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Bruno Guimarães perde pênalti, e Arsenal cai para time da Quarta Divisão

27 October 2026 at 22:43

O Arsenal está eliminado da Copa da Liga Inglesa. O atual campeão inglês empatou com o Fleetwood em 1 a 1, nesta terça-feira (27), no Highbury, em Fleetwood, no tempo normal, e a decisão se encaminhou para a disputa de pênaltis. Nas cobranças, Bruno Guimarães desperdiçou a batida, e a equipe da League Two (Quarta Divisão Inglesa) avançou ao triunfar por 5 a 3.

Aaron Loupalo-Bi abriu o placar no primeiro tempo, e Viktor Gyokeres empatou para o Arsenal. Max Dowman foi expulso logo no início do segundo tempo, e os Gunners ficaram o resto da partida com um jogador a menos.

Bruno Guimarães custou mais de R$ 500 milhões aos cofres do Arsenal, que o contratou no meio do ano. O meia é titular absoluto da equipe comandada pelo técnico Mikel Arteta, mas nesta terça repetiu o erro que teve com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

Em 5 de julho, o meio-campista perdeu um pênalti aos 13 minutos do primeiro tempo na partida entre Brasil e Noruega, pelas oitavas de final do Mundial, em um lance defendido pelo goleiro Nyland. A equipe brasileira acabou eliminada da competição após derrota por 2 a 1.

Atual segundo colocado da Premier League, com 21 pontos, mesma pontuação do líder Manchester City (os Citizens levam a melhor no critério de saldo de gols, 11 a oito), o Arsenal volta a campo no próximo domingo (1º), contra o Liverpool, às 13h30 (de Brasília), no Anfield, em Liverpool.

A partida é válida pela nona rodada do Campeonato Inglês.

Premier League: clubes podem perder R$ 500 mi com veto a patrocínio de bets

 

Shelton não vê diminuição da hegemonia de Sinner e Alcaraz: “Injusto”

27 October 2026 at 21:25

Para o norte-americano Ben Shelton, número quatro do mundo, a hegemonia de Jannik Sinner e Carlos Alcaraz no tênis não está ameaçada. O italiano e o espanhol tiveram uma temporada marcada por lesões, passando por altos e baixos.

Ainda assim, segundo Ben Shelton, é “injusto” dizer que o domínio dos rivais está diminuindo no circuito. O alemão Alexander Zverev garantiu o primeiro lugar no ranking mundial da ATP no final do ano.

“Honestamente, eu não diria que o domínio deles (Sinner e Alcaraz) está diminuindo. É verdade que cada vez mais jovens estão competindo por títulos importantes e ganhando destaque, mas dizer que eles estão perdendo sua hegemonia me parece injusto”, disse Ben Shelton.

Sinner teve um problema no joelho na reta final da temporada e não joga desde o US Open. O italiano deve retornar às quadras no Six Kings Slam, torneio de exibição na Arábia Saudita, após o adiamento da disputa para dezembro por preocupações com a segurança.

Já Alcaraz teve uma lesão no punho e ficou ausente do circuito entre abril e agosto, perdendo dois Grand Slams e alguns torneios Masters 1000.

“Eles venceram dois dos quatro torneios do Grand Slam disputados este ano e Sinner conquistou cinco títulos de Masters 1000. Não sei até que ponto se pode dizer que o domínio deles diminuiu”, avaliou Shelton.

“Acho que ambos provavelmente estarão em ótima forma para o Aberto da Austrália do ano que vem. É uma pena para o tênis que eles não tenham podido competir em parte desta temporada”, lamentou o norte-americano.

Carlos Alcaraz afirmou que Alexander Zverev fez por merecer a liderança do ranking da ATP. O espanhol elogiou o tenista alemão.

“Ele merece totalmente. O tênis não se resume a entrar em quadra e jogar bem. Não basta ser o melhor em uma única partida: o que realmente importa é a consistência que você mantém ao longo da temporada”, iniciou Alcaraz.

