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Priscila Fantin, estrela de ‘Alma Gêmea’, construiu uma pequena Mykonos em mansão de 457 m² cercada por natureza

Protagonista marcante na televisão brasileira, Priscila Fantin está afastada das novelas há uma década. Neste período, ela se aventurou no cinema e no teatro e também dedicou seu tempo à construção e decoração de uma mansão de luxo em um condomínio privativo em Cotia, na Grande São Paulo.

A atriz teve seu papel de revelação em ‘Malhação’ (TV Globo), em 1999, e aventurou-se como a vilã Olga em ‘Chocolate com Pimenta’ na mesma emissora. Uma de suas interpretações mais marcantes foi em 2005 como Serena, em ‘Alma Gêmea’.

Sua última novela foi ‘Êta Mundo Bom!’, de 2016. Desde então, Fantin faz participações pontuais na televisão enquanto se dedica a peças de teatro e filmes de comédia.

Em 2019, Priscila casou-se com o artista Bruno Lopes, com quem namorou por dois anos em cerimônia na Grécia. Foi quando o casal teve a ideia para sua futura residência: uma mansão inspirada em Mykonos, um dos principais destinos turísticos gregos.

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Um pedaço da Grécia em Cotia

A casa de Priscila e Bruno é destaque da BRC Arquitetura e fica em condomínio na Granja Viana, bairro nobre em Cotia, próximo à rodovia Raposo Tavares. Com três andares e 457 m², a mansão foi reformada aproveitando o relevo acidentado e maximizando a luz solar, com design e cores inspirados na arquitetura cicládica característica de Mykonos.

O estilo arquitetônico original se baseia em necessidades de defesa contra povos inimigos e no clima ensolarado e úmido das ilhas gregas. As construções privilegiam cores claras, do branco ao bege claro, com linhas minimalistas e tetos planos. A versão do casal tem toques tropicais e abrasileirados, com grandes janelas panorâmicas, esquadrias azuis e muitos detalhes em madeira.

A vegetação verde ao redor do terreno completa o cenário, aparecendo pelas janelas como ponto de cor em meio às paredes brancas. Durante a remodelagem do espaço, paredes foram retiradas e divisórias vazadas foram instaladas para preservar a luz natural e integrar os ambientes em conceito aberto.

Quarto multifuncional

O lugar de repouso do casal é um dos cômodos mais definitivos da propriedade, unindo o conforto com a inspiração grega e a profissão da atriz. Cercado por janelas expansivas e esquadrias azuis, ele tem vista para a floresta ao redor e muita luz do sol.

Ao lado da cama centralizada há um recuo sem piso, preenchido com pedras brancas . Por cima, uma banheira de cor salmão com hidráulica em ouro rosé serve como decoração, mas também como espaço de relaxamento.

Uma divisória vazada separa a cama de um gigantesco closet para as roupas e os sapatos de Fantin e Lopes. Ela também aparece em fotos publicadas pela BRC Arquitetura junto a uma penteadeira em estilo camarim, com grandes luzes ao redor do espelho.

A casa também possui quarto para o filho do casal, Romeo; uma varanda zen, quintal e escada externa decorados com plantas tropicais, jardim de inverno para os cachorros da família e um mezanino com depósito para o estoque da marca de roupas de Bruno. De acordo com uma entrevista dos arquitetos e do marido para a revista Casa & Jardim, também foi incluído um estúdio de música com isolamento acústico e lareira embutida.

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Rodovias de SP devem receber cerca de 20 milhões de veículos no feriado

As rodovias de São Paulo devem ficar movimentadas, no feriado de Finados, na próxima segunda-feira (2). Entre as rodovias cedidas a concessionárias e rodovias mantidas pelo estado, são esperados cerca de 20 milhões de veículos nas rodovias paulistas ao longo do feriadão. 

Segundo a Artesp, concessionária de várias das principais estradas de SP, 19,1 milhões de veículos devem trafegar nas rodovias no feriado prolongado, só nas rodovias administradas pelo governo, a expectativa é de até  17,4 milhões de veículos. 

