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Polémica decisión de la WTA: prohíbe a Quevedo lucir un crespón negro por las víctimas de Toledo

30 October 2026 at 08:01

La WTA ha tomado una polémica decisión que ha dejado a la canaria Kaitlin Quevedo sin rendir homenaje a las víctimas del trágico accidente ferroviario de Toledo. La organización le ha impedido lucir un crespón negro durante su partido contra Jill Teichmann.

La tenista española ha pedido jugar los cuartos de final del torneo de Guangzhou (China) con este símbolo en su indumentaria en honor a los 69 fallecidos en el accidente de trenes en Urda, pero la WTA se lo ha denegado.

La respuesta de la organización se basó en que el color negro está prohibido, por lo que el crespón podía ser de cualquier color menos negro, motivo por el que la tenista de 20 años no ha podido mostrar su luto por la tragedia española.

Diferente fue la decisión que tomó este jueves la ATP con Rafa Jódar. El tenista madrileño sí pudo lucir el crespón negro en su partido contra Valentin Vacherot en la segunda ronda de Basilea.

Asimismo, el año pasado en Wimbledon, el torneo más exigente en cuanto a vestimenta, los tenistas Nuno Borges y Francisco Cabral saltaron a la pista con un crespón negro en señal de luto por la trágica muerte del futbolista Diogo Jota.

Zverev estreia-se como número um mundial

29 October 2026 at 22:38
Alexander Zverev, 29 anos, ultrapassou Sinner no topo do ranking ATP após vencer Griekspoor no ATP 500 de Viena. É o 30.º tenista a atingir a posição.

© ALEX PLAVEVSKI/EPA

Na capital da Áustria, Zverev impôs-se nos oitavos ao neerlandês Tallon Griekspoor, vencendo pelos parciais de 6-4 e 7-5

Djokovic cai para veterano alemão e se complica na corrida pelo ATP Finals

29 October 2026 at 21:22

Novak Djokovic perdeu pela primeira vez na carreira para Jan-Lennard Struff, nesta quinta-feira (29), pelas oitavas de final do ATP 500 da Basileia, na Suíça. O alemão venceu por 6/7(4), 7/5 e 7/6(5), depois de perder o primeiro set no tiebreak.

Struff, de 36 anos e 47º do ranking, vinha de uma final no ATP 250 de Bruxelas e havia perdido os oito jogos anteriores contra o sérvio. O último confronto entre os dois tinha sido no US Open de 2025.

O alemão levou a melhor nos números decisivos: deu 27 aces, contra 21 de Djokovic, e salvou os seis break points que enfrentou. O sérvio criou seis chances de quebra e não converteu nenhuma, enquanto Struff aproveitou uma das três que teve.

Antes do jogo no ATP 500 suíço, Struff havia falado que seria um prazer enfrentar o rival, apesar do retrospecto negativo. “Ele é o maior de todos os tempos, então é muito bom ter a oportunidade de enfrentá-lo”, afirmou.

Djokovic fica fora do grupo dos oito no ATP Finals

Com a derrota, Djokovic fica com 2.890 pontos na corrida para o ATP Finals, o torneio de fim de temporada, em Turim. O sérvio ocupa a 10ª posição, fora do grupo dos oito classificados.

Alexander Zverev, Carlos Alcaraz e Ben Shelton já estão garantidos. As outras cinco vagas são disputadas por Daniil Medvedev (3.710 pontos), Flavio Cobolli (3.680), Arthur Fils (3.525), Frances Tiafoe (3.380) e Rafael Jódar (3.184), que hoje ocupa a última posição de classificação.

Logo atrás aparecem Alex de Minaur (2.930), Djokovic (2.890), Taylor Fritz (2.785), Tommy Paul (2.725) e Jakub Mensik (2.500). O sérvio está 40 pontos atrás de De Minaur, 294 atrás de Jódar e 490 atrás de Tiafoe.

Os números ainda podem mudar nesta semana: Medvedev, De Minaur e Paul disputam as quartas de final em Viena, enquanto Fils e Fritz estão nas quartas na Basileia.

O que Djokovic precisa fazer no Masters de Paris

Djokovic chega ao Masters 1000 de Paris, última parada antes do ATP Finals, precisando reduzir a distância de 294 pontos para Jódar. O título em Paris vale 1.000 pontos, e uma semifinal, 400.