“Alguns jogadores se destacam pelo estilo ou pelo nível de jogo, enquanto outros se sobressaem por seus atributos físicos. No caso do Sascha (Zverev), acho que ele tem os dois”, complementou o espanhol.

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Flying Across the World to Vote

27 October 2026 at 21:21

Photographs and videos by Dana Golan

Since the beginning of the Gaza war, a record number of Israelis have left the country. More than 10 percent of the electorate now lives abroad, and the country generally does not allow absentee ballots: Those who want to vote in today’s election, the first since October 7, need to be there in person.

An estimated 67,000 Israeli expats have traveled thousands of miles—and spent thousands of dollars—to return home. Within Israel, the polls suggest a fairly even split between the parties that favor Prime Minister Benjamin Netanyahu and those that oppose him. But most of the expats are expected to support the opposition. The prime minister’s allies reportedly considered restricting airport capacity to limit the number of arrivals. But the flights still came.

Israelis returning from abroad expressed feelings of deep investment in this election and a belief that the outcome will affect them no matter where they live. Many are willing to travel a long way to vote for what they believe will be a better future.

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Dana Golan for The Atlantic
Maya Mor Mitrani, a college student and opera singer in Philadelphia, spoke about concern for her father, who has served in the military reserves since October 7. “I just think the situation is really bad,” she said, “and I want to have at least some influence over how the government tries to solve the problems we’re facing right now. So if my influence amounts to just one ballot in the box, that’s what I’ll do.”
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Dana Golan for The Atlantic
Jonathan Matkowsky was born in America, but he moved to Israel in 2012. On October 7, he barricaded his children indoors and drove south to help however he could, working as a volunteer driver for off-duty soldiers and civilians for the next four months. He later moved back to the United States. Now he has returned for the election: “It’s a meaningful vote for me because of how much trauma we’ve been through,” he said. Although he considered voting for Gadi Eisenkot because of his support for extending the draft to the ultra-Orthodox, he ultimately decided to vote for Netanyahu. He trusts the prime minister’s wisdom and experience and credits him with keeping Israel safe: “I’m proud of him. I believe in him. I think he’s a hero,” he said.
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Dana Golan for The Atlantic
New York’s John F. Kennedy International Airport on October 25, 2026
Dana Golan for The Atlantic
A banner that reads “This time, Eisenkot” hangs in Jaffa, Tel Aviv.
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Dana Golan for The Atlantic
An organization called Fly&Vote organized expats to fly from New York to Tel Aviv on October 25.
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Dana Golan for The Atlantic
Shirily Bar-Or spent years protesting in Israel before moving to Athens last year. “I didn’t give up, exactly. I just needed to breathe. I was running out of air. I hope I’ll be able to breathe again tomorrow.” What she wants, she said, is for “the country to be sane again. I want a government that works for the public good. I want democracy.” To her, this election is pivotal because, she said, what Netanyahu wants “is to destroy us just to save his own skin.”
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Dana Golan for The Atlantic
Dan Galezer lives in New York and already had a trip to Israel planned, but he changed his flight to be there on election day. He said that he didn’t know which opposition party to support, but that “I’m just at the stage of saying: Get Bibi out of the seat already. His time is up.” Galezer’s family’s kibbutz was the site of one of the worst massacres on October 7. “Today, even after everything that’s happened,” he said, “I don’t rule out returning.” But whether that will even be possible, he said, may depend on the outcome of the election: “This feels like a breaking point.”
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Dana Golan for The Atlantic
Arie Deizer has lived in Bucharest for 30 years and compared Netanyahu to the Hungarian strongman Viktor Orbán. Netanyahu, he said, has “destroyed the country—he’s completely lost it now,” and Deizer hopes he’ll be “thrown out, just like Orbán.” Deizer is voting for the Democrats, in part because unlike many other opposition parties, they have not ruled out working with Arab parties, should they win. “I hope we’ll have an overwhelming majority here—70 seats—so that the Arab parties can’t be ignored.”

