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Jake Paul anuncia su regreso al boxeo con un combate en Dubái en Nochebuena un año después de su fractura de mandíbula ante Anthony Joshua

Most Valuable Promotions todavía no ha desvelado quién será el rival del púgil, que presenta un récord profesional de 12 victorias y dos derrotas
Por qué cada vez más mujeres se lanzan a golpear el saco: “El boxeo te ayuda a liberar estrés y a ganar confianza”
Jake Paul volverá a subirse a un ring el próximo 24 de diciembre en Dubái, casi un año después de sufrir una dura derrota ante Anthony Joshua que le causó una doble fractura de mandíbula. El hermano de Logan Paul ha hecho oficial su regreso al cuadrilátero con un combate estelar dentro de una velada promovida por Most Valuable Promotions (MVP), aunque todavía no se ha confirmado quién será su próximo rival.
La cita supondrá el debut profesional de Paul en territorio emiratí y marcará el inicio de una nueva etapa después de una de las lesiones más importantes de su trayectoria. La promotora ha adelantado que comunicará más pormenores del evento y la identidad del rival en las próximas semanas. Por el momento, tampoco se ha comunicado qué plataforma o cadena retransmitirá la velada.
El anuncio llega después de que el estadounidense haya completado el proceso de recuperación de la lesión sufrida en diciembre de 2025. Joshua se impuso por nocaut en el sexto asalto durante el combate disputado en Miami, donde Paul sufrió una fractura en dos puntos del maxilar inferior. La dolencia exigió una intervención quirúrgica y varios meses de rehabilitación continuada antes de que el púgil pudiera plantearse el regreso a la competición.
La lesión supuso un contratiempo importante para un deportista cuya carrera en el boxeo profesional había estado marcada por una sucesión de combates de gran repercusión mediática. Tras la pelea con Joshua, Paul tuvo que apartarse de los entrenamientos de contacto mientras avanzaba en su recuperación.
Una derrota que interrumpió su progresión
El combate ante Anthony Joshua se celebró el 19 de diciembre de 2025 y terminó con la primera derrota de Paul por nocaut. El británico, excampeón mundial de los pesos pesados, impuso su mayor experiencia y diferencia física hasta detener al estadounidense en el sexto asalto. El resultado puso fin a una racha de seis victorias consecutivas de Paul y dejó su récord profesional en 12 triunfos y dos derrotas, con siete victorias antes del límite.
El púgil norteamericano había construido buena parte de su popularidad boxística mediante combates contra deportistas procedentes de otras disciplinas y figuras conocidas del entretenimiento. En su lista de oponentes destacaban el expeleador de artes marciales mixtas Nate Diaz y el excampeón de boxeo Julio César Chávez Jr. También protagonizó en noviembre de 2024 una pelea de exhibición frente a Mike Tyson, retransmitida por Netflix, que alcanzó una enorme repercusión internacional.
Dubái, el escenario escogido para su retorno al ring
La promotora ha presentado la velada del 24 de diciembre como el siguiente capítulo de la carrera del estadounidense. En la nota de prensa difundida con motivo de la velada, Paul declaró que el desenlace de su última cita no había quebrado su seguridad y que volvía con mayor ambición: “He dedicado años a desmentir a los escépticos, asumiendo riesgos y midiéndome a rivales contra los que nadie imaginaba que pudiera pelear”, aseguró.
El boxeador también dejó abierta la incógnita sobre quién ocupará la esquina contraria: “Manejamos varias alternativas en la lista, comprobemos quién termina firmando el contrato”, apuntó en el comunicado. Durante los últimos días se han barajado diversas opciones en el sector, si bien no se ha alcanzado un acuerdo definitivo con ningún candidato. La empresa organizadora ha indicado que perfila una opción idónea para la reaparición de Paul y prevé ofrecer novedades en breve.
Esta vuelta coincide con la intención de la promotora de cerrar un choque que aúne interés deportivo y tirón mediático. Según declaró Nakisa Bidarian al canal Sky Sports, el grupo de aspirantes se ha reducido a tres o cuatro perfiles, entre los que permanece la opción del exluchador de la UFC Darren Till. La designación final se hará pública previsiblemente a lo largo de las próximas semanas, una vez queden cerrados los flecos de la contratación.
Prepare-se para grandes amplitudes térmicas: fim de semana traz tardes quentes e noites frias a Portugal
O último fim de semana de outubro e o primeiro dia de novembro vão ficar marcados por temperaturas pouco habituais para esta altura do ano. Durante a tarde, os termómetros poderão aproximar-se dos 28 graus em algumas regiões de Portugal continental, mas o cenário será diferente durante a noite, quando o frio se fará sentir sobretudo nas localidades do interior.
O geógrafo André Frade, responsável pela página André do Tempo, explica que esta diferença entre as temperaturas diurnas e noturnas está relacionada com um bloqueio anticiclónico que influencia o estado do tempo em Portugal. A previsão aponta para céu geralmente limpo e ausência de precipitação durante o fim de semana de 31 de outubro e 1 de novembro, embora a situação possa começar a mudar na próxima semana.
Por que é que está tanto calor no final de outubro?
A explicação encontra-se na presença de um anticiclone que tem condicionado a circulação das massas de ar sobre a Península Ibérica. Segundo André Frade, as altas pressões atmosféricas, conjugadas com a influência de uma massa de ar mais quente proveniente de África, estão a favorecer temperaturas superiores aos valores normalmente registados nesta época.
Este fenómeno, conhecido como bloqueio anticiclónico, dificulta a aproximação das depressões que habitualmente transportam chuva para Portugal. Assim, o tempo deverá permanecer relativamente seco e estável, com períodos prolongados de sol. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) também prevê céu pouco nublado ou limpo durante o fim de semana, embora possam surgir neblinas ou nevoeiros matinais em alguns pontos do litoral.
Termómetros poderão chegar aos 28 graus
As previsões da Meteored apontam para temperaturas máximas próximas dos 28 graus em algumas localidades do Ribatejo e do Alentejo durante o sábado, 31 de outubro. Já André Frade prevê máximas de 27 graus em Beja e Évora, 26 graus em Lisboa e Setúbal e 25 graus em Braga. No Porto, os termómetros deverão atingir os 21 graus.