Mesmo uma boa campanha pode não bastar, porque os rivais também jogam em Paris e somam pontos. Jódar é o mais próximo, e Tiafoe, a 490 pontos, exigiria uma campanha ainda mais longa do sérvio.

Aos 39 anos, Djokovic faz uma temporada irregular. Eliminado na estreia do US Open por Navone, ele chegou a falar em um problema de saúde que o atrapalha e caiu para o 12º lugar do ranking.

A Basileia era o segundo ATP 500 do ano para Djokovic, que conquistou o título em Pequim no início do mês. Ele voltou ao torneio suíço pela primeira vez em 15 anos, onde foi campeão em 2009.

Jannik Sinner, campeão das duas últimas edições do ATP Finals, não joga mais torneios oficiais em 2026 por causa de uma lesão no joelho e ficará fora de Turim.

Djokovic anuncia amigo como novo técnico para Roland Garros

(Publicado por Luccas Oliveira)

Federer confirma evento com João Fonseca no Brasil: “Te vejo na quadra”

29 October 2026 at 16:48

Roger Federer, um dos maiores nomes da história do tênis, confirmou sua vinda ao Brasil em dezembro. O tenista suíço participará de uma exibição em São Paulo, ao lado do jovem talento brasileiro João Fonseca.

O anúncio foi feito por meio de um vídeo da fornecedora de material esportivo On, que patrocina ambos e tem Federer como um dos acionistas.

No vídeo promocional, Fonseca simula um áudio via aplicativo de mensagens perguntando a Federer sobre a visita.

“Oi João! Finalmente o segredo foi revelado. Vou voltar ao Brasil, depois de todos esses anos. Em dezembro a gente se encontra Clubhouse Nights São Paulo. Te vejo na quadra meu amigo”, respondeu Federer, confirmando o evento em São Paulo. Veja:

Vai acontecer! ✨ On Brasil anuncia evento especial com João Fonseca e Roger Federer no Clubhouse Nights São Paulo em dezembro. Mais informações em breve. [Via ON Brasil] https://t.co/xLDgZLrM1n

— João Fonseca Updates (@fonsecaupdates) October 29, 2026

São Paulo Super Match contra Alcaraz

Além do encontro com o lendário suíço, João Fonseca terá outro grande desafio em dezembro. O tenista brasileiro enfrentará o espanhol Carlos Alcaraz, número três do mundo, em uma partida de exibição marcada para o dia 12 de dezembro, no Nubank Parque, em São Paulo.

Apesar de ter anunciado que não disputaria mais nenhuma competição oficial em 2026, Fonseca mantém o compromisso com o “São Paulo Super Match”. Segundo apuração do site Tênis Brasil, “o embate segue nos planos de Fonseca e está de pé”, confirmando a realização do evento.

Os ingressos para o duelo entre Fonseca e Alcaraz estão disponíveis para compra na plataforma Eventim. Os valores para assistir à partida variam entre R$ 475 e R$ 4.700.

Ex-top 1 do mundo é sincero sobre João Fonseca: “Ficar mais forte”

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

Carlos Alcaraz vence a Nikoloz Basilashvili tras un agónico 'tie-break' y se cita con Tommy Paul en cuartos de final de Viena

29 October 2026 at 17:26

Carlos Alcaraz se ha metido este jueves 29 de octubre en los cuartos de final del torneo de Viena, tras superar en dos sets al georgiano Nikoloz Basilashvili (6-1, 7-6), en un partido en el que el murciano arrasó en la primera manga pero en el que sufrió para cerrarlo en el segundo, teniendo que levantar tres bolas de set en contra en un desempate agónico.

La puesta en escena de Carlitos en el partido fue imponente. El murciano fue un torbellino y arrasó a Basilashvili en el primer parcial, en el que solo pudo sumar un juego. Un tenis sobresaliente que trasladó a lo numérico, cediendo solo cuatro puntos al resto. Así, tardaría 29 minutos en llevarse la primera manga por un contundente 6-1.

