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Blush rosa: o guia definitivo para acertar no tom, textura e aplicação

28 October 2026 at 14:45

Entra ano, sai ano, e o blush rosa continua como queridinho quando o assunto é maquiagem. Não é à toa que o cosmético foi o grande protagonista das produções no tapete vermelho do Academy Museum Gala, em Los Angeles, no dia 17 de outubro, em Los Angeles, considerado um dos eventos beneficentes mais importantes de Hallywood.

Por lá, nomes como Hailey Bieber, Taylor Swift e Pamela Anderson mostraram a versatilidade do tom ao apresentarem três propostas completamente diferentes: o rosa vibrante e em destaque, a harmonia suave em sintonia com os lábios e a aplicação discreta para um efeito de pele natural.

À CNN Brasil, o maquiador Carlos Moura conta que a diversidade de visuais demonstra como uma mesma família de cor é capaz de transformar a expressão.

“Na Hailey, o blush aparece como um dos pontos principais do rosto, acompanhando o tom do vestido. Na Taylor, ele faz a ligação entre a pele e o batom, dividindo a atenção com o delineado. Já na Pamela, temos um rosado discreto nas maçãs que permite perceber a cor de forma leve, sem bordas marcadas e sem interferir no aspecto natural da pele”, analisa o especialista.

Hailey Bieber
Hailey Bieber • Instagram/Hailey Bieber

“O blush tem a função de trazer cor, frescor e vida ao rosto, criando aquele aspecto saudável e luminoso. O segredo está em saber valorizar a beleza sem perder o equilíbrio”, acrescenta.

Taylor Swift
Taylor Swift • Instagram/Taylor Swift
Pamela Anderson
Pamela Anderson • Instagram/Pamela Anderson

Afinal, como escolher a intensidade e acabamento ideal?

Para levar essas referências do red carpet para a rotina diária, o primeiro passo é decidir a intenção da maquiagem: você prefere dar protagonismo às bochechas ou busca apenas um toque de saúde?

A escolha entre as texturas do produto também influencia diretamente no resultado final:

  • Blush líquido ou cremoso: proporciona um acabamento mais natural, fresco e com viço, fundindo-se facilmente com a pele;
  • Blush em pó: ideal para quem busca textura aveludada, acabamento matte ou deseja construir a intensidade da cor em camadas.

O maquiador ressalta que ambos oferecem excelente durabilidade, cabendo à escolha depender do tipo de pele e do efeito desejado.

O rosa na pele negra

A escolha do tom ideal passa pela observação do subtom da pele. Na pele negra, o profissional recomenda apostar em cores vivas e bem pigmentadas que valorizem a pigmentação natural, como rosa intenso, coral, terracota e vinho. “O objetivo é ressaltar a luminosidade e criar harmonia sem apagar a pele”, pontua Moura.

A direção em que o blush é esfumado transforma o formato e a expressão facial. Segundo o maquiador, a aplicação deve ser estratégica:

  • Efeito jovial e saudável: concentre o produto no centro das maçãs do rosto;
  • Efeito lifting e sofisticado: aplique subindo em direção às têmporas para alongar as feições;
  • Efeito dramático: intensifique a pigmentação e marque os ângulos do rosto para produções noturnas.

Dicas práticas para não errar na dose

Seja para o dia a dia ou para um evento noturno, a regra de ouro do especialista é o equilíbrio: construir a cor aos poucos para evitar excessos.

  • Com blush cremoso/líquido: coloque uma pequena quantidade no dorso da mão e aplique nas maçãs, dando leves batidinhas;
  • Com blush em pó: retire o excesso de produto do pincel antes de levá-lo ao rosto;
  • Esfumado perfeito: espalhe bem as bordas para um acabamento sem marcações. Para mais intensidade, adicione cor gradualmente no centro;
  • Errou na mão: suavize a região usando o mesmo pincel ou esponja que utilizou para aplicar a base, aproveitando apenas o resíduo de produto que sobrou nele.

Conheça as maquiagens que funcionam melhor na primavera

 

Halloween: chifre de diabo e mais ideias de penteados arrepiantes

28 October 2026 at 13:49

No Halloween, considerada a época mais sombria do ano, nem toda fantasia precisa começar pela roupa. Um penteado bem elaborado pode ser suficiente para transformar completamente o visual e dar vida a personagens assustadores, misteriosos ou irreverentes.