No Algarve, as temperaturas também serão amenas, embora os valores previstos para o litoral sejam inferiores aos registados em algumas zonas do interior. Faro deverá alcançar os 23 graus tanto no sábado como no domingo, enquanto Sagres poderá atingir os 24 graus no primeiro dia do fim de semana. No domingo, 1 de novembro, Santarém poderá registar 27 graus e Beja e Évora deverão chegar aos 26.
Noites serão muito mais frias do que as tardes
Apesar do calor durante o dia, as temperaturas mínimas vão apresentar diferenças consideráveis. Segundo a previsão publicada por André Frade a 30 de outubro, Bragança deverá registar apenas seis graus na manhã de sábado, enquanto Braga poderá descer aos sete graus. Em Évora são esperados nove graus, o que representa uma diferença de 18 graus relativamente à máxima prevista para o mesmo dia.
O arrefecimento poderá tornar-se ainda mais evidente no domingo, com Bragança a apresentar uma mínima de quatro graus. Já no Algarve, Faro deverá registar entre 14 e 15 graus de temperatura mínima durante o fim de semana. O especialista admite ainda que, em determinados locais do interior Norte e Centro, sobretudo os mais propícios à acumulação de ar frio, os termómetros se possam aproximar dos zero graus durante a noite.
A partir de terça-feira o cenário poderá mudar
Note que a estabilidade atmosférica deverá prolongar-se até segunda-feira, 2 de novembro. Segundo o IPMA, o início da semana continuará a ser marcado por céu pouco nublado ou limpo na maior parte do território, embora possam ocorrer períodos de maior nebulosidade junto à faixa costeira e algum vento nas terras altas das regiões Norte e Centro.
Contudo, André Frade admite uma alteração das condições meteorológicas a partir de terça-feira, 3 de novembro. O anticiclone poderá deslocar-se para norte, permitindo a entrada de ar mais frio proveniente de leste. Esta mudança deverá favorecer uma descida das temperaturas máximas, interrompendo o período de tardes particularmente amenas que tem caracterizado os últimos dias de outubro.
Quando poderá regressar a chuva a Portugal?
A previsão divulgada pelo especialista aponta para a possibilidade de a precipitação regressar a Portugal continental no final da próxima semana. O geógrafo identifica o período entre 6 e 8 de novembro, ou os dias seguintes, como aquele em que poderá ocorrer uma alteração mais significativa do estado do tempo.
A deslocação do anticiclone poderá facilitar a aproximação de sistemas de baixas pressões, inicialmente provenientes de nordeste ou de leste. Mais tarde, poderá verificar-se a entrada de ar húmido do Atlântico, criando condições favoráveis ao regresso da chuva. No entanto, o especialista ressalva que esta evolução ainda depende das próximas atualizações dos modelos meteorológicos, pelo que as datas e a intensidade da precipitação não estão confirmadas.
Leia também: Temperaturas podem chegar aos 29 graus no Sul este fim de semana e o IPMA já sabe quando poderá terminar o calor

Algarvio Gonçalo Ramos e o ‘reparo’ de Jorge Jesus que nunca esqueceu: “A bola nos teus pés parece uma melancia”
Um erro durante um treino do Benfica valeu a Gonçalo Ramos uma repreensão de Jorge Jesus que o avançado nunca esqueceu. O treinador não gostou da forma como o jogador executou um passe e comparou a bola a uma melancia, numa das várias situações que marcaram a relação entre ambos durante os primeiros anos do futebolista na equipa principal dos encarnados.
Natural de Olhão e atualmente ao serviço do Milan, o internacional português recordou o episódio durante uma entrevista ao programa Soltinhos pelo Mundo, do Canal 11. Citado pelo jornal desportivo A Bola, Gonçalo Ramos admitiu que as repreensões do treinador nem sempre eram fáceis de aceitar quando era mais novo, embora considere que contribuíram para a sua evolução enquanto jogador.
Passe mal executado deu origem a uma frase inesperada
O episódio aconteceu num treino do Benfica, quando Gonçalo Ramos recebeu a bola de costas para a baliza e tentou devolvê-la de primeira a um colega. O passe não saiu como pretendia e Jorge Jesus reagiu de imediato, utilizando uma expressão que o avançado ainda hoje recorda: “A bola nos teus pés parece uma melancia”.
Segundo a mesma fonte, a repreensão estava relacionada com uma indicação tática que o treinador transmitia frequentemente aos avançados. Jorge Jesus pretendia que os jogadores utilizassem dois toques quando recebiam a bola de costas para a baliza, evitando decisões precipitadas. Depois daquele episódio, Gonçalo Ramos passou a ter um cuidado especial em cumprir a orientação.
Na altura, Gonçalo Ramos não conseguia ‘achar piada’
Apesar de atualmente recordar a situação com algum humor, o jogador explicou que a reação do treinador teve um impacto diferente quando ainda procurava afirmar-se na equipa principal. As palavras de Jorge Jesus deixavam os jovens futebolistas sob pressão, sobretudo quando os erros aconteciam durante os exercícios de treino.
Contudo, Gonçalo Ramos reconhece que essas situações também contribuíam para a aprendizagem. O avançado, que trabalhou com Jorge Jesus no Benfica nas épocas 2020/21 e 2021/22, considera que a exigência do técnico lhe permitiu melhorar diferentes aspetos do jogo, especialmente ao nível dos posicionamentos e das decisões tomadas dentro de campo.
Até um rumor sobre o Bayern Munique motivou outra repreensão
A comparação com a melancia não foi o único episódio recordado pelo jogador. Gonçalo Ramos contou que, numa altura em que a imprensa noticiava um alegado interesse do Bayern Munique na sua contratação, se apresentou num treino antes de um jogo europeu com vários acessórios para se proteger do frio.
De acordo com A Bola, o avançado utilizava luvas, uma gola e uma camisola térmica, o que chamou a atenção de Jorge Jesus. O treinador aproveitou a situação para questionar como é que pretendia jogar na Alemanha se já demonstrava tanto desconforto com as temperaturas que enfrentava ao serviço do Benfica. O comentário ficou na memória do jogador, que voltou a recordá-lo na entrevista.
Reencontro na Seleção trouxe novos episódios
Os dois voltaram a trabalhar juntos depois de Jorge Jesus assumir o comando da Seleção Nacional, em setembro deste ano. Apesar dos anos que passaram desde a experiência no Benfica, o treinador manteve a mesma preocupação com os movimentos dos avançados e continuou a transmitir indicações exigentes a Gonçalo Ramos.