Y con la misma superioridad exhibida en el primer set comenzaría el segundo. Un 'break' en el primer juego para tomar una renta de 2-0 que parecía anticipar un triunfo rápido de Alcaraz. Sin embargo, Basilashvili se aferró al partido a base de subir su nivel y provocar los fallos de un mucho más errático Alcaraz (11 errores no forzados). Así, conseguiría quebrar el saque del español por primera vez en el partido en el ecuador del set, para colocar el 3-3 en el marcador.

Una igualdad que se mantuvo en el último tramo del set, después de que el de El Palmar desaprovechara dos pelotas de rotura, que daría lugar a un frenético 'tie break'. En la muerte súbita, el georgiano tendría un gran arranque, con un 4-1 de parcial inicial, pero el murciano reaccionaría igualando a cuatro. Sin embargo, antes de que Basilashvili volviera a tomar ventaja para disfrutar de cuatro bolas de set, todas ellas salvadas por Alcaraz.

Y tras dos puntos consecutivos, uno al resto, el número tres del mundo dispondría de su primera opción para cerrar el encuentro con 9-8 favorable y su saque. Pero Basilashvili resistiría, en esa en otras dos ocasiones más con 10-9 y 11-10, pero a la tercera, Alcaraz acabaría cerrando el 'tie break' (13-11) y un maratoniano segundo set que se fue a la hora y 12 minutos de juego. Ahora, su rival en cuartos será el estadounidense Tommy Paul.

Rafa Jódar pierde pronto en Basilea y se complica la carrera hacia las ATP Finals

29 October 2026 at 14:19
El español cae en octavos ante Valentin Vacherot en octavos del ATP 500 suizo tras desperdiciar dos saques para cerrar el partido y afronta el Masters 1000 de París obligado a sumar puntos y pendiente de sus rivales. Leer

El español cae en octavos ante Valentin Vacherot en octavos del ATP 500 suizo tras desperdiciar dos saques para cerrar el partido y afronta el Masters 1000 de París obligado a sumar puntos y pendiente de sus rivales.

Jódar se despide de Basilea tras perder ante Vacherot y se complica las ATP Finals

29 October 2026 at 14:07

Varapalo para Rafa Jódar. El tenista español Rafa Jódar ha caído eliminado este jueves en la segunda ronda del torneo de Basilea, de categoría ATP 500 y que se disputa en condiciones indoor, tras perder en tres sets frente al Valentin Vacherot (7-6(4), 2-6 7-6(5)), en un partido en el que la determinación del monegasco en los tie break del primer y tercer set fue determinante.

Rafa Jódar se despide del ATP 500 de Basilea antes de lo previsto. El madrileño no pudo superar en la segunda ronda a Vacherot, que aprovechó los 'tie break' del primer y tercer set para certificar su triunfo. Una derrota que no permitirá a Jódar sumar más puntos hasta el Masters 1000 de París en su particular lucha para estar presente en las ATP Finals, en la que podría ser superado por el australiano Alex De Miñaur.

Un partido en el que, como era previsible, los saques se impusieron. En la primera manga, Jódar pagaría el no aprovechar ninguno de sus tres puntos de 'break' en sus tres primeros juegos al resto. Y es que, a pesar de mostrar un buen nivel con el saque, el set se vería abocado al tie break. Ahí, Vacherot aprovecharía un 'mini break' logrado en el primer punto para, tras sumar todos los puntos en los que dispuso de su saque, colocarse un set arriba en el marcador (7-4).

Le tocaba reaccionar al tenista español en la segunda manga y así lo haría. El arranque del set sería inmejorable con dos break en sus tres primeros juegos al resto. Esto le permitió colocarse con 5-1 en el marcador, y tras mantener su siguiente turno de saque, mandar el partido al tercer set tras un contundente 6-2.

Parecía que Jódar le había cogido el punto a su rival, y el arranque del tercer set también traería consigo un break del tenista de Leganés. Sin embargo, con 2-1 a su favor y saque, el monegasco conseguiría su primer y único juego al resto del partido, igualando todo de nuevo. Así, y después de que Jódar desperdiciara hasta tres puntos de 'break', el 'tie break' volvería a dictar sentencia.