Dana Golan for The Atlantic
A sign on the entrance to a shop in Jaffa, Tel Aviv, reads “Jews and Arabs refuse to be enemies.”
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Dana Golan for The Atlantic
Shai Sinai hasn’t lived in Israel for 40 years, but he’s come back from Hamburg to vote in every election since Netanyahu came to power. “I was born here, I grew up here, I was educated here, I served in the army here, and my whole family—the family members who are still alive—basically lives here.” Volunteers from Fly&Vote, a nonprofit dedicated to helping expats return for the election, met him and other voters at the airport. So did members of the Democrats, a party Sinai said he will support. He hopes that the government will be replaced, he said, but “to say that I’m expecting it would be too optimistic.”
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Dana Golan for The Atlantic
Volunteers and candidates from the Democrats Party came to greet Israelis as they landed in Israel to vote.
Dana Golan for The Atlantic
Election posters at the entrance to a polling station in Tel Aviv include one from Naftali Bennett’s B’Yachad party that reads, “We will only fix this together.”

© Dana Golan for The Atlantic

Habitação e ação policial ofuscam debate do Orçamento do Estado; lei do arrendamento continua com futuro incerto

27 October 2026 at 20:54

Depois de semanas de protesto pelo direito à habitação, a esquerda criticou a carga policial e instou o Governo a deixar cair a lei do arrendamento. Já a direita colocou-se ao lado da polícia com Montenegro a garantir uma ação “cuidadosa e competente". O Chega não deixou claro se irá ou não aprovar a reforma do Executivo

Marina Sena, a bruxa de Minas Gerais, trouxe um sol de inverno ao Coliseu dos Recreios

27 October 2026 at 20:39

Eis a crónica duma devota de Marina Sena que trouxe, no passado domingo (25), ao Coliseu dos Recreios a sensação de ter transportado quem a assistia para outro lugar: um território de corpos em movimento, gestos quase hipnóticos e uma voz que parece nunca se deixar domesticar. A “deusa” de Minas Gerais não precisou de fazer desaparecer o inverno. Bastou-lhe acender qualquer coisa dentro da sala.

Lingard sofre fraturas nas costelas e vira novo problema no Corinthians

27 October 2026 at 20:32

O Corinthians tem mais um problema para a sequência do Campeonato Brasileiro. O atacante inglês Jesse Lingard sofreu pequenas fraturas na sexta e sétima costelas, e terá que treinar separado do grupo nos próximos dias.

O Corinthians não divulgou um prazo de recuperação do jogador. Jesse Lingard seria desfalque de qualquer maneira no duelo da próxima sexta-feira (30), contra o Mirassol, na Neo Química Arena, pela 33ª rodada do Brasileirão. Ele levou o terceiro cartão amarelo na derrota de 3 a 2 para o Vasco no último final de semana.

“O camisa 77 já iniciou o tratamento intensivo de recuperação e o Departamento Médico do Corinthians o reavaliará diariamente para liberá-lo a treinar com o grupo”, disse o Corinthians em nota.

Kaio César, Vitinho e Dieguinho são os outros jogadores do elenco da posição que foram utilizados pelo técnico Seedorf nas últimas partidas.

O Corinthians está em situação complicada no Campeonato Brasileiro, ocupando a décima oitava posição, dentro da zona de rebaixamento, com 33 pontos. O time alvinegro não vence há dez rodadas na competição.

Veja a nota do Corinthians:

O atacante Jesse Lingard sofreu pequenas fraturas nas sexta e sétima costelas. O atleta treinará normalmente nos próximos dias, apenas de forma separada. O camisa 77 já iniciou o tratamento intensivo de recuperação e o Departamento Médico do Corinthians o reavaliará diariamente para liberá-lo a treinar com o grupo.

Vale lembrar que Lingard está suspenso da próxima partida da equipe, na sexta (30), às 20h, diante do Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro.

Memphis Depay e mais: os jogadores europeus com passagem pelo Brasil

 

Netanyahu se adelanta en el recuento en unas elecciones sin un claro ganador en Israel

27 October 2026 at 20:09
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Con cerca del 80% de los votos escrutados, el Likud de Beniamin Netanyahu se impone en las elecciones israelíes con 27 escaños, según la proyección del diario israelí Haaretz. Yashar, el partido del exjefe del Ejército Gadi Eisenkot, favorito en las encuestas, se quedaría en 20.