Os trechos com maior expectativa de movimento são: Anhanguera-Bandeirantes, com 2,84 milhões de veículos, Motiva Sorocabana com 1,8 milhão, Novo Litoral com 1,4 milhão, Raposo Castello com 1,3 milhão, Rodoanel Oeste com 1,2 milhão, Corredor Ayrton Senna – Carvalho Pinto com 1,2 milhão e Eixo SP com 1,1 milhão.

Para acompanhar o movimento, as concessionárias irão operar com capacidade plena durante todo o feriado prolongado, com equipes do Serviço de Atendimento ao Usuário e monitoramento 24h.

De acordo com a a Artesp, os postos de Atendimento aos Usuários e Áreas de Descanso para Caminhoneiros permanecerão abertas, com banheiros, álcool gel, material descartável, bebedouro e local de descanso.

Além das rodovias administradas pelas concessionárias, o DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem) preparou operação especial para o feriadão para as rodovias mantidas pelo estado. A previsão é que elas recebam 17,4 milhões de veículos.

O Departamento informou que, entre esta sexta-feira (30) e segunda-feira (2), mais de 1,4 mil colaboradores e 317 veículos foram mobilizados em pontos estratégicos para reforçar a segurança e prestar atendimento aos motoristas.

As medidas operacionais incluem monitoramento do tráfego, liberação do acostamento, implantação de faixas reversíveis, controle de acesso e realização de desvios em pontos estratégicos. As ações terão atenção especial aos trechos de maior movimento das rodovias Monteiro Lobato (SP 050), Dr. Manoel Hyppólito Rego (SP 055), Floriano Rodrigues Pinheiro (SP 123) e Oswaldo Cruz (SP 125).

A estrutura também conta com veículos de apoio e de captura de animais, motocicletas, caminhonetes, picapes, guinchos leves e pesados, viaturas de brigadistas e papa-cones.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix

SP registrou 13 mortes por impactos de chuvas em dois meses

 

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Show da banda de k-pop BTS mobiliza esquema de segurança e de trânsito

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a Polícia Militar de São Paulo e a Subprefeitura Butantã se mobilizaram para reforçar a segurança nos arredores do estádio MorumBIS, na Zona Sul da capital paulista, devido ao show da banda sul-coreana BTS. 

É esperado um público de 90.000 pessoas em cada show dentro do estádio, e uma concentração de pessoas em seu entorno acima do habitual.

Segundo o CET, até o momento não foram registrados incidentes.

 

A CET reforçou o número de agentes de trânsito nos arredores do estádio. Segundo a Companhia, foram mobilizados 118 agentes na quinta-feira (29), 127 nesta sexta-feira (30) e 82 no sábado (31), quando ocorre a última apresentação.

A Polícia Militar de São Paulo também reforça o policiamento da região por causa do show da banda sul-coreana. Desde a última terça-feira (27), agentes realizam a Operação BRAvO para aumentar a segurança. A ação irá funcionar até sábado (31).

Equipes do 16º BPM/M, com apoio de Policiamento Especializado, do Comando de Policiamento da Capital, de efetivo de Núcleos de Formação de Soldados, da Escola de Sargentos e da Academia de Polícia Militar do Barro Branco participam do esquema especial de segurança. 

A Subprefeitura Butantã também se mobilizou para acompanhar a segurança dos arredores do MorumBIS, com apoio de agentes da GCM (Guarda Civil Metropolitana). Durante os dias de show, o órgão realiza a fiscalização do comércio irregular.

A operação deteve dois suspeitos de estelionato e fraude, até o momento. Na quarta-feira (28), ainda foram apreendidos 100 lacres com produtos irregulares.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix

Prefeitura de São Paulo multa Enel em R$ 11,4 milhões por apagões em 2025

 

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Suspeitos montam barricada com seis ônibus e carro da Light no RJ

Suspeitos formaram uma barricada com seis ônibus e um veículo da Light, na tarde desta sexta-feira (30), na Avenida Monsenhor Félix, próximo à Avenida Pastor Martin Luther King Jr, no bairro Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A Light informou que uma equipe da empresa foi abordada por suspeitos que levaram o veículo da companhia, durante uma operação policial. Os profissionais não foram feridos.

Segundo a Polícia Civil, a ocorrência está em andamento na 27ª DP (Vicente de Carvalho).

