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Alemães voltam a comer caldo do pote à moda de Vila Verde

26 October 2026 at 18:15

A Festa do Caldo do Pote está de volta a Düsseldorf, na Alemanha, em 08 de novembro, com dez sopas à moda de Vila Verde à escolha dos visitantes.

Na presente edição, inserida na programação da “Rota das Colheitas”, o certame vai voltar a juntar centenas de portugueses e alemães junto ao restaurante Cave Tapas. O preço de entrada, que permite comer todos os caldos, tem o custo de 15 euros.

A celebração, inspirada num evento tradicional originário na freguesia de Sabariz, em Vila Verde, conta ainda com a atuação do Rancho Folclórico Coração do Minho.

Estes serão os caldos disponíveis, confecionados por portugueses, muitos que se deslocam de propósito para o evento: Caldo Verde (João P.), Caldo da Pedra (Domingos), Caldo de Peixe (Maria e Elvira), Caldo de Canja (Abílio E.), Caldo à Lavrador (Abílio G.), Caldo de Bacalhau (Zulmira), Caldo de Castanhas (Sofia), Caldo de Ossobuco (João D.), Caldo à Sabariz (Rosa), Caldo Vegetariano (Bernd).

A Festa do Caldo do Pote em Düsseldorf é organizada pelo grupo Cave Tapas/Frango Português, com o apoio de várias entidades. A edição de 2026 contará com a presença de Júlia Fernandes, presidente da Câmara de Vila Verde.

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A francesinha de croissant de Barcelos que chamou a atenção dos Gato Fedorento

26 October 2026 at 10:09

É uma proposta gastronómica atípica, criada em Barcelos e que divide os elementos do grupo humorístico Gato Fedorento. A francesinha de croissant do restaurante Ao Barrote esteve em grande destaque no último episódio do ‘podcast’ “Assim vamos ter de falar de outra maneira“, de Ricardo Araújo Pereira, Miguel Góis e José Diogo Quintela (três dos quatro integrantes dos Gato Fedorento e também criadores do programa “Isto é gozar com quem trabalha”).

No último episódio do ‘podcast’, cujo assunto foi comida, Miguel Góis mostrou-se indignado com a proposta da francesinha de croissant, tendo a concordância de Ricardo Araújo Pereira, mas a discordância de José Diogo Quintela.

“Li na internet que no restaurante Ao Barrote, em Barcelos, que eu não conheço, nunca fui, pode ser um bom restaurante, mas o problema é que eles estão a servir neste momento uma francesinha com croissant. Em vez do pão de forma, é um croissant”, nota, com humor, Miguel Góis.

E acrescenta: “Não há razão para este tipo de projetos gastronómicos, isto é a barbárie, é a carnificina do bom gosto”.

José Diogo Quintela contraria: “Não acho irregular”. E justifica: “É uma sandes bem atulhada e em vez de utilizarem pão de forma, usam brioche”.

Ricardo Araújo Pereira aproveita para brincar que Miguel Góis é um “gourmet indignado com transgressões culinárias”, enquanto José Diogo Quintela é “uma espécie de barreira do lixo humano que come a sua lavagem”.

“Achei piada. É engraçado ver algo que nasceu aqui no restaurante despertar a curiosidade de tanta gente”

Para o fundador do Ao Barrote, Tiago Sousa, “foi uma surpresa” ouvir os humoristas discorrerem sobre a sua criação. “Achei piada ouvir falarem da nossa francesinha de croissant. É engraçado ver algo que nasceu aqui no restaurante chegar a este tipo de programas e despertar a curiosidade de tanta gente”, aponta.

Tiago Sousa conta que “a ideia da francesinha de croissant surgiu da vontade de fazer algo diferente e sair um pouco do habitual”.

“A ideia foi também da minha namorada, que teve um papel importante nesta criação. Gostámos do conceito de juntar algo tão típico como a francesinha a um elemento inesperado como o croissant, e decidimos experimentar. Felizmente, tem sido uma aposta que desperta bastante curiosidade e que dá que falar”, destaca.

O responsável ficou contente com a menção no ‘podcast’ e espera que possa trazer uma maior afluência ao restaurante: “É sempre bom ver este tipo de divulgação e perceber que as pessoas ficam curiosas em experimentar. É uma boa oportunidade para dar a conhecer o nosso trabalho a quem ainda não nos conhece”.

Aberto há seis anos

O Ao Barrote abriu no dia 19 de setembro de 2020, em Barcelos. “Começámos este projeto com muita vontade de fazer as coisas à nossa maneira, apostar na qualidade e criar um espaço onde as pessoas gostassem de voltar. Pouco tempo depois, surgiu a pandemia, o que tornou o início bastante complicado, mas fomos ultrapassando as dificuldades com muito trabalho e com o apoio dos nossos clientes”, recorda Tiago Sousa.

“Desde o início, tentámos não ficar apenas pelo tradicional. Gostamos de inovar, experimentar coisas novas e surpreender quem nos visita, sem nunca perder aquilo que nos identifica. A francesinha de croissant acaba por ser um bom exemplo disso”, conclui.

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