En el juego definitivo, la igualdad era más que evidente, con ambos jugadores sumando los puntos en los que disponían de su saque hasta llegar al 4-4. Ahí, Jódar conseguiría tomar ventaja de un mini break (5-4), pero no sería capaz de consolidarla perdiendo sus dos siguientes puntos con saque. Esto permitió que Vacherot dispusiera de su primer punto de partido al saque, con el que cerraría su triunfo (7-5).

Alcaraz vence entre contrastes y Vacherot neutraliza a Jódar

29 October 2026 at 14:07

Ninguno quiere el premio, o así lo parece. Como si se hubieran contagiado. Lo tiene a tiro Nikoloz Basilashvili hasta cuatro veces, pero el georgiano se adorna —ese exceso de confianza en la volea no tocaba— y termina pagándolo caro, muy caro. Tanto que le cuesta el set (o sea, el partido) después de que Carlos Alcaraz, igualmente errático, haya desperdiciado tres opciones de cerrar el duelo; una de ellas con toda la pista para él, clamorosa. Al final no lo lamentará. El murciano vence en un episodio de contrastes (6-1 y 7-6(11), después de 1h 41m) y progresa en Viena, donde se las verá este viernes en los cuartos de final (no antes de las 15.00, Movistar+) con un rival sobradamente conocido para él: será el décimo pulso con Tommy Paul, con un balance favorable de 7-2.

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ZVEREV SE CORONARÁ EL LUNES

Jódar, primerizo en la élite, continúa en pleno crecimiento y descubriendo los entresijos del máximo nivel. En este proceso de aprendizaje, uno de los aspectos a mejorar es su rendimiento en los tie-breaks, en los que la experiencia resulta fundamental.

Este curso, el madrileño ha tenido que dilucidar 24, de los cuales ha ganado 11 y perdido 13. Empezó con fuerza —ganó siete de los diez primeros que jugó—, pero últimamente ha menguado; en concreto, se ha hecho solo con dos de los diez últimos.

Precisamente, si alguien domina esa zona terminal es Djokovic (39), que empezó bien contra Struf y al final se diluyó. Conforme transcurrió el partido fue perdiendo vigor y el tenista alemán, que se había inclinado en los ocho precedentes entre ambos, lo apeó. Dejó, pues, escapar una magnífica oportunidad.

Quien no lo hizo fue Alexander Zverev, que el próximo lunes abrirá oficialmente su reinado al derrotar en Viena a Tallon Griekspoor (6-4 y 7-5). El triunfo anticipa su ascenso a la cima. Allí también, el italiano Flavio Cobolli abandonó lesionado y entre lágrimas ante su compatriota Matteo Berrettini.

Cabe recordar que actualmente es sexto tanto en el ranking como en la carrera anual, así como que debería ser el referente de su país en las Finales de la Copa Davis. Se resintió de unos problemas arrastraba desde la semana previa en Lyon.

Por otra parte, Elena Rybakina confirmó que finalizará el año en lo más alto. Su triunfo contra Yulia Putintseva en Tokio (6-2 y 6-3) le garantiza la posición, que obtuvo tras el US Open. La kazaja, de 27 años, ha ganado este año en Australia y Nueva York.

© Lisa Leutner (REUTERS)

Alcaraz celebra la victoria contra Basilashvili, este jueves en Viena.

Tênis: Rybakina vence em Tóquio e fecha temporada como número 1 do mundo

29 October 2026 at 13:58

Elena Rybakina venceu a compatriota cazaque Yulia Putintseva por 6/2 e 6/3, nesta quinta-feira (29), pela segunda rodada do Pan Pacific Open, em Tóquio, e garantiu pela primeira vez o posto de número 1 do mundo no fim da temporada. A conquista veio mais de uma semana antes do WTA Finals, torneio que encerra o calendário.

Aos 27 anos, Rybakina avançou diretamente à segunda rodada do WTA 500 de Tóquio, sem precisar disputar a estreia. A tenista chegou ao Ariake Coliseum embalada pelo título do Ningbo Open, na China, conquistado na semana passada. Foi seu quarto troféu da temporada e o primeiro desde que assumiu a liderança do ranking mundial.

A cazaque precisava de apenas mais uma vitória em 2026 para impedir que a número 2 do mundo, Aryna Sabalenka, pudesse ultrapassá-la na classificação ao fim do ano. Rybakina alcançou o topo do ranking pela primeira vez no mês passado, durante sua campanha vitoriosa no US Open.