 

A COR-Rio (Centro de Operações Rio) indica que os cariocas evitem a região. Como caminho alternativo sugerem:

  • Entre Madureira e Irajá, prefira a partir do Largo de Vaz Lobo, a Avenida Vicente de Carvalho
  • Entre Irajá e Madureira, prefira a Estrada do Barro Vermelho, Rua dos Topázios, Avenida dos Italianos e Rua Conselheiro Galvão

Em nota, a Rio Ônibus informou que todos os ônibus já foram liberados do local, mas 19 linhas estão com impactos nas regiões.

Ônibus em barricadas

  • B27108 – 774 Madureira x Jardim América
  • B27184 – 774 Madureira x Jardim América
  • B11578 – 908 Term. Deodoro x Bonsucesso
  • B27162 – 774 Madureira x Jardim América
  • C27004 – 639 Jardim America x Saens Pena
  • B44585 – 721 Vila Cruzeiro x Cascadura

Linhas impactadas

  • 712 Irajá x Cascadura
  • 774 Madureira x Jardim América
  • SV774 Madureira x Jardim América
  • 775 Madureira x Jardim América
  • 918 Bangu x Bonsucesso
  • 926 Senador Camará x Penha
  • 908 Term. Deodoro x Bonsucesso
  • 355 Madureira x Praça Tiradentes
  • 685 Term. Margaridas x Méier
  • 721 Vila Cruzeiro x Cascadura
  • 928 Marechal Hermes x Bonsucesso
  • 940 Madureira x Ramos
  • 975 Madureira x Fundão
  • 296 Irajá x Castelo
  • 778 Pavuna x Cascadura
  • 298 Acari x Castelo
  • 737 Santissimo x Cascadura
  • 790 Campo Grande x Cascadura
  • SV790 Campo Grande x Cascadura

*Sob supervisão de Thiago Félix

Comando Vermelho: como surgiu e se espalhou a maior facção do Rio

 

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Crece la tensión en el Gobierno: Martín Menem rechazó el "Plan B" de Bullrich y dijo que no habrá internas

Martín Menem rechazó el “Plan B” de Bullrich y dijo que no habrá internas (REUTERS)

Los diferentes estamentos políticos de la Casa Rosada son emisores y destinatarios de críticas internas, que no hacen más que incrementarse con el paso del tiempo. La conflictividad puertas adentro comenzó a crecer después de que se acentuaran las diferencias entre varios de estos sectores por las decisiones políticas.

Una de las pocas referentes del oficialismo que exteriorizó esas discrepancias es la jefa del bloque de La Libertad Avanza en el Senado, Patricia Bullrich, quien, en cuestión de días, marcó dos diferencias claras con la conducción presidencial: la forma en que Javier Milei insultó y amenazó a periodistas durante un discurso en la Fundación Faro y el reconocimiento de la victoria de Lula da Silva en las recientes elecciones de Brasil.

El nivel de incomodidad que tiene con parte de la cúpula del Gobierno es tal que decidió no asistir a la reunión de Gabinete que se realizó este lunes en la Casa Rosada. Aunque voceros oficiales alegaron que se debió a “motivos personales”, la senadora se ausentó por la tensión en su vínculo con varios integrantes de la Mesa Política. En su entorno agregan que, además, no se siente comprendida y que no escuchan sus advertencias de que el Gobierno debe realizar cambios en los planos económico y político para incrementar sus chances de conseguir la reelección.

“Estamos en un momento en el que todo puede terminar en un quilombo bárbaro”, reconoce una persona que dialoga con Bullrich asiduamente. Hay más de un ladero de la secretaria general de la Presidencia, Karina Milei, que quiere expulsarla del espacio. No lo dicen en público porque saben que es una determinación que solo le corresponde al Presidente. Y, en una jugada inteligente, no quieren hacerlo porque significaría darle una narrativa para un lanzamiento.

La mesa política

Bullrich expresó en numerosas entrevistas recientes que tiene una cuenta pendiente en su aspiración a la Presidencia. La declaración más reciente fue con Infobae en Vivo: “Estoy preparada para ser Presidente, pero una tiene que saber esperar su momento”. “Estamos a un año todavía”, dijo en relación con el escenario político. Luego, ante nuevas preguntas sobre una candidatura presidencial, contestó: “No comments”. Más adelante explicó que sentirse preparada no equivale a lanzar una postulación: “No es que quiera serlo, estoy preparada para serlo”.

