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Circuit Breaker: CNN Brasil estreia documentário sobre revolução do mercado

A CNN Brasil exibe de 9 a 13 de novembro, às 23h30, os cinco episódios de Circuit Breaker – A Revolução do Mercado Financeiro, documentário do selo CNN Séries Originais produzido pela NeoFeed Produções.

No CNN Money, a estreia será em 12 de novembro, às 20h15, com novos episódios às quintas-feiras até 10 de dezembro. A produção percorre os últimos 25 anos do mercado financeiro brasileiro e mostra como a tecnologia, as mudanças regulatórias e o surgimento de novos modelos de negócio transformaram o setor.

Com direção e roteiro do cineasta Lúcio Goldfarb e produção de Carlos Sambrana e Ralphe Manzoni Jr., a série documental acompanha a evolução de um mercado historicamente concentrado nas grandes instituições financeiras. A narrativa aborda a expansão das corretoras independentes, das plataformas de investimento e das assessorias, além do crescimento da educação financeira e da participação de novos perfis de investidores.

Por dentro da série

Ao longo dos cinco episódios, a produção recupera momentos decisivos dessa trajetória e mostra como as transformações tecnológicas, regulatórias e econômicas alteraram a relação dos brasileiros com os investimentos.

O documentário também acompanha os movimentos das instituições tradicionais e a entrada de novos participantes que ajudaram a redefinir a dinâmica do setor.

A série reúne mais de 40 entrevistados, entre executivos de instituições financeiras, empreendedores, investidores, reguladores, assessores de investimentos e especialistas em educação financeira.

Entre os participantes estão Guilherme Benchimol, fundador e presidente executivo do conselho de administração da XP; Gilson Finkelsztain, CEO da B3 entre 2017 e 2026; Marcelo Flora, sócio do BTG; Carlos Constantini, diretor executivo do Itaú Unibanco; João Pedro Nascimento, presidente da CVM entre 2022 e 2025; Alexandre Riccio, CEO do banco Inter; Carlos André, presidente da Anbima entre 2022 e 2026; Luciane Effting, head do Santander AAA; Augusto Miranda, diretor executivo do Wealth Management do Bradesco; Roberto Dagnoni, chairman do Mercado Bitcoin; Roberto Lee, cofundador e CEO da Avenue; Nathália Rodrigues, CEO da Nath Finanças; e Thiago Nigro, fundador do Grupo Primo.

“O Circuit Breaker é o primeiro filme da NeoFeed Produções, produtora que atuará no segmento audiovisual. É o nosso cartão de visita para quem pretende conhecer a fundo a história por trás da popularização e da revolução do mercado financeiro no Brasil”, afirma Carlos Sambrana, cofundador do NeoFeed e produtor da série documental.

Segundo Sambrana, o projeto levou cerca de um ano e meio de pesquisas e entrevistas. “O resultado é um trabalho de dezenas de pessoas e de um ano e meio de pesquisas e entrevistas para mostrar como os grandes players se movimentaram e outros surgiram chacoalhando o mercado. Trazemos a visão dos reguladores, dos líderes das empresas do mercado financeiro, dos influenciadores, dos educadores, dos assessores de investimento e muito mais”, completa.

Para Lúcio Goldfarb, diretor e roteirista do documentário, o desafio foi transformar uma história extensa, com diferentes personagens e mudanças estruturais, em uma narrativa acessível também a quem não acompanha o mercado financeiro.

“Partimos de uma proposta ousada, de contar uma história grande, que envolvia todo o mercado financeiro por 25 anos. Eram muitos personagens, como players, empreendedores, investidores e outros, em um momento de intensa transformação do mercado. Portanto, creio que o ponto principal foi encontrar um caminho criativo para deixar essa história compreensível e interessante mesmo para quem não é do mercado financeiro”, afirma.

O documentário marca a estreia da NeoFeed Produções no audiovisual e amplia a parceria entre NeoFeed e CNN Brasil, que já desenvolveram projetos conjuntos como É Negócio, Números Falam, Café com Investidor, Call de Negócios e Fato Relevante.