O internacional português recordou, a propósito, o jogo diante da Noruega, disputado a 4 de outubro, no qual marcou um dos golos de Portugal. Durante o encontro, Jorge Jesus insistiu para que permanecesse na zona da área. Depois do golo, o treinador voltou a recordar-lhe a indicação, numa troca de palavras que, desta vez, terminou com ambos a rir.
Avançado considera que a exigência do treinador foi importante
Gonçalo Ramos, de 25 anos, explicou que os métodos de Jorge Jesus podem surpreender os jogadores mais jovens, mas defendeu que o conhecimento tático e a atenção aos pormenores tornam o treinador uma figura importante na sua evolução. A forma direta de comunicar nem sempre era recebida da melhor maneira, sobretudo numa fase em que ainda estava a ganhar experiência.
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Spain’s high-speed train control center: state-of-the-art software and tremendous pressure
Staff shortages and intense pressure on operators during peak traffic hours. These are two recurring complaints from unions about the Command Post and Regulation and Control Center (CRC) that Spain’s rail infrastructure manager Adif operates next to Madrid’s Atocha station.

© Adif
Detienen al considerado líder de Blocus en España y a otros sospechosos: señalaban comercios, enseñaban a hacer explosivos y usaban páginas de grupos terroristas
Este sábado, durante la noche de Halloween, las ciudades españolas afrontan un refuerzo policial por las amenazas de disturbios y saqueos. Según informan las autoridades, varios de sus cabecillas, incluido el que consideran el líder del movimiento denominado Blocus, han sido detenidos, lo que debería frenar el desarrollo de las hostilidades. La Guardia Civil y la Policía Nacional han detenido a al menos siete personas por difundir convocatorias que, bajo la apariencia de protestas estudiantiles o reivindicaciones sociales, habrían servido para organizar actos violentos e incendios. Todos ellos tienen entre 17 y 20 años, los últimos dos en Tenerife.
El que señalan como fundador e impulsor de Blocus ha sido detenido este viernes en Picanya, Valencia. La Guardia Civil le atribuye la creación y administración de grupos de Telegram desde los que se habrían coordinado estas acciones. El sospechoso difundió desde su perfil un vídeo en el que un encapuchado se autoproclamaba líder. La operación policial nace con los altercados registrados el pasado 24 de octubre en Barcelona, en los que participaron alrededor de 500 personas. Aquella jornada se produjeron saqueos en numerosos comercios y hasta 128 detenciones, muchas de ellas de menores de edad.

Los hechos investigados podrían traducirse en delitos de desórdenes públicos agravados y organización criminal. La investigación de la Guardia Civil apunta a que la captación de participantes comenzaba a través de vídeos publicados en TikTok y carteles elaborados con inteligencia artificial. Estos contenidos incluían códigos QR que redirigían a grupos de WhatsApp y Telegram, desde los que los usuarios eran trasladados a canales privados. Los organizadores pedían a los participantes que compartieran los enlaces en grupos de clase y otros espacios del ámbito escolar. En los grupos a los que pudo acceder Infobae se observaban mensajes como “no queréis volver a casa con Rolex, Gucci, Iphones...” o “mis informantes me dirán tiendas sin azules”.

Objetivos, cócteles molotov y vínculo terrorista
Los mensajes, según los investigadores, sugerían acudir a las concentraciones con mochilas, material escolar y pancartas, con el objetivo de presentar las movilizaciones como protestas estudiantiles. Al mismo tiempo, se instaba a vestir ropa negra y utilizar máscaras para dificultar la identificación de los asistentes. En los chats del líder intervenidos señalan posibles objetivos como joyerías, tiendas de lujo y grandes almacenes.
En la capital vizcaína, fue detenido otro joven de 20 años, presunto administrador de la cuenta de Instagram Blocus Bilbao y de un canal de Telegram. Según la Policía, en ese canal se hacían llamamientos expresos a provocar incidentes en el centro de Bilbao, se identificaban comercios y se compartían manuales para fabricar artefactos explosivos y cócteles molotov, incluidos materiales procedentes de páginas vinculadas a grupos terroristas árabes. El detenido está acusado de conspiración para cometer desórdenes públicos, conspiración para delitos contra la propiedad y pertenencia a grupo organizado.
En Valencia, la Policía Nacional detuvo primero a un menor de 17 años, presunto creador de los canales Blocus Vlc, que llegaron a reunir a más de 400 usuarios antes de ser cerrados. El joven habría dado órdenes sobre la fecha, hora y forma de los asaltos a comercios del centro, además de animar a provocar incendios para distraer a los agentes. La Fiscalía de Menores decretó su internamiento cautelar. Posteriormente fue arrestado en Alfafar un joven de 18 años, acusado de instigar a fabricar y lanzar cócteles molotov para generar caos y facilitar los saqueos. La investigación continúa abierta.
Marlaska desmantela la Guardia Civil en Cataluña: la mitad de los cuarteles se cierran desde 2018
Una constante en Cataluña. El ministro del Interior, Fernando Grande-Marlaska, continúa el desmantelamiento de la Guardia Civil en Cataluña. A menos de un mes para las elecciones generales, casi la mitad de los cuarteles disponibles en 2018 han sido eliminados.
Así se desprende del listado oficial de dependencias, actualizado antes de la temporada estival facilitado por la Benemérita. 12 en Barcelona, seis en Gerona, cinco e Lérida y 11 en Tarragona. Tal y como ha podido confirmar este diario en 2018, primer año que Marlaska lideró Interior, se contaba con 66 cuarteles.
Lo cierto es que en la oposición los socialistas mostraron su preocupación por una caída de siete espacios en siete años. "La situación política que vivimos está haciendo que cada vez haya más plazas que no se cubren, porque la gente no quiere ir allí destinada... Hay cuarteles con una persona", apuntaban diputados socialistas.
Actualmente la Benemérita lucha en el territorio contra los incendios con la mitad de la plantilla y arrastra 48 puestos vacíos en un contexto de "extrema vulnerabilidad". En el Cuerpo se apunta al bloqueo de Interior. Con el apoyo de varios políticos comarcales, señalan que los cierres demuestran "un absoluto desconocimiento de la realidad del campo".
