Al Duro y Sin Guantes



“A bíblia como inspiração" para uma boa gestão e a transparência como forma de trazer mais fiéis para a igreja. Fora estes os temas da conferência promovida pela Khachkar Studios, a JI-Analytics e a Japonica Partners que decorreu na sede da Impresa e á qual o Expresso se associou como media partner





No podcast “Portugal Solidário”, Mariana Monteiro conversa com Madalena Aires Horta, coordenadora do projeto Recultivar, e Luciana Abreu, terapeuta ocupacional do serviço de psiquiatria dorense do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, que nos ajudam a compreender como a horticultura pode cultivar muito mais do que alimentos: autonomia, autoestima e novas oportunidades de vida

Tonight's Forecast:
Showers and storms continue into the late night hours across southern Colorado. Additional rain accumulations will be less than an inch across the region. Moisture will push out ast midnight to the east and northeast. Overnight lows are expected to be in the 40s and upper 30s for many in southern Colorado.
Colorado Springs forecast: Low: 38; High: 61;
After moisture moves out Sunday night, expect rebounding temperatures to start the week. More sunshine and dry time is back in the forecast. Highs will likely be in the low 60s with and even warm mid-week.
Pueblo forecast: Low: 45; High: 64;
Mid-60s are expected to start the week after a soggy Sunday. Not much change is expected for Pueblo over the week either. A few 70s may be in the forecast by the middle of the week as sunshine continues to stick around.
Canon City forecast: Low: 42; High: 62;
Temperatures will rebound after a cool and wet Sunday night. Expect 60s to start the week. That will continue through the middle and end of the week too. Not much change is expected as a quieter pattern moves in.
Woodland Park forecast: Low: 33; High: 51;
Expect highs to be average and even above averages to start the week. Tuesday - Thursday will be warmer with plenty of sunshine across Teller county too.
Extended outlook forecast:
Like mentioned above, the extended forecast will not have much change in it. Plenty of warmer temperatures are expected with the middle of the week being warmer than averages. Less cloud cover is expected with a lot of sunshine. Halloween's forecast looks great with mild temperatures and dry time. The next shot at changes until the second half of the weekend.
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Os mais velhos recordar-se-ão de que, até meados do século passado, havia, entre os Portugueses, modos de vida, costumes e rituais, vindos das brumas do tempo, que a vida moderna foi apagando, imperceptivelmente, ao longo dos anos, e se perderam para sempre. Alguns deles eram mais relativos à labuta corrente de todos os dias, outros, porém, mais específicos, diziam, sobretudo, respeito ao decoro, à ética e à moral públicos. Sem pretender ser exaustivo, irei procurar fazer de apenas alguns deles, um breve escorço.
– Por ocasião do falecimento de um ente querido, usava-se, como uma das expressões para fazer o luto, o chamado “fumo” (uma tira de tecido preto), à volta da manga ou na lapela do casaco ou, no caso do luto “mais carregado”, vestuário de cor preta, luto que poderia ir até um ano ou mesmo para toda a vida, dependendo do sentimento de perda sofrido pelo desaparecimento desse familiar. Era usual, nestas ocasiões, após o funeral, serem feitas visitas de condolências à casa da família enlutada. Música ou quaisquer eventos festivos deviam ser evitados, durante um determinado período, como sinal de recolhimento emocional.
– Quem não se recorda da Escola Primária e da entrada num mundo novo, um mundo que alterou, radicalmente, todo o ritmo aleatório dos nossos dias de crianças, apenas “preocupadas”, até aí, com os jogos e brincadeiras, e nos introduziu, pela primeira vez, no cumprimento sistematizado de regras, de horários a cumprir e do saber organizado?
No primeiro ano da Primária, escrevíamos sobre uma pedra de ardósia com um lápis de xisto macio, que íamos apagando com o nosso próprio cuspo e limpando com a manga… Nos anos seguintes, numa fase um pouco mais avançada, já se escrevia em cadernos de 2 linhas, próprios para aperfeiçoar a caligrafia, com uma pena de metal, fixa na extremidade de um fino cabo de madeira, que íamos molhando num tinteiro, regularmente cheio com tinta de um enorme frasco, pela “contínua”, funcionária actualmente “promovida” com a designação de “técnica auxiliar”…
