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Spain continues to investigate causes of deadly Toledo train crash – Europe live

The full investigation is likely to take at least weeks to conclude

Meanwhile, we are getting a line from Russian-occupied Oleshky confirming that evacuations are now under way, as part of a US-brokered localised ceasefire to provide humanitarian aid to the city’s residents.

527 people are expected to return to Ukraine-controlled territories, Ukraine’s prime minister Sergii Koretskyi said, quoted by Interfax.

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© Photograph: Susana Vera/Reuters

© Photograph: Susana Vera/Reuters

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Spain continues to investigate causes of deadly Toledo train crash – Europe live

The full investigation is likely to take at least weeks to conclude

Meanwhile, we are getting a line from Russian-occupied Oleshky confirming that evacuations are now under way, as part of a US-brokered localised ceasefire to provide humanitarian aid to the city’s residents.

527 people are expected to return to Ukraine-controlled territories, Ukraine’s prime minister Sergii Koretskyi said, quoted by Interfax.

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A historic land restitution process offers new hope for Botswana’s Indigenous San

Nearly two decades after winning a landmark court case against their forced removal from ancestral lands in Botswana’s Central Kalahari Game Reserve, Indigenous San communities may finally be closer to securing broader, legally protected rights to the land they have called home for generations. The Central Kalahari Game Reserve was established in 1961 both to protect wildlife and to provide a sanctuary where San communities could continue their traditional way of life. But beginning in the 1990s, the government relocated residents to settlements outside the reserve. The United Nations documented how the authorities justified these policies on conservation grounds and the costs of providing public services. Some residents moved under government resettlement programs, while others resisted. Following the withdrawal of basic services in 2002, further forced relocations led to a prolonged legal battle. In December 2006, Botswana’s High Court ruled in favor of Roy Sesana and other San applicants, finding that they had been unlawfully deprived of possession of their land. But the ruling did not resolve the wider question of Indigenous land rights in that area. A change of government in November 2024 opened the possibility of a different approach. Botswana’s new president, Duma Boko, a former human rights lawyer involved in the San people’s legal struggle, had firsthand knowledge of their grievances. In March 2025, his administration announced an interministerial committee to examine the situation of San communities, including their relocation, land claims, cultural rights and possible return to the reserve. The committee subsequently began consultations with affected…This article was originally published on Mongabay

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Como saber se uma empresa de seguros protege meus dados?

Para saber se uma empresa de seguros protege seus dados, o consumidor deve conferir quatro sinais: uma política de privacidade clara, um encarregado de dados com contato divulgado, canais oficiais bem identificados e regras explícitas sobre compartilhamento. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) garante a qualquer cliente o direito de perguntar quais informações a empresa guarda, para que as usa e com quem as divide, e de pedir correção ou exclusão quando for o caso.

No seguro auto, a lista de dados é longa: CPF, endereço, dados bancários, placa e chassi do carro, fotos do veículo e, em alguns casos, localização. A Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, faz contratação e vistoria pelo celular, o que torna o cuidado com essas informações parte da própria experiência do cliente.

Quais dados uma empresa de seguro auto costuma coletar?

Para cotar, contratar e manter o seguro, as empresas normalmente tratam:

  • Dados de identificação: nome, CPF, data de nascimento, telefone e e-mail
  • Dados do veículo: placa, chassi, modelo, ano e fotos da vistoria
  • Dados financeiros: cartão de crédito ou conta para pagamento
  • Dados de uso: endereço, finalidade de uso do carro e, quando o cliente pede assistência, a localização do veículo
  • Dados de sinistro: boletim de ocorrência, fotos do acidente e documentos de terceiros envolvidos

Em muitas seguradoras tradicionais, o cálculo do preço também usa informações de perfil do motorista, como idade, estado civil, tempo de habilitação e local onde o carro dorme. Na Loovi, o preço parte do valor do veículo na Tabela FIPE e não depende desses dados de perfil.