Rybakina vive temporada histórica no tênis

A temporada de Rybakina é marcada por grandes conquistas. A tenista venceu o Australian Open e o US Open em 2026, elevando para três o número de títulos de Grand Slam da carreira. O primeiro havia sido conquistado em Wimbledon, há quatro anos.

Depois de triunfar no US Open, a cazaque passou por um breve período de instabilidade. Ela perdeu logo na estreia do torneio de Pequim e ficou fora do Wuhan Open por causa de uma lesão na perna.

Na semana passada, porém, recuperou o melhor momento ao conquistar o título em Ningbo e, agora, assegurou a liderança do ranking no encerramento da temporada.

Próximo desafio será contra Leylah Fernandez

Na próxima rodada em Tóquio, Rybakina enfrentará a canadense Leylah Fernandez, em uma reedição da final do Ningbo Open. Fernandez garantiu a classificação ao derrotar a belga Elise Mertens por 6/2 e 7/6 (10-8), em partida decidida no tie-break do segundo set.

A cazaque busca conquistar o 16º título da carreira antes de seguir para Indian Wells, na Califórnia, onde será disputado o WTA Finals. O torneio reunirá as oito melhores tenistas da temporada entre os dias 8 e 15 de novembro.

Meligeni vê João Fonseca assustado com fama: “Liga para o Guga”

Kazaja Rybakina allana camino rumbo a final de WTA 500 de Tokyo

29 October 2026 at 12:44

Tokio, 29 oct (Prensa Latina) La kazaja Elena Rybakina, número uno del ranking de la Asociación Femenina de Tenis (WTA), allanó hoy su camino rumbo a la final del WTA 500 de Tokio al doblegar a su compatriota Yulia Putintseva.

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Djokovic, tajante sobre Federer: "Jamás tuvimos ninguna relación"

29 October 2026 at 09:17

El tenista Novak Djokovic se encuentra disputando el torneo Swiss Indoors en Basilea, su primera aparición en el evento desde 2011. El serbio debutó con victoria pero lo que más ha llamado la atención fueron sus palabras sobre Roger Federer en rueda de prensa.

El deportista de 39 años se refirió a su histórica rivalidad con Roger Federer, quien se retiró del circuito profesional hace cuatro años. Y lo hizo en su tierra natal.

A pesar de haber compartido grandes escenarios y momentos significativos en el tenis mundial, Novak Djokovic fue contundente al aclarar la naturaleza de su vínculo con el suizo y no se mordió la lengua al reconocer que su relación fue nula.

Una relación nula

"A decir verdad, él siempre fue profesional, yo siempre tuve mucho respeto por Roger pero nuestra relación se limitó a eso. Nunca tuvimos una relación fuera de la cancha, más bien una rivalidad, pero tenemos un gran respeto, él abrió muchos caminos para los tenistas más jóvenes", comenzó afirmando.

"Rivalidades como esa crean un vínculo enorme. Lo veo de manera muy diferente hoy que antes, con mucha más distancia. Estoy definitivamente dispuesto a sentarnos juntos y hablar sobre los viejos tiempos", añadió.

No es la primera vez que el serbio se refiere con contundencia a su relación con sus máximos rivales. Ya lo ha hecho en varias ocasiones al explicar que una amistad con Rafa Nadal era imposible. "Nadal es solo un año mayor que yo, los dos somos géminis, al principio hasta íbamos a cenar juntos, dos veces. Pero incluso con él la amistad es imposible. Siempre lo he respetado y admirado mucho. Gracias a él y a Federer, crecí y me convertí en quien soy. Esto nos unirá para siempre; por lo tanto siento gratitud hacia ellos. Nadal forma parte de mi vida, en los últimos quince años lo he visto más que a mi madre…».

Tras la retirada del suizo y el español, Djokovic ha expresado en reiteradas oportunidades su deseo de reencontrarse con Roger Federer y Rafael Nadal una vez que él también decida retirarse, con el objetivo de reflexionar sobre sus carreras. Mientras tanto, el serbio continúa activo en el circuito, tras haber obtenido su título número 102 en Beijing a principios de este mes.