En este sentido, un total de 17 ayuntamientos catalanes, los que conforman el Consell de la Cerdanya, presentaron una moción para evitar la expulsión de los agentes. Fuera de colores políticos, el consenso se produjo con diez ayuntamientos de Junts en la lista. Una posición contraria a la defendida por la dirección en Barcelona y Madrid. La medida también contó con el favor de varios representantes de ERC en dos consistorios.
Lo cierto es que la Dirección General de la Benemérita apostilla una percepción diferenciada. Desde el Gobierno presentan los cambios como una "reorganización de unidades" en todo el ámbito nacional para adecuar los medios disponibles a las "necesidades reales del servicio".
Marlaska pone fin al Gedex y golpea a los cuarteles
Frente a la operación del Gobierno, las estadísticas son certeras y desoladoras para los miembros de la Benemérita. Marcadas por el cierre de patrullas del Seprona en hasta cuatro localidades o el Grupo de Especialistas en Desactivación de Artefactos Explosivos (Gedex) de Tarragona, las vacantes se acumulan en los cuarteles.
Los datos reconocidos por Interior, que datan del pasado mes de abril, presentan un 28% de vacantes en todo el territorio. De las más de 4.000 plazas, 1.157 no tienen dueño. Desgranadas por provincias, Tarragona es la más perjudicada con cerca de un 40%.
Fuentes consultadas de AUGC señalan que optaron por la vía judicial ante el desguace del Seprona en la provincia catalana. Remarcan que el proceso se encuentra a la espera de una resolución. El objetivo; denunciar el desmantelamiento de la Benemérita.
Lo cierto es que esta estrategia de desguace va más allá en esta zona. El cese del Grupo de Especialistas en Desactivación de Artefactos Explosivos (Gedex) en la Comandancia de Tarragona ha provocado el principio del fin. Al igual que ocurre con otras especialidades, se pretende dejar al territorio sin un servicio crítico. Para los agentes hay dos opciones: cambiar de especialidad o de destino. Un proceso similar al promovido por Sánchez con los miembros de Tráfico en Navarra.
Cientos de kilómetros al noreste, la localidad costera de L'Estartit, en la provincia de Gerona, sufrió la supresión del Grupo Especial de Actividades Subacuáticas (GEAS). La reducción supone la pérdida de casi un tercio de la plantilla en la comunidad autónoma. Las asociaciones de guardias civiles tomaron cartas en el asunto.
A la espera de los datos del actual curso, la situación de la Benemérita en Cataluña se encuentra al límite. Sin profesión de riesgo y con la posibilidad de un giro en las urnas temen por su espacio en el territorio.


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La Policía alerta de bulos sobre la manifestación de Halloween que desconvocó Blocus: "No hagas caso a tu amiga"
"Anitaaa... Por lo visto este fin de semana en Madrid centro se va a liar supergorda". Mensajes de esta índole, con mayor o menor intensidad, circulan por grupos de difusión entre los jóvenes de la Comunidad de Madrid. La amenaza de Blocus en Barcelona o Bilbao ha activado los bulos y la desinformación en las redes sociales. Instagram, X o aplicaciones de mensajería son un blanco fácil.
Ante la desinformación y la controversia, las autoridades han mandado un mensaje de tranquilidad. "Anita, no hagas caso a tu amiga. Es un bulo. Tú, tampoco lo hagas, no compartas, no difundas", apuntan en sus redes sociales.
En este sentido, esperan que los ciudadanos confíen en fuentes oficiales y confirman que no se esperan actividades de Blocus. El modus operandi ya se activó con los conatos de violencia entre las bandas latinas hace varios años.
El Cuerpo remarca que el operativo desplegado se mantendrá. Pese a que se haya producido este movimiento, las autoridades mantendrán el dispositivo programado para evitar posibles sorpresas. El ejemplo de Francia e Italia mantiene en alerta a la Policía. Las autoridades quieren replicar el buen trabajo del pasado fin de semana y evitar una imagen de miedo e incertidumbre mostrada en Barcelona.
Lo cierto es que la manifestación fue desconvocada a principios de semana. Debido al conocimiento policial, los autores que pretendían "quemar las calles" remarcaron con un mensaje en los canales de difusión que no buscaban un nuevo fracaso. "No vamos a arriesgar ni a repetir los mismos errores", señalaron. La organización anónima espera comunicar las novedades en las próximas semanas.
Barcelona y Bilbao en el punto de mira
Caso diferente son las dos ciudades que ardieron la semana pasada. Barcelona se prepara para un fin de semana con cientos de alertas. Las llamas, los más de cien detenidos y la veintena de policías heridos preocupan a las autoridades. Tal y como ha desvelado LA RAZÓN, el fundador e impulsor del movimiento ha sido detenido en España.
En el caso del territorio vasco, se ha reconocido que todos los policías españoles -incluida la Ertzaintza- están analizando los últimos actos de violencia callejera pero descarta la presión del grupo. Sin desvelar la posibilidad de un dispositivo reforzado, la Ejecutiva regional quiere evitar nuevos conatos de violencia.


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No concelho de Vila do Bispo mais de um terço dos residentes não tem religião
Mais de um terço dos residentes do concelho de Vila do Bispo declara não professar qualquer religião, colocando este município algarvio entre os que apresentam uma maior proporção de pessoas sem afiliação religiosa em Portugal. O resultado contrasta com a realidade nacional, onde o catolicismo continua a ser predominante, apesar das mudanças registadas ao longo da última década.
De acordo com o estudo Um Atlas da Religião em Portugal, apresentado pela Universidade Católica Portuguesa, 33,7% dos habitantes de Vila do Bispo abrangidos pela análise afirmam não ter religião. O concelho ocupa a segunda posição nacional, apenas atrás de Sines, no Alentejo Litoral, onde a percentagem chega aos 35,5%. Os resultados têm por base os Censos de 2021 e dizem respeito à população com 15 ou mais anos.
Vila do Bispo é o segundo concelho do país com mais pessoas sem religião
A classificação nacional mostra que a ausência de afiliação religiosa tem uma expressão particularmente elevada no Sul do país. Depois de Sines e Vila do Bispo, surge Grândola, com 31,7%, seguida de Aljezur, também no Algarve, onde 31,5% dos residentes abrangidos pelo estudo declararam não ter religião.
Segundo a mesma investigação, Lagos também integra o grupo de concelhos com maior proporção de pessoas sem religião, com 28,5%. Estes resultados evidenciam diferenças significativas entre municípios, uma vez que existem localidades portuguesas onde a população sem afiliação religiosa representa uma parcela muito reduzida dos habitantes.
