Changan Uni-V Price Gap: Russian Facelift vs Belarusian Pre-Facelift







Since 2021, average prices at lower-powered public chargers have risen by 69% after inflation, while higher-powered charging prices have increased by 94%

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Será um fim de semana em que o som inconfundível dos motores clássicos voltará a ecoar pelo imponente circuito de Portimão, já que, a corrida principal do programa promete combinar espetáculo, competitividade e nostalgia.
A prova será disputada ao longo de 120 minutos, ou 300 quilómetros, incluirá paragens obrigatórias para reabastecimento e troca de pilotos, e está aberta a sportscars construídos entre 1963 e 1972, além de modelos GT e Turismos produzidos entre 1966 e 1980.
Em termos de programação, destacamos os treinos de classificação, marcados para as 16:40 hrs de sexta-feira, 30 de outubro. A grande prova, os 300 kms Algarve Sports Car, está reservada para o fim da tarde de sábado, 31 de outubro.
Refira-se que a corrida chegará ao fim já depois do sol se pôr, oferecendo uma imagem inesquecível dos carros em pista, iluminados apenas pelos seus faróis, como nas grandes provas de endurance de outrora.
De lembrar, antes de mais, que a edição de 2025 foi conquistada pelos britânicos John Emberson e James Bellinger, ao volante de um Chevron B19, que superaram João Macedo Silva e José Monroy, num Lola T70 Mk3 Coupé.
O terceiro lugar absoluto ficou com Joel Hopwood e Nigel Greensall, em Chevron B8, dupla que igualmente faturou a vitória na classe H-1969.

Os três carros estarão presentes na edição deste ano, com a mesma ambição e vontade de conquistar o troféu e o relógio oferecido pelo patrocinador Briston Watches ao vencedor da corrida.
Num grid de largada de encher os olhos, a categoria H-1972 até 2000 cc é a mais numerosa, com dez carros inscritos, e conta com forte presença dos protótipos da Chevron e da Lola, duas marcas britânicas que estão intimamente ligadas ao automobilismo nacional e do exterior.
Além do B19 dos vencedores do ano passado, John Emberson e James Bellinger, Kyle Tilley e Phil Keen pilotarão um carro idêntico, que em 2025 andou nos primeiros lugares e fez a melhor volta da corrida (1:52.225s). Alan Purbrick e David Brise, Robin Ellis e Andy Wolfe, e Paul Cope e John Sheldon, – este último piloto na época do Grupo C -, estarão ao volante de outros três exemplares inscritos.
O sexto Chevron da classe é um B21, carro com história além fronteiras, que passou por Angola e Portugal e ostenta as cores do Team BIP.
Na “montanha-russa” de Portimão, o carro com o qual Carlos Gaspar alcançou o terceiro lugar da Rampa da Penha de 1972 será dividido pelo quarteto formado por Carlos Tavares, Edgar Botelho Moniz, José Forte e Frédéric da Rocha.
Se a marca fundada pelo autodidata Derek Bennett tem seis carros nessa classe, a criada pelo rival da época, Eric Broadley, tem três exemplares: dois T290, modelo que fez a pole-position em 2025, e um T212.
Nicholas Topliss e James Topliss dividem um Lola T290, enquanto Alex Collins e Martin Stretton, tricampeão da FIA Historic F1 Championship, se alinham com um carro igual. O grid fica completo com James Claridge e James Denty, ao volante do mesmo Lola T212 que competiu nas 24 Horas de Le Mans de 1971, pilotado por Guy Edwards e Roger Enever.
Mas a variedade da classe não para por aí, pois inscrito também está o Daren Mk 2 de 1970, valente máquina confiada ao volante de Georg Kjallgren. Das oficinas britânicas saíram, entre 1968 e 1972, apenas oito unidades deste protótipo, movido por um motor Cosworth FVA de 1600 cc, e dessas só dois exemplares resistiram à passagem do tempo, ambos hoje entregues aos cuidados da Triple R Restoration, de Richard Doe.
A categoria H-1972 acima de 2000 cc reúne quatro espetaculares Lola T70 inscritos no evento. Além do Mk3 Coupé com o qual João Macedo Silva dividirá desta vez com Diogo Ferrão, David Kelly e Stephen Doyle dividem um Lola T70 Mk3B, preparado pela Gary Dunlop Motorsport, enquanto Bruno Pereira, Charlie Hyett e Michel Speyer alinham com outro Mk3B, inscrito pela Pegasus Classic Engineering, que na edição passada lutou pelo triunfo até uma pane mecânica travar sua marcha.