De teias de aranha desenhadas com mechas a chifres feitos com o próprio cabelo, as possibilidades vão muito além das produções tradicionais e permitem explorar diferentes estilos sem recorrer a mudanças permanentes nos fios. 

Mas, para além da estética, existe um cuidado que não pode ficar de fora da produção. Penteados com muita tração, uso excessivo de ferramentas de calor e aplicações exageradas de fixadores podem prejudicar a fibra capilar, especialmente em cabelos que já passaram por processos químicos.

O segredo está em equilibrar criatividade e técnica, escolhendo produtos que ajudem a construir o visual e, ao mesmo tempo, preservem a saúde dos cabelos. 

“Dá para brincar com formas, volumes e acessórios sem precisar transformar a estrutura natural dos fios. O mais importante é preparar bem o cabelo, respeitar sua textura e trabalhar com produtos que facilitem a modelagem. Assim, conseguimos um resultado criativo, com boa durabilidade e sem agressões desnecessárias”, explica Ricardo dos Anjos, hairstylist e partner talent de TRUSS, à CNN Brasil.

Confira cinco inspirações para apostar na noite mais assustadora com dicas de especialistas para reproduzir cada visual. 

Chifres de diabinha

Para quem quer entrar no clima sem depender de fantasias elaboradas, os devil horns são uma escolha divertida e cheia de personalidade. A proposta transforma duas mechas do próprio cabelo em pequenos chifres pontiagudos, criando uma espécie de acessório natural. O restante dos fios pode permanecer solto, com a textura original valorizada, ou ganhar um acabamento mais polido para uma produção de inspiração gótica. 

“Para conseguir esse efeito, separe duas mechas no topo da cabeça, uma de cada lado, e torça cada uma sobre si mesma até formar uma pequena estrutura elevada. Depois, modele as pontas para cima e use grampos para garantir a sustentação. Fixadores médios são uma boa opção para manter os chifres no lugar sem deixar o cabelo com aparência excessivamente rígida. O segredo é construir o formato com os grampos e o fixador, sem precisar puxar demais os fios desde a raiz”, comenta Carlos Dupak, expert do MK Concept.

Chifre de diabinho
Chifre de diabinha • Reprodução/Pinterest

Teias de aranha

Entre as inspirações mais temáticas, o spider web hair transforma o cabelo em parte da própria fantasia. A proposta consiste em criar pequenos desenhos geométricos que lembram uma teia de aranha, utilizando mechas interligadas por elásticos discretos.

O resultado pode aparecer apenas na parte frontal ou ocupar toda a região superior da cabeça, enquanto o restante do comprimento permanece solto. Pequenas aranhas decorativas e acessórios escuros podem complementar a produção. 

“Apesar de parecer elaborado, esse penteado é construído com divisões simples. Comece separando pequenas mechas na região frontal e prendendo cada uma com um elástico delicado. Depois, divida as pontas dessas mechas e conecte-as às seções seguintes, formando um desenho semelhante a uma rede”, indica Ricardo.

“Antes de começar, gosto de aplicar um leave-in para facilitar o desembaraço e deixar os fios mais maleáveis. Como vamos trabalhar com várias divisões, é importante não apertar os elásticos e ter bastante cuidado ao retirá-los depois da festa”, acrescenta.

Teia de aranha
Teia de aranha • Reprodução/Pinterest

Wet hair sofisticado

Para quem gosta de um visual moderno, o wet hair é uma das escolhas mais sofisticadas para o Halloween. Inspirado nas passarelas e nos tapetes vermelhos, o penteado aposta no efeito molhado, com os fios penteados para trás e um acabamento brilhante que valoriza o rosto e deixa a maquiagem em evidência.

A proposta combina especialmente com fantasias de vampiras, sereias sombrias e personagens de estética gótica, além de ser uma alternativa prática para quem deseja uma produção impactante sem recorrer a penteados elaborados. 

“O segredo do wet hair está na preparação e na escolha dos finalizadores. Comece com os cabelos levemente úmidos e desembaraçados, aplique uma pequena quantidade de leave-in ou óleo capilar no comprimento e nas pontas para dar maleabilidade e brilho”, diz Carlos.

“Depois, distribua um gel na região superior e penteie os fios delicadamente para trás, criando o acabamento alinhado. Para manter o resultado por mais tempo, vale finalizar com um spray de fixação leve ou média. É uma ótima opção porque conseguimos um visual marcante sem precisar utilizar ferramentas térmicas”, adiciona o profissional.

