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Trump planning a major Iran escalation soon after midterms

30 October 2026 at 04:10

US Senator Chris Murphy disclosed on October 28 that he was among the members of Congress recently briefed behind closed doors on the Trump administration’s discussions of a possible post-midterm assault on Iran, and he came away with a startling assessment: “Their plan is insane.” Murphy (D-Conn.), who recently traveled to Gulf countries to survey […]

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Jeffries on Impeachment: We 'Haven't Ruled Anything Out'

30 October 2026 at 03:31

Thursday on “ABC News Live,” House Minority Leader Hakeem Jeffries (D-NY) spoke with ABC News correspondent Jay O’Brien regarding the possible impeachment of President Donald Trump. Jeffries said, “The American people are clearly poised to give House and Senate Democrats

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MAHA Rally Speakers Call Out ‘Fake News,’ Establishment Media: ‘Likes to Help Us Have Amnesia’

30 October 2026 at 02:56

CLIVE, Iowa–Republican Iowa gubernatorial candidate Zach Lahn took aim at the establishment media during a Make Iowa Healthy Again rally on Wednesday, accusing the press of contributing to public forgetfulness about the past and what is at stake ahead of the midterm elections, while Steak 'n Shake Chief MAHA Officer Michael Boes challenged media portrayals of the Trump administration's efforts to improve Americans' health.

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Ossoff: It's 'Deeply Dangerous to Have a President So Delusional'

30 October 2026 at 01:55

Thursday, during an appearance on MS NOW’s “The Briefing,” Sen. Jon Ossoff (D-GA) said President Donald Trump is “deeply dangerous” because he is “delusional.” Ossoff said, “The West Wing staff right now is mostly doing childcare. I mean, they’re having

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Jimmy Kimmel Calls Sarah Palin Transgender in Rant Bashing Trump's Stump Speech

30 October 2026 at 01:27

ABC's left-wing late-night TV host Jimmy Kimmel suggested that former Alaska Governor Sarah Palin (R) is transgender while attacking President Donald Trump during Wednesday's episode of "Jimmy Kimmel Live!."

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'The View' Hosts Blast Alaska Democrats' 'Shady Tactic' Putting a Second Dan Sullivan on the Ballot

30 October 2026 at 01:13

The left-wing hosts of ABC's "The View" are taking Alaska Democrats to task for the dirty trick of adding a second Dan Sullivan to the Alaska election ballot to confuse voters in an attempt to torpedo incumbent Republican Senator Dan S. Sullivan's chances at reelection.

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Análise: Trump faz agenda dupla ao ajudar Flávio e acenar à Lula

30 October 2026 at 02:38

A confirmação de que Jason Miller, assessor de presidente norte americano, Donald Trump, teria providenciado as acomodações logísticas para auxiliar na fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), aos Estados Unidos levantou questionamentos sobre o impacto dessa postura na diplomacia entre os dois países.

O analista de Internacional da CNN Lourival Sant’Anna explicou durante o CNN Prime Time, que o episódio revela uma estratégia dupla de Trump: por um lado, atender a inclinações ideológicas pessoais; por outro, preservar um canal institucional com o governo brasileiro.

De acordo com o analista, Trump deseja manter uma relação com o Brasil com o objetivo principal de reduzir a influência da China sobre o país.

“Ele ainda acredita que há um caminho para fazer isso em coordenação com Lula, que ele recebeu na Casa Branca em maio, sete dias antes de visitar Xi Jinping, exatamente para demonstrar que é capaz de atrair o Brasil de volta para a órbita americana”, explicou.

A proximidade entre Jason Miller e os Bolsonaros

Jason Miller é descrito como uma figura do movimento MAGA muito próxima de Trump e também dos Bolsonaros.

Sant’Anna lembrou que, em 7 de setembro de 2021, Miller esteve no Brasil para uma Conferência de Ação Política Conservadora junto à família Bolsonaro e acabou sendo interrogado pela Polícia Federal ao sair no aeroporto.

Na ocasião, ele teria telefonado para o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que lhe providenciou um advogado. “A relação deles é muito próxima. Dessa vez é ele que providencia um avião para o irmão do Eduardo Bolsonaro”, destacou o analista.