O último T70 é ainda mais raro, pois é um Mk3B Spyder, um dos quatro originalmente construídos. Este Lola muito especial será conduzido por Marc Devis e Nick Padmore, dois pilotos com enorme experiência neste tipo de competição. Padmore é conhecido do público português pelas vitórias ao volante de Lotus no Classic GP para carros de F1 anteriores a 1986, no Estoril Classics.
Na categoria H-1969, os seis inscritos evocam uma das épocas mais marcantes das corridas de resistência. Vencedores da classe na edição passada, Joel Hopwood e Oliver Bryant compartilham o mesmo Chevron B8, enquanto Robin Tuluie fez sua estreia com seu exemplar solo.
Bernard Foley e Lewis Dunlop repetem presença no Crossle 9S, pequeno protótipo nascido nas garagens de Holywood, perto de Belfast, na Irlanda do Norte, e que ficou em segundo lugar na classe.
Depois do pódio alcançado na edição anterior, Richard McAlpine e Nigel Greensall voltam a colocar na pista o McLaren M1b de 1965, protótipo movido por um V8 de 5700 cc, que Bruce McLaren concebeu para sua investida na Canadian-American Challenge Cup, a célebre Can-Am.
Que seria de uma prova dessa natureza sem um Ford GT40?
Pois lá está ele na H-1969, ostentando a oval azul. Bruno Duarte e Filipe Silva Jesus, figuras habituais do Historic Endurance, estreiam ao volante de um GT40, escudados na experiência de Andy Newall.
Henry e Martin Stephenson, pilotos calejados em provas de clássicos, se lançam na briga com outro GT40.
Mas nem só de protótipos vive esse grid, pois a raiz das corridas de endurance está nas batalhas de carros de diferentes classes travadas dentro da pista. Sete máquinas, sete escolas do Turismo e do Grande Turismo: é o que a classe GT/TC põe em pista, nas mãos de pilotos que as pistas ibéricas conhecem bem, tantas foram as vezes que se bateram nas provas do Iberian Historic Endurance.
Para destacar o papel dos Turismos e GT nesta apaixonante prova de resistência, a Briston Watches também oferecerá um relógio ao primeiro colocado de uma classe que, em seu tempo, sempre correu lado a lado com os protótipos.
Os francófonos Olivier Muytjens e Brice Pineau, vencedores da classe nos 300km do ano passado, alinharão com o mesmo e competitivo Porsche 911 3.0 RS, preparado pela equipe belga HY Racing, que, pelo histórico, se apresenta como o favorito natural.
Ralf Schnitzler e Patrice Campillo guiam um Datsun 240Z, que este ano correu nos 300 km de Paul Ricard. Apesar da história desse modelo nos remeter aos ralis, a realidade é que o carro japonês participou de todas grandes clássicas de resistência do planeta: Le Mans, Sebring e Daytona.

