A agitação recente tem alguns motivos evidentes: a crise da habitação, o alojamento estudantil e o emprego jovem. Mas percebe-se bem que o clima geral é bastante mais grave e inquietante. Opinião de António Barreto
Agora que parece que os ânimos punitivos governamentais já serenaram e que o debate público passou, em parte, para os tribunais e se espera venha a passar para os gabinetes, será a hora do diálogo. Opinião de Francisco Teixeira da Mota
Há uma observação triste sobre os portugueses que nunca fiz. É esta: quando digo que gosto muito de alguém, a pessoa que me está a ouvir entra logo em acção para que eu goste um bocadinho menos.
Crónica de Miguel Esteves Cardoso
Pouco passava das 23h00 de sábado passado, a Avenida Fontes Pereira de Melo trovejava de carros acelerados — parecia uma corrida selvagem, velocidades perigosas e dementes, não havia nem ordem nem respeito nem um único polícia a travar a febre de condutores sem a menor consideração pelos outros. Eles não seguiam a 70 ou 80 km/h, alguns iam muito mais depressa, fintando os outros, ziguezagueando, pondo todos em risco.
Pouco passava das 23h00 de sábado passado, a Avenida Fontes Pereira de Melo trovejava de carros acelerados — parecia uma corrida selvagem, velocidades perigosas e dementes, não havia nem ordem nem respeito nem um único polícia a travar a febre de condutores sem a menor consideração pelos outros. Eles não seguiam a 70 ou 80 km/h, alguns iam muito mais depressa, fintando os outros, ziguezagueando, pondo todos em risco.
Pouco passava das 23h00 de sábado passado, a Avenida Fontes Pereira de Melo trovejava de carros acelerados — parecia uma corrida selvagem, velocidades perigosas e dementes, não havia nem ordem nem respeito nem um único polícia a travar a febre de condutores sem a menor consideração pelos outros. Eles não seguiam a 70 ou 80 km/h, alguns iam muito mais depressa, fintando os outros, ziguezagueando, pondo todos em risco.