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CP alerta para perturbações na circulação a partir de quinta-feira devido à greve

27 October 2026 at 14:24

A CP – Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras.

Os revisores, trabalhadores das bilheteiras e chefias da CP vão cumprir a 30 de outubro um dia de greve por melhores condições de trabalho.

“Por motivo de greve convocada, pelo sindicato SFRCI, para dia 30 de outubro, preveem-se perturbações na circulação de comboios, com possíveis impactos também no dia anterior e no dia seguinte”, lê-se numa nota no ‘site’ da CP.

Os clientes que já compraram bilhete para os serviços Alfa Pendular, Intercidades, Internacional, InterRegional ou Regional podem pedir o reembolso total do mesmo ou a sua troca.

Na semana passada, Luís Bravo do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI), disse à Lusa que a greve de 24 horas visa a valorização do trabalho e “dignidade das suas condições de vida”, agravada pelo aumento dos combustíveis, habitação, bens alimentares essenciais e a subida dos preços do gás e da eletricidade.

O SFRCI pede “que a CP e o Governo adotem medidas concretas e eficazes que permitam recuperar o poder de compra perdido, valorizar os trabalhadores ferroviários e garantir condições de vida dignas a quem assegura diariamente o funcionamento de um serviço público essencial ao país”.

Os trabalhadores reivindicam a valorização do subsídio de deslocação/transporte ainda durante o ano de 2026, com efeitos retroativos a julho, de forma a compensar o aumento extraordinário dos custos de mobilidade.

Por outro lado, reclamam a conclusão das negociações relativas à valorização do trabalho prestado em dias de descanso não compensado, a publicação imediata do Boletim do Trabalho e Emprego (BTE) de todos os acordos salariais e regulamentares atualmente em vigor e a abertura urgente de negociações para a revisão do Acordo de Empresa e do Regulamento de Carreiras.

Os trabalhadores exigem também a publicação em BTE dos aumentos salariais alcançados em 2025 e 2026 e dos diversos acordos bilaterais atualmente em vigor.

Denunciam igualmente que “a imagem e o profissionalismo dos seus trabalhadores perante os passageiros e opinião pública estão a ser injustamente afetados pelos sucessivos atrasos provocados por problemas na infraestrutura ferroviária”.

Por isso, o sindicato quer “a adequação dos horários dos comboios às condições reais da infraestrutura sempre que se verifique, de forma sistemática, a ocorrência de atrasos significativos, evitando a degradação da qualidade do serviço prestado e a exposição injusta de trabalhadores perante os passageiros”.

Os trabalhadores vão assegurar a prestação, durante a greve, dos serviços necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações em todas as vertentes.

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BCP: lucro do Bank Millennium sobe 30% nos primeiros nove meses

27 October 2026 at 08:07

O Banco Comercial Português (BCP) informou esta terça-feira 27 de outubro que o Bank Millennium, unidade polaca em que detém 50,1% do capital e que consolida integralmente, registou um lucro líquido de 1.109 milhões de zlótis (259,7 milhões de euros) nos primeiros nove meses de 2026, um aumento de 30% face aos 855 milhões de zlótis (cerca de 200 milhões de euros) do período homólogo.

O BCP atribuiu a evolução positiva à resiliência da margem financeira após a redução significativa das taxas de mercado, ao crescimento das comissões, à manutenção de disciplina de custos e à redução dos encargos com créditos hipotecários denominados em moeda estrangeira, apesar do aumento significativo da taxa efetiva de imposto.

Os custos antes de impostos associados aos créditos hipotecários em moeda estrangeira (francos suíços) caíram 63% nos primeiros nove meses de 2026 face ao período homólogo, mas continuaram a condicionar os resultados do Bank Millennium.

A margem financeira caiu 1% em termos homólogos, embora tenha subido 7% face ao segundo trimestre de 2026. A margem financeira líquida (NIM) fixou-se em 3,54%, contra 4,10% nos primeiros nove meses de 2025. As comissões líquidas aumentaram 9%, os custos operacionais subiram 7%, os proveitos core mantiveram-se estáveis e o resultado operacional recuou 3%.

O rácio de crédito com imparidade (Stage 3) situou-se em 3,6%, contra 4,2% no período homólogo, enquanto o custo do risco foi de 37 pontos base. O rácio de loans-to-deposits estava em 58% em setembro de 2026.

Em termos de capital, o rácio CET1 fixou-se em 13,7% em setembro, o Tier 1 em 16,1% e o rácio de capital total em 20,6%, apoiados pela emissão de AT1 de 1,5 mil milhões de zlótis (cerca de 351 milhões de euros) realizada em janeiro de 2026, por uma emissão subordinada Tier 2 de 500 milhões de euros em maio e pela continuação da geração orgânica de capital.

A carteira de crédito aumentou 11% face ao período homólogo e os depósitos totais de clientes também cresceram 11%, com os recursos fora de balanço a subirem 21%. A nova produção de crédito registou aumentos de 26% no crédito pessoal, 224% no crédito hipotecário, 25% no crédito a empresas e 22% tanto no leasing como no factoring.