 

Sant’Anna ressaltou que Miller atua desde meados do ano como estrategista de comunicação na Casa Branca, mas não em um cargo institucional — trata-se de uma função de apoio pessoal a Trump.

O analista apontou ainda que a relação de Miller com o Departamento de Estado é “um pouco distante”, e que sua atuação é predominantemente no campo do lobby privado, tendo sido contratado, por exemplo, pelo governo indiano por 1,8 milhão de dólares para melhorar relações comerciais com os Estados Unidos.

Dimensão ideológica, não institucional

Para Sant’Anna, o envolvimento de Miller na contratação do avião demonstra que Trump preferiu manter a questão da relação com Flávio Bolsonaro “num nível mais ideológico, mais pessoal do que institucional”.

O analista ponderou que, se o Departamento de Estado tivesse se envolvido, o episódio teria uma dimensão completamente diferente.

“As relações entre Brasil e Estados Unidos no campo institucional continuam com essa fragilidade reputacional em que Trump ataca o sistema eleitoral brasileiro para não reconhecer que a direita perdeu no Brasil”, afirmou.

Sant’Anna também observou que Trump teria interesse em difundir a percepção de que a esquerda frauda eleições, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, como forma de não admitir derrotas eleitorais.

Ao mesmo tempo, o analista avaliou que Trump não considera conveniente romper com Lula. “Tudo vai depender de Lula agora, se ele consegue digerir essa relação em que a sua eleição é contestada por Trump”, concluiu Sant’Anna.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Waack: Trump mantém Flávio em segundo plano e mira Brasília

30 October 2026 at 01:03

Julgando-se pelos padrões de Donald Trump, o presidente americano está sendo discreto em relação as eleições brasileiras. Até aqui está críticando o resultado e a forma das eleições, mas não chegou ao ponto de dizer que não reconhece ou que não as considera válidas.

Ele mandou um assessor arrumar um avião na Argentina para ajudar Flávio a sair de lá e chegar aos Estados Unidos. Onde o aguardava um tratamento especial e um visto provisório de permanência.

É pouco para que o clã Bolsonaro esperava, mas é significativo para as relações entre Brasil e Estados Unidos.

Sugere que a Casa Branca encara essas relações de uma perspectiva estratégica que não necessariamente passa por “regime change”. No caso, obviamente, “change” do regime brasileiro.

Na doutrina de segurança nacional da Casa Branca, esta parte do mundo é quintal deles. O problema é o tamanho que a China tem nesse declarado quintal americano.

Mas também o papel relevante do Brasil em três setores de importância central na geopolítica das commodities: combustíveis fósseis, minerais raros e commodities agrícolas.

Washington quer Brasília longe de Pequim, coisa que não parece fácil de se conseguir. Quer recursos naturais do Brasil.

Mas também alinhamento numa ação conjunta de combate ao narcotráfico ou narcoterrorismo – cada um chama como quer – que é para os americanos uma questão de segurança nacional.

Não vai ser fácil conseguir adesão do Brasil, que se dispõe a cooperar mas não a ser parte da instituição criada para esse fim. Por enquanto Trump parece considerar Flávio Bolsonaro uma questão menor.

Diante do que é a grande briga com o Brasil.

Trump Says Peltola Should Be Prosecuted over Dem Scheme to Recruit 2nd Dan Sullivan into Alaska Senate Race

29 October 2026 at 23:03

President Donald Trump believes the reported Democrat scheme to recruit a second Dan Sullivan on the ballot in Alaska to hurt Sen. Dan Sullivan (R-AK) in the general election is "a criminal act" and that Alaska's Democrat Senate nominee, Rep. Mary Peltola (D-AK), who was reportedly aware of the scheme, should be prosecuted.

