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Concurso internacional de bebidas espirituosas na Madeira de 16 a 18 de outubro

15 October 2026 at 20:26
A Madeira acolhe, pela primeira vez em Portugal, uma edição, a 28.ª, do Spirits Selection by Concours Mondial de Bruxelles, um dos mais prestigiados concursos internacionais dedicados às bebidas espirituosas. O evento, organizado na Região pelo IVBAM, realiza-se entre 16 e 18 de outubro, na Sala Funchal do Pestana Casino Park Hotel. O presidente do […]

15.º Festival Internacional de Órgão da Madeira começa amanhã na Igreja do Colégio

15 October 2026 at 20:18
A Igreja de São João Evangelista (Colégio), no Funchal, recebe esta sexta-feira, 16 de outubro, às 21h30, o concerto inaugural da 15.ª edição do Festival Internacional de Órgão da Madeira (FIOM), protagonizado pelo organista Alexander Paine, com o programa “Sobre os Ombros de Gigantes – Homenagens Musicais”. O Festival, uma vez mais da responsabilidade da […]

Universidade da Madeira tem novo grupo de investigação na área de Humanidades

15 October 2026 at 20:15
A Universidade da Madeira criou recentemente o Grupo de Investigação em Ciências Humanas: Textos, Imagens e Comunidades (HUM-TIC), afeto à Faculdade de Artes e Humanidades. Este Grupo pretende afirmar-se como um espaço de reflexão interdisciplinar e de investigação. Entre 2026 e 2029, o HUM-TIC definiu três eixos temáticos fundamentais de investigação científica: (1) corpo, idade […]

Robô cirúrgico para a Ortopedia entra amanhã em funcionamento

15 October 2026 at 20:10
Têm amanhã início as cirurgias ortopédicas com recurso a robô, no Hospital Dr. Nélio Mendonça. Dia em que se assinala a entrada em funcionamento do sistema Mako SmartRobotics no Bloco Operatório Central do Hospital Dr. Nélio Mendonça, um investimento de cerca de 1,6 milhões de euros. A apresentação deste novo robô cirúrgico para a Ortopedia […]

Sessão de prevenção de burlas informáticas na Junta de freguesia de São Pedro

15 October 2026 at 20:04
A Junta de freguesia de São Pedro em parceria com a Polícia Judiciaria promoveu esta quinta-feira uma conferencia intitulada “Burlas Informáticas – Desconstrução e Prevenção”, uma conferencia a cargo do Inspetor Chefe Vitor Rodrigues. Esta conferencia, teve como público-alvo a população mais sénior de São Pedro tendo o Inspetor alertado e sensibilizado os participantes para […]

Função pública e setor social: Manifestação no Funchal a 17 de outubro

15 October 2026 at 20:01
O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, Delegação da Madeira, apela à participação de todos os trabalhadores da Administração Pública e do Setor Social na Manifestação Nacional que terá lugar no Funchal, no próximo dia 17 de outubro, pelas 10h00. Esta manifestação assume particular importância num contexto marcado […]

Paula Margarido encerra tertúlia «Conversas em Rosa» dedicada à prevenção e consciencialização do cancro da mama

15 October 2026 at 19:53
A Secretária Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, participa amanhã, sexta-feira, 16 de outubro, pelas 18h30, na sessão de encerramento da iniciativa «Conversas em Rosa: Tertúlia ao Entardecer, pela Consciencialização do Cancro da Mama», que decorrerá no Pátio | Brunch & Bistrô, situado no Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s, no […]

Congresso Internacional de Educação Artística 2027 recebe propostas até 10 de novembro

15 October 2026 at 19:49
O Congresso Internacional de Educação Artística 2027 desafia profissionais, docentes e investigadores a apresentar comunicações, pósteres e oficinas práticas até 10 de novembro. O encontro decorre de 4 a 6 de março, no Funchal, com participação presencial e à distância. O Conservatório – Escola das Artes da Madeira, Eng.º Luiz Peter Clode, em coorganização com […]

Funchal investe dois milhões de euros para programa municipal de renda acessível

15 October 2026 at 19:36
A Câmara Municipal do Funchal, aprovou, hoje, a alteração orçamental que permite alocar verbas, já este ano, mas também para o próximo, ao programa municipal de renda acessível. São dois milhões de euros. 500 mil em 2025 e um milhão e 500 mil, no próximo, como deu nota o presidente da autarquia. Jorge Carvalho adiantou […]