Além da exibição na CNN Brasil e no CNN Money, a produção também será distribuída pelo NeoFeed.

“Para estrear a série nada mais natural do que estarmos ao lado da nossa grande parceira, a CNN Brasil. Já produzimos alguns programas em conjunto e o documentário, que será exibido na tela da CNN e também no NeoFeed, coroa essa parceria”, conclui Sambrana.

Serviço

CNN Brasil

  • Maratona inédita: de 9 a 13 de novembro, às 23h30.
  • Reprises: aos sábados, de 14 de novembro a 12 de dezembro, às 14h30.

CNN Money

  • Estreia: 12 de novembro, às 20h15.
  • Exibição inédita: às quintas-feiras, até 10 de dezembro, às 20h15.
  • Reprises: em rodízio aos fins de semana, de 14 de novembro a 13 de dezembro, na faixa vespertina.

Distribuição: CNN Brasil, CNN Money e NeoFeed.

Ficha técnica

A direção e o roteiro são de Lúcio Goldfarb; a produção, de Carlos Sambrana e Ralphe Manzoni Jr.; e a direção de conteúdo, de Patrícia Valle. A direção de produção é de Letycia Cardoso. A direção de fotografia é assinada por Fabio de Paula e Vinicius Torres, com montagem de Rogério Zagallo e finalização da The Hue. A direção de arte, design e animação é da NOO Works.

Sobre o NeoFeed

O NeoFeed é uma das principais plataformas de conteúdo sobre negócios, economia e finanças do Brasil, reconhecida por sua cobertura exclusiva e análises aprofundadas.

Fundado por jornalistas com ampla experiência no mercado, o veículo se destaca por antecipar tendências, revelar bastidores do poder econômico e oferecer insights estratégicos sobre empresas, tecnologia e investimentos, conectando líderes e tomadores de decisão às transformações que moldam o ambiente de negócios.

Sobre CNN Séries Originais

A CNN Séries Originais é a frente de produções especiais da CNN Brasil dedicada ao desenvolvimento de conteúdos documentais, investigativos e temáticos com linguagem multiplataforma.

Com foco em aprofundamento jornalístico e narrativas autorais, o projeto reúne séries inéditas que exploram temas de relevância nacional e internacional, conectando informação, contexto e storytelling audiovisual.

As produções abordam diferentes universos — como economia, inovação, comportamento, política, cultura, tecnologia e sociedade — por meio de entrevistas exclusivas, reportagens especiais e personagens que ajudam a traduzir tendências e transformações contemporâneas.

Sobre o CNN Money

No ar desde novembro de 2024, o CNN Money já é referência em cobertura econômica, com 12 horas diárias de programação ao vivo acompanhando os mercados do Brasil e do exterior, da abertura ao fechamento. A equipe traz os índices financeiros globais por meio de um moderno dashboard, com dados fundamentais para investidores e tomadores de decisão.

Sobre a CNN Brasil

No país desde março de 2020, a CNN Brasil atinge mais de 105 milhões de pessoas por mês com a cobertura jornalística multiplataforma mais completa do Brasil.

Disponível em TV por assinatura, banda kU, streaming (Claro, Amazon Prime, Vivo Play, Samsung TV Plus e LG) e YouTube, a CNN Brasil também oferece seu conteúdo via portal, apps, redes sociais e podcasts.

Com um time que reúne alguns dos mais renomados jornalistas e analistas do país em suas respectivas áreas, a multiplataforma endossa o compromisso de levar as notícias mais importantes do Brasil e do mundo ao alcance do espectador ou leitor, na forma e no momento que mais lhe for conveniente, contemplando informações sobre política, economia, meio ambiente, assuntos internacionais, tecnologia, cultura e esportes.

Desde o início de 2024, a marca estende sua credibilidade ao CNN Talks, unidade que hoje se notabiliza pelo êxito em unir líderes dos setores público e privado em debates sobre os temas mais relevantes para o desenvolvimento do país.

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Hackers da Coreia do Norte são suspeitos de roubo de US$ 6 bi na Binance

Hackers roubaram mais de US$ 6 bilhões em criptomoedas nesta quinta-feira (29), estabelecendo um novo recorde para o maior assalto do tipo já registrado. Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como possível responsável pelo ataque.