O que a LGPD garante ao cliente de uma seguradora?

A Lei nº 13.709/2018, a LGPD, vale para todas as empresas que tratam dados pessoais no Brasil, incluindo seguradoras e seus representantes. Ela estabelece direitos que o cliente pode exercer a qualquer momento:

Saber o que a empresa faz com seus dados

O titular tem direito a informações claras sobre a finalidade do uso, a forma e a duração do tratamento, a identificação de quem controla os dados e com quem eles são compartilhados. Essas informações costumam estar na política de privacidade.

Acessar, corrigir e pedir exclusão

O artigo 18 da LGPD garante ao titular, mediante pedido, a confirmação de que seus dados são tratados, o acesso a eles, a correção de dados incompletos ou errados, a portabilidade e a eliminação dos dados tratados com base no consentimento. O cliente também pode revogar o consentimento dado.

Há um limite importante: a empresa pode manter dados necessários para cumprir o contrato ou obrigações legais. Um seguro ativo, por exemplo, depende dos dados do segurado e do veículo, e registros de sinistros precisam ser guardados pelos prazos exigidos em lei.

Ter um canal com o encarregado de dados

Toda empresa que trata dados pessoais deve indicar um encarregado, conhecido pela sigla em inglês DPO, e divulgar sua identidade e contato de forma clara, preferencialmente no site. É a ele que o cliente se dirige para exercer seus direitos.

Ser avisado em caso de vazamento

Pelo Regulamento de Comunicação de Incidente de Segurança da ANPD (Resolução CD/ANPD nº 15/2024), quando um vazamento puder causar risco ou dano relevante, a empresa deve comunicar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e os clientes afetados em até três dias úteis após saber que dados pessoais foram atingidos. A comunicação ao titular deve usar linguagem simples e informar quais dados foram afetados, os riscos e as medidas tomadas, além de um canal para dúvidas.

O regulamento considera mais graves os incidentes que envolvem dados financeiros, dados de autenticação, como senhas, dados sensíveis ou informações de idosos, crianças e adolescentes.

Quais sinais mostram que a empresa protege seus dados?

Antes de contratar, vale procurar:

  • Política de privacidade fácil de achar e de ler: ela deve explicar quais dados são coletados, para quê, por quanto tempo e com quem são compartilhados
  • Contato do encarregado de dados: e-mail ou formulário específico para pedidos sobre dados pessoais
  • Pedido só do necessário: desconfie de formulários que pedem informações sem relação com o seguro
  • Consentimento separado para marketing: aceitar receber ofertas não deve ser condição para contratar
  • Canais oficiais claros: site, aplicativo, WhatsApp e telefone divulgados em um único lugar oficial
  • Login protegido no aplicativo: senha forte, verificação em duas etapas ou biometria do próprio celular
  • Seguradora autorizada: registro na SUSEP, que obriga a empresa a seguir as regras de segurança cibernética do setor

Como evitar golpes que usam o nome de seguradoras?

Boa parte dos riscos para os dados do cliente não vem de vazamentos, mas de golpes que imitam empresas conhecidas. Os mais comuns envolvem mensagens com links falsos, boletos adulterados e perfis que se passam pelo atendimento. Para se proteger:

  • Confirme o número de WhatsApp e o telefone no site oficial da empresa antes de responder;
  • Não clique em links recebidos por SMS ou e-mail que peçam atualização de cadastro ou pagamento urgente;
  • Não informe senhas nem códigos de verificação recebidos por SMS, mesmo para quem diz ser do atendimento;
  • Baixe o aplicativo apenas nas lojas oficiais, conferindo o nome do desenvolvedor;
  • Confira o beneficiário antes de pagar um boleto ou Pix;
  • Desconfie de descontos muito altos oferecidos fora dos canais oficiais.

O que fazer se seus dados vazarem ou forem mal utilizados?