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Robert Garcia: 'Trump Commits Impeachable Offenses Basically Every Single Week'

29 October 2026 at 21:43

Thursday on CNN’s “The Arena,” Rep. Robert Garcia (D-CA) said President “Donald Trump commits impeachable offenses basically every single week.” Anchor Kasie Hunt said, “I was talking to another one of your colleagues on this program, Adam Smith, who is set

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Khanna: Trump Administration Attempting 'Latino' Vote Suppression

29 October 2026 at 21:00

Thursday on MS NOW’s “Morning Joe,” Rep. Ro Khanna (D-CA) said the Trump Administration is attempting to suppress the Latino vote. Co-host Jonathan Lemire said, “California is a place where we have seen ICE agent activity. We have seen the

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Sullivan contra Sullivan: el juego sucio demócrata que enerva a Trump y puede costar la impugnación de los resultados en Alaska

30 October 2026 at 00:49
'The New York Times' confirma que hubo una campaña secreta para impulsar a un candidato independiente con el mismo nombre del senador republicano con el objetivo de confundir a los votantes conservadores ante la papeleta Leer

'The New York Times' confirma que hubo una campaña secreta para impulsar a un candidato independiente con el mismo nombre del senador republicano con el objetivo de confundir a los votantes conservadores ante la papeleta

Trump y asesores ayudaron en huida de Flávio Bolsonaro hacia EE.UU.

30 October 2026 at 00:05
Trump apoyó en 2022 a Jair Bolsonaro cuando no aceptó su derrota electoral ante Lula, poco antes de promover un intento de golpe de Estado. También dio residencia permanente a Eduardo, con dos condenas pendientes en Brasil. Ayudó a Flávio a huir cuando tenía prohibido dejar el país por orden judicial.

The world once again calls for an end to the US blockade on Cuba

29 October 2026 at 22:11

Last Wednesday, October 28, the United Nations General Assembly voted (for the thirty-fourth time) in favor of ending the economic and commercial embargo – which many refer to as a blockade – that the United States has unilaterally imposed on Cuba for more than sixty years.

With 130 votes in favor, 17 against, and 25 abstentions, the international community once again demanded that the United States end an embargo that has caused unimaginable hardship for the Cuban people and has slowed the Caribbean nation’s development.

One of the countries that voted against the embargo was South Africa, whose ambassador emphasized his concern about the negative consequences the Cuban people are suffering as a result of Washington’s decisions. He also called for Cuba to be removed from the list of countries that allegedly sponsor terrorism, a designation that prevents many companies from doing business on the island.

In recent years, the Cuban Ministry of Foreign Affairs has denounced that high-level US diplomats had pressured several of its partners to vote against such resolutions concerning the embargo on Cuba, under threat of serious consequences. The denunciation was repeated this year by Cuba’s top diplomat.

Despite these efforts, the overwhelming majority of countries once again called on the United States to end the embargo. Washington appeared to have successfully influenced only its closest allies (those fully aligned with its geopolitical ideology) to vote against it. Thus, among the countries that voted against the resolution are several signatories to “Shield of the Americas,” the new international military initiative led by Washington, to which several right-wing and far-right governments in Latin America have aligned themselves.

For its part, the UN news portal reported: “The Assembly expresses its concern that, after decades of votes and appeals, the measure remains in force and continues to negatively affect the Cuban population and Cuban nationals residing abroad, without the expectations of economic normalization having been met.”

A multimillion-dollar blockade

According to Cuban Foreign Minister Bruno Rodríguez, Cuba’s annual losses are estimated at about 8 billion dollars. The total economic losses since the embargo began amount to the astronomical figure of 178 billion dollars, which is a huge sum considering the relatively small size of a country with a population of 10 million.

Cuban Foreign Minister Bruno Rodríguez
Cuban Foreign Minister Bruno Rodríguez on October 28, showing a calculation of economic losses from the blockade since the UN debate began. Photo: Zoe Alexandra

In this regard, the US economic and trade embargo – the longest-lasting in recent modern history – has been denounced by Cuban authorities as a perverse mechanism employed by Washington to boycott, almost from its inception, the Cuban Revolution, which proclaimed itself anti-imperialist and socialist.

Added to this prolonged damage are the recent energy restrictions that Washington has imposed on Cuba. Since early 2026, when Washington targeted Venezuela (Cuba’s main energy partner), the possibility of sending oil to Cuba has been cut off by a unilateral US order; the United States warned it would increase tariffs on any country that sends crude oil to Cuba. Only one Russian tanker managed to navigate the waters and reach Cuba – a resource appreciated by Cubans but one that ran out quite quickly.