Las declaraciones no fueron inocuas en el interior del Gobierno, pero este viernes se produjo la primera manifestación pública vinculada con el runrún que se generó a partir de los dichos de Bullrich. El presidente de la Cámara de Diputados, Martín Menem, participó de un encuentro con integrantes de la Fundación Universitaria del Río de la Plata (FURP), donde fue consultado acerca de la posibilidad de que La Libertad Avanza tenga una interna presidencial.

“No hay dos candidatos en La Libertad Avanza a la Presidencia. Es mi postura. Soy vicepresidente del partido a nivel nacional y presidente por mi distrito, que es La Rioja, y te diría que es unánime la idea de que el único candidato de La Libertad Avanza es Javier Milei”, respondió.

Al comienzo de su respuesta, señaló: “El liderazgo de Javier es único, es irrepetible. No va a haber un fenómeno de un outsider como pasó en Argentina, ni en el momento en que ocurrió, con todos los condimentos que tiene: su nivel académico y lo que genera su nivel intelectual. La Argentina es premiada con Javier Milei hoy como presidente y creo que lo tienen que aprovechar todos los argentinos, no solamente La Libertad Avanza, por la convicción con la que está llevando adelante los cambios”.

Patricia Bullrich

La definición de Menem buscó ser amplificada por el karinismo, en un intento por delimitar las declaraciones de Bullrich. La cuenta paraoficial de la hermana presidencial, @mediceneljefe, publicó el fragmento de la respuesta y añadió que era “una definición sin discusión”. Un dato de particular relevancia es que Milei dio retuit a esa publicación, con lo que avaló el mensaje.

“Y sí, ¿qué va a decir?”, respondieron de manera jocosa cerca de la senadora. El vínculo entre ambos estamentos comenzó a desgastarse a comienzos de año, cuando el karinismo empezó a decir que quería intervenir, con sus propios operadores, en la interlocución política del Senado.

Esa conflictividad puede percibirse particularmente en un área: la Comisión de Acuerdos del Senado, el espacio por donde deben pasar los pliegos de jueces, fiscales y defensores aprobados por el Consejo de la Magistratura y luego por el Presidente. Bullrich coincide con senadores de bloques aliados, como la Unión Cívica Radical (UCR) y el PRO, en que hay candidatos impulsados por el oficialismo que no son lo suficientemente idóneos para sus cargos.

“La primera tanda de pliegos judiciales se aprobó sin ningún tipo de problemas, pero con los que vinieron después comenzaron a aflorar los conflictos. Hoy está todo paralizado”, afirma una fuente del Senado. A ese contexto se suma la complejidad de que debe dirimirse quién integrará la comisión luego de que falleciera su titular, el senador riojano Juan Carlos Pagotto. Todavía no hay un reemplazante y ese fue el tema de una acalorada discusión ayer en el Senado entre importantes integrantes del bloque.

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Fazenda da família de Rogério Ceni em Mato Grosso produz soja e milho e tem até campo de futebol em seus 3,9 mil hectares

Antes de se tornar um dos goleiros mais celebrados da história do futebol brasileiro, Rogério Ceni, 53, foi uma criança moradora de fazenda no interior do Mato Grosso.

Na década de 1980, a família de origem paranaense adquiriu um terreno em Santa Carmem, município vizinho a Sinop. Ano após ano, o local foi transformado para a agricultura de grãos e, até hoje, é altamente produtivo.

Hoje, a administração da fazenda é dividida entre o pai, Eurydes, e o irmão mais velho do técnico, Rudimar Ceni.

Fazenda Dona Dozolina

A propriedade rural da família Ceni é associada à Associação de Produtores de Soja e Milho do Estado do Mato Grosso e se destaca na região por sua produtividade elevada.

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Cerca de 70% da área é dedicada ao cultivo de milho e, segundo o site Notícias Agrícolas, as plantações contam com adubação fosfatada e controle de pragas feito com produtos biológicos.

Embora Rogério tenha se mudado do Mato Grosso para seguir carreira esportiva, a fazenda continua sendo seu local favorito para aproveitar momentos de lazer.

