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Mortes em colisão de trens na Espanha sobem para 69; brasileira fica ferida

O número de mortos na colisão entre dois trens em Toledo, no centro da Espanha, subiu para 69 nesta quinta-feira (29), enquanto equipes de resgate ainda vasculham vagões retorcidos em busca de vítimas. Entre os feridos, 57 permaneciam hospitalizados, segundo as autoridades. Este é o segundo choque fatal com trens de alta velocidade na Espanha neste ano. Leia mais (10/29/2026 - 09h52)

Espanha: equipes fazem buscas na esperança de encontrar sobreviventes

Logo Agência Brasil

Equipes de resgate vasculham vagões destruídos, nesta quinta-feira (29), na esperança de encontrar mais sobreviventes do segundo acidente neste ano na Espanha, envolvendo trens de alta velocidade. Até o momento foram registrados 69 mortos e mais de 100 feridos.

Equipes de emergência foram vistas carregando o que parecia ser um corpo, envolto em um cobertor, de um dos trens em uma área rural na província central de Toledo, depois que guindastes trabalharam durante toda a noite para retirar partes dos destroços do acidente ocorrido nessa quarta-feira (28).

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“As equipes de resgate ainda estão trabalhando com muito cuidado, pois ainda não podemos afirmar com certeza que não há mais vítimas presas nos destroços retorcidos”, disse Esther Padilla, porta-voz do governo regional de Castela-La Mancha, à TVE.

“Uma unidade canina foi mobilizada ontem. Eles voltarão hoje para garantir que ninguém mais permaneça lá”, acrescentou.

O governador regional, Emiliano Garcia-Page, informou que o número de mortos subiu para 69 e que restos mortais foram encontrados durante os trabalhos de resgate realizados durante a madrugada. Os trabalhos agora envolvem operações com guindastes, especialmente em um vagão que ainda estava tombado.

“Não acreditamos que possa haver mais vítimas sob esse vagão, mas digo isso com cautela”, afirmou.

Greve dos maquinistas

Enquanto isso, os maquinistas na Espanha seguem com uma greve previamente planejada para pressionar por mais investimentos na segurança ferroviária, um dia após o acidente ferroviário mais grave da Europa desde o descarrilamento ocorrido em 2013 em Santiago de Compostela, na Espanha.

O acidente, que se seguiu a outro em janeiro envolvendo as mesmas empresas ferroviárias na mesma linha, também abalou a campanha para as eleições antecipadas de 29 de novembro, com os líderes dos dois principais partidos da Espanha suspendendo eventos. 

O governo espanhol declarou três dias de luto nacional pelas vítimas do acidente em que um trem de alta velocidade colidiu com outro.

Entre os feridos, as autoridades informaram que 57 continuam hospitalizados.

O acidente desencadeou uma grande operação que, segundo o Ministério do Interior da Espanha, envolveu a mobilização de mais de 800 militares e policiais, mais de 200 veículos, três helicópteros, um posto de comando móvel, drones, unidades montadas e cães de busca.

Com o início das investigações, um juiz em Toledo proibiu qualquer pessoa que não estivesse envolvida em atividades de emergência, segurança, assistência médica ou judiciais de entrar no local do acidente, estabelecendo uma área de exclusão de 2 km, em ambas as direções, ao longo da linha ferroviária de alta velocidade Madri-Sevilha.

*(Reportagem adicional de Charlie Devereux, Corina Pons e Mireia Merino)

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

La discordia llega a Alcalá de Henares por destinar 28.000 euros públicos a un nuevo Cristo Resucitado

28 October 2026 at 04:30

Lo que comenzó como unas simples declaraciones sobre el encargo de una nueva talla para una cofradía ha terminado en un revuelo mayúsculo que incomoda a las demás hermandades del municipio madrileño de Alcalá de Henares. Pese a que el encargo era privado y ya estaba realizado a un imaginero sevillano, será el Ayuntamiento complutense el que destine 28.000 euros de dinero público a este mismo profesional para costear la nueva talla que exhibirá cada domingo de resurrección la Hermandad y Cofradía de Nuestro Padre Jesús Resucitado y Nuestra Señora de la Salud y el Perpetuo Socorro y San Diego. Oposición, cofradías y asociaciones vecinales critican este movimiento que el Consistorio defiende como una forma de “mejorar la Semana Santa”.

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© Ayuntamiento de Alcalá (Ayuntamiento de Alcalá)

Encuentro que tiene lugar todos los domingos de resurrección en Alcalá de Henares.
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