The Caribbean nation depends almost entirely on petroleum for generating electricity, production, trade, and providing hospital care to its population. Added to this are the difficulties in distributing water and meeting other basic needs of the Cuban people, who are the true victims of a new strategy aimed at overthrowing the revolutionary government.

In this regard, the support of the international community – the vast majority of which has called for an end to the embargo, considering it a measure that undermines the sovereignty and self-determination of the Cuban people – provides a platform to remind the world of the situation Cuba is facing.

Cuban President Miguel Díaz-Canel said on X: “Today at the UN, the international community’s overwhelming support for Cuba was evident in its condemnation of the blockade and the US government’s policy of maximum pressure. Most of the speakers, some representing regional blocs, were clear in their condemnation.”

He added: “It is a despicable act on the part of the empire’s representatives to claim they are defending collective punishment – which exacts a high human cost – against the Cuban people, in violation of human rights. It is a futile effort. They are not convincing, and they achieve nothing except through gangster-like coercion.”

Exchange of accusations between Havana and Washington

But the vote was not without controversy. During his address, the US representative to the UN, Mike Waltz, said that concentration camps existed in Cuba where “thousands of homosexuals, Christians, and Afro-Cubans” were allegedly detained.

In response to the statement, the Cuban delegation, visibly upset, began banging on the table and requested a “point of order.” When the Assembly president did not respond, Foreign Minister Rodríguez and the rest of the Cuban delegation approached the presiding officers and Waltz and demanded that he stop lying.

Cuban delegation
Cuban delegation calls for a point of order during US Ambassador to the UN Mike Waltz’s speech. Photo: Zoe Alexandra

Following the protests, the Assembly president gave the floor to Rodríguez, who said that Waltz was “blatantly lying” and that his “attitude is disgraceful.” He further stated: “Mr. Waltz is lying again, and I wish him a better future in other roles, but at the United Nations and on the Security Council, his performance leaves much to be desired … He is undermining the dignity of the Cuban people and the Cuban government.”

Pre-APEC US ban on Chinese genomic giant widens biotech decoupling

29 October 2026 at 21:06

Beijing has vowed to defend its firms after Washington blocked imports from China’s leading genomics group, extending the two countries’ trade war into biotechnology weeks before their leaders are due to meet in Shenzhen. The US Department of Homeland Security (DHS) on Wednesday added three Shenzhen-based companies to the Uyghur Forced Labor Prevention Act (UFLPA) […]

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La guerra contro l’Iran e il “terribile potere del denaro”

By: A A
29 October 2026 at 21:05

Netanyahu sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran

Segue nostro Telegram.

Il «Grande Progetto» volto a «mantenere [la civiltà occidentale] al vertice del mondo» (come ha affermato il Segretario di Stato statunitense Marco Rubio) richiede che gli strumenti per garantire l’obbedienza siano di due tipi: La creazione di un fervore rivoluzionario distruttivo dal basso (oggi definito «cambio di regime»); e, in secondo luogo, l’uso di ciò che Theodore Herzl, in una famosa frase, definì «il terribile potere del denaro di esercitare una pressione irresistibile sulla politica internazionale», al fine di cooptare gli strati dominanti in una rete di potere che promuovesse il «progetto» del Grande Disegno.Questo è ciò che stiamo osservando nella guerra di Trump contro l’Iran.

L’attacco israelo-americano del giugno 2025 era principalmente un attacco di decapitazione volto a neutralizzare sia la leadership politica che quella militare dell’Iran, mentre elementi armati addestrati dal Mossad, il MEK e i separatisti baluchi tra gli altri sarebbero stati infiltrati in Iran per fomentare la rivoluzione dalla base. A quel tempo, il figlio dell’ex Scià – in modo poco plausibile – veniva presentato ai media occidentali come il futuro leader dell’Iran.