Até a noite de quinta-feira nos Estados Unidos, um grupo de empresas de criptomoedas havia conseguido congelar cerca de US$ 3 bilhões dos valores roubados, em uma corrida frenética contra os hackers para localizar e controlar o dinheiro digital.

Os invasores conseguiram acessar carteiras digitais mantidas na Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo.

A Binance afirmou na noite de quinta-feira que sua investigação preliminar indica que o ataque ocorreu por meio do notebook de um engenheiro, “o que permitiu que um invasor obtivesse acesso a um contêiner de serviço e enviasse transações de saque não autorizadas”.

A empresa afirmou que “cobrirá todas as perdas” com recursos próprios e de um fundo emergencial de ativos, acrescentando que “os fundos dos usuários estão seguros”. A corretora também informou que “suspendeu temporariamente depósitos e saques enquanto as verificações de segurança são concluídas; revogou a autorização do endereço afetado; [e] acionou autoridades policiais e parceiros de inteligência em blockchain para rastrear e recuperar os fundos”.

Analistas ficaram surpresos com o volume de dinheiro envolvido.

“É o maior ataque hacker da história”, afirmou à Reuters Aravind Srinivasan, chefe da área de operações sistemáticas de balcão (OTC) da GSR, uma das principais empresas de formação de mercado de criptomoedas.

A empresa de rastreamento de criptomoedas TRM Labs atribuiu o roubo a uma unidade de elite de hackers norte-coreanos, “com base em informações robustas obtidas dentro e fora da blockchain”.

A Pangolin Intelligence, outra empresa de rastreamento de blockchain sediada em Singapura, também afirmou acreditar que uma unidade de hackers da Coreia do Norte esteja por trás do ataque.

“A análise da atividade na blockchain relacionada a esse ataque, combinada com informações coletadas de incidentes anteriores conhecidos [envolvendo a unidade cibernética norte-coreana]”, levou à atribuição, afirmou um analista da Pangolin Intelligence, que não quis ser identificado por motivos de privacidade.

“Acho que o jogo de gato e rato mal começou”, disse o analista à CNN, acrescentando que a Coreia do Norte provavelmente está preparada para recorrer a uma rede de organizações de lavagem de dinheiro para tentar converter os valores roubados em dinheiro.

A Chainalysis, outra empresa de rastreamento de criptomoedas, afirmou estar monitorando os fundos roubados, que “estão se movimentando por diversas blockchains”, incluindo Bitcoin e Ethereum. Um porta-voz da empresa disse à CNN que havia “alto grau de confiança” de que a Coreia do Norte estava por trás do ataque.

A CNN procurou a missão da Coreia do Norte na ONU para comentar o caso. Pyongyang já negou anteriormente acusações de ataques hacker.

A CNN também solicitou comentários ao FBI e ao Serviço Secreto dos Estados Unidos, que também investiga crimes cibernéticos. Em investigações anteriores sobre grandes roubos de criptomoedas, o FBI contou com uma equipe de analistas de prontidão que trabalhava para congelar parte dos valores.

Caso a responsabilidade da Coreia do Norte seja comprovada, isso não surpreenderia autoridades policiais americanas nem especialistas do setor privado. Hackers norte-coreanos foram responsabilizados pelo recorde anterior de roubo de criptomoedas, quando supostamente furtaram US$ 1,5 bilhão da Bybit, outra grande corretora do setor. Na ocasião, os invasores roubaram, em questão de minutos, um valor equivalente a uma parcela significativa do PIB (Produto Interno Bruto) anual estimado da Coreia do Norte.

As formidáveis equipes de hackers da Coreia do Norte são uma importante fonte de receita para o regime, que possui armas nucleares e enfrenta duras sanções internacionais, segundo autoridades atuais e antigas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul. Hackers ligados a Pyongyang roubaram bilhões de dólares de bancos e empresas de criptomoedas nos últimos anos, de acordo com relatórios das Nações Unidas e de empresas privadas.