De acordo com um perfil do técnico publicado pelo UOL Esporte, o atleta costuma passar parte de suas férias na propriedade, onde gosta de jogar vôlei. E o espaço de mais de 3,9 mil hectares ainda conta com uma de suas marcas: um campo de futebol com grama verde e iluminação de estádio, bem ao lado dos gigantescos silos de grãos.

*Publicado por Juliana Santos em colaboração para CNN Brasil

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Aos 34 anos, ele usa garrafas de refrigerante vazias como matéria-prima para alimentar impressora 3D por 7 horas sem usar tinta

Garrafas de leite e refrigerante vazias agora podem ser transformadas em material para impressão 3D, graças a um designer gráfico argentino que encontrou uma forma de derreter o lixo plástico e transformá-lo em filamentos.

Francisco Martinenghi, 34, começou a reciclar embalagens PET de sua casa em Neuquén, a maior cidade da Patagônia argentina. Hoje, seu projeto Punto Verde Gráfico já consegue extrair 11,5 metros de filamento – o suficiente para alimentar processos de impressão por até sete horas – de uma única garrafa de 2,25 litros.

Os resíduos são separados por cor e produzem materiais vibrantes sem precisar de tingimento. “É o mesmo plástico que se reinventa e não gera plástico novo. […] Esta é a economia circular aplicada a gráficas reais”, descreve em sua página no Instagram. Segundo Martinenghi, este é o ápice de uma carreira de sete anos no design, hoje voltada a ajudar o meio ambiente.

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Ao Neuquén Informa, jornal local argentino, ele contou que foi inspirado pelo volume de resíduos gerados pela impressão 3D, indústria cada vez mais popular. “Comecei a ver tantos resíduos de vinil, plástico, tinta, que comecei a sentir que isso tudo não poderia só ir para o lixo”, diz.

Francisco começou a fazer experimentos em casa, adaptando sua própria impressora e coletando materiais descartáveis: “A curiosidade me levou a investigar como fazer, o quão sustentável poderia ser.”

O próximo passo é converter o projeto em uma marca, comercializando produtos impressos com os filamentos reciclados. Nas redes sociais, já foi divulgado o primeiro lançamento: um chaveiro sustentável.

O empreendedor ganhou apoio de um programa de financiamento estadual e direcionará os fundos para adquirir mais máquinas e aumentar o volume produzido, além de contratar colaboradores. “Já estou em busca de uma trituradora industrial, uma extrusora de filamento maior e uma cortadora a laser. Espaço e trabalho são, hoje, o mais necessário”, disse.

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De pedrinha em pedrinha, coreano construiu mais de 80 pilhas de até 15 metros de altura; trabalho de 30 anos foi inspirado por “revelação divina”

Entre os picos gêmeos da montanha de Maisan, no oeste da Coreia do Sul, está escondido um templo decorado com mais de 80 pilhas de pedra. Algumas são menores, compostas por colunas únicas de rochas equilibradas que desafiam a ação dos ventos; outras têm mais de toneladas de pedras acumuladas e atingem alturas de até 15 metros.

Todas elas foram construídas por um único homem: o eremita coreano Lee Gap-Yong, que empilhou cada pedrinha ao longo de três décadas como parte de um ritual de reflexão e espiritualidade.

A história do templo de Tapsa

Preservado até hoje como ponto turístico pelos monges budistas da ordem Taego, o pequeno templo começou a ser construído em 1885. Um eremita solitário subiu a montanha de Maisan, no estado de Jeonbuk, para meditar no vale entre seus dois picos.

Na tradição budista, empilhar rochas é uma forma de meditação ativa. A construção dos chamados “pagodes” ou torres de pedra é uma forma de pedir boa sorte e exercitar o equilíbrio e atenção plena.

De acordo com o abade do templo, Jinseong, em entrevista de 2024 ao veículo Cheongpung News, “enquanto Lee Gap-yong empilhava cada pedra, ele rezava pela independência da nação e pela salvação do povo”. Para o monge, “os misteriosos pagodes construídos com pedras representam a cristalização dos desejos e da prática espiritual de inúmeras pessoas.”

Na época, o território coreano, ainda unificado, estava sob influência japonesa e também era visado pela China. Só na década de 1880 foi criada a Taegeukgi, a bandeira nacional coreana, para reafirmar a soberania do país.