Wet hair sofisticado
Wet hair sofisticado • Reprodução/Pinterest

Rabo de cavalo de vilã

O tradicional rabo de cavalo ganha uma versão mais dramática com o bubble ponytail, penteado caracterizado por divisões arredondadas que criam um efeito de bolhas ao longo do comprimento.

A proposta combina com fantasias de vilãs, vampiras e personagens futuristas, especialmente quando acompanhada de acessórios metalizados ou fitas escuras. Além de versátil, é uma alternativa para quem deseja manter os cabelos presos durante toda a festa, sem recorrer a estruturas muito elaboradas. 

“É um dos penteados mais fáceis de reproduzir e tem um efeito visual muito interessante. Comece fazendo um rabo de cavalo alto e distribua pequenos elásticos ao longo do comprimento, mantendo uma distância semelhante entre eles. Depois, puxe delicadamente as laterais de cada divisão para criar o volume arredondado”, orienta Ricardo.

“Para deixar a produção ainda mais assustadora, vale incluir acessórios como pequenas aranhas, morcegos, olhos e fitas pretas entre as divisões. A dica é aplicar algumas gotas de óleo antes de começar, para controlar o frizz e dar brilho, e evitar elásticos muito apertados, que podem marcar ou quebrar os fios”, sugere.

Rabo de cavalo
Rabo de cavalo • Reprodução/Pinterest

Como cuidar dos fios após a festa

Tão importante quanto preparar o cabelo para o Halloween é saber como desfazer os penteados. Após horas de festa, os fios podem apresentar resíduos de finalizadores, nós e marcas provocadas pelos acessórios. Por isso, a recomendação é remover grampos e elásticos com delicadeza, evitando puxões, e investir em uma rotina de limpeza e condicionamento adequada às necessidades do cabelo. 

“Um erro muito comum é chegar da festa e tentar soltar tudo de uma vez, principalmente quando o penteado tem muitos elásticos ou bastante fixador. O ideal é desmontar a estrutura aos poucos, retirar os acessórios com cuidado e desembaraçar delicadamente, começando pelas pontas”, detalha Carlos.

“Depois, uma boa higienização e um tratamento condicionante ajudam a devolver maciez e maleabilidade aos fios. O melhor penteado é aquele que rende uma produção incrível e permite que o cabelo continue bonito depois do Halloween”, finaliza.

Descubra as origens, significado e curiosidades sobre o Halloween

 

SPFW e desfiles globais: o que vem por aí sobre as tendências de beleza?

27 October 2026 at 15:07

Nas passarelas das principais temporadas de moda, os cabelos deixaram de seguir um padrão único. Durante a 61ª edição da São Paulo Fashion Week (SPFW), considerada a maior da América Latina, por exemplo, as apostas variam entre fios soltos com frizz à mostra, tranças desconstruídas e penteados com acabamentos de alta precisão.

Essa diversidade reflete um movimento global em que as semanas de Nova York, Londres, Milão e Paris apresentaram estilos com textura e identidade própria, revelando-se o grande destaque da vez.

O visual considerado intencionalmente “imperfeito” vem conquistando espaço há algumas edições, alçando o volume, a leveza despretensiosa e o frizz ao status de protagonistas do styling. Hoje, tal estética se consolida e passa a conviver harmoniosamente com estruturas mais elaboradas.

Abaixo, o beauty artist Ricardo dos Anjos analisa as seis principais tendências que conectam a beleza brasileira aos desfiles internacionais.

Textura natural e frizz

Segundo o profissional, a valorização do cabelo em seu estado natural foi um dos pilares do SPFW. No desfile de Marina Bitu, os fios surgiram soltos, com volume, frizz aparente e ondas suaves, acompanhando o movimento fluido da coleção inspirada no oceano.

Marina Bitu
Marina Bitu • Ze Takahashi/ @agfotosite

Essa estética livre também ganhou força em Milão, onde a Prada apresentou fios com frizz criando um halo ao redor do rosto e a Missoni apostou no efeito praiano. Em Londres, Erdem explorou cabelos com movimento natural, como se tivessem sido tocados pelo vento.

“Estamos vendo um trabalho cada vez mais intencional com textura, movimento e até frizz. A ideia não é eliminar as características naturais dos fios, mas valorizá-las como parte da identidade do visual. É uma beleza que transmite personalidade e espontaneidade”, comenta Ricardo, partner talent da TRUSS.