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Coritiba demite o técnico Fernando Seabra após derrota para o Grêmio

27 October 2026 at 19:54

O Coritiba informou, na tarde desta terça-feira (27), a demissão do técnico Fernando Seabra. O treinador deixa o clube alviverde após uma série de resultados negativos na Série A do Campeonato Brasileiro.

“O Coritiba Foot Ball Club informa que Fernando Seabra não seguirá como treinador da equipe profissional. O Clube agradece profundamente a Fernando Seabra e a toda a sua comissão técnica pelo profissionalismo, dedicação e compromisso demonstrados ao longo de sua passagem pelo Coritiba”, escreveu o clube paranaense nas redes sociais.

“Mais do que o trabalho desenvolvido dentro de campo, ficam o respeito, a confiança e a relação construída com o Clube e seus profissionais. O Coritiba deseja a Fernando Seabra e a todos os integrantes de sua comissão técnica muito sucesso na sequência de suas carreiras”, completou o Coritiba.

Seabra não conseguiu fazer o Coritiba se recuperar de uma sequência negativa na temporada. Sem vencer em setembro e outubro, o time alviverde virou candidato ao rebaixamento no Brasileirão.

No momento, o clube ocupa a 12ª colocação, com 39 pontos. O problema é que a diferença para o primeiro time do Z4, que é justamente o Grêmio (com 34 pontos), diminuiu para cinco.

Fernando Seabra, de 49 anos, completou 41 jogos no comando do Coritiba e conquistou 13 vitórias, além de 13 empates e 15 derrotas (42,28% de aproveitamento).

Veja a nota do Coritiba na íntegra:

“O Coritiba Foot Ball Club informa que Fernando Seabra não seguirá como treinador da equipe profissional.

O Clube agradece profundamente a Fernando Seabra e a toda a sua comissão técnica pelo profissionalismo, dedicação e compromisso demonstrados ao longo de sua passagem pelo Coritiba.

Mais do que o trabalho desenvolvido dentro de campo, ficam o respeito, a confiança e a relação construída com o Clube e seus profissionais.

A partir deste momento, os trabalhos da equipe profissional terão continuidade sob o comando da comissão técnica permanente do Clube.

O Coritiba deseja a Fernando Seabra e a todos os integrantes de sua comissão técnica muito sucesso na sequência de suas carreiras”.

Conheça os maiores campeões do Campeonato Brasileiro

 

Investigação Forbidden Stories. Em Moçambique, uma morte transmitida em direto e o tabu da poluição

27 October 2026 at 19:40

No final de 2024, o jovem bloguista moçambicano Mano Shottas foi morto a tiro, enquanto fazia a cobertura em direto de uma manifestação que denunciava a poluição associada ao transporte de minérios de crómio. Desde então, os despejos ilegais de resíduos têm-se acumulado na fronteira com a África do Sul, sem que as autoridades consigam travá-los. Os poucos denunciantes são alvo de ameaças de morte

Policías y guardias civiles se encierran en la Secretaría de Estado de Seguridad por la jubilación: el Gobierno pone fin a la negociación por las elecciones del 29-N

27 October 2026 at 18:21
Imagen de archivo de 2024 de asociaciones de Guardia Civil y sindicatos de Policía Nacional en una de las reuniones con la Secretaría de Estado de Seguridad. (Europa Press)

Representantes de sindicatos de la Policía Nacional y de asociaciones de la Guardia Civil se han encerrado este martes por la tarde de manera indefinida y pacífica en la sede de la Secretaría de Estado de Seguridad (SES), en la calle de Amador de los Ríos, en Madrid, tras el fracaso de la reunión que debía cerrar un acuerdo sobre jubilación anticipada para ambos cuerpos.

El encuentro, al que acudieron representantes de las organizaciones profesionales y la secretaria de Estado de Seguridad, Aina Calvo, terminó sin acuerdo. Según han publicado distintos sindicatos en sus cuenta de X, el Ministerio del Interior ha comunicado que la convocatoria de elecciones generales para el 29 de noviembre pone fin a la mesa de negociación sin posibilidad de cerrar los compromisos pendientes.