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O trabalho do eremita começou quando tinha apenas 25 anos e estendeu-se até 1917, mais de três décadas depois. Estima-se que ele tenha construído acima de 100 torres de pedra, e cerca de 80 sobrevivem até hoje.

“A questão mais frequente sobre as torres é: como elas podem continuar preservadas, sem colapsar?”, contou o abade Jinseong. “É prova de que Lee Gap-Yong não as construiu só por fazer. Ele as construiu com consciência dos ângulos do vento, da direção na qual ele desce e onde ele se curva e sobe novamente. É uma ciência viva, uma torre que reflete por completo a providência da natureza.”

Como foram construídas as torres de pedra?

Segundo uma investigação do canal televisivo Channel News Asia, as torres começavam com uma base circular plana. Depois, novas pedras eram adicionadas dentro do círculo. O terceiro passo era equilibrar outras rochas por cima do círculo, formando uma pirâmide cônica.

A maioria das pedras era retirada da própria montanha e dos arredores, mas as rochas maiores foram trazidas de leitos de rios e outras regiões da Coreia. Entre elas, outras menores eram posicionadas para aumentar a estabilidade.

Nenhuma ferramenta ou argamassa foi utilizada para construir os pagodes. Diferente de outras torres de pedras comuns na tradição budista, o formato natural de cada peça era preservado, exigindo maior atenção ao equilíbrio e maior planejamento de encaixe.

17 de ago. de 2026
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O local só foi convertido em templo budista depois da conclusão do trabalho de Lee, que também se formou monge na velhice.

Tapsa está aberta à visitação, localizada dentro do Parque Provincial de Maisan. Nos arredores, trilhas repletas de natureza também atraem turistas. A primavera coreana, entre março e abril, é o momento mais propício para visitação: é quando florescem as famosas árvores cerejeiras, tingindo a paisagem de cor-de-rosa.

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Preços dos alimentos vão subir 18% em dois anos, diz Banco Mundial

Após um período de retração nos preços, 21% registrados entre 2022 e 2025, os mercados agrícolas devem enfrentar dois anos de alta nos preços internacionais.

A combinação de conflitos geopolíticos, custos elevados da energia com alta do barril de petróleo, restrições logísticas além dos riscos climáticos com a previsão do El Niño forte deve reduzir a oferta de alguns produtos e sustentar as cotações em 2026 e 2027 e impactar os preços.

A avaliação é do Banco Mundial e está no relatório “Commodity Markets Outlook” divulgado em outubro.

As projeções do banco indicam que os preços dos alimentos devem acumular alta de aproximadamente 18% no período. Sendo 10% em 2026 e mais 7% em 2027.

No mercado de grãos o impacto deve ser maior. A estimativa apresentada no relatório é de valorização de 14% neste ano e mais 9% no próximo. Ou 23% em dois anos.

Caso haja uma intensificação dos conflitos geopolíticos e perdas de safra ficarem acima do esperado, por cauda do El Niño, esses indices poderão ser ainda mais altos. Com os preços dos alimentos disparando 12% a mais e as cotações dos grãos 20% acima dessa referência.

O trigo está entre os produtos com maior impacto na alta dos grãos

O Banco Mundial projeta avanço de 28% em 2026 e mais 14% em 2027 para o trigo por causa da redução da produção mundial e dificuldades de exportação de importantes fornecedores.

A produção global deve ser 3% menor na safra 2026/2027. No Estados Unidos a redução projetada é de 23%; no Canadá queda de 12%, na Austrália queda de 25% na produção.

A oferta mundial também sofre influência das dificuldades logísticas por causa das tensões no Mar Negro. A região é estratégica para o comércio internacional de grãos, especialmente o trigo.

Para o milho o relatório projeta um aumento de 10% nos preços em 2026 e de mais 5% em 2027; e redução de aproximadamente 3% na produção mundial.

Para a soja, o cenário combina valorização das cotações e demanda crescente por matérias-primas destinadas à produção de biocombustíveis. Mesmo com a perspectiva de uma safra global recorde, os preços da oleaginosa devem subir 18% em 2026 e mais 5% em 2027.

