4°C e 1,5°C. No sudeste do Pará e na região central do Tocantins, a diferença pode chegar a 2°C.
No Nordeste, a tendência é de chuvas abaixo da média histórica em grande parte da região. Os déficits mais expressivos são esperados entre o Maranhão e a Bahia, abrangendo áreas do litoral baiano e do interior nordestino.
No Ceará, no Rio Grande do Norte e em partes da Paraíba, de Pernambuco, de Alagoas e de Sergipe, os volumes devem ficar próximos do padrão climatológico. O calor também será predominante, com temperaturas de até 2°C acima da média no sul do Piauí e nas áreas central e oeste da Bahia. Próximo ao litoral, os desvios tendem a ser menores, entre 0,4°C e 1°C.
O Centro-Oeste deve concentrar algumas das maiores elevações de temperatura previstas para novembro. Os termômetros podem registrar médias de até 2°C acima do padrão histórico no noroeste de Mato Grosso e em grande parte de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas, a tendência é de temperaturas até 1,5°C superiores à média.
A distribuição das chuvas, porém, será desigual. O sudoeste de Mato Grosso do Sul e parte do norte de Mato Grosso devem registrar precipitações acima da média. Já o noroeste mato-grossense, o norte de Goiás e o Distrito Federal têm previsão de volumes inferiores ao padrão climatológico. O cenário indica que o calor será generalizado, mas a frequência das chuvas poderá variar consideravelmente dentro da própria região.
No Sudeste, a previsão é de chuva irregular, com diferenças importantes entre os estados. São Paulo deve registrar acumulados mais expressivos, especialmente na faixa entre Assis e Itapetininga, no interior paulista. Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, por outro lado, tendem a apresentar volumes abaixo da média histórica. O Inmet também não descarta precipitações irregulares entre o Triângulo Mineiro e a Zona da Mata, em Minas Gerais.
As temperaturas devem ficar acima do padrão climatológico em toda a região, com desvios de até 2°C em grande parte do território. As maiores diferenças são esperadas na área central de Minas Gerais, nas porções leste e centro-sul de São Paulo e no norte fluminense, próximo à divisa com o Espírito Santo. Nas demais áreas, os valores podem ficar até 1,5°C acima da média.
A região Sul deve ter um dos cenários mais favoráveis à ocorrência de chuvas acima da média em novembro. A previsão aponta acumulados superiores ao padrão histórico em toda a região, com desvios positivos de pelo menos 75 milímetros em determinadas áreas.
Os maiores excessos são esperados entre o noroeste e o centro ocidental do Rio Grande do Sul, onde os volumes podem superar a média climatológica em 150 milímetros. A tendência de precipitações mais frequentes, entretanto, não significa ausência de períodos de calor.
As temperaturas também devem ficar acima da média, com desvios entre 0,6°C e 1,5°C na maior parte da região. No extremo nordeste do Rio Grande do Sul e no norte do Paraná, a diferença pode chegar a 2°C.
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Depois de um longo período de céu encoberto, temperaturas amenas e chuva frequentes, os moradores de São Paulo devem ver o retorno das tardes mais quentes durante o feriado de Finados e os primeiros dias de novembro.
Após uma quinta-feira (29) marcada por instabilidade, nuvens e temperaturas mais baixas, o sol deve voltar a aparecer com mais força ao longo do fim de semana.
De acordo com a Climatempo, entre o sábado (31) e a segunda-feira (2), as máximas na capital paulista devem girar em torno dos 27ºC, podendo alcançar os 28ºC no início da próxima semana.
O tempo durante o feriado prolongado deve ter características típicas de primavera, combinando tempo abafado e pancadas de chuva.
No sábado (31), uma área de baixa pressão atmosférica próxima à costa do Sudeste ainda mantém o tempo instável na capital, com presença de muitas nuvens e possibilidade de chuva mais intensa em alguns momentos.
No domingo (1º) e na segunda-feira (2), o afastamento da área de baixa pressão permite períodos maiores de sol, principalmente no período da manhã.
Com a elevação da temperatura ao longo do dia e a umidade ainda elevada, a tendência é a formação de nuvens carregdas entre a tarde e a noite. As pancadas ainda podem vir acompanhadas de raios, rajadas de vento e episódios pontuais de granizo.
A sensação de tempo predominantemente fechado nos últimos dias tem explicação nos números. O mês de outubro entrou para o registro histórico como o nono mais chuvos dos últimos 83 anos na capital.
Segundo dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a estação do Mirante de Santana acumulou 202,6 mm de chuva até a manhã do dia 25 de outubro. O valor é bem superior à média histórica do mês, de cerca de 127 mm.
Além disso, a estação de Interlagos contabilizou apenas 11 dias sem chuva expressiva ao longo de todo o mês.
Apesar do retorno das temperaturas mais altas no feriado, especialistas alertam que o aquecimento não indicia uma sequência longa de dias secos e quentes.
A previsão indica indica uma nova mudança no padrão meteorológico a partir do fim da primera semana de novembro, com o retorno de períodos mais chuvosos e nova queda nas temperaturas na capital paulista.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA
A precipitação deverá perder expressão nos Açores esta sexta-feira, 30 de outubro, segundo a análise de Afonso Lopes na Meteored, baseada nas projeções do modelo europeu ECMWF.
No sábado, 31, poderão surgir pequenos núcleos de chuva no Grupo Oriental, incluindo São Miguel. No domingo, 1 de novembro, mantém-se a possibilidade de precipitação dispersa.
As áreas mais extensas de chuva deverão encontrar-se sobre o Atlântico, sem garantia de atingirem diretamente as ilhas.
A madrugada de 2 de novembro poderá trazer chuva fraca à Terceira. Pela manhã, prevêem-se núcleos de precipitação nas proximidades dos grupos Central e Oriental, intercalados com períodos secos.
Durante a madrugada de segunda-feira, as rajadas poderão alcançar 30 a 35 km/h em Ponta Delgada, cerca de 30 km/h em Angra do Heroísmo e 10 a 15 km/h na Horta.
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© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA