❌

Normal view

El papa León XIV vota por correo para las elecciones de medio mandato de EEUU

By: EFE
30 October 2026 at 13:37

El papa León XIV votó por correo para los comicios de mitad de mandato en Estados Unidos que se celebrarán el próximo 3 de noviembre, confirmó este viernes la oficina de prensa del Vaticano.

León XIV ejerció su derecho al voto como ciudadano de los Estados Unidos "siempre que tuvo la oportunidad", explicó el Vaticano, y por ello confirmó que, "en consonancia con esta práctica consolidada de participación ciudadana, el papa envió su voto por correo a Chicago".

"El Santo Padre expresa su convicción respecto al derecho y el deber de los ciudadanos de participar en los procesos democráticos", añadió la oficina en un comunicado.

Eleições nos EUA: Após 30 anos, democratas podem voltar a vencer no Texas

30 October 2026 at 13:22

Há mais de três décadas, o Partido Republicano domina as eleições no Texas, seja nas disputas presidenciais ou estaduais. Mas a insatisfação com a economia e a ascensão de James Talarico na corrida pelo Senado tornaram os democratas competitivos no estado novamente, segundo especialistas consultados pela CNN Brasil.

O Texas tem um forte peso nas eleições para o Congresso americano. É responsável por 38 das 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, além dos dois senadores comuns a todos os estados. Os assentos texanos podem fazer diferença no resultado final das Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos em 2026, também chamadas Midterms.

Desde a vitória de Ronald Reagan em 1980, os candidatos republicanos venceram todas as 12 eleições presidenciais no Texas. Os republicanos também ganharam as últimas oito eleições para governador, desde 1994. E o último democrata eleito pelo estado para o Senado foi em 1988.

Neste ano, porém, o incômodo dos eleitores com a economia está alterando tendências no país todo, inclusive no Texas.

Clifford Young, presidente de pesquisas de opinião pública na Ipsos nos Estados Unidos, afirma que o cenário é de “muito pessimismo” no país com o aumento do custo de vida e a pressão sobre os preços de energia em decorrência do conflito no Irã. “Um sanduíche de peito de peru custa US$ 20, pesa muito no bolso. Esse contexto tem uma influência muito grande e vai determinar se o Texas vai se tornar azul [cor do partido Democrata] de novo ou se manterá vermelho [cor do partido Republicano]”, diz.

Nos últimos três anos, pesquisas passaram a apontar a economia, e mais especificamente a alta dos preços, como a maior preocupação dos eleitores texanos, segundo James Henson, diretor do Projeto de Política do Texas da Universidade do Texas em Austin.

Em abril de 2022, 61% dos eleitores republicanos apontavam a imigração ou a segurança da fronteira como o principal problema do estado, segundo a Universidade do Texas. Em outubro de 2026, esse percentual caiu para menos da metade, ou 24%. No mesmo levantamento, economia e inflação somavam 35% das respostas entre republicanos, 29% entre democratas e 41% entre independentes.

A inflação nos Estados Unidos ficou em 3,7% nos 12 meses até setembro, índice inferior ao de outros países, mas um patamar elevado para os americanos, que estavam acostumados a taxas na casa de 2% antes da pandemia.

Segundo Young, iniciativas do governo Trump na área econômica, como as tarifas, o conflito com o Irã e as disputas com o Canadá caminham na direção contrária aos anseios dos eleitores. “Os americanos querem ter a habilidade de pagar as contas em dia e estão enfrentando muitos problemas com isso. Todo o resto é ruído para o povo americano. E isso não ajuda o governo Trump”, avalia.

O Texas é o segundo maior estado em território dos Estados Unidos, atrás apenas do Alasca, e também a segunda maior economia do país. As áreas rurais, com seus cowboys e rodeios, ocupam um importante espaço no imaginário do estado, mas a maior parte dos eleitores texanos está nos grandes centros urbanos, explica Henson.

O estado se divide em quatro grandes polos populacionais: Dallas–Fort Worth (norte), Austin (centro), San Antonio (sul) e Houston (sul). Segundo o professor da Universidade do Texas, nesses quatro centros urbanos as cidades grandes têm maioria democrata, enquanto os subúrbios têm vantagem republicana. Já as áreas rurais representam apenas 15% da população e tendem a votar de maneira conservadora, como no resto do país, garantindo 65% a 70% dos votos aos republicanos.

Tanto Henson quanto Young ressaltam, porém, que a maior competitividade no estado, em seus vários aspectos, pode refletir circunstâncias da eleição atual e não acreditam em uma transformação estrutural do Texas em um estado democrata.

“São fatores de curto prazo que estão influenciando. É o caso da disputa para o Senado: o histórico do candidato republicano, com problemas pessoais, éticos e legais, o torna excepcionalmente fraco em um ano em que muitos fatores estão favorecendo os democratas, como os baixos índices de aprovação de Donald Trump e as preocupações com a economia”, resume Henson.

Imagem do candidato democrata James Talarico
O candidato democrata ao Senado, James Talarico, fala em um comício no Rich’s Houston em 27 de maio de 2026 em Houston, Texas. Talarico realizou o comício após o segundo turno das primárias e para explicar seu plano sobre como enfrentará o candidato republicano Ken Paxton • Danielle Villasana/Getty Images

O fator James Talarico e as polêmicas de Paxton

A corrida pela vaga do Senado é o fator mais citado para explicar o acirramento da disputa, junto à frustração econômica. As pesquisas mostram uma disputa acirrada entre o deputado estadual democrata James Talarico, e o republicano Ken Paxton, procurador-geral do estado.

Uma pesquisa da CNN, divulgada em 29 de outubro, mostra Talarico com 49% das intenções de votos e Paxton com 43%.

James Talarico, de 37 anos, é estudante de teologia presbiteriana e tem um histórico de ligação com igrejas cristãs progressistas na região de Austin, onde nasceu. Ken Paxton, de 63 anos, é um político com bom trânsito entre as alas mais conservadoras do Partido Republicano e visto como um político que personifica as prioridades da sigla hoje no Texas.

Mas Paxton foi alvo de denúncias de corrupção e abuso de poder, que levaram à aprovação do seu impeachment pela Câmara estadual em 2023. O republicano, porém, foi absolvido pelo Senado estadual e, por isso, não foi destituído do cargo. Mas no ano passado, Paxton voltou aos holofotes ao passar por um divórcio amplamente noticiado, depois de 38 anos de casado, em meio a alegações de infidelidade conjugal.

“O confronto entre Paxton e Talarico criou um contraste marcante: de um lado, um republicano com problemas éticos persistentes e difíceis de ignorar; de outro, um democrata que se apresenta como um cristão progressista”, afirma Henson. “Há uma dimensão moral muito interessante nessa disputa”, completa o professor.

Trump ajudou a projetar Talarico ao dizer, em maio, que o deputado era “um insulto a Jesus Cristo”. A resposta do democrata ao presidente, o acusando de não seguir os preceitos cristãos, tornou-se um dos temas preferidos da sua campanha: “O verdadeiro insulto a Jesus é tirar a saúde dos doentes, deportar famílias, bombardear crianças e ignorar os pobres. O evangelho de Jesus é sobre amor, justiça e misericórdia, tudo o que a política de Trump rejeita”, disse Talarico.

Houve críticas dentro do próprio partido Republicano sobre o apoio de Trump a Paxton nas primárias para o Senado no Texas, em detrimento do senador John Cornyn. Em entrevista à CNN, Thom Tillis, senador republicano da Carolina do Norte, afirmou que “Trump cometeu um erro colossal”.

O próprio presidente tem zombado da aparência de Paxton com frequência. Durante uma convenção em Dallas, em setembro, Trump deixou escapar um elogio ambíguo ao candidato: “Ele pode não se vestir bem, pode não falar perfeitamente e pode não ser o cara mais bonito”. Na última terça-feira (27), ao elogiar os atributos físicos do senador Jon Husted, candidato por Ohio, disse que não poderia fazer o mesmo com Paxton. “Talvez eu devesse fazer isso com o Ken Paxton, mas não tenho certeza se seu corpo se encaixaria.”

Os comentários têm sido apontados pela oposição como um reconhecimento público de Trump sobre a fragilidade do candidato no Texas.

Vista do Capitólio dos EUA durante o por do sol
Vista do Capitólio dos EUA • 2 de março de 2026 REUTERS/Ken Cedeno

Câmara dos Representantes

As disputas pela Câmara dos Representantes, onde o Texas tem 38 dos 435 assentos, também estão no radar. Em agosto de 2025, o estado aprovou, sob a liderança do governador Greg Abbott, um redesenho dos distritos eleitorais para transformar redutos democratas em áreas de inclinação republicana.

Hoje, 24 dos assentos do estado são ocupados por republicanos, 13 por democratas e um está vago. Os republicanos esperavam garantir mais cinco distritos ao partido com a reconfiguração das linhas, mas o avanço inesperado dos democratas no Texas agora deixa a questão em aberto.

As pesquisas apontam que dois dos cinco distritos que os republicanos pretendiam conquistar com o redesenho podem se manter democratas: o 28º distrito, hoje representado por Henry Cuellar e o 34º distrito, de Vicente Gonzalez, ambos democratas moderados, latinos, que buscam a reeleição. Nos outros três distritos redesenhados, o resultado é mais incerto, mas uma forte votação democrata poderia trazer surpresas, segundo Henson.

Mesmo com os novos mapas eleitorais, Young projeta que os democratas conquistarão a maioria da Câmara dos Representantes, mas por uma vantagem menor. “Por causa da crise de custo de vida, há muitos distritos em jogo que normalmente não estariam. Os democratas, de uma maneira ou outra, vão levar a Câmara, por uma margem menor, mas que deve ser de oito assentos. O que fica em dúvida é o Senado e o estado do Texas importa nesse cálculo”, diz.

O peso dos votos latinos

O apelo entre os eleitores latinos é outro fator que pode fazer a diferença nas eleições texanas. Eles representam 27% do eleitorado no Texas e, tradicionalmente, 60 a 65% votam nos democratas no estado, segundo Henson. Na última eleição presidencial, porém, Trump conquistou um apoio significativo entre os latinos, com pesquisas de boca de urna revelando que pouco mais da metade votou no republicano.

Uma pesquisa da Hart Research/TelevisaUnivision, no entanto, aponta que neste ano os eleitores latinos de três distritos competitivos do Texas devem votar nos democratas por uma margem de 56% a 36%. E outra pesquisa da CNN divulgada nesta quinta-feira (29) mostra o democrata James Talarico com 63% das intenções de voto contra 29% do republicano Ken Paxton no eleitorado do mesmo grupo.

Os números sugerem que o apoio a Trump foi condicional e agora a frustração econômica e a rejeição às duras políticas de imigração do governo abrem caminho para os democratas.

A disputa pelo governo estadual do Texas

Outra camada das eleições no Texas que tem extrapolado o noticiário local e chamado atenção a nível nacional é a disputa pelo governo do estado.

De um lado, o republicano Greg Abbott tenta se reeleger para um quarto mandato que o transformaria no governador com mais tempo no cargo na história do Texas. Sua adversária é a deputada estadual democrata da região de Austin, Gina Hinojosa.

Inicialmente vista com poucas chances, a candidata latina cresceu nas pesquisas e aparece empatada tecnicamente com Abbott, o que transformou a disputa na corrida mais apertada para o governo do Texas dos últimos 20 anos.

Presidente dos EUA, Donald Trump
Presidente dos EUA, Donald Trump • Truth Social / @realDonaldTrump

Consequências para o Trumpismo

Nos últimos 100 anos houve apenas dois casos em que o partido do presidente ganhou as Eleições de Meio de Mandato, segundo Young, que afirma que a tendência deve se manter. “Trump ganhou em 2024 em cima da questão do custo de vida. Este era o problema principal, que ele dominava naquele ano, mas agora esse problema pertence a ele e o povo americano o culpa pela crise”, afirma.

O presidente da Ipsos vê 85% de chances de os democratas obterem a maioria dos assentos na Câmara e uma probabilidade de 60% de ganhar a maioria no Senado, onde a vantagem dos republicanos é maior (de seis assentos). Ainda assim, ele ressalta que a insatisfação econômica deixa a disputa para o Senado mais incerta.

Uma vitória dos democratas nas duas casas mudaria por completo o cenário em Washington, acrescenta Young. “Se eles [democratas] controlarem o Senado e a Câmara, eu imagino que vai haver abertura de processo de impeachment. Só com a Câmara, eles podem criar problemas para o governo, mas o cálculo realmente muda se eles controlarem também o Senado”, diz.

As Midterms tendem a enfraquecer Trump, mas Young discorda de análises que as classificam como o início do fim do Trumpismo. “Há uma guerra hoje nos Estados Unidos sobre identidade, sobre quem é americano e quem não é. Trump era muito importante para alimentar essa confusão, obviamente, mas com ou sem ele isso vai permanecer. Nós estamos vendo a mesma dinâmica em outros países, na Europa, na América Latina. As Midterms podem enfraquecer Trump como um líder político, mas o movimento que ele representa vai continuar mesmo sem ele”, avalia.

Para Henson, uma derrota dos republicanos na Câmara, e especialmente no Senado, seria vista como um sinal de que “a magia política de Trump não funciona mais” e teria consequências de natureza prática e simbólica. No aspecto simbólico, ele lembra que Trump tem dominado seu partido “por meio do medo e da intimidação”, mas parlamentares republicanos já começaram a se distanciar do presidente e uma vitória robusta dos democratas pode mudar o cálculo “sobre o quanto é preciso temê-lo”.

No nível prático, prossegue Henson, se os democratas recuperarem a Câmara, terão mais capacidade institucional de resistir a Trump e às suas iniciativas. “Eles poderão abrir investigações, inclusive sobre o presidente, e bloquear suas iniciativas de forma mais agressiva. E o resultado será uma situação que acontece quando um presidente sabe que não voltará ao cargo: ele se torna um ‘pato manco’, alguém que está no cargo, mas não consegue fazer muita coisa”, afirma.

O professor acredita ainda que uma vitória democrata e a perda de influência dos republicanos sobre o Congresso podem encorajar Trump “a agir de forma mais agressiva e unilateral no exercício do cargo”. “Isso [derrota republicana] tem o potencial de tornar Donald Trump mais perigoso, em termos de seu desejo de agir fora do processo e de violar as normas da política e da democracia que existem há muito tempo nos Estados Unidos”, conclui Henson.

Como funciona o sistema eleitoral dos Estados Unidos para as Midterms?

 

El sorprendente país donde el 58 % de la población quiere unirse a la UE (y no se encuentra en Europa)

30 October 2026 at 13:12

Aunque esté separado de Europa por miles de kilómetros de océano, hay un país norteamericano que mira hacia Bruselas. Se trata de Canadá, donde el 58 % de la población quiere unirse a la Unión Europea, según refleja la última encuesta de Pollara Strategic Insights. Así, este dato evidencia el creciente interés por estrechar lazos con el continente europeo en un momento de tensiones comerciales y políticas con Estados Unidos.

El sondeo revela también que el 67 % de los canadienses tiene una opinión favorable sobre la comunidad, frente a un 14 % que mantiene una percepción negativa. Además, el respaldo a establecer una alianza entre Canadá y la UE para coordinar cuestiones comerciales y de seguridad alcanza el 76 %. Eso sí, cabe destacar que el apoyo baja del 58 al 50 % cuando se presentan a los encuestados algunos detalles sobre las posibles consecuencias de esa hipotética adhesión.

¿Por qué Canadá quiere acercarse a la Unión Europea?

El distanciamiento con Estados Unidos es uno de los factores que explican este acercamiento entre Canadá y la Unión Europea. La política comercial de Donald Trump, sus amenazas arancelarias y las tensiones entre Washington y Ottawa han llevado al Gobierno canadiense, encabezado por Mark Carney, a buscar nuevos socios y reducir su dependencia económica de su vecino.

Europa se perfila como un aliado estratégico por sus intereses compartidos en ámbitos como la defensa, la tecnología, la energía, la inteligencia artificial y el comercio. De hecho, la relación económica entre ambas partes ya cuenta con el Acuerdo Económico y Comercial Global (CETA), que entró en aplicación provisional en 2017 y eliminó la mayor parte de los aranceles comerciales.

¿Podría convertirse en miembro oficial?

A pesar del acercamiento entre Canadá y la Unión Europea, la posibilidad de una adhesión plena tiene un importante obstáculo: la propia geografía. El artículo 49 del Tratado de la Unión Europea establece que "cualquier Estado europeo" que respete los valores comunitarios "y se comprometa a promoverlos podrá solicitar el ingreso como miembro en la Unión", por lo que el país norteamericano no cumpliría ese requisito.

Por eso, la presidenta de la Comisión Europea, Ursula von der Leyen, planteó en septiembre que pudiera convertirse en el primer "miembro asociado" de la comunidad. La idea era crear una fórmula de cooperación más estrecha que la actual, pero sin llegar a una adhesión plena.

Sin embargo, la propuesta no solo requeriría una reforma de los Tratados, sino que también se ha topado con la resistencia de algunos Estados miembros. Los últimos avances en esta cuestión apuntan hacia "una relación al más alto nivel posible", tal y como ha señalado Ursula von der Leyen este 29 de octubre en el marco de la cumbre Canadá-UE en Montreal.

Así, se ha retirado la expresión "miembro asociado" y ambas partes apuestan ahora por desarrollar "una asociación sin adhesión; pero podemos sustituir la adhesión por una ambición y visión comunes", sentenció la dirigente alemana.

Casa de jogador do Everton é roubada durante jogo da Copa da Liga Inglesa

30 October 2026 at 13:05

Thierno Barry, atacante do Everton, foi vítima de assalto à sua residência enquanto participava na vitória sobre o Newcastle, por 3 a 1, pelas oitavas de final da Copa da Liga Inglesa. O francês de 24 anos marcou o terceiro gol.

A companheira do jogador, Charlene, confirmou o sucedido nas redes sociais e explicou que nenhum elemento da família se encontrava na casa. O casal tem uma filha de um ano.

Charlene apelou à colaboração de quem possa ter informações sobre os responsáveis e anunciou uma recompensa financeira.

Segundo o Daily Mail, a companheira do jogador publicou recentemente um vídeo nas redes sociais, no qual exibiu vários objetos de valor. Esses foram, precisamente, alguns dos objetos roubados. Estima-se que as perdas tenham um valor aproximado de 431 mil euros (R$ 2,6 milhões).

O episódio junta-se a outros assaltos a residências de jogadores da Premier League como Gibbs-White, do Nottingham Forest, e Bruno Fernandes, do Manchester United.

Premier League: clubes podem perder R$ 500 mi com veto a patrocínio de bets

 

Detenido en Polonia un ruso que fotografiaba trenes, bajo sospecha de espionaje

By: La · Razón
30 October 2026 at 12:58

Un ciudadano ruso ha sido detenido en la localidad polaca de Świdnica, en el sur del país, como sospechoso de espionaje, tras ser descubierto fotografiando trenes e infraestructuras ferroviarias, según informó este viernes la policía regional de Baja Silesia.

El hombre, de 55 años, pasará al menos tres meses en prisión preventiva mientras se esclarecen las acusaciones, indicó el comunicado, que no explicitó el momento exacto en el que se ha producido la detención.

"Todos los indicios apuntan a que las fotos que tomó podrían emplearse contra la seguridad del Estado. Fue atrapado por la policía mientras fotografía trenes que pasaban e infraestructuras ferroviarias en Świdnica", señaló la nota recogida por la agencia Efe.

Tras arrestarle con motivo de un comportamiento que les pareció sospechoso, las fuerzas de seguridad le incautaron equipamiento fotográfico profesional, teléfonos móviles, portátiles, discos duros externos de alta capacidad y varios documentos de identidad distintos.

"Al analizar el material almacenado en los dispositivos del hombre, los agentes descubrieron cientos de miles de archivos con temas similares, que documentan fotográficamente varios emplazamientos e instalaciones importante del sector del transporte, no sólo en Polonia", agregó el comunicado.

El detenido ha sido acusado formalmente del delito de actuar por encargo de una agencia de inteligencia extranjera en perjuicio de la República de Polonia, por el que puede enfrentarse a una pena de al menos cinco años de cárcel.

En declaraciones a la agencia de noticias PAP, la portavoz del Ministerio del Interior polaco Karolina Gałecka detalló que la policía ha hallado unas 250.000 fotos en los dispositivos del presunto espía.

Éste, al ser interrogado, no pudo proporcionar una justificación de por qué estaba tomando estas fotos y sólo suministró "explicaciones incoherentes e ilógicas", dijo la portavoz.

Según datos oficiales de octubre, en lo que va de año la Agencia de Seguridad del Interior de Polonia ha detectado a 90 sospechosos que son objeto de investigaciones por presunto espionaje o sabotaje.

© EUROPAPRESS

Polonia.- Detenido en Polonia un ciudadano ruso sospechoso de "espiar" infraestructura ferroviaria en Baja Silesia

El cielo 'sangra' en la India: se tiñe de un rojo intenso y deja imágenes de película

30 October 2026 at 12:52

El cielo de varias localidades de la India se ha teñido de un intenso color rojo, cubriendo por completo el horizonte y dejando unas imágenes tan espectaculares como inquietantes. El insólito fenómeno se ha registrado en el estado de Chhattisgarh, en el centro del país, donde los vecinos han contemplado cómo las nubes adquirían una tonalidad casi apocalíptica en plena llegada de los efectos del ciclón Arnab, que ha provocado fuertes lluvias y vientos en distintas regiones del territorio.

Las imágenes, grabadas en localidades como Dantewada y Kirandul, no han tardado en hacerse virales en las redes sociales. En los vídeos se observa cómo el cielo parece completamente cubierto por una capa de color rojo, mientras las calles y los edificios permanecen a oscuras bajo las nubes. La escena ha dado pie a todo tipo de comparaciones, desde paisajes de Marte hasta el universo de la serie Stranger Things. "Vecna está llegando", ha bromeado uno de los usuarios.

Pero ¿qué ha provocado que el cielo adquiera ese color? Aunque el fenómeno ha coincidido con el paso del ciclón Arnab, por el momento no se ha confirmado que exista una relación directa entre ambos. Según explica India Today, este tipo de tonalidades pueden producirse por la interacción de la luz solar con las partículas suspendidas en la atmósfera, como el polvo, el humo o las gotas de agua.

Cuando el Sol se encuentra cerca del horizonte, como ocurre al amanecer y al atardecer, sus rayos tienen que atravesar una mayor cantidad de atmósfera antes de llegar a nuestros ojos. Durante ese recorrido, la luz azul se dispersa y los tonos rojos y anaranjados se vuelven más visibles. La presencia de nubes de tormenta y partículas de polvo en el aire puede intensificar todavía más estos colores, hasta el punto de teñir el cielo de un rojo tan llamativo. Sin embargo, todavía no se ha podido determinar si estas condiciones son las responsables de lo ocurrido en Chhattisgarh.

Más allá de las espectaculares imágenes, el ciclón Arnab ha dejado consecuencias mucho más graves. El temporal tocó tierra el pasado miércoles en la costa de Andhra Pradesh con vientos de unos 130 kilómetros por hora y ha causado al menos cinco muertos en ese estado, además de árboles arrancados, viviendas y cultivos inundados y cortes en el suministro eléctrico.

Aunque ha perdido fuerza desde entonces, sus efectos siguen notándose en varias regiones del país, donde las autoridades han advertido de nuevas tormentas, fuertes lluvias y rachas de viento hasta el 31 de octubre. Por ahora, el cielo rojo se ha convertido en la imagen más sorprendente de un temporal que todavía no ha dicho su última palabra.

Democratas pedem explicações do governo Trump por fuga de Flávio Bolsonaro

30 October 2026 at 12:50

Um grupo de 25 deputados democratas pedem explicações do governo Trump sobre o papel do Departamento de Estado na fuga do senador e ex-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos.

Em uma carta obtida pela CNN Brasil, os parlamentares destacam que o “povo americano e o Congresso têm um interesse legítimo de fiscalização em saber se recursos diplomáticos e de imigração dos EUA foram usados para facilitar a viagem de uma figura política estrangeira”.

Eles também consideram que a transparência é especialmente importante diante de eventos que envolvem “um processo judicial estrangeiro, relações bilaterais delicadas e a aplicação coerente das políticas de imigração e diplomáticas dos EUA”.

Os democratas relataram que a viagem de Flávio a Miami aconteceu após uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que exigia do senador a entrega de seus passaportes.

Os democratas afirmam que é “particularmente preocupante a informação de que um alto funcionário do Departamento de Estado afirmou que os Estados Unidos concederiam vistos ao senador Bolsonaro e a membros de sua família e permitiriam sua entrada no país”. Essa informação foi confirmada pela CNN Brasil na terça-feira (27).

Na carta, o grupo diz que os acontecimentos que levaram Flávio e sua família até os Estados Unidos “levantam questões significativas sobre o processo decisório do Departamento [de Estado], seu conhecimento da ordem do tribunal brasileiro [STF] e se algum funcionário do governo dos EUA prestou assistência antes ou depois da emissão dessa ordem”.

A questão central é direta: o Departamento de Estado, a Embaixada dos EUA no Brasil ou qualquer outra agência do governo americano ajudou o senador Bolsonaro a viajar para os Estados Unidos ou a entrar no país, apesar da restrição judicial brasileira reportada à sua saída?

Carta assinada por 25 deputados democratas dos EUA

Em seguida, os parlamentares exigem que o Departamento de Estado responda por escrito a 15 questionamentos.

Flávio Bolsonaro chega aos EUA após derrota na eleição
Senador Flávio Bolsonaro desembarca de um avião após chegar ao Aeroporto Executivo de Opa-locka, em Miami, na Flórida • 28/10/26 – Reuters/Eva Marie Uzcategui

Veja as perguntas feitas por democratas ao governo Trump sobre a fuga de Flávio:

  1. Quando o Departamento de Estado, a Embaixada dos EUA em Brasília ou qualquer outra missão diplomática americana tomou conhecimento pela primeira vez de que o Supremo Tribunal Federal do Brasil havia ordenado que o senador Bolsonaro entregasse seus passaportes e restringido sua possibilidade de deixar o Brasil?
  2. Algum funcionário do governo dos EUA recebeu, analisou ou discutiu uma cópia da ordem judicial antes da suposta saída do senador Bolsonaro do Brasil?
  3. Antes de autorizar ou facilitar qualquer visto ou arranjo de viagem, o Departamento de Estado verificou se o senador Bolsonaro estava legalmente autorizado a deixar o Brasil?
  4. O Departamento de Estado sabia que o senador Bolsonaro havia deixado de cumprir o prazo imposto pelo tribunal para entregar seus passaportes? Em caso afirmativo, quando o Departamento tomou conhecimento desse descumprimento e quais ações, se houve, se seguiram?
  5. O Departamento de Estado emitiu, aprovou, acelerou, renovou ou de outra forma facilitou um visto para o senador Bolsonaro ou para qualquer membro de sua família durante este período eleitoral?
  6. Um alto funcionário do Departamento de Estado teria sido citado dizendo que o Departamento concederia vistos ao senador Bolsonaro e à sua família e permitiria sua entrada nos Estados Unidos. Quem autorizou essa decisão?
  7. Vistos foram aprovados ou outros arranjos relacionados à imigração foram feitos antes de o Departamento de Estado tomar conhecimento da ordem do tribunal brasileiro? Em caso afirmativo, o Departamento reconsiderou, suspendeu ou revisou esses arranjos depois de saber da ordem?
  8. Algum funcionário do Departamento de Estado, da Embaixada dos EUA, da Casa Branca ou outro representante do governo dos EUA se comunicou, direta ou indiretamente, com o senador Bolsonaro, sua família, advogados, assessores políticos ou intermediários a respeito de viagem aos Estados Unidos?
  9. Algum funcionário do governo dos EUA auxiliou em arranjos de voo, documentação de viagem, transporte, acesso a aeroportos, agendamentos consulares, planejamento de entrada ou outros arranjos logísticos relacionados à saída ou chegada reportada do senador Bolsonaro?
  10. O Departamento de Estado coordenou ações com o DHS (Departamento de Segurança Interna), o CBP (Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras), o USCIS (Serviço de Cidadania e Imigração) ou qualquer outra agência federal a respeito da chegada prevista do senador Bolsonaro? Em caso afirmativo, descreva a natureza e o momento dessa coordenação.
  11. O Departamento de Estado consultou o Departamento de Justiça ou qualquer outra agência federal sobre as implicações de facilitar a entrada de uma figura política estrangeira que teria deixado seu país em violação de uma ordem judicial?
  12. O Departamento de Estado considerou as possíveis consequências diplomáticas para as relações EUA-Brasil, incluindo a possibilidade de que a assistência ao senador Bolsonaro fosse percebida como interferência nos processos judiciais ou nos assuntos políticos internos do Brasil?
  13. O Departamento de Estado recebeu algum pedido das autoridades brasileiras a respeito da localização, da situação de viagem ou de uma possível entrada do senador Bolsonaro nos Estados Unidos? Em caso afirmativo, como o Departamento respondeu?
  14. Qual foi a base legal para emitir ou aprovar vistos para o senador Bolsonaro e sua família? Quais classificações de visto e critérios de elegibilidade foram considerados, e o Departamento avaliou as investigações criminais em andamento envolvendo o senador Bolsonaro ao tomar essa decisão?
  15. Algum funcionário do governo dos EUA localizado na Argentina ou no Equador coordenou ações com o senador Bolsonaro sobre seu itinerário de viagem?