Assim como ao “Z”, a Garagem João Gomes também prestará assistência ao Porsche 924 compartilhado por António Reis e José Carvalhosa e ao 911 2.5 ST que a dupla de pai e filho, Piero e Guilherme Dal Maso, dividirá com Marco Nunes.
Para a alegria dos aficionados por carros americanos, surgirá o imponente Shelby Mustang GT350, máquina com motor de 4700 cc que o Shelby Mustang GT350R Team entregará a Ernesto Silva Vieira e António Paquete.
A fechar a lista de inscritos, os dois bólidos da Ecurie Luxembourg: um BMW 2002, nas mãos de Michel Welter e Felix Feltes, e um Alfa Romeo GT Am, confiado a Patrick Wilwert e Philippe Vermast, os vencedores da subclasse H-1965 GR2 nas 3 Horas de Spa do Historic Endurance em abril.
Importa salientar que durante o fim de semana, o Algarve Classic Festival convida o público a uma viagem pela história do automobilismo, reunindo máquinas de várias épocas em um ambiente de saudade e ao som inconfundível dos motores de outros tempos.
A entrada é gratuita dos 3 aos 16 anos.
Os ingressos estão à venda no site oficial do evento, em algarveclassicfestival.org , em várias modalidades à escolha: o ingresso «Bancada Principal» dá direito à bancada principal; o «Paddock» abrange, além desta, o acesso ao paddock; e o ingresso «Torre VIP» também franqueia as portas da Torre VIP, com entrada no paddock e na arquibancada principal.
A quarter of van drivers surveyed have turned down work because of unpredictable M25 journeys, but the motorway’s unlikely attractions have also drawn paying sightseers

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Lepas Aura concept has an Aston Martin-like front, an Alfa Romeo-like rear and a Porsche-like logo – and it could hint at a new small Lepas L2

© Lepas
Oozing panache and bagging awards already, La Bola Negra is an eye-popping war and prejudice epic starring Penélope Cruz in a blond wig and Glenn Close speaking Spanish. We meet the ex-lovers who dreamed it up
When Javier Ambrossi and Javier Calvo – the directing duo known in their native Spain as “Los Javis” – began writing their queer epic La Bola Negra, they weren’t thinking about whether it would be stylish (which it is) or win numerous awards (which it has) or capture what they refer to as “the anti-fascist zeitgeist” (which it does). Instead, they thought only of scale. “I’m done with LGBTQ+ movies being niche,” says Ambrossi. “I was like, ‘Let’s make the biggest, gayest war movie ever.’” Job done.
At Cannes this year, the best director prize was awarded jointly to them and to Paweł Pawlikowski, who made the Thomas Mann road trip film Fatherland. La Bola Negra is now an Oscars frontrunner, with best picture and best director nominations all but guaranteed. Brimming with panache, the movie darts back and forth between three stories set in Spain: in 1932, a young man applying for membership of an exclusive casino is rejected on the grounds of his suspected homosexuality; in 1937, a callow nationalist soldier develops tender feelings for the injured republican prisoner under his watch; and in 2017, a queer historian inherits an unfinished story by Federico García Lorca. That story lends the movie its title and provides the thread that sews its strands together.
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© Photograph: Everett Collection Inc/Alamy

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In the 1940s and '50s, Route 66 was one of America's most popular highways, driving business to small towns from Chicago to Santa Monica. But today, the road and its people have been largely forgotten. Ghost towns, empty motels, and abandoned gas stations line its path. Chief correspondent Abby Narishkin grew up along the road. In celebration of its 100th anniversary, she drove down the old route herself to visit the people and businesses still keeping this Americana legacy alive.
VW investment, creating 4,500 jobs in Georgia, comes amid Trump’s damaging tariffs, intense Chinese competition and costly shift towards EVs
Audi has said it will spend $4bn (£3bn) to build its first factory in the US, as its parent company, Volkswagen, struggles with the impact of steep tariffs imposed by Donald Trump.
The German brand’s chief executive, Gernot Döllner, joined Trump on stage at a campaign rally on Saturday night to announce the factory in Macon, Georgia, in an unusual move by a big European brand just days before the US midterm elections.
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© Photograph: Friso Gentsch/EPA

© Photograph: Friso Gentsch/EPA

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