O movimento tende a ser mais intenso nos derivados. Para o farelo, as estimativas são de valorização de 18% e 10%, respectivamente.

E para o óleo de soja tem alta projetada de 39% neste ano e de 11% em 2027. O desempenho dos preços dos óleos vegetais está diretamente relacionado à demanda por biocombustíveis. Com os preços da energia, e do petróleo, mais elevados aumenta a competitividade de matérias-primas agrícolas utilizadas na produção dos combustíveis renováveis.

O óleo de palma também deve acompanhar esse movimento, com aumentos projetados de 14% em 2026 e 10% em 2027.

O Banco Mundial destaca que a disponibilidade global de grãos na safra 2026/27 deve ser a segunda maior já registrada. E essa oferta pode limitar a intensidade das altas.

Bebidas: Café e Cacau

Em contraponto à alta generalizada dos grãos para o setor de bebidas o Banco Mundial aponta o recuo de 24% nos preços das soft commodities este ano e leve alta de 3% em 2027.

A acomodação dos preços se deve a recuperação das safras, da maior oferta global de café e cacau, após um ciclo de preços historicamente elevados provocados pela redução da oferta da matéria-prima no mercado internacional.

As incertezas com o El Niño

Além dos conflitos e das restrições comerciais, o clima aparece como um dos principais fatores de risco para o mercado agrícola.

O Banco Mundial alerta para a possibilidade de um El Niño muito intenso, com potencial para comprometer a produção de diferentes commodities agrícolas. A combinação entre eventos climáticos adversos e dificuldades de transporte pode ampliar a pressão sobre a oferta mundial.

O relatório trabalha com um cenário-base que não considera uma intensificação significativa dos conflitos que afetam o abastecimento global. Entretanto, caso ocorram simultaneamente uma escalada das tensões no Oriente Médio, novas interrupções no comércio de grãos pelo Mar Negro e um El Niño mais severo, os preços dos alimentos poderão ficar 12% acima do projetado no cenário de referência em 2027.

Nesse cenário adverso, o petróleo do tipo Brent, pode se manter na média de US$ 105 o barril no próximo ano.

Energia e fertilizantes ampliam a pressão sobre os custos

Para o produtor rural, o cenário exige atenção não apenas às cotações das commodities, mas também à evolução dos custos de produção.

O relatório projeta aumento médio de 14% nos preços dos fertilizantes em 2026. A valorização reflete, principalmente, a alta registrada pela ureia no início do ano. Para 2027, a expectativa é de retorno dos preços aos níveis de 2025, com a redução dos custos de energia e a melhora da disponibilidade de amônia e enxofre.

A energia é outro componente relevante dessa equação. O Banco Mundial estima alta de 32% nos preços do segmento energético em 2026, revertendo três anos consecutivos de queda. O petróleo Brent deve alcançar média de US$ 91 por barril, ante US$ 69 em 2025. Para 2027, a projeção é de recuo para US$ 79.

A elevação dos combustíveis tem efeito sobre toda a cadeia agropecuária, do transporte de insumos e produtos agrícolas às operações de máquinas e equipamentos. Quando persistente, também pressiona os custos de produção e a logística de comercialização.

A conclusão do Banco Mundial é que a trajetória das commodities agrícolas não depende exclusivamente do volume produzido nas safras. Custos com energia, fertilizantes, logística, transporte internacional e condições climáticas terão influência direta sobre a formação dos preços.

Estimativas para o Brasil

Para o Brasil, que é um importante produtor e exportador de alimentos, o banco destaca que a valorização internacional nos preços das commodities pode representar oportunidades de aumento nas receitas. Porém, o efeito sobre a rentabilidade dependerá da relação entre preços de venda, custos de produção, câmbio e disponibilidade de insumos.

A perspectiva de uma oferta global ainda elevada de grãos também merece atenção. Mesmo com a valorização projetada para soja, milho e trigo, a existência de estoques e a capacidade de produção de grandes fornecedores podem limitar movimentos mais intensos.

O cenário, portanto, combina perspectiva de preços internacionais mais altos com riscos relevantes para a produção e a comercialização.

Para o agronegócio, acompanhar a evolução dos custos e das condições de oferta será tão importante quanto observar as cotações nas bolsas internacionais.

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