Número de portugueses sem religião mais do que duplicou
A evolução registada em Vila do Bispo enquadra-se numa transformação mais ampla da sociedade portuguesa. Entre 2011 e 2021, o número de pessoas que declararam não ter religião passou de 615.332 para 1.237.130, o que representa um crescimento superior a 100% numa década.
Este grupo passou de cerca de 6,8% para 14,1% da população considerada. Contudo, os investigadores distinguem a ausência de pertença religiosa da inexistência de crenças pessoais. Uma pessoa que afirma não ter religião não se identifica necessariamente como ateia, podendo manter convicções espirituais sem estar associada a qualquer confissão.
Algarve é uma das regiões onde há menos católicos
Apesar do crescimento da população sem religião, o catolicismo continua a ser a confissão maioritária em Portugal. Segundo a Universidade Católica Portuguesa, 80,2% dos residentes com 15 ou mais anos considerados no estudo identificavam-se como católicos em 2021, num total de 7.043.016 pessoas. Este número representa uma diminuição de 3,3% face ao recenseamento de 2011.
No entanto, a distribuição territorial apresenta diferenças consideráveis. Os Açores registam a maior proporção de católicos, com 91,63%, seguidos da Madeira, com 90,86%, e do Norte, com 88,07%. Em sentido contrário, o Algarve apresenta 65,89%, enquanto a Área Metropolitana de Lisboa regista 67,54%. Na região algarvia, 21,7% da população abrangida declarou não ter religião, uma percentagem superior à média nacional.
Outros concelhos algarvios também se destacam pela diversidade religiosa
O Algarve não se distingue apenas pela proporção de residentes sem religião. A região apresenta igualmente uma presença significativa de outras confissões cristãs, além da católica, representando estas 10,3% da população considerada. Lagos lidera a classificação nacional neste indicador, com 14,3%, dos quais 6,9% correspondem a protestantes ou evangélicos.
Segundo o estudo, Albufeira surge na segunda posição, com 13,2% de residentes pertencentes a outras confissões cristãs, destacando-se a comunidade ortodoxa, que representa 5,3%. Portimão ocupa o terceiro lugar, com 12,7%, incluindo 5,1% de protestantes ou evangélicos. Os dados mostram que, além da população sem religião, o Algarve apresenta uma distribuição diversificada de identidades religiosas.
Estudo permite conhecer a realidade religiosa de cada concelho
A investigação foi coordenada por Alfredo Teixeira, do Centro de Investigação em Teologia e Estudos de Religião da Universidade Católica Portuguesa, e contou com a colaboração de investigadoras da Universidade do Porto. A publicação reúne informação de diferentes recenseamentos e procura identificar as mudanças na distribuição das religiões em Portugal, incluindo as diferenças entre regiões e municípios.
A Fundação Francisco Manuel dos Santos desenvolveu também uma plataforma interativa, que permite consultar os dados por concelho. A análise tem por base as respostas à pergunta sobre religião nos Censos, que é facultativa.
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Autocarro da Rede Expressos despista-se durante o trajeto entre Serpa e Beja: motorista é a única vítima mortal
Uma viagem de autocarro entre Serpa e Beja terminou numa tragédia na manhã desta sexta-feira, 30 de outubro, depois de um autocarro da Rede Expressos se ter despistado e capotado na berma da estrada. O acidente provocou a morte do motorista, de 51 anos, e deixou sete passageiros feridos, dois dos quais em estado grave.
O despiste aconteceu na Estrada Nacional 260 (EN260), nas proximidades de Baleizão, no concelho de Beja, tendo o alerta sido dado às 8:35 h. De acordo com a agência Lusa, o autocarro realizava a ligação entre Serpa e Beja quando saiu da faixa de rodagem, ficando capotado. A ocorrência obrigou ao corte do trânsito nos dois sentidos e mobilizou dezenas de operacionais.
Dois passageiros de 70 anos sofreram ferimentos graves
Segundo a mesma fonte, os sete passageiros feridos têm idades compreendidas entre os 21 e os 70 anos. Entre as vítimas encontram-se quatro mulheres e três homens, um dos quais estrangeiro. Cinco dos passageiros sofreram ferimentos considerados ligeiros, enquanto os restantes dois apresentavam lesões graves.
A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo confirmou que os dois feridos graves são um homem e uma mulher, ambos com 70 anos, que deram entrada no bloco operatório do Hospital de Beja. O comandante dos Bombeiros Voluntários de Beja, Pedro Barahona, adiantou à Lusa que os dois passageiros sofreram amputações na sequência do acidente.
Motorista poderá ter sofrido uma doença súbita
Uma das hipóteses avançadas pelas autoridades para explicar o despiste está relacionada com um eventual problema de saúde do condutor. Em declarações à agência noticiosa, Pedro Barahona admitiu que o motorista poderá ter sofrido uma doença súbita enquanto conduzia o veículo, perdendo o controlo do autocarro.
“À partida, o motorista terá tido uma doença súbita, que terá provocado o acidente”, afirmou o comandante dos bombeiros. No entanto, esta possibilidade ainda não foi confirmada como causa do despiste. As equipas de emergência realizaram manobras de reanimação ao condutor, mas não foi possível reverter a situação, tendo sido declarado o óbito.
Populares ajudaram passageiros antes da chegada dos bombeiros
Os primeiros momentos após o acidente ficaram marcados pela intervenção de pessoas que circulavam naquela estrada. Segundo o porta-voz da Proteção Civil presente no local, alguns passageiros encontravam-se presos debaixo do autocarro, mas foram ajudados por outros automobilistas antes da chegada das equipas de socorro.
Quando os bombeiros chegaram à zona do acidente, todas as vítimas já se encontravam no exterior do veículo. A colaboração dos populares permitiu retirar os passageiros daquela posição, enquanto os meios de emergência se deslocavam para o local. Os feridos foram posteriormente assistidos pelas equipas médicas e preparados para transporte hospitalar.
Trânsito foi cortado na estrada entre Serpa e Beja
O acidente obrigou à interrupção da circulação rodoviária nos dois sentidos da EN260, uma vez que os veículos de emergência e as equipas de socorro ocupavam parte da faixa de rodagem. Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários de Beja, foram utilizados caminhos agrícolas paralelos à estrada para permitir a passagem dos automobilistas.