Câmara de Lobos premeia compromisso ambiental de todas as escolas do concelho

15 October 2026 at 19:26
A Câmara Municipal de Câmara de Lobos vai atribuir 11 mil euros em prémios a 22 estabelecimentos de ensino e instituições do concelho distinguidos com o Galardão Bandeira Verde, no âmbito do programa Eco-Escolas. A iniciativa parte da autarquia, que pretende reconhecer o empenho da comunidade educativa e dar novo impulso aos projetos ambientais, num […]

Venezuela: Sancho Gomes destaca solidariedade da diáspora na terceira Gala “Madeira Solidária”

15 October 2026 at 19:15
O diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa, Sancho Gomes, participou esta quinta-feira, em Barquisimeto, na terceira Gala “Madeira Solidária”, uma iniciativa promovida pela Academia do Bacalhau, com o apoio do Governo Regional da Madeira, destinada à angariação de fundos para apoiar as famílias portuguesas e madeirenses afetadas pelos sismos que atingiram a Venezuela, a […]

Túnel da pontinha estará fechado na madrugada do dia 20 de outubro

15 October 2026 at 18:54
A Direção Regional de Estradas torna público que por motivo de trabalhos no túnel da ER116 (VE3), túnel da Pontinha, o trânsito será encerrado no dia 20/10/2026, das 00h00 às 06h00. Atendendo às alterações de operacionalidade que este encerramento acarreta, a Direção Regional alerta os utentes para a necessidade de cumprir a sinalização instalada no […]

José Manuel Rodrigues acompanha cinco empresas madeirenses no SIAL Paris para reforçar a internacionalização da economia regional

15 October 2026 at 18:39
O secretário regional da Economia e presidente da Invest Madeira, José Manuel Rodrigues, acompanha a participação de cinco empresas madeirenses no Salon International de l’Alimentation (SIAL) Paris 2026, que decorre de 17 a 21 de outubro, no Parc des Expositions de Paris-Nord Villepinte. Promovida pela Invest Madeira, entidade sob a tutela da Secretaria Regional de […]

Conselho de Governo autoriza revitalização do Fórum Machico por 1,4 M euros

15 October 2026 at 18:21
O Conselho do Governo reunido hoje, dia 15 de outubro de 2026 resolveu autorizar a celebração de um contrato-programa com a Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento (SMD), destinado ao financiamento do projeto de revitalização das infraestruturas e equipamentos do Fórum Machico, até ao montante máximo de 1.422.693 euros. A decisão, aprovada pelo Executivo madeirense, estabelece os […]

Da Pax Silica al quantum. Italia e Usa trasformano la diplomazia tecnologica in partnership industriali

15 October 2026 at 15:24

Italia e Stati Uniti lanciano un nuovo acceleratore transatlantico per sviluppare partnership tra investitori, imprese, centri di ricerca e startup sulle due sponde dell’Atlantico. L’iniziativa, presentata nell’ambito del terzo US-Italy Dialogue on Trusted Technologies for Democracies, in programma a Washington il 15 e 16 ottobre, rappresenta un ulteriore passo nel percorso volto a trasformare la cooperazione tecnologica bilaterale in opportunità industriali e di investimento.

L’US-Italy Trusted Tech Accelerator, sostenuto dal Krach Institute for Tech Diplomacy della Purdue University, intende creare una struttura operativa capace di collegare gli ecosistemi dell’innovazione dei due Paesi. Il primo obiettivo è favorire la nascita di partnership tra reti industriali e di ricerca italiane e americane, con l’ambizione più ampia di facilitare il trasferimento tecnologico, mobilitare capitali e accelerare la commercializzazione delle innovazioni.

L’iniziativa si inserisce nel più ampio lavoro diplomatico condotto dall’ambasciatore italiano a Washington, Marco Peronaci, per rafforzare la relazione bilaterale attraverso la sicurezza economica, l’innovazione tecnologica e la cooperazione industriale. In questo rapporto in evoluzione, le trusted technologies stanno diventando uno dei principali canali di dialogo tra Roma e Washington, affiancandosi alle tradizionali dimensioni della collaborazione politica, economica e di sicurezza.