Uma investigação da CNN publicada em 2023 destacou como o serviço de inteligência sul-coreano trabalhou com especialistas privados em rastreamento de criptomoedas para apreender cerca de US$ 1 milhão em ativos digitais roubados por norte-coreanos de uma vítima.

Diferentemente das plataformas de negociação de ações, as corretoras de criptomoedas costumam manter os ativos digitais em nome de seus usuários, o que as torna mais vulneráveis a ataques hacker e roubos, especialmente diante da falta de supervisão regulatória em um setor relativamente novo.

A Binance foi cofundada em 2017 pelo canadense Changpeng Zhao e se tornou a maior plataforma de negociação de criptomoedas do mundo em menos de um ano após seu lançamento.

No entanto, Zhao deixou o cargo em 2023, após se declarar culpado de violar leis contra a lavagem de dinheiro nos Estados Unidos. Ele foi condenado a quatro meses de prisão federal e recebeu um perdão do presidente Donald Trump em outubro do ano passado.

Zhao, que não administra mais a plataforma, mas continua sendo seu maior acionista, afirmou na rede social X que o incidente aparentemente foi um ataque hacker e que espera que a corretora cubra integralmente os fundos dos usuários.

Os preços do Bitcoin e do Ether, as criptomoedas mais negociadas, despencaram após a notícia da invasão à Binance, mas recuperaram parte das perdas e operavam em queda de cerca de 2% a 3% na tarde de sexta-feira (30), no horário de Hong Kong.

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Polícia de Nova York assume investigações de violência sexual em Cornell

A Polícia Estadual de Nova York ficará responsável pelas futuras investigações de denúncias de agressão sexual na Universidade Cornell, anunciou a governadora Kathy Hochul na quinta-feira (29), em mais um desdobramento das críticas à forma como a instituição lidou com uma suposta violência sexual coletiva no campus.

O anúncio ocorre após críticas generalizadas à conduta da universidade no caso e questionamentos sobre a ausência de acusações criminais depois que uma mulher identificada apenas como Jane Doe afirmou ter sido estuprada por integrantes de uma fraternidade de Cornell.

A Polícia Estadual de Nova York e a Universidade Cornell assinaram um acordo segundo o qual denúncias de crimes sexuais, normalmente sob a jurisdição da polícia do campus, serão encaminhadas à corporação estadual para investigação criminal, a menos que a denunciante solicite o contrário, afirmou Hochul em comunicado.

“Quando alguém denuncia uma agressão sexual, merece ser ouvido, tratado com compaixão e saber que suas alegações serão levadas a sério e investigadas minuciosamente”, disse Hochul no anúncio.

Ao se referir às acusações de Jane Doe como “horripilantes”, Hochul afirmou: “As vítimas precisam poder confiar nas instituições responsáveis por protegê-las. Não podemos decepcioná-las”.

A Universidade Cornell não respondeu imediatamente a um pedido de comentário após o horário normal de expediente.

Anteriormente, Hochul nomeou a procuradora-geral Letitia James como promotora especial para reabrir a investigação criminal sobre a denúncia de Jane Doe. Um comitê do conselho administrativo de Cornell também designou a ex-vice-procuradora-geral dos Estados Unidos Sally Yates para analisar a resposta da universidade às denúncias de violência sexual.

Votação de desconfiança em andamento

Jane Doe afirmou que foi drogada e estuprada coletivamente durante uma visita à sede da fraternidade Chi Phi, em outubro de 2024, segundo uma ação judicial civil apresentada neste ano.

Integrantes da fraternidade a pressionaram a consumir cetamina e cometeram violência sexual contra ela durante várias horas, enquanto estava intoxicada demais para consentir, alega o processo, que cita sete ex-alunos.

Os advogados dos integrantes da fraternidade negaram as acusações. Alguns afirmaram que a atividade sexual foi consensual, enquanto outros contestaram a participação de seus clientes nos acontecimentos descritos na ação.

Embora Cornell tenha expulsado ou aplicado medidas disciplinares a vários estudantes envolvidos no episódio, nenhuma acusação criminal foi apresentada.