O despiste ocorreu ao quilómetro 16 da estrada nacional, próximo de Baleizão. A presença do autocarro capotado e dos meios de assistência condicionou a circulação naquela zona durante a manhã, enquanto decorriam as operações de socorro e de remoção das vítimas.
Mais de 60 operacionais mobilizados para o acidente
A resposta de emergência envolveu os Bombeiros Voluntários de Beja, a Guarda Nacional Republicana, o Instituto Nacional de Emergência Médica e elementos da Proteção Civil. Segundo a informação disponibilizada à Lusa, às 9:20 h estavam mobilizados 62 operacionais e 25 viaturas, tendo o dispositivo sido posteriormente reforçado.
Foi também acionado um helicóptero para apoiar a assistência às vítimas, mas a utilização deste meio acabou por ser cancelada. Por volta das 9:40 h, os sete passageiros feridos já tinham sido transportados para o Hospital de Beja. O corpo do motorista foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal de Beja, enquanto as autoridades prosseguiam os procedimentos relacionados com o acidente.
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Feijóo afirma que han muerto al menos 69 personas en Toledo porque “el Gobierno no renovó un sistema de seguridad obsoleto”: “Si no dimiten ellos, lo haremos en las urnas”

Alberto Núñez Feijóo ha elevado el tono este viernes al responsabilizar del accidente de Toledo al Gobierno por “no renovar un sistema de seguridad obsoleto”. El incidente que terminó en el choque de los trenes que ha provocado al menos 69 muertos comenzó con la caída del sistema LZB. Después, todo apunta a que, al retomarse la marcha, se produjeron errores de comunicación. El líder del PP ha reclamado dimisiones, señalando a Óscar Puente, ministro de Transportes, y Pedro Sánchez. “Si no dimiten ellos, lo haremos en las urnas”, ha asegurado.
Ha comenzado insistiendo en que la atención debe ponerse en las víctimas y en las explicaciones pendientes. “Las familias afectadas y la sociedad en su conjunto necesitan algo más que meras declaraciones de políticos. Necesitan respuestas a demasiadas preguntas. Necesitan alguna certeza dentro de este caos y necesitan seguridad de que se pueda hacer todo lo posible para evitar tragedias”, ha afirmado. También ha querido recordar a la exministra del PP, Fátima Báñez, cuyo fallecimiento se confirmó este jueves como una de las víctimas del accidente.
Feijóo ha convocado la comparecencia después de reunirse con 15 expertos en seguridad ferroviaria que asesoran al partido. “Son personas que llevan décadas dedicadas a la seguridad y a las infraestructuras. Son personas que conocen los sistemas, los protocolos y los riesgos. Es decir, son los que saben y en este momento solamente importa que hablen los que saben”, ha declarado.
Señalar un fallo personal es “cobarde e inmoral”
El presidente del PP ha rechazado que el siniestro pueda ser considerado la consecuencia de un error individual. Según ha sostenido, se produjo nueve meses después del accidente de Adamuz y “en la misma línea”, tras un periodo marcado por “incidencias, averías, retrasos y advertencias”. “Lamentablemente, la gente tiene razón. Lo ocurrido esta semana no puede contemplarse como un hecho aislado, ni tampoco reducirse a un fallo personal o una fatalidad inevitable”, ha dicho.
“Ante un contexto como este, la solución no es taparse los ojos y señalar a una sola persona cuando hay fallos en cadena. Eso es cobarde y es inmoral”, ha afirmado. “Y tampoco basta con gritar lo que hay que hacer, porque eso no es útil. Hay que saber hacerlo”, ha agregado. Feijóo ha reclamado responsabilidades en los tribunales y en el plano político. “España merece la responsabilidad que exige esta situación. Todas las responsabilidades: las jurídicas, que se tienen que depurar en los tribunales; las responsabilidades políticas también se dirimirán, como tarde, en las urnas”, ha sostenido, volviendo a señalar el 29-N.
Su declaración más contundente ha sido cuando se ha dirigido directamente al Gobierno como responsable: “Han muerto 46 personas por un mantenimiento deficiente por parte del Gobierno en Adamuz. Y al menos 69 en Toledo, porque el Gobierno no renovó un sistema de seguridad obsoleto cuando debería haberlo hecho”. El dirigente popular ha añadido que el impacto trasciende a los fallecidos y heridos. “También ha quebrado la confianza de millones de españoles en su sistema ferroviario y no podemos ignorarlo”, ha señalado. A su juicio, la recuperación de esa confianza no dependerá “del mero paso del tiempo”, sino de identificar los fallos y las medidas necesarias. “Los mismos que estaban al frente antes del accidente de Córdoba continúan en sus puestos después del accidente de Toledo”, ha dicho. “Quien ha faltado a su deber de gestionar como exige el Ministerio de Transportes tiene que cargar con ello. Ahora bien, quien lo ha nombrado y lo ha mantenido, con más motivo”, ha concluido.
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Bildu ganaría las elecciones generales en el País Vasco por delante del PSE, según el Gobierno vasco
Los sondeos electorales colocan un escenario favorable para EH Bildu en el País Vasco. Según el estudio presentado por el Ejecutivo regional, la formación independentista ganaría los comicios con siete escaños de los 18 que se encuentran en liza. Superaría tanto al PNV con cuatro como a la facción del PSOE con cinco.
Al ser, junto con Navarra, la única comunidad autónoma en la que se presenta, mejoraría su representación en la Cámara Baja. Esta legislatura ha contado con seis diputados. Sin la presencia de la portavoz, Mertxe Aizpurua, el cabeza de lista es Oskar Matute.
Como recuerda EFE, en las últimas elecciones generales el PSE ganó en Euskadi con cinco escaños, la misma cifra que PNV y EH Bildu, por dos del PP y uno de Sumar. El triple empate actual a cinco escaños se rompería en las próximas elecciones del 29 de noviembre. Hasta entonces queda un mes para que los ciudadanos depositen su voto.
El PP repetiría los dos escaños, con un 12,6 % de los votos, y no habría más. Ni Vox, con el 4,8 % de los votos, ni el Frente Amplio, con el 4,0 %, ni Podemos, con el 1,5 %, lograrían representación. El antecedente de Frente Amplio rascó un representante en el 23.
Por territorios, EH Bildu ganaría en Bizkaia y Gipuzkoa, mientras que en Álava se repartirían un escaño cada uno de los cuatro grandes partidos.