© EFE

Swiss Indoors Basel tennis tournament

Juan Carlos Ferrero: "¿Entrenar a Jodar?, quién sabe. Tengo un acuerdo con un jugador y lo desvelaré el 9 de noviembre"

29 October 2026 at 05:30

El técnico planea regresar al circuito ATP en 2027, tras poner fin a su exitosa relación deportiva de más de siete años con Carlos Alcaraz a finales de diciembre de 2025. Terminaron su vínculo profesional por desacuerdos en la renovación del contrato, la propuesta de Alcaraz de cambiar la sede de entrenamientos a Murcia, la exigencia de un entrenador a tiempo completo y tensiones con el entorno familiar del tenista.

Ahora, el técnico parece tener claro su futuro. Tras semanas de especulaciones, Jannik Sinner anunció el pasado lunes que el entrenador que se incorpora a su grupo será Magnus Norman. El sueco era uno de los favoritos después de su etapa con Stan Wawrinka. Convirtió al suizo en "top 10" y ganó junto a él tres "Grand Slams". La apuesta por el sueco acababa con las especulaciones que había ante la posibilidad de que Juan Carlos Ferrero se sumara al equipo de Sinner.

Descartada la posibilidad de trabajar con el italiano -en una entrevista en Eurosport-, el técnico ha desvelado su futuro y cuando anunciará su decisión.

"Ya tengo un acuerdo cerrado"

El exnúmero uno del mundo ha puesto fecha a la revelación del nombre de su nuevo pupilo. Será el próximo 9 de noviembre cuando se conozca la identidad del tenista, con quien empezará a trabajar en el año 2027. La vinculación, según ha adelantado Ferrero, sería por tres temporadas, extendiéndose hasta 2029. "El 9 de noviembre sale a la luz. Ya tengo un acuerdo cerrado con un jugador", ha confirmado en exclusiva.

Durante su conversación, Ferrero también ha valorado la actualidad del tenis, poniendo especial atención en la figura emergente de Rafa Jódar.

¿Entrenar a Rafa Jódar?

El técnico no ha escatimado en halagos hacia el joven tenista madrileño, del que dice que "es un jugador impresionante" con una "extensión meteórica, sin lugar a dudas". Además, ha añadido que "tiene un techo muy alto, va a aspirar a grandes cosas".

Ante la pregunta de si se plantea entrenarle en un futuro, el de Ontinyent se ha mostrado cauto pero sin cerrar la puerta por completo. "¿Entrenarle? Quién sabe. Pero ahora mismo no es una posibilidad", ha concluido.

© EFE

Presentación del Ferrero & Forty Challenger de tenis

Juan Carlos Ferrero: “Alcaraz es el mejor tenista que he visto, y va ganando madurez”

29 October 2026 at 05:43
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“Ante todo, hay que mantenerse en forma”, dice Juan Carlos Ferrero (46), que está musculado, más de lo que ya estaba cuando lideraba el ATP (lo hizo durante ocho semanas del 2003), porque frecuenta el gimnasio cada mañana como sustitutivo del tenis: en los últimos tiempos, las rodillas le han dicho basta. Ya no pelotea ni como divertimento.

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Juan Carlos Ferrero: "Decir que no es fundamental, pero no fui demasiado estricto con Alcaraz"

28 October 2026 at 22:02
El ex número uno y ex entrenador de Alcaraz admite que no vio la final del Open de Australia y niega que su exigencia fuera uno de los motivos de la ruptura: «Mi relación con él no era paternal, ni mucho menos». Tras su etapa juntos, ya prepara su regreso al circuito en 2027 con un nuevo jugador. Leer

El ex número uno y ex entrenador de Alcaraz admite que no vio la final del Open de Australia y niega que su exigencia fuera uno de los motivos de la ruptura: «Mi relación con él no era paternal, ni mucho menos». Tras su etapa juntos, ya prepara su regreso al circuito en 2027 con un nuevo jugador.

Aos 16 anos, Naná Silva vai às quartas de torneio WTA pela primeira vez

28 October 2026 at 23:38

Promessa do tênis feminino brasileiro, Nauhany Vitória Leme da Silva, a Naná, conseguiu sua maior proeza em torneios profissionais da WTA, nesta quarta-feira (28), ao chegar às quartas de final do WTA 125 de Curitiba.