O processo provocou críticas generalizadas à universidade, localizada em Ithaca, Nova York, com estudantes, ex-alunos e defensores de vítimas cobrando mais transparência sobre a forma como a instituição lida com denúncias de violência sexual.

O Senado do Corpo Docente de Cornell está atualmente avançando com uma votação de desconfiança na administração da universidade. Cerca de 135 integrantes do órgão deliberativo poderão votar na resolução, que não tem caráter vinculante, entre esta sexta-feira e 6 de novembro, informou o jornal Cornell Daily Sun.

“O Senado do Corpo Docente não confia na capacidade da administração central de lidar de forma eficaz com a crise contínua de violência sexual na Universidade Cornell”, diz o texto da resolução.

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Coreia do Sul promete resposta firme a violações da fronteira pelo Norte

A Coreia do Sul responderá com firmeza para proteger a fronteira militar com a Coreia do Norte, apesar das alegações de Pyongyang de que realiza operações em seu próprio lado da linha divisória, afirmou nesta sexta-feira (30) o assessor de segurança nacional sul-coreano, Wi Sung-lac.

As tensões aumentaram após a explosão de uma mina terrestre dentro da DMZ (Zona Desmilitarizada, em inglês), na fronteira entre os dois países, ferir gravemente vários soldados sul-coreanos durante uma missão de reconhecimento no mês passado. Seul afirmou que a explosão foi causada por uma mina norte-coreana.

O Comando das Nações Unidas, responsável por supervisionar a DMZ, afirmou que a presença de uma mina norte-coreana do outro lado da linha divisória violou o armistício. Seul exigiu que Pyongyang interrompa imediatamente os trabalhos de fortificação nas proximidades da fronteira entre as Coreias, alegando que as atividades elevaram as tensões.

Pyongyang negou responsabilidade pela mina. Kim Yo Jong, influente irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, afirmou em 21 de outubro que a Coreia do Norte ativará alto-falantes de propaganda contra a Coreia do Sul ao longo de toda a fronteira até o fim de outubro.

O serviço de inteligência sul-coreano afirmou na quinta-feira (29) que a Coreia do Norte ainda não havia iniciado nenhuma transmissão.

As duas Coreias já utilizaram esse tipo de transmissão como parte de campanhas de guerra psicológica.

Pyongyang critica exercícios militares entre Seul e Washington

O Ministério da Defesa da Coreia do Norte afirmou em comunicado divulgado nesta sexta-feira pela agência estatal KCNA que os exercícios de defesa aérea Freedom Flag, realizados em conjunto por Coreia do Sul e Estados Unidos, estão aumentando as tensões na Península Coreana.

“Não há limites para as opções da RPDC para manter uma postura de dissuasão forte, capaz de lidar de forma eficaz com todas as ameaças representadas pelas movimentações militares dos Estados Unidos e de suas forças subordinadas”, afirmou o porta-voz do ministério, usando a sigla do nome oficial da Coreia do Norte, República Popular Democrática da Coreia (RPDC).

As forças aéreas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos realizam exercícios conjuntos de defesa aérea desde segunda-feira (26) na Base Aérea de Kunsan. As atividades estão previstas para terminar em 6 de novembro, segundo o Ministério da Defesa sul-coreano.

Os exercícios envolvem caças furtivos, incluindo os F-35A da Coreia do Sul e os F-35B supersônicos do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, informou o ministério.

Coreia do Norte realiza teste com torpedos que usam IA para detectar alvos

 

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Fernando Sastre é condenado a 17 anos de prisão por morte de motorista

O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho foi condenado a 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado, pela morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, de 52 anos, e pelos ferimentos provocados em um amigo durante um acidente de trânsito em março de 2024, na zona leste de São Paulo.

A sentença foi lida por volta de 1h20 da madrugada desta sexta-feira (30), após o segundo dia de julgamento avançar pela madrugada no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista.

O júri popular, formado por sete jurados, sendo quatro mulheres e três homens, reconheceu a responsabilidade criminal de Sastre pelos crimes apresentados pela acusação. O empresário foi condenado por homicídio qualificado, na modalidade de dolo eventual, quando o autor assume o risco de provocar a morte, e por lesão corporal contra Marcus Vinícius Machado Rocha, que estava no Porsche no momento da colisão.