Las listas de EH Bildu para las elecciones del 29-N
Tal y como apuntó este diario, las salidas de Aizpurua, Bel Pozueta y Jon Iñarritu elevarán a nuevas caras al Congreso. El grupo parlamentario de Bildu actual queda reducido a la mitad. Al Senado por Navarra, la formación independentista ha optado por la figura de Floren Aoiz, que fue condenado por colaborar con ETA.
Al formar parte de Batasuna- única formación que no condenó el asesinato de Miguel Ángel Blanco- Aoiz deslizó una nueva amenaza tras la liberación de Ortega Lara. El día 2 de julio de 1997 , Floren Aoiz, amenazó con un nuevo atentado. "Tras la borrachera policial, viene la resaca". Diez días después Txapote le pegó dos tiros a sangre fría en un bosque al concejal popular. Nunca se llegó a arrepentir.
Lo cierto es que la fundación que preside recibió 352.000 euros en concepto de subvenciones públicas desde el año 2023 hasta el último año de la legislatura. La segmentación anual certifica que los 123.000 euros recibidos en 2024 son el mayor cobro durante la legislatura. En ninguno de los cursos analizados se bajó de los 100.000 euros anuales.


© EFE
El Rally Dakar 2027 comenzará en Portugal y discurrirá en su mayoría por Marruecos
La 49.ª edición del Rally Dakar de 2027 saldrá de la región portuguesa del Algarve el 9 de enero y concluirá en Marrakech (Marruecos) el día 23 de ese mes, después de que la organización anunciara esta semana que no podría celebrarse en Arabia Saudí como en los últimos años por los ataques de los rebeldes hutíes del Yemen.
Será un recorrido de 7.824 kilómetros, con 4.341 de etapa especial. El prólogo y el primer tramo cronometrado serán en suelo portugués, en la tercera ocasión que es punto de partida de la carrera, y los otros once tramos y la jornada de descanso, en Marruecos, país que fue zona de paso de la prueba durante catorce años hasta 2007.
El cambio de sede es una medida "excepcional" y en 2028, en la 50.ª edición, volverá a tener lugar en Arabia Saudí, donde la carrera se celebra desde 2020, según informa la organización.
Tras la apertura del parque de asistencia el 5 de enero, el prólogo será cuatro días después entre Loulé y Faro, al sur de Portugal, en el estadio Algarve, con capacidad para 30.000 espectadores, que ya fue punto final de la segunda prueba del Campeonato Mundial de Rally-Raid el pasado mes de abril.
Al día siguiente tendrá lugar el primer tramo cronometrado especial, lo que cerrará la presencia del rally en Portugal.
A través del sur de España, se hará el traslado hacia Marruecos, si bien no habrá ningún tramo de carrera en territorio español. La travesía por el Mediterráneo hasta el puerto marroquí de Nador se hará durante la noche, señala la organización.
A su llegada al reino alauí, los participantes se trasladarán al primer campamento, en Bouarfa, en el noroeste del país, desde donde la carrera se dirigirá desde el día 12 hacia el sur a lo largo de las montañas del Atlas, pasando por Zagora y Agadir, donde la caravana hará un alto de 24 horas.
El rally proseguirá por la gran cordillera marroquí para avanzar hacia los poco explorados desiertos del extremo sur del país. Smara y las proximidades de Dakhla marcarán el punto más lejano del trazado de la segunda semana.
Desde esa zona, la carrera emprenderá el regreso hacia el norte a través de Smara para enfilar hacia Marrakech, punto final de la prueba después de doce etapas.
Serán 4.341 kilómetros de tramos cronometrados, una cifra cercana al formato de las últimas ediciones. La mayoría de estas etapas oscilarán entre los 350 y los 500 kilómetros.
La organización recuerda que los desiertos de Marruecos están entre los más exigentes del mundo, tanto para los pilotos y copilotos como para sus vehículos.
El cambio de ruta para la edición de 2027 supone el regreso del Dakar a Portugal y Marruecos veinte años después de que formaran parte de su trazado.
Lisboa fue punto de partida en 2006 y 2007 con la celebración de la primera etapa. Al año siguiente también estaba fijada la salida en la capital portuguesa, pero el rally se canceló debido a las amenazas terroristas en Mauritania, lo que motivó el traslado de la carrera a Sudamérica entre 2009 y 2019.
En el caso del reino alauí, debutó en la prueba en 1993 en la edición que aún conservaba el recorrido original entre París y Dakar. Desde esa edición, tuvo una presencia continua hasta la 2007.
Desde 2020, el legendario rally fundado por el piloto francés Thierry Sabine tiene como sede Arabia Saudí.
La 49.ª edición del Dakar dará inicio a la nueva temporada de los Mundiales de Rally-Raid de la Federación Internacional de Automovilismo y la de Motociclismo.


© EUROPA PRESS
Polícia de folga reconheceu homem procurado num centro comercial, mas este acabou por fugir da esquadra pela janela
Um homem que tinha uma pena de prisão para cumprir conseguiu escapar das instalações da Polícia de Segurança Pública (PSP) depois de alegar que se estava a sentir mal. O indivíduo, de 32 anos, foi levado para uma sala mais arejada, mas aproveitou a mudança de espaço para saltar por uma janela e fugir, descendo posteriormente por uma ravina até alcançar a rua.
O caso aconteceu no Comando Distrital da PSP de Leiria, depois de o homem ter sido reconhecido por um agente que estava de folga. De acordo com o Correio da Manhã, o indivíduo, residente em Lisboa, tinha uma pena de dois anos e dois meses de prisão para cumprir e estava associado a dezenas de processos judiciais relacionados com diferentes crimes.
Agente da PSP reconheceu o homem enquanto fazia compras
A detenção começou num centro comercial, onde o homem se encontrava a passear com a companheira. Durante a visita, foi reconhecido por um elemento da PSP que não estava de serviço e que decidiu intervir, contando com a colaboração dos seguranças do estabelecimento.
Segundo a mesma fonte, o indivíduo acabou por ser conduzido às instalações policiais para a realização de diligências. O homem estava associado a processos por crimes como furto, abuso de confiança e uso indevido de cartão bancário, entre outros. No entanto, a pena de prisão que tinha para cumprir era de dois anos e dois meses.