Una figura centrale di questo percorso è Roberto Baldoni, Senior Advisor for Technology and Innovation dell’Ambasciata italiana, che svolge un ruolo di impulso tecnico e politico nel consolidamento del dialogo. L’acceleratore nasce proprio per sviluppare partnership capaci di collegare capitali, industria, centri di ricerca e startup italiani e statunitensi.

Da Pax Silica alla cooperazione industriale

L’appuntamento di Washington si inserisce in una sequenza di sviluppi che hanno progressivamente portato la sicurezza tecnologica al centro delle relazioni tra Italia e Stati Uniti. L’adesione italiana alla Dichiarazione Pax Silica ha rafforzato la partecipazione di Roma al quadro di cooperazione promosso dagli Stati Uniti per costruire catene del valore tecnologiche affidabili, dai semiconduttori all’intelligenza artificiale, fino ai minerali critici. Il successivo accordo bilaterale sulle materie prime critiche ha ulteriormente consolidato la dimensione industriale di questo allineamento.

Questi sviluppi si collocano in una relazione diplomatica nella quale Roma e Washington cercano di connettere priorità strategiche e opportunità economiche, anche sulla base del rapporto politico tra la presidente del Consiglio Giorgia Meloni e il presidente Donald Trump, recentemente rinvigorito dalle dichiarazioni di apprezzamento fatte dall’americano nei confronti della premier.

Il dialogo di Washington aggiunge a questo processo una dimensione operativa. Non a caso, tra i principali partecipanti americani figura Jacob Helberg, Under Secretary of State for Economic Affairs e uno degli architetti di Pax Silica, che interviene insieme all’ambasciatore Peronaci in una discussione dedicata alla costruzione dell’ecosistema delle tecnologie affidabili.

La presenza di alti funzionari di diversi dipartimenti dell’amministrazione americana dimostra quanto la cooperazione tecnologica sia ormai intrecciata con sicurezza nazionale, politica industriale e diplomazia economica.

Joseph Jewell, Assistant Secretary of War for Science and Technology, porta la prospettiva dell’innovazione applicata alla difesa, mentre il Department of Energy è rappresentato da William Schirano, Deputy Assistant Secretary for Multilateral Engagement and Market Development, e Hal Finkel, Associate Director for Advanced Scientific Computing Research.

La partecipazione di rappresentanti dei dipartimenti di Stato e del Commercio, tra cui Nicole Johnson, Brad McKinney e David Fogel, conferma il coinvolgimento dell’amministrazione statunitense nell’iniziativa.

Sul versante italiano, la rappresentanza istituzionale comprende Giorgio Mulè, vicepresidente della Camera dei Deputati, e Alessio Butti, sottosegretario alla Presidenza del Consiglio con delega all’innovazione tecnologica, che interviene attraverso un videomessaggio. La presenza del presidente della Lombardia Attilio Fontana e del presidente del Lazio Francesco Rocca, insieme a rappresentanti del Ministero dell’Università e della Ricerca e del Ministero delle Imprese e del Made in Italy, evidenzia inoltre il ruolo degli ecosistemi territoriali dell’innovazione e le loro potenziali connessioni con le controparti americane.

Costruire un ecosistema di tecnologie affidabili

Il dialogo di due giorni combina una prima giornata di discussioni operative, il 15 ottobre, con una sessione istituzionale presso l’Ambasciata italiana il 16 ottobre. Tra le figure impegnate nel percorso di cooperazione figura Janice deGarmo, Chief Global Engagement Officer del Krach Institute for Tech Diplomacy. L’agenda riflette una consapevolezza crescente: la leadership tecnologica dipende sempre più dalla capacità di integrare ricerca, competenze industriali, strumenti finanziari e accesso ai mercati.

L’acceleratore si concentra sull’intelligenza artificiale avanzata, sulla physical AI e sulla robotica, sulle tecnologie quantistiche, sul calcolo ad alte prestazioni e sulla cybersicurezza. L’energia viene considerata un’infrastruttura abilitante essenziale, mentre le scienze della vita rappresentano uno dei principali ambiti di applicazione delle tecnologie emergenti.

Il settore quantistico offre, in particolare, un possibile terreno di complementarità tra i due Paesi. L’Italia dispone di competenze scientifiche consolidate nella fisica quantistica, nella fotonica, nella sensoristica e nelle tecnologie di comunicazione sicura, sviluppate attraverso università, centri di ricerca e programmi nazionali. La Strategia italiana per le tecnologie quantistiche, adottata nel 2025, punta proprio a rafforzare il collegamento tra ricerca, trasferimento tecnologico e industria.