Se você suspeitar de vazamento ou uso indevido dos seus dados por uma empresa de seguros:

  • Procure o encarregado de dados da empresa e peça informações sobre o que aconteceu, guardando o protocolo;
  • Troque senhas do aplicativo e do e-mail cadastrado e ative a verificação em duas etapas;
  • Acompanhe extratos do cartão e da conta usados no pagamento;
  • Registre reclamação na plataforma consumidor.gov.br ou no Procon, se não houver resposta;
  • Acione a ANPD, que recebe petições de titulares que não tiveram o pedido atendido pela empresa;
  • Informe a SUSEP quando a queixa envolver a seguradora.

Saber se uma empresa de seguros protege seus dados exige conferir a política de privacidade, o contato do encarregado, os canais oficiais e as regras de compartilhamento. A LGPD garante ao cliente o direito de acessar, corrigir e pedir a exclusão de dados, e obriga a empresa a avisar em até três dias úteis sobre vazamentos que tragam risco relevante. Antes de contratar, procure esses sinais e confirme sempre os canais oficiais para não cair em golpes.

FAQ – Perguntas frequentes

Como saber se uma seguradora segue a LGPD?

Verifique se a empresa tem política de privacidade clara, com a finalidade de cada dado coletado, regras de compartilhamento e prazo de guarda, e se divulga o contato do encarregado de dados. Confirme também se a seguradora é autorizada pela SUSEP, que exige política de segurança cibernética.

Posso pedir para a seguradora apagar meus dados?

Sim, com limites. A LGPD permite pedir a eliminação de dados tratados com base no consentimento, mas a empresa pode manter as informações necessárias para cumprir o contrato em vigor e obrigações legais, como registros de sinistros.

O que é o encarregado de dados?

É a pessoa ou equipe indicada pela empresa para receber pedidos dos titulares e se comunicar com a ANPD. A LGPD exige que a identidade e o contato do encarregado sejam divulgados de forma clara, preferencialmente no site.

A seguradora precisa avisar se meus dados vazarem?

Sim, quando o vazamento puder causar risco ou dano relevante. Pela Resolução CD/ANPD nº 15/2024, a empresa deve comunicar a ANPD e os clientes afetados em até três dias úteis, em linguagem simples.

Fotos da vistoria pelo celular são seguras?

As fotos da vistoria são dados tratados pela empresa para avaliar o veículo e devem seguir a LGPD, com finalidade definida e proteção adequada. Envie as imagens apenas pelo aplicativo oficial. Na Loovi, a vistoria é feita pelo próprio cliente no app, que orienta quais fotos tirar.

Como identificar um contato falso em nome da seguradora?

Confirme telefone e WhatsApp no site oficial, desconfie de links que pedem pagamento urgente ou atualização de cadastro e nunca informe senhas ou códigos recebidos por SMS. Os canais oficiais da Loovi são o aplicativo, o WhatsApp oficial e o telefone 4000-1762.

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Maior desafio de Lula 4 será aprovar reformas no Congresso, diz Moody’s

A dificuldade de aprovar pautas em um Congresso Nacional mais à direita será um dos principais desafios do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo William Foster, vice-presidente sênior da Moody’s Ratings.

Em entrevista exclusiva ao CNN Money, o executivo apontou que a capacidade de negociar com parlamentares e construir acordos políticos será determinante para a implementação de medidas capazes de conter o avanço da dívida pública brasileira.

“O maior desafio que vejo neste momento não é apenas elaborar boas políticas e conquistar a credibilidade do mercado, mas conseguir aprovar a legislação no Congresso para dar sustentação a essas políticas”, afirmou Foster.

Na avaliação dele, o desafio será ainda maior do que no mandato anterior, diante da mudança na composição do Legislativo. “O Congresso se deslocou para a direita”, ressaltou.

Foster destacou que a aprovação de mudanças fiscais exigirá habilidade política do governo para negociar com o centro e construir maiorias. No Brasil, PECs (Propostas de Emenda à Constituição) precisam de três quintos dos votos de deputados e senadores, o que exige uma articulação ampla para a aprovação de mudanças estruturais.

