Assédio moral no trabalho: quando o chefe passa dos limites


Durante más de un mes, Bukangi nadó por el canal de North Port, en la ciudad surcoreana de Busan. Su presencia atrajo a multitudes que se acercaban a la orilla para observarlo, mientras las autoridades desplegaban plataformas flotantes, redes y buzos en sucesivos intentos por devolverlo al mar abierto.
El miércoles 21 de octubre, después de tres intentos, llegó el momento que los equipos buscaban: el tiburón fue conducido fuera del canal. El operativo parecía haber terminado, pero duró poco. A la mañana siguiente, el animal había regresado al cauce tras nadar por debajo de una de las redes instaladas para impedir que volviera a entrar.
El Ministerio de Océanos de Corea del Sur confirmó el jueves 22 de octubre que Bukangi estaba nuevamente en el canal. Esta vez, había quedado entre la red exterior y una segunda barrera situada entre 30 y 40 metros más adentro.
Las autoridades modificaron entonces el dispositivo. Abrieron la red exterior y reforzaron las barreras restantes para evitar que el tiburón se internara todavía más en el canal, con la esperanza de facilitar su salida hacia aguas abiertas. Las imágenes del lugar mostraron al animal nadando junto a una red interior marcada por boyas amarillas, mientras los equipos trabajaban en la retirada de la estructura exterior y varias personas observaban desde la orilla.
Pese al regreso inesperado, el Ministerio de Océanos indicó que no consideraba necesarios nuevos intentos activos para guiar al animal hacia el mar. Según las autoridades, su estado era estable y continuarían monitoreándolo.
Bukangi recibió su nombre de la denominación coreana de North Port y se convirtió en un fenómeno viral desde que fue avistado a finales de septiembre. De acuerdo con la Corporación de Infraestructura de Busan, alrededor de 1,6 millones de visitantes acudieron a la zona atraídos por su presencia.
El Instituto Nacional de Ciencias Pesqueras de Corea del Sur identificó al animal como una hembra de tiburón oscuro, una especie clasificada en peligro de extinción por la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (UICN).
Su prolongada permanencia en el puerto también despertó preocupación ambiental. Expertos señalaron que el aumento de la temperatura del océano podría estar relacionado con la mayor frecuencia de avistamientos de tiburones en la costa este de Corea del Sur.
Mientras las autoridades mantienen las barreras y vigilan su estado, Bukangi sigue en el canal que lo convirtió en una celebridad inesperada. La prioridad ahora es facilitar su regreso al mar abierto sin someterlo a nuevas maniobras directas.
VTM
Espanta-me esta tomada de posição, tanto mais que, por esse país fora, são frequentes cerimónias semelhantes, sem que se tenha feito sentir o mesmo zelo persecutório por parte da referida associação.
A título de exemplo, recordo a cerimónia anual realizada no dia 10 de junho, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém, onde tem lugar uma celebração religiosa que conta com a participação de um sacerdote católico e de um representante da religião islâmica.
Eu próprio tenho participado na inauguração de monumentos de homenagem aos Combatentes do Ultramar, de norte a sul do País, muitos deles da minha autoria, cujos custos foram e são partilhados com as autarquias ou, em numerosos casos, integralmente por estas suportados. Em muitas dessas inaugurações, a cerimónia inclui a bênção de um sacerdote católico, sem que tal tenha suscitado a polémica que agora veio a público a propósito da Escola Secundária de Cascais.
Pergunto-me, por isso: terá sido o facto de a bênção ter sido presidida pelo Patriarca de Lisboa, em vez de por um sacerdote menos conhecido, que conferiu a este acontecimento tamanha notoriedade?
Este episódio faz-nos recordar tempos de triste memória, vividos durante a Primeira República, quando a Igreja Católica foi perseguida. Sendo Portugal um Estado laico, importa não confundir laicidade com laicismo. A laicidade pressupõe a neutralidade e a imparcialidade do Estado perante as diferentes convicções religiosas e não religiosas, respeitando a liberdade de consciência e os valores individuais. O laicismo, por seu lado, pode assumir uma postura militante de oposição à expressão religiosa na vida pública.
É precisamente essa atitude de intolerância perante uma manifestação religiosa que parece estar em causa neste episódio. A liberdade religiosa não deve servir apenas para proteger quem não professa qualquer religião; deve igualmente garantir a quem tem uma fé o direito de a expressar, dentro dos limites da lei e do respeito pelos outros.
Quando a neutralidade do Estado é invocada seletivamente para contestar manifestações de fé, corre-se o risco de transformar um princípio de liberdade num instrumento de exclusão. E, nesse cenário, a Igreja parece tornar-se, uma vez mais, o elo mais fraco.
P.S. – No artigo que subscrevi no passado mês de setembro, foram cometidas duas imprecisões, pelas quais me penitencio. A primeira diz respeito à identificação da Rua dos Caminhos de Baixo, quando, na realidade, se trata da antiga Rua da Portela. A segunda prende-se com o brasão de armas existente na fachada principal da casa, que pertencia à família Carvalho Magalhães, e não à família do Dr. Sebastião Feyo.
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