Queste capacità possono rappresentare un elemento di interesse per gli Stati Uniti, soprattutto laddove si integrino con le risorse finanziarie, le infrastrutture tecnologiche e la capacità americana di portare innovazioni avanzate verso applicazioni industriali e commerciali. Il potenziale non riguarda soltanto il quantum computing, ma anche componenti, materiali, sistemi di misurazione e tecnologie abilitanti, settori nei quali la specializzazione scientifica può tradursi in partnership mirate.

Resta tuttavia una questione di scala. L’esistenza di competenze scientifiche non garantisce automaticamente la capacità di industrializzarle, né assicura che i risultati della ricerca si trasformino in imprese competitive. Proprio per questo, un acceleratore bilaterale potrebbe offrire uno strumento utile per collegare le eccellenze italiane alle reti americane di investimento e sviluppo tecnologico, a condizione che emergano progetti concreti, sostenibili e reciprocamente vantaggiosi.

Questo approccio riflette una trasformazione più ampia della competizione tecnologica internazionale. Garantirsi l’accesso alle tecnologie avanzate non significa soltanto sviluppare capacità nazionali, ma anche costruire partnership affidabili lungo le catene di approvvigionamento, nelle reti della ricerca e nei sistemi finanziari. Il concetto di trusted interdependence punta proprio a conciliare sovranità tecnologica e cooperazione internazionale tra partner democratici.

Un ulteriore obiettivo è esplorare la creazione di una Transatlantic Investment Facility, pensata per mobilitare capitali privati attraverso il sostegno di risorse pubbliche. Il modello finanziario proposto prevede una partecipazione pubblica del 20%, equamente ripartita tra Italia e Stati Uniti, e il restante 80% proveniente da investitori industriali e finanziari privati. La partecipazione di istituzioni finanziarie, tra cui SACE, Cassa Depositi e Prestiti, Intesa Sanpaolo ed Export-Import Bank of the United States, riflette la volontà di collegare la cooperazione tecnologica a strumenti di investimento capaci di sostenere progetti industriali.

Una connessione strategica tra Roma e Washington

Il significato dell’iniziativa di Washington va oltre il lancio dell’acceleratore. In un contesto internazionale sempre più segnato dalla competizione sull’intelligenza artificiale, sulle infrastrutture di calcolo, sui minerali critici e sulla manifattura avanzata, le partnership tecnologiche stanno diventando una componente essenziale della sicurezza economica.

Per l’Italia, l’opportunità consiste nel collegare le proprie capacità industriali e scientifiche alle reti americane della tecnologia, dei capitali e dell’innovazione, rafforzando al tempo stesso il proprio posizionamento nella più ampia architettura tecnologica transatlantica.

Per Washington, la cooperazione con Roma offre accesso a una delle principali economie manifatturiere europee, a competenze industriali specializzate e a ecosistemi di ricerca che possono contribuire allo sviluppo di catene del valore tecnologiche resilienti. La sfida è ora garantire che l’allineamento politico produca risultati industriali tangibili.

Il lancio dell’US-Italy Trusted Tech Accelerator rappresenta un tentativo di rispondere proprio a questa esigenza, trasformando una crescente convergenza diplomatica in un meccanismo strutturato di investimento, collaborazione scientifica e sviluppo tecnologico.

Mentre Roma e Washington approfondiscono la cooperazione nel quadro di Pax Silica, le trusted technologies si affermano come uno dei pilastri della relazione bilaterale e, sempre più, come uno strumento concreto della strategia transatlantica.

The Rise of In-Office Remote Work

14 October 2026 at 18:10

Home Depot, Instagram, Fidelity, and TikTok are just a few of the companies that have recently ordered their employees back to the office five days a week, part of a broader shift toward stricter return-to-office mandates. Such policies cut down on working from home, yet they don’t always cut down on remote work. Many employees now commute to the office only to spend each day on video calls with colleagues who are elsewhere, or even down the hall. They’re in the office but still working remotely.

We are two economists who have spent years studying how remote work shapes learning, productivity, happiness, and career progression. We have been struck by how often people picture the alternative to working from home as an office where nearly everyone is together. The modern office looks very different from that ideal. Today, the alternative to working from home is often working in a sea of mostly empty cubicles.

