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CEO da Redion integra Comité de Gestão da Generali em 2027

27 October 2026 at 18:01

Antoine Parisi, CEO do Redion Group, vai integrar o Comité de Gestão da Generali a partir de 1 de janeiro de 2027. A nomeação surge no âmbito da reorganização da estrutura de gestão anunciada pelo grupo segurador italiano a 20 de outubro.

Antoine Parisi, CEO do Redion Group. “Estou muito grato a Philippe Donnet e Giulio Terzariol pela confiança e agradeço a Jean-Laurent Granier o seu apoio e acompanhamento desde 2018″.

Com esta mudança, a Redion Group, que reúne as atividades de assistência, seguros de viagem e benefícios para colaboradores, passará a reportar diretamente a Giulio Terzariol, Group Deputy CEO da Generali. Parisi trabalhará com Terzariol e com o CEO do grupo, Philippe Donnet, na definição das prioridades estratégicas e no acompanhamento da sua execução.

A nomeação acontece no seguimento da reorganização da Generali para a fase final do plano estratégico “Lifetime Partner 27: Driving Excellence” e na preparação do ciclo estratégico de 2028 a 2030.

“Estou muito grato a Philippe Donnet e Giulio Terzariol pela confiança e agradeço a Jean-Laurent Granier o seu apoio e acompanhamento desde 2018. Integrar o Group Management Committee da Generali é, simultaneamente, um privilégio e uma responsabilidade”, afirma Antoine Parisi, CEO do Redion Group.

A Redion, previamente Europ Assistance, é uma empresa do Grupo Generali que oferece seguros de viagem, assistência médica, proteção aos colaboradores, soluções nas áreas da saúde, mobilidade e seguros pessoais, bem como programas globais B2B2C e de seguros integrados (embedded insurance). Está presente em mais de 190 países e, de acordo com a empresa, conta com um volume de negócios anual de 5,8 mil milhões de euros.

Insurtech Frank reforça equipa com dois novos responsáveis

27 October 2026 at 08:00

A insurtech portuguesa Frank nomeou João Neves Ribeiro como Country Lead e Henrique Guerreiro como Engagement Lead, reforçando a liderança numa fase em que está a alargar a aplicação da inteligência artificial (IA) na operação dos mediadores de seguros.

João Neves Ribeiro é o novo Country Lead da insurtech, já Henrique Guerreiro foi nomeado Engagement Lead.

Em comunicado, a empresa explica que as duas contratações permitem reforçar a capacidade da empresa para desenhar planos de transformação e captura de valor com IA, ajustados aos processos e sistemas de cada empresa.

“Quase todas as empresas do setor já usam alguma forma de IA e conseguiram materializar o impacto em resultados visíveis no P&L. O meu foco é perceber em que ponto está cada operação e desenhar um plano de transformação do negócio, com base em IA, que permita capturar o valor para os mediadores, orientado a resultados visíveis”, afirma Henrique Guerreiro.

O novo Engagement Lead ficará responsável pelo trabalho com clientes de maior complexidade, ajudando-os a avaliar o nível de integração da IA nas suas operações e a identificar oportunidades de transformação.

Guerreiro foi Engagement Manager na McKinsey & Company, onde trabalhou nos setores financeiro, segurador e digital. Entre 2020 e 2021, foi também assessor do Ministério das Finanças.

João Neves Ribeiro, por sua vez, assume a função de Country Lead, com o objetivo de ajudar a desenvolver a estratégia da empresa e a explorar novas oportunidades para os mediadores através da tecnologia.

“Automatizar já não chega. Quando o trabalho administrativo deixa de ocupar tanto a equipa e esta ganha acesso a mais informação, a pergunta passa a ser o que fazer com esse tempo e com esses dados. A resposta está em inovar e diferenciar o serviço”, sublinha.

Ribeiro conta com cerca de duas décadas de experiência no setor segurador. Foi administrador da Tranquilidade, da Açoreana Seguros e da Una Seguros. Na mediação, foi administrador da Universalis, co-CEO da Asurya e Senior Advisor da Acrisure. Começou a carreira na McKinsey & Company.

A insurtech anunciou ainda que está a preparar a publicação de um white paper sobre a integração da IA no setor segurador.

Como o ECOseguros já tinha noticiado, o Frank conta com 2,9 milhões de euros de investimento, com a participação da Armilar e da Start Ventures, e prepara a expansão internacional para 2027. O Frank é um AI Operator, um assistente virtual que replica a ação humana nos sistemas e portais da mediação de seguros e que serve atualmente mais de 350 agências de mediação.

Secretário de Estado da Economia destaca “previsibilidade” de Portugal para atrair investimento

26 October 2026 at 18:37

Portugal oferece “previsibilidade económica, financeira, política e social” aos investidores, afirmou o secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, num encontro com líderes empresariais internacionais do setor segurador organizado pela Verlingue Portugal, na passada terça-feira, em Lisboa.

Miguel Salema Garção, Chief Business Development Officer da Verlingue com o secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira e Benjamin Verlingue, presidente e CEO do Grupo Adelaïde.

Para o governante, esta característica pode ser uma vantagem para a captação de investimento estrangeiro. Na sua intervenção, João Rui Ferreira destacou ainda o “talento qualificado, as competências linguísticas, a conectividade, a segurança e a qualidade de vida” como fatores relevantes para a competitividade do país. O secretário de Estado afirmou que o Governo pretende criar condições para que as empresas invistam, exportem e expandam a sua atividade para outros mercados.

