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Priscila Fantin, estrela de ‘Alma Gêmea’, construiu uma pequena Mykonos em mansão de 457 m² cercada por natureza

Protagonista marcante na televisão brasileira, Priscila Fantin está afastada das novelas há uma década. Neste período, ela se aventurou no cinema e no teatro e também dedicou seu tempo à construção e decoração de uma mansão de luxo em um condomínio privativo em Cotia, na Grande São Paulo.

A atriz teve seu papel de revelação em ‘Malhação’ (TV Globo), em 1999, e aventurou-se como a vilã Olga em ‘Chocolate com Pimenta’ na mesma emissora. Uma de suas interpretações mais marcantes foi em 2005 como Serena, em ‘Alma Gêmea’.

Sua última novela foi ‘Êta Mundo Bom!’, de 2016. Desde então, Fantin faz participações pontuais na televisão enquanto se dedica a peças de teatro e filmes de comédia.

Em 2019, Priscila casou-se com o artista Bruno Lopes, com quem namorou por dois anos em cerimônia na Grécia. Foi quando o casal teve a ideia para sua futura residência: uma mansão inspirada em Mykonos, um dos principais destinos turísticos gregos.

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Um pedaço da Grécia em Cotia

A casa de Priscila e Bruno é destaque da BRC Arquitetura e fica em condomínio na Granja Viana, bairro nobre em Cotia, próximo à rodovia Raposo Tavares. Com três andares e 457 m², a mansão foi reformada aproveitando o relevo acidentado e maximizando a luz solar, com design e cores inspirados na arquitetura cicládica característica de Mykonos.

O estilo arquitetônico original se baseia em necessidades de defesa contra povos inimigos e no clima ensolarado e úmido das ilhas gregas. As construções privilegiam cores claras, do branco ao bege claro, com linhas minimalistas e tetos planos. A versão do casal tem toques tropicais e abrasileirados, com grandes janelas panorâmicas, esquadrias azuis e muitos detalhes em madeira.

A vegetação verde ao redor do terreno completa o cenário, aparecendo pelas janelas como ponto de cor em meio às paredes brancas. Durante a remodelagem do espaço, paredes foram retiradas e divisórias vazadas foram instaladas para preservar a luz natural e integrar os ambientes em conceito aberto.

Quarto multifuncional

O lugar de repouso do casal é um dos cômodos mais definitivos da propriedade, unindo o conforto com a inspiração grega e a profissão da atriz. Cercado por janelas expansivas e esquadrias azuis, ele tem vista para a floresta ao redor e muita luz do sol.

Ao lado da cama centralizada há um recuo sem piso, preenchido com pedras brancas . Por cima, uma banheira de cor salmão com hidráulica em ouro rosé serve como decoração, mas também como espaço de relaxamento.

Uma divisória vazada separa a cama de um gigantesco closet para as roupas e os sapatos de Fantin e Lopes. Ela também aparece em fotos publicadas pela BRC Arquitetura junto a uma penteadeira em estilo camarim, com grandes luzes ao redor do espelho.

A casa também possui quarto para o filho do casal, Romeo; uma varanda zen, quintal e escada externa decorados com plantas tropicais, jardim de inverno para os cachorros da família e um mezanino com depósito para o estoque da marca de roupas de Bruno. De acordo com uma entrevista dos arquitetos e do marido para a revista Casa & Jardim, também foi incluído um estúdio de música com isolamento acústico e lareira embutida.

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Acusada de ligação com PCC, liderança da Favela do Moinho é solta em SP

A líder comunitária da “Associação de Moradores da Favela do Moinho”, Alessandra Moja Cunha, deixou a prisão nesta terça-feira (27) após receber liberdade provisória da Justiça de São Paulo. Alessandra foi presa no início de setembro durante a Operação Sharpe, do MPSP (Ministério Público de São Paulo), que investigou a atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital) na Favela do Moinho.

Ela estava detida na Penitenciária Feminina de Santana, na zona Norte de São Paulo.

Líder do PCC, Leo do Moinho é condenado a 21 anos de prisão em SP

A Justiça considerou o pedido da defesa de Alessandra, que alegou “questões humanitárias” relacionadas aos dois filhos menores de idade da mulher: uma adolescente e um filho com TEA (Transtorno do Espectro Autista) que, segundo os advogados, precisa de cuidados específicos.

Entre as medidas cautelares descritas na decisão estão a proibição do contato com outros réus, como o próprio irmão, além do comparecimento a cada dois meses em juízo, impedimento de se ausentar da comarca de sua residência sem autorização judicial e aproximação da região central da capital.

A CNN Brasil entrou em contato com a defesa de Alessandra e aguarda o retorno.

Nas últimas semanas, a página criada por moradores da Favela do Moinho nas redes sociais se mobilizou com a campanha “Alê Livre”, em referência ao pedido de liberdade de Alessandra. Veja comunicado:

 

Presa em operação

Alessandra foi presa no dia 8 de setembro no âmbito da Operação Sharpe. Além dela, outros investigados também foram detidos, como Yasmin Moja, sua filha; o seu marido, José Carlos da Silva, conhecido como “Carlinhos”; Jorge de Santana e Cláudio dos Santos Celestino, conhecido como “Xocolate”.

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    Alessandra Moja, irmã de Leo do Moinho • CNN Brasil

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    Um homem identificado como José Carlos, que seria o líder do tráfico atual da Favela do Moinho, foi preso • CNN Brasil

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    Cláudio dos Santos Celestino, preso na Operação Sharpe • CNN Brasil

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    Roberto, marido de Alessandra Moja • CNN Brasil

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    Uma das presas foi identificada como Yasmin Moja, filha de Alessandra Moja e sobrinha de Leo do Moinho • CNN Brasil

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    Uma das presas foi identificada como Yasmin Moja, filha de Alessandra Moja e sobrinha de Leo do Moinho • CNN Brasil

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    Homem identificado como Jorge de Santana também foi preso • CNN Brasil

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    Outro homem, ainda não identiicado, foi preso na operação • CNN Brasil

Alessandra é irmã de Leonardo Monteiro Moja, conhecido como “Leo do Moinho”, apontado como chefe do tráfico na comunidade localizada no centro de São Paulo. Leo foi preso no âmbito da Operação Salus et Dignitas, deflagrada em agosto de 2024, e condenado, no dia 6 de outubro deste ano, a 21 anos de prisão por organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Como líder da associação da comunidade, o MPSP afirma que Alessandra seria responsável por mobilizar manifestações públicas para “blindar” a Favela do Moinho de intervenções policiais e auxiliar o irmão em “empreitadas criminosas”.

 

O órgão afirma que Alessandra era a principal responsável por cobrar propina de famílias que fizessem acordos com a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano). Ela também seria encarregada de autorizar o cadastro e a assinatura desses acordos após o pagamento da moradia.

A líder também prestaria contas ao irmão sobre acontecimentos na comunidade e administraria o “Ferro-Velho Moinho”.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

 

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