In a September survey of 1,835 college-educated American workers, we found that, on their most recent day at the office, more than 70 percent of respondents had at least one member of their team who was not in the building with them. As a result, roughly half of respondents had no fully in-person meetings. And more than a third had exclusively online meetings because their teams moved meetings entirely online whenever anyone was remote. For these workers, the commute to the office buys little more than a different background on their video calls.

The commute is costly. The typical American spends 54 minutes getting to and from work in a day, which they rank among their most hated activities. Yet when colleagues are actually together, this commute can be worth it.

[Stephanie H. Murray: “Commuting is bad”—particularly for women]

In-person connection often unlocks the best parts of work. It sparks creativity; in an experiment published in Nature, pairs who brainstormed in person came up with about 14 percent more ideas than those brainstorming online. Face-to-face work also boosts mentorship, increasing the comments that people receive on their work by about 20 percent. Perhaps as a result, people consistently do better work when face-to-face with their colleagues and rate this work as more meaningful than work done alone.

But these benefits are fragile. In our research, we find that having just one distant teammate weakens the connections among those sitting side by side, as team meetings move partially or fully online. Thus, any exposure to remote work in the office eliminates many benefits of the commute.

Working remotely from the office has become so common because we have yet to shed two remnants of the pandemic era. The first is sprawl: Teams stretch across multiple locations. A typical team might have, say, a few employees who work in the same city, a couple who are fully remote, and one who works in a satellite office far away. So even if every teammate were in their office, the team meeting would still be largely online.

During the lockdown, distance didn’t matter for jobs that could be done over Zoom. Many companies hired people far from their team’s central hub, and allowed existing employees to move farther away. In our analysis of data from one Fortune 500 firm, about 60 percent of corporate employees had at least one distant teammate after the pandemic, up from 20 percent before. Among small businesses, the distance between employees and the central office nearly tripled from 2019 to 2023, driven in large part by employees who live too far away to regularly commute to work.

Many companies have simply accepted this geographic sprawl. If a team is already dispersed, managers may see nothing wrong with hiring a candidate in Detroit even though the team’s center of gravity is in Denver. Our analysis finds that job posts among Fortune 500 firms now list multiple possible office locations five times as often as a decade ago.

Bad habits are another remnant of the lockdown. During COVID, many workers became accustomed to focusing on their own to-do list and churning through more tasks in less time. Now many still view in-office interactions with colleagues as distractions from their work. As they see it, going to the office means they spend time commuting just to lose more time chatting. That view misses the potential for these conversations to spark new ideas, propel others’ growth, and improve the quality of their work.

Consequently, many stay home as much as they can get away with. Our analysis finds that the typical worker commutes in one fewer day than companies require: Ask for four and you get three. This might not sound like such a big deal, but on any given day, someone is likely staying home and causing their on-site peers to be on Zoom calls.

When one person fails to show up, the office has less of a draw for the rest of the team. This is especially true for managers; if the leader stays home, the rank and file often follow suit. Pretty quickly, the people who initially followed the rules start to skip the commute too.

[Read: Revenge of the office]

Even when people do go into the office, many send out Teams or Zoom links rather than moseying over to a conference room. On their most recent day in the office, 52 percent of workers with meetings had at least one held online even though all the participants were in the same building. Skipping the schlep to the conference room can feel efficient. But this convenience cuts out the small moments that create deeper connections: the chat before the meeting starts, the debrief on the way back to your desk.

Rolling back this trend of working remotely from the office feels Sisyphean. Reuniting colleagues who have scattered to the four corners of a Zoom screen seems impossible. And showing up in a conference room feels pointless when the other participants are a few doors down on their laptop. Mandating more time in an office has neither ensured that colleagues go to the same office nor that they meet in person rather than online. The result is that bringing people back to the office often relocates—rather than reduces—remote work.

But an isolated workday doesn’t have to be the new norm. Companies could regather teams, by paying remote workers to relocate and refocusing hiring on each team’s central hub. When recongregating is impractical, they could hold regular off-sites. Companies could revamp performance reviews to reward the things that happen best in person: the creative breakthroughs, the mentorship moments. That way, conversations with co-workers would feel like essential parts of work rather than distractions from the solo tasks that people could do faster from home. Not every workday has to be in the office. But ensuring that in-office days are in-person days could make work feel more human.

© Illustration by The Atlantic. Source: Getty.

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