Prefeitura de Salvador capacita fiscais de contratos da saúde pública









Um grupo de manifestantes protestou, na tarde desta segunda-feira (26), em frente à sede da Prefeitura de Salvador, contra a redução da frota de ônibus na capital baiana durante o segundo turno das eleições, no domingo (25). O ato teve como um dos principais alvos o prefeito Bruno Reis (União).
Durante a manifestação, o grupo gritava “fora, Bruno Reis”, exibiram cartazes com críticas à gestão municipal e incendiaram um boneco com uma foto do rosto do prefeito. As reivindicações também incluíram críticas à educação e ao secretário municipal de Mobilidade Urbana, Pablo Souza.
O protesto foi convocado pelo DCE (Diretório Central dos Estudantes) da UFBA (Universidade Federal da Bahia). Nas redes sociais, a entidade afirmou que a redução da frota de ônibus prejudicou eleitores que precisavam se deslocar até os locais de votação no domingo.
A mobilização também reuniu entidades estudantis ligadas à Uneb (Universidade do Estado da Bahia) e outras organizações. Além de Bruno Reis, os manifestantes fizeram críticas ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto, aliado do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado ao Planalto.
Segundo a administração municipal, durante o ato, houve tentativas de invasão à sede da prefeitura, além de pichações e depredações do patrimônio público.
Em nota, a Prefeitura de Salvador informou que decidiu suspender o expediente no prédio na tarde desta segunda-feira por questões de segurança. As portas foram fechadas após os episódios registrados durante a manifestação.
O secretário municipal de Mobilidade Urbana, Pablo Souza, também foi alvo dos protestos. Ele estava em uma agenda do governo francês durante o segundo turno das eleições, quando Salvador precisava de uma operação especial de transporte público para atender os eleitores.
O secretário, que teve o pedido de prisão revogado, retornou para capital baiana na tarde desta segunda-feira. Ele deixou o Aeroporto Internacional de Salvador por uma área restrita, sem passar pelo desembarque internacional onde jornalistas o aguardavam.


O magistrado tinha ordenado, no domingo (25), que a Polícia Federal (PF) detivesse Souza. A determinação buscava “constranger” a Secretaria de Mobilidade (Semob) a tomar as providências necessárias para garantir a circulação de 100% da frota de ônibus na capital baiana durante o segundo turno das eleições.
Segundo o magistrado, o mandado de prisão não foi cumprido antes de deixar de ser necessário porque Souza se encontra no exterior e só deve retornar ao Brasil nesta segunda-feira. O secretário municipal também se comprometeu a se apresentar espontaneamente às autoridades responsáveis assim que chegar ao país.
O Ministério Público Eleitoral (MPE), que instaurou um procedimento preliminar (notícia de fato) para apurar as suspeitas de crime eleitoral, não requereu a prisão de Souza.
Em sua decisão, o presidente do TRE-BA destaca que a revogação da ordem de prisão não elimina a necessidade de apuração dos fatos. O magistrado determina que a Semob e as empresas concessionárias preservem e apresentem, em até 48 horas após ser intimadas, o plano de operações vigente no domingo; as escalas de motoristas; as ordens de serviço; os registros de monitoramento da frota e as comunicações internas relativas à redução do serviço, com a comparação com dias úteis.
Segundo Szporer, a conduta de Souza, em tese, pode configurar crime eleitoral, passível de reclusão de quatro a seis anos e mais o pagamento de multa.
Há provas materiais, como vídeos e fotografias, de dezenas de ônibus retidos em garagens das empresas concessionárias de transporte durante no horário de votação, enquanto a frota operava com uma redução superior a 50% da empregada em dias úteis.
A Agência Brasil não conseguiu contato com o secretário municipal ou com seus advogados.
Em nota divulgada no domingo, a Semob garantiu ter determinado que todos os ônibus fossem liberados das garagens, com a frota máxima, de forma a garantir o serviço de transporte gratuito para a população durante a votação.





President Nayib Bukele has ordered a troop deployment to Haiti after the disappearance last Sunday of four Salvadoran soldiers in an area controlled by gangs in Port-au-Prince. As of Friday, at least six aircraft — three Salvadoran and three American — have landed in the Haitian capital with around 100 elite members of the international Gang Suppression Force (GSF) coalition, to carry out search-and-rescue operations.

© Patrice Noel (REUTERS)