No retalho, o número de clientes particulares ativos ultrapassou 3,39 milhões, mais 160 mil do que no período homólogo, com mais de 3,2 milhões de clientes digitais ativos e 95% dos clientes ativos a utilizarem canais digitais. Os depósitos de particulares aumentaram 14% e o crédito a particulares 5%. Nos clientes empresariais, os depósitos de empresas e setor público subiram 3%, o crédito aumentou 25%, os outros créditos e factoring cresceram 33% e o negócio de leasing avançou 11%.

PCP recusa "subterfúgios para limitar" manifesções

26 October 2026 at 19:18
Após dispersão pela PSP dos protestos pela habitação em Lisboa e Porto, Paula Santos diz que a lei "nunca gerou qualquer tipo de problema" e ataca interpretação restritiva do Governo.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

A deputada Paula Santos referiu que "houve ao longo de décadas uma interpretação que nada tem a ver com aquela que está a ser feita neste momento, e nunca gerou qualquer tipo de problema"

I'm a doctor. I ditched traditional health insurance for my family of 4, and I'm not looking back.

25 October 2026 at 12:20
Smiling healthcare worker in dark scrubs with a stethoscope stands in a clinical office with a nutrition poster. Dr_Ben_Hagopian
Dr. Ben Hagopian sees patients through Direct Primary Care. He also made the switch for his family of four, combining DPC with a cost-share group.

Courtesy of Ben Hagopian.

  • I've been a doctor for more than a decade and have a family of four.
  • I've traded traditional health insurance for direct primary care and a medical cost-sharing group.
  • For the first time, I feel like I'm truly in control of our healthcare.

I've spent more than a decade navigating the labyrinth of American healthcare. I've worn the white coat, spent sleepless nights on call, signed the charts, and cared for thousands of patients.

A few years ago, I realized I couldn't keep participating in a system that felt like it was designed to fail the very people it was meant to serve.

Today, my family and I are uninsured in the traditional sense — and I'm confident that it's the best financial and medical decision I've ever made.

I hit my breaking point

For years, I worked in a traditional, insurance-based primary care practice. My days were a blur of 15-minute appointments, dictated not by medical necessity, but by billing codes and insurance reimbursements. I felt completely beholden to the behemoth of corporate medicine. Patients were waiting months to see me and were almost always shortchanged on the time I was able to spend with them.

I felt like the insurance companies were the invisible third party in every exam room, deciding which tests I could order and which medications my patients deserved. I wasn't just a doctor anymore; I was a data-entry clerk for multibillion-dollar payers. The result was a total, soul-crushing burnout that followed me home every night.

On the other side of it, some of my patients were forgoing necessary care because the costs presented to them were simply too high. Did it make sense to spend $300 to check a thyroid test to ensure the $10 per month medication I prescribed was working as it was supposed to? Many patients, rightfully so, decided to spend their money elsewhere.

I knew I had to get out — not just for my own sanity, but to actually provide the type of care I believed in.

Direct primary care offered something different

I eventually traded the treadmill for Direct Primary Care (DPC). In this model, my patients (or their employers or an insurance company) pay a flat monthly membership fee directly to me (around $100 per month). This type of care is affordable— my current patient panel includes attorneys, electricians, teachers, and retirees. There are no co-pays, no deductibles, and most importantly, no insurance companies breathing down my neck.

The difference was night and day. Without the administrative bloat of insurance billing, I finally became the doctor I trained to be:

  • Time: I went from seeing 20 patients a day to seeing six or eight.
  • Access: My patients can text me directly. We have hour-long conversations instead of 10-minute sprints.
  • Cost: By cutting out the intermediary, I'm able to offer wholesale pricing on labs and imaging that are often 90% cheaper than hospital rates. That $300 thyroid test from my previous job? I now offer that for $8.

I took my own family off the grid

Once I saw how much better medicine functioned without traditional insurance interference, I took the ultimate leap. I took my wife and children, now 9 and 6, off our health insurance plan.

Instead, we joined a medical cost-sharing community. It isn't insurance; it's a community of members who share each other's large, unexpected medical expenses. When I combined a DPC membership for our routine care with a health share for the big stuff, I realized I had found a better way to protect my family — and was paying far, far less for it.

The math backs up my decision

To understand why we left, look at the cost of childbirth. When our first child was born under a supposedly high-end traditional insurance plan, we still walked away owing about $10,000 after paying our insurance premiums. We were paying twice: once for the premium and again for the actual care.

My wife spent hours of her precious maternity leave arguing with insurance companies about the services we received in the hospital. When our infant son was hospitalized a few months later, she was back on the phone again, having to advocate for his coverage during the time of a family crisis. We spent years paying off the cost of the birth and his illness.

With our second child, we looked at the numbers through the lens of a cost-share program. On a plan like ours, the Initial Unshareable Amount (IUA) — the part we pay before the community kicks in — was only $1,500.

Beyond that $1,500, the community shared the rest. We didn't have to spend my wife's recovery time fighting with a claims adjuster or waiting for pre-authorizations. We knew exactly what our responsibility was, and more importantly, we knew our family was covered by a community, not a corporation.

