Zverev estreia-se como número um mundial

© ALEX PLAVEVSKI/EPA

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A Associação de Tenistas Profissionais (ATP) tem um problema nas mãos. Mais de 150 tenistas com especialidade em duplas assinaram uma carta aberta contra os cortes nas competições da entidade.
Buscando um modelo econômico sustentável para os torneios de duplas, a ATP quer cortar metade das chaves. Por isso, os tenistas se mobilizaram e criticaram a proposta.
“A ATP existe para servir a todos os tenistas profissionais. Tênis é mais do que um negócio. É um legado mundial construído sobre a alegria, a saúde e o espírito esportivo. Um legado como esse deveria abrir portas, não as fechar. Não nos opomos a uma reforma, queremos ajudar a moldá-la”, disse trecho da carta.
Sete brasileiros contribuíram com o protesto. São eles: Bruno Oliveira, Marcelo Zormann, Rafael Matos, Fernando Romboli, Orlando Luz, Marcelo Melo e Marcelo Demoliner. A Confederação Brasileira de Tênis (CBT) também assinou.
A reunião de fim de temporada será um ponto de partida para o diálogo entre a ATP, federações e tenistas contrários às mudanças. Ela acontecerá entre os dias 15 e 22 de novembro, em Turim.
É importante frisar que a Associação Feminina de Tenistas (WTA) não faz parte dos protestos, pois não está incluída na proposta da ATP.
“Caros membros da diretoria e da gestão da ATP,
A ATP existe para servir todos os tenistas profissionais. O tênis é mais do que um negócio. É um legado mundial construído sobre alegria, saúde e respeito esportivo. Um legado como esse precisa abrir portas, não fechá-las.
Nós, que assinamos este documento em conjunto com ex-tenistas profissionais e confederações nacionais de tênis, estamos muito preocupados com os planos da ATP de reduzir drasticamente o tamanho das chaves de duplas no circuito.
Nós defendemos o progresso. Também entendemos que o esporte precisa crescer, que os torneios devem se fortalecer e ampliar seu valor comercial. Ainda assim, as reformas propostas estão indo além do aceitável.
Os planos atuais devem deslocar cerca de 20 milhões de dólares em premiações das duplas para a simples e, ao mesmo tempo, reduzir significativamente as oportunidades profissionais para especialistas em duplas. Essa mudança tornaria muito mais difícil para jogadores talentosos construir e sustentar uma carreira exclusivamente nessa modalidade.
Um esporte profissional saudável não pode depender apenas de um pequeno grupo de estrelas. Ele precisa oferecer caminhos para o desenvolvimento, a competição e a garantia de um meio de vida para seus atletas.
As duplas também representam o formato mais praticado no tênis. Em clubes de todo o mundo, milhões de pessoas têm seu primeiro contato com o esporte por meio das duplas, ao lado de amigos, familiares, companheiros de equipe e integrantes de suas comunidades. É a porta de entrada mais acessível para o tênis: social, inclusiva e central para a cultura do esporte. Reduzir o número de duplistas profissionais transmite uma mensagem equivocada para essas mesmas pessoas que mantêm o tênis vivo.
A ATP precisa encontrar um equilíbrio melhor entre seus interesses comerciais e sua responsabilidade para com todos os tenistas profissionais e com o legado do esporte.
As duplas são uma parte vital da história e da identidade do tênis. Os fãs gostam de assistir às melhores equipes competindo, os meios de comunicação valorizam essa dinâmica e os patrocinadores reconhecem seu alcance. Trata-se de uma parte única e querida do nosso esporte, que merece mais visibilidade, e não menos.
Também acreditamos que o futuro das duplas deve ser construído em colaboração entre tenistas, confederações nacionais e organizadores de torneios, todos reunidos à mesma mesa. As propostas atuais não demonstraram contar com o amplo apoio necessário que mudanças dessa magnitude exigem. Implementar uma transformação nessa escala sem esse respaldo pode comprometer a confiança na liderança da ATP em toda a comunidade do tênis.
