O asteroide que exterminou os dinossauros pode ter ajudado as formigas a conquistar o mundo
No es habitual ver a un puñado de oncólogos invadidos por la emoción y la euforia. Tampoco que las gráficas de alguno de sus estudios se viralicen en redes sociales. Pero este año ha ocurrido. Y más de una vez. El pasado mayo, en Chicago, durante el congreso de la Sociedad Americana de Oncología (ASCO, por sus siglas en inglés), un auditorio entero se puso en pie para aplaudir los resultados de una terapia dirigida que logra duplicar la supervivencia en cáncer de páncreas, un tumor de muy mal pronóstico. Y este fin de semana, en Madrid, centenares de oncólogos de medio mundo volvieron a ponerse en pie: esta vez, una ovación espontánea recorrió el congreso europeo de oncología al conocerse que un ensayo para el cáncer de pulmón más agresivo lograba una mejora de la supervivencia nunca vista en ese tumor. “Estamos viendo una explosión de diferentes fármacos. Y esta innovación no está ocurriendo solo en los tumores más frecuentes, sino también en algunos más raros y agresivos. Esto es muy importante y significativo”, reflexiona la oncóloga Ángela Lamarca, coordinadora del Comité de Comunicación del congreso europeo.
Um vídeo de um filhote de coruja sendo alimentado por um fantoche infantil chamou a atenção nas redes sociais na última semana.
O bebê, ainda sem penas e posicionado dentro de um pote de plástico, recebe comida de uma seringa segurada por uma mão coberta pelo fantoche. A enfermeira humana tem uma máscara ocultando seu rosto.
Publicada pelo Cetra (Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Selvagens) da UFRA (Universidade Federal Rural da Amazônia), a cena reflete um princípio pouco conhecido do cuidado com animais silvestres: o anti-imprinting.
É um comportamento também chamado de “estampagem” ou “cunhagem” que acontece logo nos primeiros dias da vida de um animal, em resposta à presença de uma figura materna ou paterna.
Ele foi descrito pela primeira vez pelo etólogo Konrad Lorenz ao observar filhotes de gansos e patos recém-nascidos. Assim que saíam dos ovos, os bebês seguiam instintivamente o primeiro objeto que viam – podendo ser sua mãe, outro animal ou até um objeto inanimado.
Seria este o mecanismo responsável pela aprendizagem de comportamentos essenciais para a sobrevivência: ao fixar sua atenção em figuras maternas e paternas, os filhotes copiam os comportamentos dos mais velhos e extraem diversas informações importantes.
Mas quando animais são separados dos pais ao nascer, o “imprinting” pode escolher um alvo que não tem estes aprendizados a oferecer. Este é o contexto do “anti-imprinting”.
No vídeo do Cetra, um filhote de coruja-da-igreja ou suindara é alimentado com uma luva de fantoche desenhada para parecer uma coruja adulta. O rosto da cuidadora, além de sua mão, é oculto para não desviar a atenção do bebê para a figura humana.
“Cada detalhe importa para preservar o comportamento natural e garantir uma soltura com sucesso no futuro”, diz a publicação.
A tática simula o oferecimento do alimento pela mãe coruja, e também preserva o distanciamento natural entre as espécies, conservando instintos de proteção das corujas e impedindo o desenvolvimento de confiança excessiva nos humanos.