I feel like I took back control

As a physician, I've seen the insurance trap from both sides. We've been conditioned to believe that without a blue or green plastic card in our wallets, we are unsafe.

The reality is that for some, traditional insurance has become a barrier to care rather than a bridge. By opting out and pairing Direct Primary Care with a health share, I've reclaimed my time as a doctor and my peace of mind as a father. I'm no longer waiting for an insurance company to tell me how to care for my kids or my patients. As a doctor and as a father, for the first time in my career, I feel truly secure.

Read the original article on Business Insider

PCP quer Luís Neves e diretor da PJ na comissão de inquérito

23 October 2026 at 20:17
Os comunistas querem chamar quatro pessoas à comissão presidida por André Ventura, incluindo o próprio ministro da Administração Interna e o atual diretor da PJ.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

Comissão de inquérito foi forçada pelo Chega na sequência das polémicas que vieram a público nos últimos meses envolvendo Luís Neves

PCP, Livre e PAN pedem audição do presidente do IHRU

23 October 2026 at 16:23
Os partidos reagiam no Parlamento às declarações do presidente do IHRU, Benjamim Pereira, que disse, esta quinta-feira, não saber "se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício"

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

PO PCP, o Livre e o PAN pediram esta sexta-feira a audição parlamentar do presidente do IHRU

PCP quer revogar "lei Cristas" mas o foco é o arrendamento

22 October 2026 at 14:07
PCP "tudo fará para derrotar" o que apelidou de "lei dos despejos e do aumento das rendas". Criticou também a "lei Cristas" aprovada em 2012 e diz ser a que põe o país "numa situação de insuportável".

© PAULO CUNHA/LUSA

O líder comunista defendeu também que "o que se impõe não é andar ainda mais para trás"

PCP quer eliminar propinas em dois anos

21 October 2026 at 16:55
Projeto de lei assinado por Paulo Raimundo propõe corte de 50% nas propinas em 2027/2028 e eliminação total no ano seguinte, em resposta ao descongelamento previsto no OE2027.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"O caminho que mais favorece os estudantes e o país é o que garanta que todos aqueles que queiram possam aceder e frequentar o ensino superior", afirmou o secretário-geral do partido

Greve na CP a 30 de outubro: três dias de perturbações

21 October 2026 at 14:26
Alfa Pendular, Intercidades e outros serviços podem ser afetados pela greve durante três dias na próxima semana. Passageiros com bilhete têm direito a reembolso total ou troca gratuita.

© PAULO NOVAIS/LUSA

PCP recusa reunião da IL e acusa liberais de "cinismo"

20 October 2026 at 18:51
Paula Santos diz não haver "ponto de encontro possível" com a IL. PAN aceita reunir, mas avisa: medidas têm de passar pelo Orçamento do Estado.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Paula Santos diz que o convite da IL "só pode ser lido como uma falsidade e um cinismo" relativamente a este problema da habitação

PCP: Moedas foi "complacente" com trotinetes

20 October 2026 at 17:05
Após anúncio de suspensão das trotinetes partilhadas, comunistas exigem regulamento prometido em 2022 e propõem estudo para integrar serviço na rede municipal Gira.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

"Apesar de ter prometido, o processo de elaboração de um Regulamento de Mobilidade Suave Partilhada, esse regulamento nunca foi apresentado por Carlos Moedas", afirmou João Ferreira

23h. Raimundo acredita que lei do arrendamento vai cair

19 October 2026 at 23:17
Paulo Raimundo acredita que a lei do arrendamento ainda vai a tempo de ser travada. Ainda, manifestantes em Lisboa e Porto preparam nova noite de protesto.

PCP acusa Chega de "cambalhotas" na habitação

19 October 2026 at 23:07
O secretário-geral do PCP diz que pouco se pode "confiar" em Ventura, mas defende que a pressão nas ruas pode travar a revisão do regime do arrendamento urbano.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"Quem se manifesta já enfrenta diariamente a violência dos baixos salários, da precariedade e da falta de habitação", declarou Paulo Raimundo

ACP satisfeito com suspensão de trotinetes em Lisboa

19 October 2026 at 16:44
O presidente do ACP diz que a proibição é a "única medida possível" e que o referendo seguirá os trâmites normais — mas poderá ser cancelado se Moedas banir definitivamente as trotinetes.

© DIOGO FARIA REIS/OBSERVADOR

O presidente do Automóvel Club de Portugal assinalou ainda que "ninguém pede para acabar com as bicicletas, por exemplo, porque as bicicletas andam no meio do ambiente rodoviário e não prejudicam ninguém"

PCP quer acabar com portagens nas ex-SCUT do Porto

19 October 2026 at 16:20
Comunistas dizem que a cobrança nas autoestradas A4, A28, A29, A41 e A42 é uma "injustiça" para a região e apontam crescente consenso entre autarcas e partidos.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

O PCP assinala ainda um intensificar de oposição "ao longo dos últimos meses", por parte de autarcas e vários partidos, pelo que o "crescente consenso na recusa desta injustiça na região"
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