Nós não somos contra reformas. Pelo contrário, queremos ajudar a construí-las. Qualquer mudança deve fortalecer o esporte como um todo, e não enfraquecer uma de suas partes essenciais. É por isso que pedimos à diretoria e à gestão da ATP que reconsiderem as reduções propostas e trabalhem conosco por um futuro melhor para os duplistas profissionais.
O sucesso comercial é importante, mas também o são a justiça, o bem-estar e a saúde de longo prazo do tênis. Vamos fazer o esporte crescer juntos, sem deixar os duplistas para trás.”
Quem é Baianinho de Mauá, jogador de sinuca preso após acidente em SP
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JE M'INSCRIS lecourrierdesstrateges.frLe débat ne porte pas sur les agents, qui appliquent les consignes. Il porte sur le mécanisme décidé en haut : indexer une part de la rémunération sur les amendes infligées. Les deux entreprises publiques sont financées par le contribuable ; leur politique de contrôle mérite donc un examen précis.
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S'ABONNER lecourrierdesstrateges.frÀ la SNCF, Stéphane Vardon, chef de bord et responsable syndical CGT en poste depuis vingt-sept ans, décrit un dispositif prévoyant une prime comprise entre 4 % et 10 % du montant de l’amende lorsque celle-ci est réglée sur place. En cas de paiement différé, la rémunération serait forfaitaire : 96 centimes par amende, quel que soit son montant.
Des contrôleurs interrogés évoquent des primes mensuelles comprises entre 50 et 600 euros. Ces montants rapportés ne constituent toutefois ni une moyenne nationale ni une mesure représentative de l’ensemble des agents.Même sans instruction explicite de verbaliser davantage, l'existence d'un intérêt financier crée un risque de conflit d'intérêts apparent. Le voyageur pressé, intimidé ou mal informé de ses droits devient la meilleure source de revenus.
L’amende payée immédiatement rapporte davantage à l’agent que l’amende différée. Cependant, il appartient à l'entreprise de prévenir ce risque par des règles transparentes et des procédures de contestation accessibles.
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REJOINDRE LE FIL t.me/resterlibreÀ la RATP, la direction annonce une prime mensuelle de 150 euros bruts. Un agent affirme avoir touché jusqu'à 1 000 euros en un mois, mais ce témoignage isolé n'a pas été vérifié : il ne permet donc d'établir ni une moyenne ni un montant habituel. De son côté, un cadre de l'entreprise reconnaît que les agents dont les primes atteignent plusieurs centaines d'euros peuvent recevoir moins de missions de contrôle les mois suivants.
Michel Babut, vice-président de la FNAUT, avance que la prime d'équipe représente 10 % du montant des amendes et estime que certaines pratiques pourraient conduire à des verbalisations trop strictes. Les exemples cités alimentent le malaise : une voyageuse aurait reçu une amende de 150 euros pour avoir transporté une plante jugée trop volumineuse dans le métro ; un jeune homme affirme avoir payé 35 euros alors qu'il possédait un pass. La RATP indique par ailleurs avoir recruté de faux voyageurs pour évaluer le professionnalisme de ses contrôleurs. Cette démarche révèle que la qualité des contrôles constitue déjà un sujet de vigilance interne.
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LAISSER UN POURBOIRE merci !Selon l'article de Capital, la fraude coûterait 700 millions d'euros par an à la SNCF et à la RATP, qui chercheraient à réduire ce montant de moitié. On comprend l’enjeu financier. Mais indexer la prime sur l’amende déplace la responsabilité : le contrôleur devient comptable d’un rendement répressif, l’usager une source de recette, et le contribuable paie deux fois. Une politique libertarienne exige plutôt de supprimer l’intéressement au PV, la transparence sur les primes, leur mode de calcul et les voies de recours pour les usagers et les contribuables.
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