– Como parte das idas à minha terra, cumpro, sempre que posso, uma romagem a lugares mágicos que marcaram o imaginário dos melhores tempos da nossa vida, a infância descuidada, em que, livres como pardais, brincar livremente era a nossa principal ocupação. Nesse propósito, os meus passos encaminham-se, quase automatamente, para o adro da igreja, dantes, um terreiro. Cerro os olhos e “vejo-me” em correrias sem fim, com os companheiros de brincadeira a jogar o pião, o berlinde, ao trapinho queimado, à apanhada, ao jogo das escondidas, ao jogo da mensagem, ao jogo do eixo, ao jogo da marca (com todos os botões velhos que podíamos arrebanhar em casa), à cabra-cega, ao jogo das caricas ou o jogo da bola (com uma bola de trapos)… e ali fico, sentado, tempos sem fim, cabeça entre as mãos, alheado de tudo, absorto em pensamentos longínquos, em silêncio, um silêncio duro, feito de nostalgia… Nesses momentos, medito no mundo de diferença entre o nosso antigo universo lúdico, em que nos “viciávamos” no doce aroma da liberdade, e o dos tempos contados ao minuto dos meninos dos dias de hoje, que nunca chegam verdadeiramente a ser crianças…
– Seria inconcebível não seguir a autoridade dos professores, dentro das aulas, a qual era escrupulosamente acatada, quer por alunos, quer por pais.
O mesmo se diga, no respeitante às instruções das forças públicas de segurança, que eram, ordeira e pacificamente, obedecidas.
– Sempre que uma casa estava disponível para ser arrendada, era usual serem colocados nas janelas os chamados “vistos” (pequenos quadrados de papel).
– Aos domingos, era costume vestir a melhor fatiota, diferente da vestimenta trivial dos dias da semana, fosse para assistir à missa ou simplesmente para parecer bem. Similarmente, era hábito estrear roupa ou sapatos novos, mas apenas em ocasiões mais festivas ou especiais – as apertadas disponibilidades financeiras a isso obrigavam –, fosse pelo aniversário, no Dia de Ano Novo ou no do padroeiro da terra.
– Era impensável não respeitar os mais velhos, fossem ou não da família. A velhice era considerada pela ponderação, lucidez e experiência, ao longo de uma vida.
Quando os jovens deixam de ouvir os mais velhos, perdem memória e saber vivido.
Uma civilização revela muito do seu carácter pela forma como trata aqueles que já percorreram o caminho antes dela.
– Era comum afixar recados escritos, em locais sociais de passagem, como mercearias, tabernas ou no mercado municipal, para avisar de eventos, pedidos de ajuda ou outros fins. Nas localidades costeiras algarvias, como Lagos, Portimão ou Armação de Pêra, entre outras, aquela prática era corrente, durante a incipiente época balnear de então, a informar de quartos disponíveis para alugar aos veraneantes, ainda portugueses, por esses tempos.
– A rara ida à praia (de Armação), era um acontecimento nimbado por uma auréola de magia para os mais novos, em que eu próprio me incluia, visto que cheguei a integrar esses alegres grupos de “veraneantes”. A partida tinha lugar bem cedo, ainda a aurora mal tinha despontado, devido a que se tinha de contar com quase três horas de viagem… Tudo, por norma, ficara pronto na véspera, desde a comida até ao garrafão. Ao veículo, um comum carro de bestas, puxado por uma muar, eram adaptados dois bancos corridos, um frente ao outro. O ambiente de festa e boa disposição fazia-nos esquecer a duração do tempo de viagem. Chegados a Armação, era altura de desatrelar o animal, colocar-lhe a cevadeira ao pescoço com aveia para ir comendo e pôr o carro a uma sombra. Finalmente, no areal, quase vazio de gente, naqueles tempos –, à excepção dos pescadores que, sentadas na areia, amanhavam as redes, esticando-as, curiosamente, para o efeito, com o dedo grande de um dos pés –, espargia-se, no ar, um perfumado cheiro a maresia. Era chegada a vez de atacar o primeiro banho de mar. Como apetrechos para enfrentas as ondas, eles, de chapéu, fato e gravata, tinham apenas de descalçar-se e arregaçar os canos das calças. Elas, com a melhor saia, faziam, por sua vez, a entrada triunfal na água, com aquela a fazer balão, cena merecedora de uma gloriosa aguarela do mestre Roque Gameiro. Por volta do meio-dia, tinha lugar o repasto, sob a sombra acolhedora de alguma rocha. À tarde, cansados, mas felizes, era o regresso ao lar. Para o ano seguinte, haveria mais …
– Num tempo em que os meios de comunicação social eram muito mais reduzidos, era costume as autoridades públicas afixarem editais, nas portarias da Câmara Municipal, da Junta de Freguesia ou da Regedoria, para conhecimento dos munícipes ou fregueses, ainda à semelhança do que se fazia no antigo “Forum” romano, centro cívico da capital do império.
