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Normal view

Un virus infectó a los chimpancés hace millones de años y apagó en ellos un gen que los humanos usamos para formar el cerebro

Si ponemos los genes de una persona junto a los de un chimpancé, lo llamativo es lo poco que difieren. Compartimos más del 96% de las secuencias que sirven para fabricar proteínas, que son las piezas con las que se construye un organismo. Y aun así nuestro cerebro es unas tres veces mayor que el […]

O coração das mães morcego reconhece o chamamento das próprias crias

25 October 2026 at 09:00
A frequência cardíaca das mães morcego aumenta quando ouvem as vocalizações das próprias crias, mas não quando escutam os sons emitidos pelas crias de outras mães. A descoberta sugere que estes animais reconhecem os seus descendentes através de sinais acústicos e apresentam respostas fisiológicas seletivas. Uma equipa de cientistas investigou estas respostas nos morcegos-japoneses (Pipistrellus abramus), procurando compreender como os sons emitidos pelas crias influenciam a fisiologia das mães. No novo estudo, publicado esta sexta-feira na Frontiers in Ethology, os investigadores analisaram as alterações da frequência cardíaca das fêmeas enquanto estas ouviam gravações de vocalizações das suas próprias crias, de

Nem todo o sangue é vermelho: a palete de cores do reino animal

24 October 2026 at 23:30
O vermelho não é a única cor do sangue: os bichos produzem o fluido vital numa variedade de tons. Quer jorre de um nariz magoado, quer se acumule num dedo picado, o nosso sangue é sempre de um tom de vermelho. Mas ter sangue vermelho não é universal no reino animal. Em algumas criaturas, o fluido vital é roxo; noutras, é amarelo, verde ou até branco. O que dá estas cores diferentes ao líquido da vida? Para descobrir, a Knowable Magazine mergulhou na investigação e falou com dois cientistas que já estudaram o assunto: John Postlethwait, geneticista do desenvolvimento na

Quatro formas de ajudar o corpo na mudança para o horário de inverno

24 October 2026 at 15:30
Uma hora extra na cama parece uma boa ideia. No entanto, embora os nossos telemóveis se ajustem à mudança de hora do outono, o nosso relógio biológico não se adapta com a mesma rapidez. Nos dias seguintes à mudança da hora, algumas pessoas podem continuar a acordar mais cedo do que gostariam ou sentir sono antes da hora habitual de deitar. Estas alterações estão relacionadas, em parte, com o sistema circadiano, explicou Ronan Lordan da University of Medicine and Health Sciences num artigo do The Conversation. Existem, contudo, algumas estratégias que podem ajudar o relógio biológico a adaptar-se. Embora não

Ritmo circadiano desregulado pode ser a causa de 25% das depressões

By: ZAP
23 October 2026 at 10:00
Um estudo australiano, realizado com mais de 10 mil pessoas, sugere que as alterações dos ritmos circadianos podem estar associadas a uma forma de depressão mais grave e resistente aos antidepressivos convencionais. Cerca de 23% das pessoas com depressão grave e recorrente poderão apresentar uma forma da doença associada à desregulação do relógio biológico, segundo a investigação conduzida pela Universidade de Sydney. A condição, designada pelos investigadores como “depressão circadiana”, caracteriza-se por alterações nos ciclos de sono e vigília e poderá exigir tratamentos diferentes dos habitualmente utilizados. Os participantes responderam a questionários sobre os seus hábitos de sono, sintomas depressivos

A tragédia dos irmãos Reimer e o preço de ignorar a biologia

22 October 2026 at 00:01
Proteger os menores de procedimentos irreversíveis e sem evidência científica não constitui um acto de “ódio”; é, sim, o cumprimento da medicina prudente e da responsabilidade parental.

Descubren en China un hongo gigante cuyo linaje nació sobre la materia muerta posterior a la extinción de los dinosaurios

Hasta ahora, los cuerpos fructíferos más grandes conocidos entre los ascomicetos, el grupo más numeroso de hongos, medían entre 20 y 30 centímetros de altura, lo que un folio DIN A4 puesto de pie. Investigadores del Instituto de Botánica de Kunming (Academia China de las Ciencias) han encontrado en Yunnan, al suroeste de China, uno […]

Así era el «cerdo del infierno» que vivió en Cataluña 36 millones de años después de los dinosaurios

Hace unos 30 millones de años, en los alrededores de lo que hoy es Vallbona de les Monges (Lleida), merodeaba un animal corpulento de cabeza larga, pómulos muy salientes y mandíbulas formidables con dientes grandes y afilados. Los paleontólogos lo han llamado popularmente cerdo del infierno, un mote que despista, porque su parentesco con los […]

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