O encontro decorreu no Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras e reuniu clientes, parceiros institucionais, representantes do setor segurador na 74.ª Conferência Global da Worldwide Broker Network (WBN), que teve lugar em Lisboa entre os dias 21 e 24 de outubro.

A iniciativa assinalou a integração da Verlingue Portugal na WBN, uma rede internacional de corretagem de seguros e benefícios para colaboradores com presença em mais de 100 países, como ECOseguros já tinha noticiado.

“Portugal é um mercado-chave para a Verlingue e para o Grupo Adelaïde. Estamos presentes no país há mais de dez anos e é um lugar onde queremos investir e permanecer a longo prazo”, afirmou Benjamin Verlingue, presidente e CEO do Grupo Adelaïde, do qual a Verlingue faz parte.

O responsável acrescentou que a integração na WBN reconhece o trabalho desenvolvido pela equipa portuguesa e permite acompanhar os clientes nos mercados em que pretendam expandir-se.

Fidelidade considera excessiva indemnização de 125 mil euros por morte no Elevador da Glória

26 October 2026 at 16:29

A Fidelidade, seguradora da Carris, considera que o Elevador da Glória não podia ser visto como um meio de transporte «altamente confiável» à data do acidente de 3 de setembro de 2025, que provocou 16 mortos. Segundo noticia o Correio da Manhã (acesso pago), a posição consta da contestação apresentada pela seguradora no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, no âmbito de uma ação em que a família de uma das vítimas mortais exige uma indemnização de 1,05 milhões de euros à Carris, à MNTC – Serviços Técnicos de Engenharia, responsável pela manutenção do ascensor, e à Fidelidade.

Segundo o jornal, a Fidelidade contestou os valores reclamados pela família a título de indemnização pelos diferentes danos. Em particular, considera «manifestamente excessivo» o pedido de 125 mil euros pelo dano por morte, alegando que os tribunais portugueses têm fixado indemnizações entre 50 mil e 90 mil euros em casos semelhantes. A seguradora afirma ter apresentado uma proposta de indemnização alinhada com os valores atribuídos pela jurisprudência nacional, mas que esta não foi aceite pela família.

Contactada a Fidelidade por ECOseguros, fonte da companhia afirmou “não divulgar peças processuais de ações judiciais em curso” mas dispôs-se “a enquadrar a questão em termos gerais”. Segundo esta fonte “num pedido de indemnização por morte, o valor total reclamado resulta da soma de várias parcelas distintas, entre as quais a compensação pela perda do direito à vida, os danos não patrimoniais sofridos pela vítima e pelos seus familiares e os danos patrimoniais futuros“. Acrescentou que “a referência ao critério de uniformização respeita apenas à compensação pela perda do direito à vida e corresponde a um parâmetro seguido pelos tribunais portugueses, que procuram fixar valores equivalentes em situações semelhantes”, assegurando igualdade de tratamento entre todas as vítimas. Conclui a Fidelidade que este facto “não constitui, de forma alguma, um juízo sobre o valor de uma vida, nem diminui a perda irreparável sofrida por estas famílias”.

A seguradora contesta a alegação da família de que o acidente foi imprevisível, invocando a ocorrência de vários acidentes com o ascensor desde 2018. Na sua argumentação, a possibilidade de um desastre como o de setembro de 2025 não podia ser considerada totalmente imprevisível.

A Fidelidade defende que a ação cível seja suspensa até à conclusão do inquérito do Ministério Público e que o pedido indemnizatório seja tratado no âmbito do processo-crime, para evitar decisões contraditórias.

Notícia acrescentada às 17h30m com declarações da Fidelidade.

Zurich lança novo seguro automóvel para empresas

26 October 2026 at 16:24

A Zurich lançou um novo seguro automóvel destinado a empresas, com quatro planos de proteção e coberturas ajustáveis às características dos veículos e às necessidades de cada negócio.

José Coutinho, Chief Underwriting Officer da Zurich Portugal. “As empresas enfrentam hoje desafios complexos na gestão dos seus riscos, e muitas vezes existe um desajuste entre aquilo que está efetivamente protegido e aquilo que está em causa quando ocorre um imprevisto”.

Entre as novidades estão o apoio domiciliário em caso de incapacidade temporária do condutor, a proteção em caso de imobilização da viatura e a bonificação de franquias associada à utilização da rede convencionada de reparação.

A Assistência em Viagem passa também a estar disponível em três níveis de proteção, com capitais e garantias reforçados para veículos comerciais e pesados. A cobertura inclui ainda um capital específico para reboque em caso de rebentamento de pneu.

O seguro inclui garantias de danos próprios, como quebra de vidros, choque e colisão, fenómenos da natureza e alterações da ordem pública. As franquias têm valores definidos, permitindo às empresas conhecer antecipadamente o montante a suportar em caso de sinistro.

“As empresas enfrentam hoje desafios complexos na gestão dos seus riscos, e muitas vezes existe um desajuste entre aquilo que está efetivamente protegido e aquilo que está em causa quando ocorre um imprevisto”, afirma José Coutinho, Chief Underwriting Officer da Zurich Portugal.

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