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Morre Mulher Banana, ícone do funk carioca e ex-integrante do Furacão 2000

A cantora Tati Quebra Barraco, 46, lamentou a morte de Julyana Barbosa, ícone do funk carioca, conhecida como “Mulher Banana” e “Garota X“.

“Uma grande perda para o mundo do funk! Nossa querida Mulher Banana nos deixou. Descanse em paz! Meus sentimentos à família, aos amigos e a todos os fãs. Que Deus conforte o coração de todos neste momento difícil”, escreveu Tati em uma publicação no Instagram.

Mulher Banana ficou conhecida no funk do início dos anos 2000, ao se lançar na cena como a primeira mulher trans. Ela também participava da equipe Furacão 2000, que popularizou o gênero no Brasil. A causa da morte não foi divulgada.

Na última publicação no Instagram, os fãs também lamentaram a morte da cantora de funk.

“Um ser humano lindo, fui professora de canto dela, ela era muito especial”, disse uma usuária.

“Descansa em paz, vida. A gente vai te honrar”, escreveu outra.

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Marinha inaugura novo navio para proteção de plataformas de petróleo e gás

A Marinha do Brasil oficializou, nesta sexta-feira (30), a incorporação do Navio-Patrulha Mangaratiba, construído no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, à frota da Força Naval.

A embarcação foi projetada para desempenhar diferentes funções operacionais e deverá atuar em missões de busca e salvamento, apoio à população em áreas isoladas e patrulhamento e proteção de plataformas de petróleo e gás, segundo a Marinha.

O navio ficará sob responsabilidade do 4º Distrito Naval, com sede em Belém (PA). Com 54,2 metros de comprimento e deslocamento de aproximadamente 500 toneladas, a embarcação foi projetada para navegar tanto em águas marítimas quanto fluviais. Veja:

Entre as inovações tecnológicas está o SisC2Geo, sistema desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas da Marinha. A ferramenta integra informações de radares, sensores e equipamentos de navegação, permitindo que a tripulação acompanhe as condições ao redor da embarcação.

Outro destaque é o Sistema de Comunicação por Satélite em Banda X, que permite estabelecer comunicações seguras e de maior alcance com os comandos superiores da Marinha. O recurso é importante para as operações em regiões remotas sob responsabilidade do 4º Distrito Naval.

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Rio de Janeiro registra 74 casos de Mpox em dois meses

A cidade do Rio de Janeiro registrou 74 casos de Mpox nos últimos dois meses, número sete vezes maior do que o contabilizado no mesmo período de 2025. Dados do Observatório Epidemiológico do município mostram que setembro concentrou o maior número de infecções. Ao todo, foram confirmados 45 casos no mês.

Em outubro, foram contabilizadas outras 29 infecções. Somados, os dois meses registraram 74 casos, enquanto, em 2025, foram dez ocorrências no mesmo período.

A Mpox é uma doença viral causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais e secreções respiratórias durante contato próximo e prolongado. O contato sexual também pode favorecer a transmissão.

Entre os principais sintomas estão febre, mal-estar, dores no corpo, aumento dos gânglios linfáticos e lesões cutâneas. Essas manifestações evoluem ao longo de diferentes estágios, até a formação de crostas.

As lesões podem aparecer em diversas regiões do corpo e estão entre os principais sinais de suspeita da doença. O diagnóstico precoce permite orientar o isolamento do paciente, reduzir a transmissão e garantir o acompanhamento adequado.

Vacinação contra mpox

De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização antes da exposição ao vírus está priorizando pessoas com maior risco de evolução para as formas graves da doença. Entre eles homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais com idade igual ou superior a 18 anos que vivem com o vírus do HIV.

Além deles, funcionários de laboratórios que trabalham diretamente com microrganismo e têm entre 18 a 49 anos de idade.

A vacinação também priorizará pessoas que já tiveram contatos (classificados pela OMS como de alto ou médio risco) com fluidos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas para mpox.

O imunizante é administrado dentro de 4 dias do contato com alguém infectado ou em até 14 dias, se não houver sintomas.

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