– A iluminação doméstica comum, em meados do século, nas casas mais humildes, como a minha, era ainda feita, por norma, com o recurso ao candeeiro a petróleo, embora muitas estivessem já electrificadas.
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Kimi Antonelli conquistou a pole-position para o GP dos Estados Unidos, 18ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1, neste sábado (24), no Circuito das Américas, em Austin. O jovem piloto da Mercedes registou 1:34,035s no Q3 e superou Max Verstappen e Isack Hadjar formando o trio mais rápido.
Na tabela classificativa seguiram-se Leclerc, Hamilton da Ferrari, na fente do segundo Mercedes de George Russell.
Pela McLaren, Oscar Piastri terminou em sétimo, enquanto Lando Norris ficou em oitavo após ter a sua melhor volta anulada por exceder os limites da pista. Arvid Lindblad e Liam Lawson completaram o top- ten.
Após três sessões de treinos livres, em que a Ferrari se mostrava mais forte, eis que na hora da verdade, quando se discutia quem iria partir na frente, eis que a Mercedes decidia posicionar-se na liderança, através de Kimi Antonelli e alcançava a pole-position para o GP dos Estados Unidos.
Na sessão Q1, com 18 minutos de duração, Lando Norris, depois de nas sessões livres ter ficado de certa forma meio discreto, apareceu nesta sessão na liderança, averbando o tempo de 1:35,029, na frente de Leclerc (+0,171s) e de Verstappen (+0,186s). Isack Hadjar e Lewis Hamilton completavam o top-five. Gabriel Bortoleto fazia o 7.º tempo.
Os eliminados foram: Ocon, Stroll, Sainz, Albon, Perez e Bottas.
Só iriam passar para o Q3 os 10 mais rápidos. E logo de início Bortoleto surgia em pista a dar vácuo para o seu companheiro de equipa (o brasileiro sabe que nada adianta alcançar nesta sessão uma boa posição, porque tem que cumprir a sua penalização partindo da cauda do pelotão) então ajudar Hülkenberg era a missão do dia.
Verstappen surgia nesta sessão com grande determinação e saltava para o topo da tabela (1:34,471s), seguido por Norris e Antonelli. Mas de seguida, quando faltavam 5 minutos para o final da sessão, todos regressavam à pista, agora com pneus macios novos, e Leclerc voava para a liderança com o crono 1:34,198s, secundado por Antonelli (+0,080s) e com Russell no terceiro lugar (+0,107s). Verstappen e Norris desciam para as quarta e quinta posições.
Hülkenberg ficava no limite, em 11º e não conseguia qualificar-se.
Os eliminados eram: Gasly, Hulkenberg, Bearman, Bortoleto, Colapinto e Alonso.
Depois de alguns bons registos, nomeadamente de Russel, Verstappen e Hadjar, o piloto da Mercedes Kimi Antonelli saltava para o topo da classificação com 1:34,035s.
A cerca de cinco minutos do final da sessão, praticamente todos os pilotos regressavam à pista para uma tentativa final de obterem o melhor registo, mas o crono do italiano não era superado.
Verstappen ficava na segunda posição (+0,179s) e Hadjar em terceiro (+0,215s), relegando os dois Ferrari para as posições imediatas – 4.º Leclerc (+0,232s) e 5.º Hamilton a fechar o top-five (+0,276s).
Entretanto o tempo de Norris que era era neutralizado (por ultrapassar os limites da pista) e descia para oitava posição.
Eis como ficou a grelha de partida para o GP dos Estados Unidos:
1) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’34.035
2) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’34.214
3) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’34.250
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’34.267
5) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’34.311
6) George Russell (Mercedes) 1’34.476
7) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’34.803
8) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’35.049
9) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’36.049
10) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) –
11) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’35.080
12) Nico Hülkenberg (Audi) 1’35.158
13) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’35.818
14) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’36.031
15) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’36.531
16) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’36.677
17) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’36.770
18) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’36.967
19) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’37.433
20) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’37.523
21) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’35.722
22) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’35.691
Colaboração F1Mania