“Isso vai exigir uma negociação significativa de acordos e uma disposição política que Lula precisará empregar para alcançar esses objetivos”, afirmou.

O executivo ressaltou que a questão fiscal não depende apenas da elaboração de medidas bem desenhadas, mas também de sua implementação. Para a agência, a capacidade do governo de transformar propostas em mudanças efetivas será fundamental para recuperar a confiança dos investidores.

A Moody’s mantém a nota de crédito soberano do Brasil em Ba1, um nível abaixo do grau de investimento, com perspectiva estável. Segundo Foster, a evolução da política fiscal será o principal fator para uma eventual mudança na avaliação do país.

Nesse sentido, apontou a necessidade de rever o crescimento das despesas obrigatórias, muitas delas corrigidas pelo salário mínimo e pela inflação. Para ele, mudanças nos mecanismos de indexação e no nível dos gastos poderiam reduzir os déficits primários e, no futuro, permitir a estabilização da dívida.

Juros elevados dificultam recuperação fiscal

O custo de financiamento da dívida é outro ponto de preocupação para a Moody’s. Segundo Foster, o Brasil apresenta despesas com juros elevadas em comparação com outros países, reflexo de taxas historicamente altas e da estrutura de financiamento do governo.

O executivo afirmou que os pagamentos de juros equivalem a cerca de 20% das receitas públicas e superam 8% do PIB (Produto Interno Bruto).

Na entrevista, ele também destacou que mais de 40% da dívida do governo está vinculada a taxas flutuantes relacionadas à Selic, o que aumenta a exposição das contas públicas a períodos prolongados de juros elevados.

“[O Brasil] é muito mais vulnerável a taxas de juros mais altas por períodos mais longos, particularmente com um prazo médio ponderado da dívida pública em torno de quatro anos. Essa é uma característica estrutural […] e a tendência continuou a piorar nos últimos quatro anos do governo Lula”, ponderou.

Na avaliação de Foster, a política monetária enfrenta o desafio de conter as pressões inflacionárias enquanto a política fiscal mantém estímulos à atividade econômica. O aumento dos gastos públicos pode dificultar o trabalho do Banco Central e reduzir o espaço para cortes mais rápidos da taxa básica de juros.

O executivo, contudo, vê possibilidade de redução gradual dos juros, desde que algumas condições sejam atendidas. Entre elas, está um reequilíbrio da política fiscal, capaz de contribuir para a desaceleração da inflação e diminuir o custo de financiamento do governo e da economia.

“[A consolidação fiscal] permitiria ao Banco Central, potencialmente, ter mais confiança para que eles possam reduzir ainda mais as taxas”, disse.

Foster também alertou para a possibilidade de dominância fiscal, situação em que as pressões das contas públicas dificultam a condução da política monetária.

Para a Moody’s, a recuperação da credibilidade fiscal seria um caminho para melhorar as condições de financiamento e favorecer o crescimento sustentável. A redução do custo da dívida também ajudaria a diminuir os déficits e abrir espaço para investimentos do setor privado.

Dívida pública pode continuar crescendo sem reformas

A relação entre a dívida pública e o Produto Interno Bruto é um dos principais fatores de risco para o perfil de crédito brasileiro, segundo Foster. O indicador passou de aproximadamente 72% para 83% do PIB nos últimos anos.

Sem mudanças na política fiscal ao longo dos próximos quatro anos, a Moody’s projeta que a relação poderá alcançar cerca de 87% do PIB no ano seguinte e continuar aumentando. A estimativa da agência é superior à projeção do governo, que prevê um pico próximo de 88% nos próximos anos, antes de uma trajetória de queda.

“Para que a dívida comece a cair ou se estabilize, é necessário observar mudanças na política fiscal”, afirmou Foster.