Alegou estar indisposto e foi levado para outra sala
A fuga ocorreu quando o homem já se encontrava nas instalações da PSP e estava a ser ouvido pelas autoridades. Durante as diligências, começou a queixar-se de indisposição, alegando que estaria a “ressacar”, situação que levou os agentes a mudá-lo para uma sala com melhores condições de ventilação.
Contudo, foi precisamente nesse momento que encontrou uma oportunidade para escapar. Segundo o Correio da Manhã, o homem saltou por uma janela da divisão onde tinha sido colocado, conseguindo abandonar o edifício antes de ser intercetado pelos polícias que se encontravam no local.
Saltou uma janela e desceu uma ravina para escapar
Depois de sair pela janela, o indivíduo ainda teve de ultrapassar outros obstáculos para conseguir afastar-se das instalações policiais. O percurso incluiu a escalada de um muro e a descida por uma ravina, até chegar a uma rua, onde conseguiu prosseguir a fuga.
Na sequência do sucedido, a PSP decidiu abrir um processo interno de averiguações para esclarecer as circunstâncias em que o homem conseguiu abandonar as instalações. O objetivo é apurar o que aconteceu durante as diligências e em que condições se tornou possível a fuga.
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Jennifer Lawrence confiesa por qué se ha operado el pecho y cómo ha influido Hollywood en su decisión: "Nada volvió a la normalidad"
Conocida por ser una de las actrices más valientes y atrevidas del Hollywood actual, Jennifer Lawrence, de 36 años, ha sorprendido con sus declaraciones recientes sobre cómo la maternidad de su segundo hijo cambió por completo su carrera y vida. Estos cambios físicos la han llevado a someterse a una operación quirúrgica para elevarse el pecho.
"Todo volvió a ser normal tras el primer parto. Después del segundo, nada volvió a la normalidad", explicaba recientemente Lawrence en The New Yorker al hablar de su cuerpo, la relación con Hollywood y el desnudo integral que protagonizó en la película Sin malos rollos (2023), una escena que dio la vuelta al mundo.
La actriz ha reconocido que esto provocó que pasara por quirófano, y más teniendo en cuenta que contará con otro desnudo en su nueva película. Lawrence aparecerá próximamente en What Happens at Night, una adaptación de la novela homónima de Peter Cameron, dirigida por Martin Scorsese y coprotagonizada por Leonardo DiCaprio.
Al preguntarle si se habría operado si no fuera una actriz famosa, ella confesaba que la presión de la industria ha influenciado su decisión. "Quizás no me habría operando con tanta urgencia, aunque creo que lo habría acabado haciendo", reconocía. Su hijo nacía en abril de 2025 y, en noviembre, la actriz ya se estaba sometiendo a la operación de cara al rodaje de la película de Scorsese, previsto para principios de 2026.
Anteriormente, Lawrence ya había hablado de las actrices y algunos de sus tratamientos estéticos más populares, como el bótox y los rellenos dérmicos. La estadounidense explicaba que ella evitaba los rellenos que pudiera resultar perceptibles ante las cámaras y defendía la importancia de mantener la movilidad en la frente.
Este mismo año, la actriz retomará su papel de Katniss Everdeen en Los juegos del hambre: Amanecer en la cosecha, una nueva entrega de la saga que llegará a los cines en noviembre y que supondrá el regreso de uno de los personajes más emblemáticos de su carrera, con el que Jennifer Lawrence alcanzó la fama internacional y se consolidó como una de las actrices más reconocidas de Hollywood.

Sánchez admite que se ha "quebrado" la confianza: "No es asumible sufrir dos accidentes de esta magnitud"
Cita importante desde Toledo. El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, ha admitido que "no son asumibles" dos accidentes ferroviarios sufridos en el último año que han dejado más de un centenar de víctimas mortales.
Sin la presencia del ministro de Transportes, Óscar Puente que comparecerá ante la Diputación Permanente el próximo martes, el líder de los socialistas ha remarcado que para España "no es asumible sufrir dos accidentes de esta magnitud". Sin mencionar de manera directa al responsable de Transportes, lamenta la "confianza quebrada" entre los españoles. En este sentido, se compromete a "llegar hasta el final" de la investigación.
"Trabajamos de manera incansable para dar la mayor información. Todo el apoyo material y psicológico que ya ha comenzado... Es un compromiso que existe", ha apostillado recordando la "extraordinaria colaboración entre el Ejecutivo regional y el Gobierno".
Antes, como telonero, el presidente de Castilla-La Mancha, Emiliano García Page ha anunciado el grado de emergencia a nivel uno y ha mantenido el número de fallecidos en 69 sin descartar nuevas víctimas mortales. En este sentido, ha señalado que no se han encontrado nuevos cadáveres tras la retirada de los vagones
Moncloa refrenda el trabajo de Puente
Una de las principales incógnitas políticas que deja el accidente ferroviario en Urda era la salida del responsable de Transportes, Óscar Puente. Bien por dimisión o cese es un clamor entre los ciudadanos y los partidos conservadores. Puente ha remarcado su intención de continuar.
Sánchez y el Ejecutivo, por el momento, respaldan al responsable ministerial. Fuentes de Moncloa, insisten en su continuidad. Puente siempre ha sido el buque de contención para Sánchez. La duda radica en su debilitada posición tras los diversos accidentes. La posición se fijó minutos antes de su segunda comparecencia en un espacio a "puerta cerrada".
Fuentes del Ejecutivo aseguran que existe un "respaldo sin fisuras" a la labor de Puente ante las últimas críticas que ponen en la picota al ministro de Transportes. Lo cierto, es que altos cargos de Ferraz contradicen al presidente. "Es difícilmente sostenible", remarcaron a este diario.
En primera instancia- seis horas después del accidente- Puente deshojó la opción de presentar su dimisión. "No estoy pensando en mí... Mi estado emocional es irrelevante, lo relevante es el estado de las familias", remarcó desde Madrid. Su percepción no ha cambiado.
A la espera de los siguientes pasos judiciales y el balance definitivo, todo hace indicar que el responsable de Transportes mantendrá su puesto. Justo hoy resta un mes para los comicios generales. Tal y como recoge el Boletín Oficial del Estado (BOE), el ministro 'tuitero' de Sánchez será el cabeza de lista en Valladolid. Las listas se pueden rectificar hasta la primera semana de noviembre.

Michael Carrick is facing a familiar Man United problem – but Chelsea clash could offer a way out
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© Reuters
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