© Yara Nardi/Reuters
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Lewis Hamiltom com o tempo de 1:34,893s, na frente de Max Verstappen (+0,168s) e Charles Leclerc (+0,234s), foi o mais veloz do TL3 e garantiu que a Ferrari continuasse a ser a equipa mais rápida nas atividades deste fim de semana no GP dos Estados Unidos.
Os dois Mercedes, terminaram este terceiro treino livre a fechar o top-five, respetivamente pilotados por George Russel e Kimi Antonelli, que está a um passo de sagrar campeão mundial em 2026.
Gabriel Bortoleto iniciou bem as atividades deste fim de semana no Circuito das Américas, terminou o TL1 em 8º, o TL2 em 11º e agora o TL3 na 13ª posição. O brasileiro, que apresentou alterações no seu carro, superou Nico Hülkenberg em termos gerais e apresentou um ritmo promissor nas simulações de corrida.
Bortoleto encerrou o terceiro treino livre do GP dos Estados Unidos da Fórmula 1 com o 13º tempo da tabela, averbando 1:36,176s permitindo-lhe ficar dentro do top-15 na atividade, o que deixa indícios de poder entrar no Q2 da Classificação, logo mais à noite.
Contudo Bortoleto tem uma penalização a cumprir – 20 posições na grelha de partida – portanto pouco se poderá esperar em termos de classificação final do brasileiro neste GP dos EUA.
Para este último treino antes da classificação em Austin, o tempo estava bastante bom, com a temperatura ambiente em 27ºC e o asfalto a chegar aos 40ºC. A humidade, essa estava em 49%. e não ameçava chover.
Recapitulando, com este resultado, a Ferrari encerrou os três treinos livres na liderança em Austin. Leclerc tinha sido o mais rápido no TL1 e no TL2, e Hamilton assumiu a primeira posição no TL3.
A Fórmula 1 regressa à pista ainda neste sábado, às 22:00 horas, pelo horário de Portugal, para a Classificação – Q1, Q2 e Q3 – a fim de definir a grelha de partida para a largada de amanhã do GP dos Estados Unidos a realizar-se no Circuiro da Américas em Austin (Texas).
Tempos registados no TL3 do GP dos Estados Unidos:
1) Lewis Hamilton (Ferrari), 1’34.893
2) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford), 1’35.061
3) Charles Leclerc (Ferrari), 1’35.127
4) Kimi Antonelli (Mercedes), 1’35.196
5) George Russell (Mercedes), 1’35.381
6) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes), 1’35.531
7) Nico Hülkenberg (Audi), 1’35.591
8) Lando Norris (McLaren/Mercedes), 1’35.706
9) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes), 1’35.904
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford), 1’35.930
11) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’35.931
12) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’36.081
13) Gabriel Bortoleto (Audi), 1’36.176
14) Oliver Bearman (Haas/Ferrari), 1’36.235
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes), 1’36.251
16) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda), 1’36.455
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari), 1’36.742
18) Lance Stroll (Aston Martin/Honda), 1’37.131
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes), 1’37.668
20) Carlos Sainz (Williams/Mercedes), 1’37.711
21) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari), 1’37.884
22) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari), 1’38.765
Colaboração F1Mania