Segundo ele, a principal frente de atuação seria a revisão das despesas obrigatórias, que apresentam uma tendência estrutural de crescimento. A redução do ritmo de expansão dos gastos e eventuais cortes poderiam contribuir para diminuir os déficits primários e, posteriormente, permitir a obtenção de superávits.

O executivo também fez ressalvas ao atual arcabouço fiscal brasileiro. Embora considere razoáveis as metas de resultado primário, ele avalia que o modelo não contempla de maneira suficiente o principal fator por trás do déficit total do governo: o pagamento de juros.

“Uma política fiscal crível precisa levar em conta o custo dos empréstimos”, afirmou.

Para o executivo, a adoção de metas de longo prazo para a dívida em relação ao PIB e mudanças na forma de acompanhar o cumprimento dos objetivos fiscais poderiam aumentar a transparência e a previsibilidade da política econômica.

A agência considera que uma melhora duradoura das contas públicas, acompanhada de crescimento econômico mais forte, poderia abrir caminho para uma perspectiva positiva e, eventualmente, para a elevação da nota de crédito brasileira ao grau de investimento. Isso exigiria, porém, uma mudança permanente e significativa na trajetória fiscal.

No sentido contrário, a persistência de déficits elevados e a deterioração da credibilidade da política econômica poderiam pressionar ainda mais os juros, prejudicar o crescimento e ampliar o endividamento.

Porém, Foster destacou que a polarização política dificulta a adoção de medidas fiscais não apenas no Brasil, mas também em outros países. Reformas que envolvem despesas sociais, previdência e saúde são particularmente sensíveis e dependem de consenso político.

“É necessário um reequilíbrio entre esses custos e os objetivos fiscais. Isso exige consenso político, algo que está muito difícil de alcançar no Brasil e em muitos países ao redor do mundo”, afirmou.

Para a Moody’s, a capacidade do governo Lula de construir pontes com a oposição e com os partidos de centro será decisiva para avançar com reformas capazes de estabilizar a dívida e fortalecer o perfil de crédito do país.

 

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La pugna entre De Cos y el neerlandés Knot por el BCE entra en su fase final

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“El BCE es una roca, y la institución se mantendrá en el marco de la continuidad”. Con estas palabras aludió ayer Christine Lagarde al proceso de sucesión en el banco central. Su despedida marca el comienzo de una batalla que en realidad lleva semanas abierta en las capitales europeas en la que el español Pablo Hernández de Cos, de 55 años, se medirá al neerlandés Klaas Knot, de 59. Uno de los dos puede ser el quinto presidente del BCE.

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[PHOTOS] Everland's baby panda Shubao makes outdoor debut

Shubao, the youngest member of Everland's giant panda family, was introduced to the public at Panda World in Yongin, Gyeonggi Province, Friday. Korea Times photo by Shim Hyun-chul

Shubao, the youngest member of Everland's giant panda family, was introduced to the public at Panda World in Yongin, Gyeonggi Province, Friday. Korea Times photo by Shim Hyun-chul
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Mi bola blanca para ‘La bola negra’

Sí, confieso que me pareció una película plagada de ese tipo de excesos conceptuales e imposturas líricas que empañan cualquier debate nacional sobre los derechos sociales. Pero uno la salvaría porque el resultado final los supera con mucho en su grandioso esfuerzo original y estético.

Uno pensó, mientras se hallaba a oscuras y atornillado a su butaca, que quizá una de las tres horas le sobraba a esa cinta. Y ya entrando en harina, lo que me resultó chirriante fue la mezcla de esteticismo y sordidez castiza. Me parecieron un logro esas escenas pictóricas de marineros que son un guiño a los dibujos que Lorca hizo con un estilo naïf en las postales y cartas que enviaba a sus amigos. Pero creo que se daban de tortas con el perfil de Teresa, esa madre áspera como la lija y salida de una película de Almodóvar, o de Alberto, ese hijo alternativo escapado de otra de Alex de la Iglesia. Uno tuvo la impresión, en fin, de asistir a una parodia de Pasolini pasado por la túrmix choni de los Premios Goya.