Tranças Soltas e Penteados Desfeitos

As tranças ganharam contornos mais suaves e casuais. No SPFW, a marca Catarina Mina combinou tranças soltas e presas leves para complementar a coleção “Bonito pra Chover”. No cenário internacional, a tendência marcou presença em Londres: Susan Fang apresentou tranças orgânicas e assimétricas, enquanto a marca Annie’s Ibiza trouxe penteados de inspiração vitoriana com acabamento propositalmente desconstruído.

Desfile Catarina Mina
Desfile Catarina Mina • Gustavo Scatena/ @agfotosite

“As tranças aparecem de forma mais livre, sem aquela preocupação de manter todas as mechas no lugar. Os fios soltos e as pequenas irregularidades trazem leveza e deixam o visual mais atual, criando um equilíbrio interessante entre construção e naturalidade”, explica o especialista.

Cabelo-Escultura e Volume

Em contraste com a naturalidade, os penteados esculturais demonstraram grande apelo artístico. No desfile de Amir Slama, tranças puxadas para trás culminaram em coques volumosos, ao lado de mechas torcidas e ondas bem estruturadas.

Desfile Amir Slama
Desfile Amir Slama • @agfotosite

A FORCA Studio apresentou topetes, rabos de cavalo com acabamentos metálicos/aramados e moicanos compostos por acessórios prateados. Essa experimentação alinha-se aos volumes marcantes da Collina Strada em Nova York e às releituras do coque francês por Simone Rocha em Londres.

“O cabelo passa a construir a própria silhueta da produção. Esses penteados mostram o lado mais artístico do hairstyling e como volume, direção e estrutura podem transformar completamente a imagem, fazendo do cabelo um elemento tão importante quanto a roupa”, destaca Ricardo.

Coques e Rabos de Cavalo Baixos

Os clássicos também ganharam releituras refinadas. Na Santa Resistência, os coques baixos surgiram polidos e sem divisão marcada, transmitindo sofisticação. Em Nova York, desfiles de marcas como Tory Burch, Zankov, Lii e Cult Gaia trouxeram variações com fios texturizados, acabamento espelhado e amarrações criativas.

Desfile Normando
Desfile Normando • @agfotosite

“O rabo de cavalo e o coque baixo mostram como pequenos detalhes podem transformar um penteado. Uma repartição marcada traz um resultado mais clássico, enquanto a textura no comprimento ou uma amarração diferente deixam a produção mais contemporânea”, avalia o beauty artist.

Flores e Acessórios

Os acessórios integraram o styling de forma expressiva. No SPFW, a Santa Resistência incorporou arranjos florais em tons de rosa e verde, conectados ao conceito da coleção. Em Londres, a LABRUM fundiu elementos florais a tranças complexas. Já em Paris, Balenciaga e Loewe inovaram ao utilizar óculos de sol como faixas para prender o cabelo.

Desfile Santa Resistência
Desfile Santa Resistência • @agfotosite

“Os acessórios têm o poder de transformar completamente uma produção. Flores, presilhas e outros elementos podem trazer romantismo, drama ou modernidade ao visual. O interessante é perceber como eles deixam de ser apenas decorativos para fazer parte da construção do penteado”, conclui Ricardo.

E mais: o que as pessoas usam no SPFW?

Veja as tendências de beleza que saíram da passarela da SPFW

 

“O interior reveste-se de grandes obras, de monumentos”

22 October 2026 at 12:06

VTM

Esta é a opinião de D. António Couto, bispo de Lamego, em declarações à margem das III Jornadas da Pastoral dos Bens Culturais da Igreja, que se realizaram no Museu Diocesano.

Em Lamego, a proximidade de igrejas, capelas e monumentos de grande valor reforça a importância de preservar estes bens e de os dar a conhecer às novas gerações, defendem o bispo de Lamego e o presidente da Comissão Episcopal da Cultura e Bens Culturais, D. Nuno Brás da Silva Martins, também presente na iniciativa.

Para o bispo de Lamego, D. António Couto, a realização de iniciativas habitualmente concentradas nas grandes cidades do litoral ou em Fátima constitui, por si só, um sinal significativo de valorização do interior. “O interior reveste-se de grandes obras, de monumentos, de imensos sinais de arte que nós não encontramos facilmente nas grandes cidades”, afirmou à VTM, destacando a existência de igrejas e capelas de grande beleza.

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