No caso do homicídio, os jurados reconheceram a qualificadora de perigo comum, por entenderem que a conduta do empresário colocou outras pessoas em risco.

Além da pena de prisão, a Justiça determinou a inabilitação de Fernando Sastre para dirigir veículos automotores.

Julgamento

O julgamento começou na quarta-feira (28) e foi marcado por depoimentos de testemunhas, familiares das vítimas e pela confissão inédita do empresário de que havia consumido bebida alcoólica antes do acidente.

Durante o interrogatório, realizado na quinta-feira (29), Sastre admitiu, pela primeira vez desde a colisão, que ingeriu álcool naquela noite. Até então, o empresário negava ter bebido antes de assumir a direção do Porsche.

O réu também chorou durante o depoimento, pediu perdão aos familiares das vítimas e afirmou estar arrependido do que aconteceu.

Outro depoimento importante foi o de Marcus Vinícius Machado Rocha, melhor amigo de Sastre na época do acidente. Ele estava no banco do passageiro do Porsche e ficou gravemente ferido na colisão.

Durante o júri, Marcus confirmou que o empresário havia consumido bebidas alcoólicas antes de dirigir e relatou que amigos tentaram convencê-lo a não assumir o volante. Ele também afirmou ter sofrido pressão de pessoas próximas para mudar sua versão sobre os acontecimentos.

O julgamento foi marcado ainda por uma confusão envolvendo Giovanna Pinheiro Silva, namorada de Sastre na época do acidente. Ela precisou ser conduzida coercitivamente ao fórum após não comparecer para prestar depoimento. Apesar disso, a defesa desistiu de ouvi-la.

Durante a sessão, Giovanna foi retirada do plenário por determinação da juíza Melanie Liesenberg, depois de fazer gestos enquanto uma testemunha prestava depoimento.

Ao final do julgamento, a magistrada determinou que Giovanna pagasse uma multa equivalente a dez salários mínimos.

No segundo dia, uma das juradas também passou mal, o que provocou a interrupção temporária dos trabalhos.

A defesa do empresário tentou afastar a tese de dolo eventual e sustentou que o acidente poderia ter sido provocado por uma falha mecânica no Porsche. Os advogados buscavam a desclassificação do crime para homicídio culposo, quando não há intenção de matar nem assunção do risco.

A tese, no entanto, não foi acolhida pelos jurados.

Relembre o caso

O acidente aconteceu na madrugada de 31 de março de 2024, domingo de Páscoa, na avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, zona leste de São Paulo.

Fernando Sastre dirigia um Porsche 911 quando atingiu violentamente a traseira de um Renault Sandero conduzido pelo motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana.

Segundo a perícia, o Porsche trafegava a aproximadamente 156 quilômetros por hora momentos antes da colisão, em um trecho onde a velocidade máxima permitida era de 50 quilômetros por hora.

Com a força do impacto, o veículo de Ornaldo ficou completamente destruído. O motorista morreu em consequência dos ferimentos.

Marcus Vinícius Machado Rocha, que estava no Porsche, sofreu ferimentos graves e precisou passar por tratamento médico.

Após o acidente, Sastre deixou o local acompanhado da mãe, Daniela Andrade, sem realizar o teste do bafômetro.

Durante o julgamento, a policial militar responsável por permitir a saída do empresário afirmou que se sentiu enganada pela mãe dele, já que acreditava que os dois seguiriam para um hospital.

O caso provocou grande repercussão nacional e levou o Ministério Público de São Paulo a denunciar Sastre por homicídio qualificado com dolo eventual e lesão corporal.

O empresário estava preso preventivamente desde 2024 e aguardava o julgamento pelo Tribunal do Júri.

PMs viraram réus no caso

Os policiais militares que liberaram Fernado Sastre tornaram-se réus na Justiça Militar do Estado de São Paulo. Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista foram denunciados por liberarem Fernando Sastre sem a realização do teste de bafômetro.

Segundo a denúncia, a dupla cometeu crimes de inobservância de lei, regulamento ou instrução, na modalidade de tolerância.