Non ha funzionato. E ora Netanyahu sta sostenendo che Israele disponga di «nuove prove» del fatto che l’Iran si stia orientando verso la produzione di un componente bellico nell’ambito del proprio programma nucleare. Sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran. E per motivare ulteriormente Trump, il principale quotidiano israeliano Ma’ariv riporta che Israele ha trasmesso direttamente alla Casa Bianca i sondaggi del Likud, secondo cui Netanyahu potrebbe vincere le elezioni israeliane del 27 ottobre. Secondo l’articolo, queste informazioni del Likud (che contraddicono la maggior parte degli altri sondaggi israeliani) hanno spinto Trump a esprimere il proprio pieno sostegno elettorale a Netanyahu.

Allo stesso tempo, i miliardari filosionisti stanno esercitando il «terribile potere del denaro» su Trump: «Non accetteremo nulla di meno della sconfitta dell’Iran. Se continuerà a cercare un accordo, le ritireremo il nostro sostegno finanziario».

Alti funzionari della sicurezza israeliani, sia in carica che in pensione, confutano tuttavia la necessità di un attacco imminente all’Iran e l’affermazione di Netanyahu relativa a nuove prove che l’Iran si stia muovendo verso l’arma nucleare –il Capo di Stato Maggiore delle Forze di Difesa Israeliane (IDF) Zamir ha dichiarato al Canale 13 israeliano: «Non vediamo la necessità di attaccare l’Iran prima delle elezioni»; Il principale stratega militare israeliano Udi Evental ha messo in guardia: «Una guerra per ostacolare le elezioni e la democrazia, non per ostacolare il programma nucleare dell’Iran. Netanyahu, che si sospetta sia immerso fino al collo in considerazioni politiche e personali estranee alla questione, non è idoneo a prendere una decisione del genere. Non glielo si deve permettere».

Che esistano o meno prove del genere non ha davvero importanza. Probabilmente non esistono. L’affermazione costituisce semplicemente il pretesto con cui si sta esortando gli Stati Uniti ad agire per ‘portare a termine l’opera’ contro l’Iran. Come sempre, Netanyahu ha dichiarato negli ultimi giorni: «L’Iran sta ancora una volta cercando di sviluppare le sue armi di morte… C’è un solo modo per eliminare questa minaccia una volta per tutte: rovesciare il regime in Iran, e questa è la mia direttiva all’IDF, al Mossad e alle agenzie di sicurezza».Un alto funzionario iraniano ha dichiarato a Drop Site che l’attuale valutazione dei servizi segreti interni di Teheran indica un’elevata probabilità che possano iniziare bombardamenti su larga scala – anche prima delle elezioni israeliane di martedì.

Il punto è che all’Iran non interessa chi vincerà le elezioni di medio termine, né chi conquisterà la presidenza degli Stati Uniti nel 2028. Per la leadership iraniana è tutto uguale. Comprendono bene il concetto del «Grande Disegno» (come potrebbero non farlo?).In Iran è ben chiaro che il Paese è impegnato in una lunga guerra contro l’intero blocco atlantista: Israele, i suoi servizi di intelligence, i suoi arsenali, i suoi satelliti, la sua industria militare e la sua macchina mediatica. Non importa se alla Casa Bianca ci sia un repubblicano o un democratico. Gli alti funzionari iraniani ritengono che entrambi i partiti siano stati comprati dal terribile potere sionista del denaro.

Comprendere il «Progetto» significa comprendere che la classe dei finanziatori sionisti non si accontenterà mai di un «accordo o compromesso». Essi sostengono con certezza che l’Iran alla fine verrebbe meno a qualsiasi acconsentimento ipotizzato alle richieste statunitensi. Gli israeliani e i loro alleati della classe dei finanziatori semplicemente non credono (e lo ripetono incessantemente) che l’Iran accetterebbe mai di sottomettersi a Israele, né di accettare il dominio politico e culturale degli Stati Uniti. Potrebbero avere ragione. Perché? Semplicemente perché l’Iran possiede una civiltà profonda, che affonda le sue radici in un complesso di credenze e pratiche specificamente persiano-iraniane risalenti al secondo millennio a.C.: il mazdeismo, una cosmologia del dramma divino, rappresentata dalla lotta continua tra Luce e Oscurità.

Il rinomato studioso, il professor Henri Corbin, ha sostenuto che «l’Iran era situato in una posizione centrale… non essendo solo una nazione o un impero, ma un universo spirituale». Egli concepiva quindi l’Iran come una forza mediatrice, sia geograficamente che metafisicamente.

