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Meta tem 24h para comprovar tratamento igualitário a Lula e Flávio

19 October 2026 at 16:23

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta comprove que suas plataformas digitais oferecem tratamento igualitário às campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. A determinação foi feita pelo ministro Marco Aurélio Bellizze nesta segunda-feira (19), após o magistrado considerar insuficientes as explicações apresentadas pela empresa.

A Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, poderá ter a multa diária elevada de R$ 500 mil para R$ 1 milhão caso não cumpra o novo prazo. Segundo Bellizze, a empresa não demonstrou satisfatoriamente que adotou as medidas exigidas pela Justiça Eleitoral para impedir favorecimento ou prejuízo artificial a qualquer uma das candidaturas.

Na decisão, o ministro criticou a tentativa da companhia de estabelecer prazos próprios para responder às determinações judiciais, além da apresentação de relatórios em inglês e documentos que, segundo ele, não esclareciam adequadamente as providências adotadas.

“Incumbe às partes cumprir com exatidão as decisões judiciais, e não criar embaraços à sua efetivação”, escreveu Bellizze.

A cobrança ocorre depois que o plenário do TSE confirmou, na sexta-feira (16), a decisão que obriga a Meta a assegurar condições equivalentes às duas campanhas em seus sistemas de distribuição de conteúdo, recomendação e inteligência artificial.

Denúncia partiu da campanha de Lula

O caso chegou ao tribunal após a campanha de Lula denunciar supostas restrições à circulação de publicações relacionadas ao presidente nas plataformas da Meta. Os advogados do petista alegaram que os conteúdos da candidatura alcançavam menos usuários, enquanto o perfil de Flávio Bolsonaro aparecia em recomendações automáticas.

Outro ponto questionado foi o comportamento da Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp. Segundo a representação apresentada pela campanha de Lula, o sistema se recusava a produzir materiais eleitorais favoráveis ao presidente, mas atendia a solicitações semelhantes envolvendo o senador.

Mensagens internas da empresa obtidas pela Folha de S.Paulo também apontaram problemas que teriam prejudicado contas ligadas a Lula. Os registros mencionam restrições ao impulsionamento de publicações e a recomendação algorítmica do perfil de Flávio.

A Meta atribuiu os episódios a falhas técnicas e negou que tenha favorecido deliberadamente um dos candidatos. Em manifestação divulgada anteriormente, a empresa afirmou que os problemas não se restringiam ao Brasil e faziam parte de dificuldades técnicas de alcance global.

O que a decisão proíbe

A determinação do TSE impede que a Meta reduza artificialmente o alcance de conteúdos político-eleitorais relacionados a Lula ou Flávio. A proibição inclui alterações na distribuição das publicações, retirada de recomendações, restrições aos resultados de busca e mudanças de métricas que possam prejudicar uma das candidaturas.

A empresa também deverá aplicar critérios equivalentes às duas campanhas em suas ferramentas de inteligência artificial. A ordem busca impedir que os sistemas ofereçam respostas diferentes a solicitações semelhantes em razão do candidato envolvido.

O ministro ressaltou que a apresentação de informações sobre a ausência de comportamento inautêntico coordenado não substitui a obrigação de demonstrar quais medidas foram efetivamente adotadas para cumprir a decisão judicial.

Estudos apontam anúncios eleitorais irregulares

A discussão sobre a atuação das plataformas digitais ocorre em meio a outras denúncias envolvendo publicidade política na internet.

Um estudo da organização britânica Eko, divulgado em setembro, apontou que a Meta aceitou anúncios políticos direcionados ao público brasileiro, pagos por uma conta sediada nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, as peças utilizavam inteligência artificial sem a identificação exigida e apresentavam informações eleitorais falsas.

Outro levantamento, realizado pelo NetLab, laboratório de estudos de internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou anúncios políticos considerados irregulares no país e financiados a partir do exterior.

A decisão do TSE não representa, por si só, uma conclusão definitiva de que a Meta tenha interferido deliberadamente na eleição em favor de Flávio Bolsonaro. A empresa nega favorecimento, e o tribunal exige que ela demonstre o cumprimento das regras de igualdade entre as candidaturas.

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Postpone AI public offerings until US Congress acts

14 October 2026 at 05:37

Anthropic, the maker of the Claude AI models, is preparing what could be the largest initial public offering in history, raising more than $100 billion, according to The New York Times, at a valuation near US$2 trillion. According to Reuters, which reviewed the draft prospectus (the document has not yet been made public), the company […]

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IMF warns of debt-fueled AI spending as bubble fears grow

14 October 2026 at 05:18

The International Monetary Fund warned Tuesday that the global economy faces serious risks from Big Tech firms taking on massive debt to fund the buildout of artificial intelligence data centers worldwide. The IMF’s latest Global Financial Stability Report outlines a number of risks to economic growth in the coming years, including a reliance on AI […]

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Meta boss takes AI fight to rivals with Muse launches

13 October 2026 at 12:17

Meta Platforms CEO Mark Zuckerberg (pictured) reportedly claimed the company had reached the “frontier” of AI, as it unveiled two new models designed to handle complex personal and professional tasks.

Following hefty investments in computing infrastructure and research, the technology giant said Muse Wonder and Muse Wonder Full AI mark “our most capable models to date”.

The models can handle tasks ranging from coding and document analysis to interpreting legal information, personal finance and health data.

Among key features is Active Memory, enabling the retention of relevant user information across conversations. The agents are also equipped with Active Focus to help them continue pursuing longer tasks, adapt to new information, recover from errors and ask users for clarification before taking important actions.

Meta claimed its evaluations showed strong results across benchmarks covering agent performance, memory and coding, adding the advanced Muse Wonder Full version performs better on unfamiliar tasks.

Built responsibly
Unlike its earlier open-source strategy, Meta is offering Muse Wonder through its own developer and subscription channels in a direct challenge to AI chatbots from rivals including OpenAI and Anthropic. According to the Financial Times (FT), Meta said it would charge companies from between 20 cents per million tokens for basic access to as much as $200 a month for the more powerful Muse Wonder Full. 

Speaking to the publication on the launch in which he made the comment about frontier AI, Zuckerberg added the new models would enable “much more sophisticated behaviours that are at the frontier of what is being done in the AI field”.

Meta claims Muse Wonder surpasses Anthropic’s Claude Opus 5.5 and Fable 5.1 and OpenAI’s GPT-6 Astra on certain technical measures.

Zuckerberg added that reaching this point required “a large amount of compute and investment” alongside sustained research. He told the FT that further model development and spending was under way, stating the company was “already working on the next step up”.

The chief also played down mounting concerns about increasingly capable AI systems escaping human control, declaring: “I’m much closer to the belief that AI is a technology that can be engineered with normal guardrails and built responsibly.”

Meta said its new models were trained to prevent unauthorised disclosure of private information and reject requests to facilitate harmful actions, while retaining agentic capabilities for defensive cybersecurity work.

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Choices that will define Asia’s AI future are coming into focus

8 October 2026 at 04:19

We are fortunate to live at an incredible moment in history. As more and more AI applications have become available, people have turned to them to seek advice, build businesses, express ideas, learn, and improve their health and quality of life. Nowhere is this more clear than in Asia. AI is already turbocharging small businesses […]

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AI’s apparent danger is its best selling point

1 October 2026 at 09:56

Just weeks before its scheduled November IPO, Anthropic is facing growing attention over the potential dangers of its technology. The resignation of former Anthropic researcher Jacob Coxon on September 8, who wrote on X that AI could “kill us all by the end of the decade,” preceded the company’s threat report on September 10. According […]

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