O grupo exige que o governo Trump responda até o dia 13 de novembro e solicita que o Departamento de Estado disponibilize funcionários apropriados para prestar esclarecimentos aos gabinetes dos deputados.

Segundo a CNN Brasil apurou, a carta foi uma iniciativa das deputadas Sydney Kamlager-Dove, eleita pelo estado da Califórnia, e Dina Titus, de Nevada. Entre os signatários estão oito membros do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, incluindo o deputado Gabe Amo, vice-líder democrata no comitê.

Os deputados estão na reta final de seus mandatos, já que todas as 435 cadeiras da Câmara estão em disputa nas eleições de meio de mandato em 3 de novembro. Dos 25 congressistas que assinaram o documento, 21 estão concorrendo à reeleição.

Os signatários são Sydney Kamlager-Dove (Califórnia), Dina Titus (Nevada), Greg Casar (Texas), Glenn F. Ivey (Maryland), Jasmine Crockett (Texas), Jonathan L. Jackson (Illinois), Pramila Jayapal (Washington), Nydia M. Velázquez (Nova York), Adelita S. Grijalva (Arizona), Rashida Tlaib (Michigan), Eleanor Holmes Norton (Distrito de Columbia), James P. McGovern (Massachusetts), Mike Quigley (Illinois), Mark Pocan (Wisconsin), Greg Stanton (Arizona), Jesús G. “Chuy” García (Illinois), Yassamin Ansari (Arizona), Deborah K. Ross (Carolina do Norte), Stephen F. Lynch (Massachusetts), Lois Frankel (Flórida), Sean Casten (Illinois), Chellie Pingree (Maine), Gabe Amo (Rhode Island), Delia C. Ramirez (Illinois) e Joaquin Castro (Texas).

Eleições nos EUA: O que muda se Trump perder a maioria no Congresso?

Papa Leão XIV solicita voto por correio em eleição nos Estados Unidos

30 October 2026 at 12:43

O papa Leão XIV teria solicitado uma cédula para votar pelo correio nas Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos, o que abriria caminho para que ele se tornasse o primeiro pontífice a votar em uma eleição democrática secular.

O primeiro papa americano está entre a “lista de pessoas que solicitaram uma cédula para votação pelo correio nas próximas eleições”, afirmou Kim Fladhammer, chefe de gabinete do escritório do secretário eleitoral do condado de Will, ao jornal Chicago Sun-Times. O papa solicitou a cédula usando seu nome de batismo, Robert Francis Prevost.

Michael Walsh, historiador britânico e autor de vários livros sobre o papado, afirmou que Leão XIV seria o primeiro papa a votar em uma eleição democrática secular.

“Não acho que os papas tenham votado em eleições democráticas antes”, disse ele à CNN.

Não está claro se o próprio pontífice solicitou a cédula pelo correio ou se ela foi gerada automaticamente. Registros mostram que o papa, que continua sendo cidadão americano, está registrado como eleitor em New Lenox, subúrbio de Chicago onde mora seu irmão John.

O pontífice, nascido em Chicago, participou das primárias dos partidos Republicano e Democrata nos últimos anos e também votou na eleição presidencial de 2024.

Desde que foi eleito papa, em maio de 2025, Leão XIV tem incentivado a participação cívica e pedido que as pessoas se manifestem sobre a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

“Eu convidaria os cidadãos de todos os países envolvidos a entrar em contato com as autoridades — líderes políticos, congressistas — para pedir, para dizer a eles, para trabalhar pela paz e rejeitar a guerra e a violência”, afirmou o papa Leão aos jornalistas em abril.

O pontífice entrou em conflito com o governo do presidente Donald Trump por causa da guerra no Irã e da intensificação das medidas contra a imigração. No início deste ano, Trump lançou uma série sem precedentes de ataques verbais contra Leão XIV, embora tenha reduzido as críticas recentemente — frequentemente mencionando que o irmão mais velho do papa, Louis, é apoiador do movimento MAGA.

A CNN solicitou comentários ao Vaticano e ao escritório do secretário eleitoral do condado de Will.

Quem é Robert Prevost, o papa Leão XIV?

❌