Y luego estaban esos grititos histéricos y esos "cojones" que nunca faltan en el cine español. En el americano, la violencia suele irrumpir sin gritos, con la elocuencia del silencio. Dicho de otro modo, en nuestras películas es clásica la escena en la que se grita mucho y no muere nadie. En La bola negra, las escenas más logradas del horror de la guerra son esas en las que se amontonan los cuerpos enmudecidos por la mordaza de la muerte.

Otro defecto típicamente presentista del que adolece la película es el Lorca santurrón que comparece, ya sabiéndose a sí mismo como el poeta y el profeta carismático en el que lo convertiría su asesinato. A ese empalago se suma la mirada entre suficiente y lacrimógena de la hispanista que viene a darnos lecciones de tolerancia desde el país que ha votado a Trump y cuya superioridad moral es una modalidad inquisitorial. Nos hemos pasado la etapa democrática oyendo a unos nacionalistas que nos presentaban la Guerra Civil como un litigio de España contra los vascos y los catalanes. ¿Vamos a caer ahora en la tentación de presentar la contienda del 36 como una guerra de España contra los gays?

Sí. Uno a la La bola negra le saca una bola blanca por lo que tiene de audaz desmesura y conmovedor homenaje a esa poesía española que ayer se quiso confundir con la izquierda y hoy con la causa homosexual. Si esa película sirve para que las jóvenes generaciones lean los Sonetos del amor oscuro, que son la antítesis de ese trazo grueso, ¡bienvenida!

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Cuenta con ello

Yo era un joven economista obsesionado con el emprendimiento como palanca de desarrollo, Fátima Bañez una experimentada diputada en la oposición a Zapatero con olfato político e impecable preparación técnica. Entonces nos conocimos, corría el año 2008 y un día Fátima me pidió un papel con políticas públicas que fuesen rompedoras, pero a la vez atractivas; me insistió en que fuesen acciones testadas en otras geografías y ayudasen a generar empleo.

Las ideas que le pasé estaban basadas en los estudios de David Birch que logró demostrar que solo los emprendedores y las pymes son capaces de crear empleo neto. Rápidamente se entusiasmó con las medidas puestas en marcha en países como Estados Unidos y Reino Unido y convenció a Mariano Rajoy para que tomase como bandera el emprendimiento de esos años en la oposición. El resto ya se conoce y Báñez diseñó toda una estrategia de acercamiento a un público joven deseoso de encontrar una ilusión para encontrar trabajo y un futuro mejor.

Eran tiempos de crisis y en esos años de oposición a Zapatero, Mariano Rajoy y Báñez recorrieron las más importantes incubadoras de empresas de media España y hablaron con los emprendedores de éxito de la época, así como con los inversores de startups más conocidos. A partir de esos años fue difícil encontrar un alcalde de cualquier ciudad española que no quisiera abrir un centro de emprendedores o programas de ayudas variadas para crear empresas.

Las elecciones de 2011 llegaron y Rajoy alcanzó una mayoría absoluta que le permitió gobernar con Fátima Bañez como flamante Ministra de Empleo y Seguridad Social. Pero la crisis se cebó con nuestro país destruyendo empleo y agitando la calles, lo que no le impidió a Fátima prorrogar y presentar mi primer libro allá por el 2012. "Cuenta con ello", me dijo cuando superando el pudor de dirigirme a toda una ministra le hice la petición. De nuevo el tema eran los emprendedores y su discurso se centró en la necesidad de un nuevo marco que permitiese crear empleo, un cambio legislativo que además se mantuviese en el tiempo modernizando el país y generando riqueza para los españoles.