Per millenni, gli iraniani hanno percepito il mondo come dotato di una chiara dimensione metafisica – e di una storia. È quindi improbabile che possano essere attratti da un atteggiamento materialistico e nichilista di stampo occidentale. Gli Stati civilizzatori, siano essi l’Iran o la Russia, che abbracciano valori contrari non soccomberebbero mai al «Grande Disegno». Di conseguenza, devono essere distrutti.

Cosa significa questa storia metafisica? Significa che l’Iran si sta preparando alla guerra, non a un «accordo». Mohsen Rezaei, segretario del Consiglio Supremo di Sicurezza Nazionale iraniano e rappresentante personale della Guida Suprema, l’Ayatollah Mojtaba Khamenei, ha affermato che, «Se la domanda è se l’Iran abbia ancora la capacità di proseguire le operazioni con missili e droni [in caso di attacco], la risposta è “sì” … Gli Stati Uniti dispongono di risorse preziose nella regione. In caso di guerra, anche cavi, centri dati e strutture di intelligenza artificiale potrebbero rientrare nel raggio d’azione. Se il conflitto dovesse riprendere, avremo un piano più ampio». «Tutti devono comprendere che un’azione contro l’Iran comporta un costo».

Alti funzionari iraniani ritengono che la guerra sia imminente. L’Iran dispone di piani di ampia portata (in caso di attacco) che coinvolgono anche l’Arabia Saudita e la sua leadership, ha lasciato intendere un alto funzionario iraniano. Karl Miller (dal campo) afferma che, a questo proposito, un quarto della produzione petrolifera saudita è già stato distrutto e che i danni causati dagli attacchi di rappresaglia di AnsarAllah interessano l’intera catena produttiva saudita – «dalla testa di pozzo alla stazione di servizio» – e che l’Arabia Saudita sta colmando il deficit attingendo alle proprie riserve.

Il rapporto di Miller, citato da Larry Johnson, avverte che,«se i canali di esportazione dell’Arabia Saudita dovessero chiudersi, il suo petrolio non avrebbe altra destinazione se non le proprie raffinerie, le proprie centrali elettriche e i propri serbatoi di stoccaggio. Una volta che lo stoccaggio fosse pieno, si raggiungerebbe all’incirca il limite massimo di produzione che l’Arabia Saudita potrebbe mantenere. Se Ras Tanura e Yanbu venissero chiusi contemporaneamente, il Regno sarebbe costretto a chiudere la maggior parte dei propri giacimenti petroliferi. Questo è esattamente lo scenario che la campagna di Ansar Allah contro l’oleodotto, il Mar Rosso e i terminali del Golfo è volta a provocare». «Qualsiasi nuova campagna americana o israeliana contro l’Iran si abbatterà su un sistema energetico saudita che non dispone più di margini per assorbirla», osserva Larry Johnson.

Qualsiasi nuovo attacco all’Iran, per estensione, significherà la fine del Golfo così come lo conosciamo, la fine del petrodollaro e la fine del Golfo come principale fornitore di liquidità per Wall Street e il mondo della tecnologia.

Ciononostante, secondo quanto riferito, Trump avrebbe affermato che gli Stati Uniti non stanno attualmente negoziando con l’Iran e che qualcosa accadrà «molto presto».

Forse. (Ma con Trump tutto si riduce a speculazioni). Se però sta bluffando, non funzionerà, e la sua umiliazione sarà ancora più profonda.

Un uomo che conosce Trump meglio di molti altri (avendo scritto quattro libri su di lui), Michael Wolff, sostiene che se i Democratici vinceranno nelle elezioni di medio termine del 3 novembre –

«Cercheranno di far capire al mondo che è “un nuovo giorno”. Trump, dal canto suo, cercherà di far capire al mondo che è ancora lui a controllare la scena. Ci sarà una serie di eventi di questo tipo (come una presunta invasione di Cuba, ad esempio) di portata superiore a qualsiasi cosa possiamo immaginare. Non si mostrerà umile. Il concetto di umiltà non esiste nell’animo di Donald Trump. Pertanto, farà esattamente il contrario».

«Non ritirarsi, ma attaccare».

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