A tenista de 16 anos venceu a argentina Luisina Giovannini, três anos mais velha e atual número 199 do ranking, em duplo 6-4. Na estreia, Naná já havia superado outra favorita, a grega Despina Papamichail, ex-top 150 da WTA, por 2 sets a 1.

Naná fala com o Tênis Brasil, após maior vitória da carreira no WTA 125 de Curitiba 🇧🇷. Vamos por mais!!! https://t.co/SLeMzq889g

— NANÁ | Nauhany Vitoria Updates (@nauhanyupdates) October 28, 2026

Agora, Naná, que segue conciliando o profissional com a carreira juvenil, enfrenta a vencedora do confronto entre Francesca Jones, principal cabeça de chave do torneio paranaense, e a brasileira Marjorie Souza, que jogam nesta quinta (29).

A vitória sobre Giovannini também permitiu a Naná alcançar a marca de 100 pontos na WTA pela primeira vez. No ranking ao vivo, a paulistana já aparece na 518ª posição, subindo quase 100 colocações com sua campanha em Curitiba.

Naná Silva também está na disputa do torneio de duplas, ao lado da medalhista olímpica Laura Pigossi. Elas disputam as quartas de final, nesta quinta, como favoritas contra as compatriotas Julia Konishi Silva e Marjorie Souza.

Bia Haddad Maia reflete sobre saúde mental e pausa na carreira: “Esgotada”

Medvédev sigue con accionar indetenible en Abierto de Viena

28 October 2026 at 21:50

Viena, 28 oct (Prensa Latina) El tenista ruso Daniil Medvédev, tercer cabeza de serie, siguió hoy con su accionar indetenible en el Abierto de Viena, tras doblegar al español Daniel Mérida en los octavos de final por 7-6 (7/5) y 6-1.

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Abierto de Viena se quedó sin tenistas latinos

28 October 2026 at 13:19

Viena, 28 oct (Prensa Latina) El argentino Mariano Navone y el chileno Alejandro Tabilo fueron eliminados hoy en la primera ronda en la justa de dobles correspondiente al torneo Abierto de tenis de esta capital.

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Toni Nadal: "Rafa Nadal tuvo el mismo respeto a Roger Federer y Novak Djokovic que el que tuvo por la mujer de la limpieza"

By: José · Aguado
28 October 2026 at 06:00

El respeto que Rafa Nadal mostró durante su carrera a Roger Federer y Novak Djokovic fue el mismo que dispensó a la señora de la limpieza o al conductor que lo llevaba a los torneos. Toni Nadal utilizó ese ejemplo para explicar los valores que trató de transmitir a su sobrino y que, a su juicio, deben mantenerse independientemente de la posición que ocupe cada persona. «El respeto que tuvo Rafael por Federer, por Djokovic, no era diferente del que tuvo por la chica de la limpieza o el conductor que le llevaba en autobús», explicó en Por fin, en Onda Cero, al recordar una de las enseñanzas que considera fundamentales en la formación del tenista.

Valores para funcionar por la vida

Toni Nadal defendió que el éxito deportivo debe ir acompañado de una determinada manera de comportarse. La fama y los resultados no pueden modificar el trato hacia los demás. «Es muy difícil funcionar sin valores en la vida», afirmó antes de enumerar algunos de los principios que considera necesarios para la convivencia: «Una sociedad necesita unos ciertos valores de disciplina, de orden, de respeto, de educación por encima de todo, de corrección». Unas ideas que, según explicó, intentó aplicar siempre «dentro de una pista y fuera de ella». El entrenador también recordó el precio personal que exige una carrera vinculada al deporte profesional. Mientras se habla habitualmente de las horas de entrenamiento, las concentraciones y los sacrificios de los jugadores, quienes trabajan a su lado también deben renunciar a una parte de su vida familiar. Toni Nadal lo experimentó durante los años que acompañó a Rafa: «Yo me perdí muchos, muchos cumpleaños de mis hijos, me perdí fiestas de Navidad».