General Atomics has tapped Spirit Defense, a subsidiary of Boeing, to help produce FQ-42A Vengeance Collaborative Combat Aircraft (CCA) drones. This follows the U.S. Air Force’s announcement last month that it wants to have at least 500 CCAs in inventory by 2032. Years ago, TWZ highlighted the likelihood that industrial partnerships like this would be required to meet the service’s aggressive volume and schedule goals for the CCA program.
General Atomics’ Aeronautical Systems, Inc. division (GA-ASI) announced the team-up with Spirit on FQ-42 production earlier today. The Vengenace is one of two designs the Air Force has ordered into production under the first phase, or Increment 1, of its CCA program. The other is Anduril’s FQ-44A Fury. The 500-drone target the Air Force has laid out covers a mixed fleet of both FQ-42s and FQ-44s. The service is still planning to acquire additional CCAs, potentially with completely different designs, through a follow-on Increment 2.

When it comes to FQ-42 production, “Spirit Defense’s role as a fuselage design-build partner brings together the company’s engineering and advanced manufacturing capabilities to support the program from design through production,” according to a GA-ASI release. “Partnering with Spirit Defense is a strength multiplier for the company and the nation, offering manufacturing capacity and industrial depth to scale CCA production faster, while strengthening production resilience, and reducing the risk of single points of failure.”
“We’re excited to be working with Spirit Defense,” David R. Alexander, GA-ASI’s President, said in an accompanying statement. “We’ve established our proven design, development, and manufacturing capability for the FQ-42. With Spirit Defense, we add capacity, which is exactly the kind of production resilience our U.S. Air Force customer is looking for with its CCA ramp-up. This kind of partnership represents the scalable industrial base the Air Force and the U.S. Department of War are looking for from industry.”
“The intent for them [the Air Force] is to go up to as many as 500 aircraft by 2032,” Mike Shortsleeve, Vice President for Strategy Business Development at GA-ASI, also told TWZ’s Jamie Hunter on the floor of the Air & Space Forces Association’s (AFA) 2026 Air, Space & Cyber Conference in September. “We’re ready to do that production.”
At the conference, Shortsleeve highlighted investments in additive manufacturing and advanced robotics, along with efforts to build out the company’s skilled workforce, to help meet those production demands.
General Atomics is already an established drone maker with significant serial airframe production experience of its own. At the same time, the company is seeing growing demand for its MQ-9B series of drones, including a sale to the U.S. Coast Guard announced earlier this month. The MQ-9B design builds on the highly successful MQ-9A Reaper. It is also pursuing a host of other opportunities in the U.S. and abroad that could add production demands.
Mike Atwood, GA-ASI’s Vice President of Advanced Aircraft Programs, notably acknowledged potential hurdles for meeting CCA production demands, specifically, in the past.
“We have basically a hot production line where I can take an MQ-9 out and put a Collaborative Combat Aircraft in,” Atwood said on an edition of The Merge podcast back in 2024. “We were able to essentially take Reaper parts out of stock rooms and build the first [CCA] aircraft.”

“Composites are inherently expensive … they’re really for high-performance applications where you need certain strength and stiffness,” he also noted at that time. “When you look at Collaborative Combat Aircraft … we’re actually falling back on more metallic – what we call hybrid structures, metal frames with composite skins.”
The production of advanced composites and hybrid structures is Spirit’s main business. The company also has a well-established history of working as a subcontractor on military aerospace projects, including in support of bleed-edge programs like the B-21 Raider bomber.
It is also important to note here that, before its founding as an independent company in 2005, Spirit was actually a division of Boeing. By the early 2020s, Spirit had been suffering from significant financial losses and quality control lapses. Boeing subsequently decided to reacquire it in a multi-billion-dollar deal. The acquisition process began in 2024 and was finalized last year. Since then, Boeing has faced continued challenges in getting the firm back on track.
In 2024, when General Atomics and Anduril were selected to move ahead in the Increment 1 phase of the Air Force’s CCA program, TWZ explicitly raised the prospect of both companies bringing in help, especially to meet future production demands. At the time, the focus was more on Anduril, which was not a major airframer at the time and had yet to establish significant production facilities of its own for Fury. It was also unclear then whether the Air Force might pick a single winning Increment 1 drone rather than go the route it ultimately chose of ordering batches of both designs.

However, as we wrote at the time: “No matter who is selected in the end as the prime contractor, a large pool of manufacturer partners will likely be key to meeting the Air Force’s production volume and schedule goals.”
As an aside, Boeing is already in the CCA business itself, with the MQ-28 Ghost Bat developed originally through a separate subsidary in Australia. The company has been working to expand its own production capacity to build those drones in recent years.
Generally speaking, the ability of defense contractors to rapidly scale production to meet U.S. military demands, and do so affordably, is steadily becoming a more common point of discussion across all major acquisition programs. Being able to acquire and field CCAs in relatively large volumes and at a price that makes sense is absolutely central to the whole concept being these drones.
“The nuance here that probably is overlooked, is the fact that they’re [the Air Force] recognizing with 500 that they require, the factory floor is now becoming part of the battle space,” General Atomics’ Shortsleeve had told TWZ at the AFA conference last month. “So the ability for companies to be able to manufacture and produce those aircraft in numbers that are needed for the fight rapidly is going to be a key part to going forward in the future.”
The Air Force is otherwise still very much laying the rest of the groundwork for fielding its future CCAs operationally toward the end of the decade. A full playbook for deploying, launching, recovering, supporting, and otherwise operating CCA-type drones on a day-to-day basis, let alone employing them tactically, still has yet to be written. Answering these questions will be important for other CCA programs across the U.S. military and elsewhere globally.

General Atomics’ new partnership with Spirit Defense underscores how production of Increment 1 CCAs is ramping up already in reponse to the Air Force’s current CCA program goals.
Contact the author: joe@twz.com
The post General Atomics FQ-42 CCA Drone Production Ramp Up To Be Boosted By Boeing Subsidiary appeared first on TWZ.