“Quanto aos próximos atos processuais, estes serão praticados de acordo com o rito legal aplicável e com o regular andamento da ação penal”, se manifestou o Tribunal, por meio de nota.

De acordo com as últimas movimentações do processo de Sastre, Daisy pediu para não comparecer ao julgamento desta manhã. No entanto, o pedido foi indeferido.

“A requerente atuou diretamente no atendimento inicial da ocorrência e esteve no local dos fatos logo após a colisão, de modo que seu relato é relevante para a formação da convicção dos jurados”, destaca a decisão.

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“A Fazenda 18”: Giovanna Gold é eliminada com 27,12% dos votos

A atriz Giovanna Gold recebeu apenas 27,12% dos votos e foi eliminada de “A Fazenda 18” nesta quinta-feira (29). No programa, o participante menos votado pelo público para permanecer na disputa deixa a competição.

A peoa disputou a preferência do público na sexta Roça da edição com Darlin Ferrattry e Maíra Charken. Giovanna entrou na sede como visitante e precisou conquistar uma vaga no elenco oficial da temporada.

“Eu senti falta da Giovanna que entrou na Fazenda, que me divertia, que eu ria (…) Isso foi se desmontando”, disse a apresentadora Adriane Galisteu durante a transmissão ao vivo, ao se despedir da peoa após o anúncio do resultado. Giovanna respondeu que o programa foi “muito pesado, perseguição constante… perdi a conexão total”.

Como foi a participação de Giovanna Gold em “A Fazenda 18”?

Giovanna entrou no reality como visitante e, posteriormente, tornou-se uma peoa oficial. Ela recebeu 44,14% dos votos do público, sendo a mais votada entre os quatro visitantes.

A participante protagonizou a primeira grande briga da temporada com a empresária Darlin Ferrattry. O desentendimento começou depois que Darlin se irritou com Giovanna por ela ter jogado pingos de água em seu rosto. Mais tarde, antes da tradicional Prova do Fazendeiro, a atriz vetou a empresária da atividade, o que provocou uma nova reação da mãe de Lexa: “Gente má é assim!”.

Na manhã seguinte, Darlin acusou Giovanna de ter jogado lixo nela, enquanto a atriz acusou a empresária de agressão e chegou a acionar a produção. “Produção! Me encostou, me encostou, produção!”, gritou.

Após Giovanna entrar na piscina, Darlin continuou confrontando a rival: “Agora chega! Para de me desrespeitar, não é legal. Para! Chega! Comigo você não vai mais fazer isso. Mentirosa, maldosa!”. Giovanna respondeu com uma provocação: “Eu não queria brigar, eu queria essa cara na minha mão! Fofoqueira!”. Darlin ameaçou entrar na piscina, mas foi contida por outros participantes do reality.

Ariela Carasso também se desentendeu com Giovanna Gold no segundo dia do programa. A discussão começou quando a diretora de eventos foi interrompida pela atriz enquanto fazia perguntas sobre a alimentação dos animais. Giovanna pediu que ela ficasse quieta para que a explicação pudesse continuar.

Como foi formada a sexta Roça?

A formação da berlinda começou na noite de terça-feira (27). O então Fazendeiro Thaíde indicou Darlin diretamente para o primeiro banco.

Na votação da sede, Giovanna recebeu nove votos e foi a mais votada pelos participantes. Em seguida, a peoa puxou Maíra da Baia, colocando-a no terceiro banco.

Na dinâmica do Resta Um, Eduarda acabou sobrando e ocupou inicialmente a quarta vaga. No entanto, Mônica, que estava com o Poder Vermelho do Lampião, utilizou a vantagem para substituir Eduarda por Ana Bruna.

Com o direito de vetar uma das adversárias da Prova do Fazendeiro, Ana Bruna escolheu Giovanna, que foi enviada diretamente à votação popular.

Com a vitória de Ana Bruna na disputa de quarta-feira (28), a sexta Roça foi oficialmente definida: as três roceiras Darlin, Giovanna e Maíra se enfrentaram pela permanência no programa.

A Fazenda: veja os ganhadores de todas as edições

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