Aquellas ausencias formaban parte de una elección compartida. Rafa quería convertirse en uno de los mejores jugadores del mundo y Toni había decidido ser su entrenador. «Él decidió ser uno de los mejores jugadores del mundo y yo decidí ser su entrenador, entonces sabía que tenía que pagar un precio», explicó. También reconoció que tuvo suerte con el jugador al que acompañó: «Tuve la suerte de entrenar a un chico, además, que me hizo la vida muy fácil». Su manera de entender el tenis estaba ligada a una idea que repetía durante la formación de su sobrino: el resultado no debía estar por encima del trabajo realizado para alcanzarlo. «En la vida, el verdadero éxito no es el resultado que consigues, sino la forma como llegas a conseguirlo», señaló. Por eso, cuando evaluaba el camino de Rafa, concedía más importancia al proceso que a los títulos obtenidos.

Lo importante es el camino

«Para mí siempre fue mucho más importante el proceso», insistió. Su intención no consistía en presentar a Rafa como un modelo destinado a toda la sociedad, pero sí consideraba que quienes alcanzan el éxito deben asumir cierta responsabilidad. «Yo no pretendía nunca que Rafael fuera un ejemplo para una sociedad, pero yo creo que la gente que triunfa tiene que intentar al menos ser un ejemplo para la sociedad», explicó.

Esa misma filosofía determinaba cómo afrontaba las derrotas. Toni Nadal estableció una diferencia entre perder un partido y fracasar en el intento de conseguir un objetivo. «Un fracaso nunca es una derrota. La derrota forma parte del juego. El fracaso, para mí, es no hacer todo aquello que está en tu mano para conseguir» lo que te propones.

La distinción le permitía analizar las derrotas sin convertirlas en una tragedia. Cuando Novak Djokovic era superior a Rafa, la respuesta debía ser asumirlo y buscar soluciones. «Muchas veces Djokovic fue mejor que nosotros. Bueno, pues asumirlo e intentar recapacitar, ver lo que podemos mejorar e intentar hacerlo». El trabajo no garantizaba la victoria, pero sí ofrecía una manera de responder a la adversidad. «A veces fue bien, a veces no», reconoció.

Decir la verdad

Su método de entrenamiento tampoco pasaba por alimentar artificialmente la confianza del jugador. Toni Nadal prefería explicarle las dificultades y señalarle el camino que debía recorrer. «Yo le decía a Rafa: “Tranquilo, que lo vas a hacer y tenemos que luchar para eso». La intención era que entendiera que el talento no eliminaba la necesidad de trabajar ni convertía los objetivos en algo automático.

Por eso cuestionó una educación que, en su opinión, protege demasiado a los jóvenes frente a la frustración. «Cuando tú le haces creer a la gente que es mejor de lo que en realidad es, le ocultas la realidad», advirtió, se corre el riesgo de dificultar que después acepte sus limitaciones. Su crítica alcanzó también a determinados planteamientos educativos. Su mujer, profesora de instituto, trabajaba en un centro en el que no podían poner los suspensos en rojo. «¿Esto es algo positivo o negativo? Para mí es negativo», afirmó, porque consideraba que se dramatiza algo natural, como obtener una mala calificación. La alternativa, defendió, es aceptar los errores y trabajar para corregirlos. «Si no ha salido del todo bien, pues intentemos mejorar lo que podamos mejorar», resumió. No todo el mundo puede alcanzar la cima del deporte, pero sí puede aspirar a mejorar su propio rendimiento.

Toni Nadal tampoco negó la importancia de las condiciones de cada jugador. Federer podía tener más talento o golpear mejor la pelota que Rafa, pero esa diferencia no debía convertirse en una excusa. «Se trata de entrenar un poco más e intentar superar» esas dificultades, explicó. Reconoció que existen personas con mayores obstáculos personales, económicos o intelectuales, y que no todo depende exclusivamente del esfuerzo. Aun así, defendió que cada uno debe centrarse en aquello que está en su mano. La suerte también cuenta. «Hay mucha gente que se esfuerza, mucha gente que intenta hacer las cosas bien, que no tiene suerte. Nosotros tuvimos la suerte de tenerla», admitió. De ahí extraía una última obligación: «Lo menos que podemos hacer es ser agradecidos y comprometernos a hacer las cosas de la mejor manera posible».

Toni Nadal y Rafa Nadal en un entrenamiento
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