Su reforma laboral ha pasado a la historia como la acción de política económica más exitosa de la historia de la democracia. Se crearon millones de puestos de trabajo y se acabó con la maldición española de la ausencia de competitividad. Y Fátima seguía contestando mis mensajes y respondiendo a mis llamadas. Y llegó 2018 y la moción de censura de Pedro Sánchez que le permitió a Fátima volver a la gestión privada que había mamado en su hogar, pero su reforma siguió. Los socios de Sánchez se habían dedicado en cuerpo y alma a criticar la reforma, pero no tocaron una coma de la ley Báñez hasta casi cuatro años después ¿Quién se iba a atrever a alterar una reglas que marcaron el mayor periodo de prosperidad laboral del país?

Fátima siguió cultivando amistades tan diferentes como Cándido Méndez de la UGT o Antonio Garamendi de CEOE y leyendo todo lo que se le ponía por delante, hasta que precisamente por ese talante integrador y su experiencia, la patronal la nombró en 2020 presidenta de su fundación para acelerar la acción social de las empresas españolas con el foco en la mejor herramienta de cambio que existe: la creación de empleo.

Y volvimos a encontrarnos esta vez para apoyar un programa de formación a líderes para acercar la empresa y promover un acercamiento entre lo público y lo privado. Era el año 2021 y Fátima Bánez aceptó inaugurar el curso de liderazgo público que tengo el honor de dirigir y se empeñó además en que su papel no fuese protocolario sino docente, explicando las mejores políticas públicas para luchar contra la exclusión social, de nuevo el empleo y el emprendimiento.

Estos años he tenido la suerte de trabajar codo con codo con ella, aprender de su talante además de comprobar su educación y capacidad de trabajo. Jamás faltó a una clase, nunca dejó de responder una pregunta o atender con una sonrisa cualquier petición o incluso crítica de los alumnos.

Esta semana estábamos ilusionados por recibir en el curso a María Guardiola la presidenta de la Junta de Extremadura porque defendía que las mujeres funcionarias saben gobernar mejor que nadie. Lo aprendió quizás de su íntima amiga Soraya Sáenz de Santamaría o de los excelentes servidores públicos que le acompañaron en su carrera en lo público como Engracia Hidalgo o Ignacio Niño. Por desgracia ya no podrá presentar mi último libro como era nuestra intención el 2 de diciembre en Murcia.

Sin escatimar la energía que le definía, me escribió unas horas antes del accidente para decirme otra vez “cuenta con ello”. Nos iríamos juntos en tren hasta la capital murciana porque le encantaba el título del libro por llevar la palabra audaz y sobre todo porque una mujer empresaria de raza como Miriam Fuertes organizase el evento. Sin las empresas familiares no somos nada, me recordó. Hay que apoyar a los que crean empleo para que muchos más sigan su ejemplo.

Su legado como gran parte de sus reformas sigue vivo y millones de personas sin saberlo. Porque cada vez que se firma un contrato laboral en este país de alguna manera la sonrisa de Fátima Báñez está en esa rúbrica.

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Trump planning a major Iran escalation soon after midterms

US Senator Chris Murphy disclosed on October 28 that he was among the members of Congress recently briefed behind closed doors on the Trump administration’s discussions of a possible post-midterm assault on Iran, and he came away with a startling assessment: “Their plan is insane.” Murphy (D-Conn.), who recently traveled to Gulf countries to survey […]

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Trump to join tele-rallies 19 states after midterm event cancellations

The Republican National Committee (RNC) said Thursday that President Trump will appear in tele-rallies across 19 states before Election Day, an announcement which followed his two in-person event cancellations in Iowa and Kansas “Voters across the country want to hear from President Trump before Election Day, and this 72-hour sprint will be a huge boost…

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Trump to join tele-rallies 19 states after midterm event cancellations

The Republican National Committee (RNC) said Thursday that President Trump will appear in tele-rallies across 19 states before Election Day, an announcement which followed his two in-person event cancellations in Iowa and Kansas “Voters across the country want to hear from President Trump before Election Day, and this 72-hour sprint will be a huge boost…

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