La protesta cuenta con el respaldo de Jupol, el Sindicato Unificado de Policía (SUP) y la Unión Federal de Policía (UFP), así como de Asociación Unificada de Guardias Civiles (AUGC), Jucil, ASESGC, APC, IGC y AEGC por parte de la Guardia Civil. En un comunicado conjunto difundido a través de redes sociales, los convocantes señalan que llevan “casi un año de reuniones y promesas”. “Necesitamos compromisos concretos y soluciones”, aseveran.

Imagen difundida por los sindicatos de policías y guardias civiles en redes sociales.

Las negociaciones entre el Ministerio del Interior y los sindicatos de la Policía Nacional y la Guardia Civil buscaban avanzar en dos frentes vinculados a la jubilación: por un lado, la aplicación de coeficientes reductores del 0,20 por cada año de servicio efectivo, que permitirían adelantar el retiro hasta cinco años, desde los 59, con la menor pérdida posible de poder adquisitivo; por otro, una mejora de las pensiones de quienes están en el Régimen de Clases Pasivas, con una propuesta que elevaría la cantidad hasta los 39.000 euros anuales para el grupo C1 y a la pensión máxima para el grupo A2. A esto se sumaba una tercera demanda pendiente, el reconocimiento de ambos cuerpos como profesión de riesgo, figura de la que ya gozan las policías locales y autonómicas.

El Ministerio del Interior tenía previsto entregar una propuesta final el próximo 12 de noviembre, fecha que quedó invalidada tras el anuncio del adelanto electoral realizado por el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez. Pese al intento de adelantar el encuentro para evitar que los comicios bloquearan el proceso, la reunión de este martes terminó con la comunicación de que la mesa de negociación quedaba cerrada sin acuerdo.

#ÚltimaHora en #UnidadDeAcción: 🚨 MADRID, ES EL MOMENTO DE DAR UN PASO AL FRENTE 🤝 POLICÍA NACIONAL Y GUARDIA CIVIL, UNIDOS POR UNA JUBILACIÓN DIGNA. Tras romperse las negociaciones con la Secretaría de Estado de Seguridad, representantes sindicales y de asociaciones profesionales permanecen en un ENCIERRO PACÍFICO E INDEFINIDO EN LA SES, para exigir una solución a nuestra jubilación. Llevamos casi un año de reuniones y promesas. Necesitamos compromisos concretos y soluciones. 📢 COMPAÑEROS DESTINADOS EN MADRID: acudid a respaldar esta movilización, de forma pacífica y con absoluto respeto. 📍 Secretaría de Estado de Seguridad. Calle Amador de los Ríos, Madrid. 📅 HOY, 27 DE OCTUBRE DE 2026. 🫡 Por quienes están dentro. Por quienes siguen de servicio. Por quienes se jubilarán mañana. ¡QUE SE ESCUCHE NUESTRA REIVINDICACIÓN: JUBILACIÓN DIGNA PARA POLICÍA NACIONAL Y GUARDIA CIVIL! 📲 Comparte este mensaje en tus grupos. Que llegue a todos los compañeros. #JubilaciónDignaYa 🔵 JUPOL · SUP · UFP 🟢 AUGC · JUCIL · ASESGC · APC · IGC · AEGC

— JUPOL (@JupolNacional) October 27, 2026

El mensaje difundido en redes pide a los agentes destinados en Madrid que respalden la movilización “de forma pacífica y con absoluto respeto”. “Por quienes están dentro. Por quienes siguen de servicio. Por quienes se jubilarán mañana”, apuntan. El encierro se produce frente al Ministerio del Interior, que dirige Fernando Grande-Marlaska, y se mantiene de manera indefinida mientras continúa el llamamiento a sumarse a la protesta en Madrid.

El reclamo histórico de la profesión de riesgo

Además de la jubilación anticipada, las organizaciones reivindican desde hace tiempo el reconocimiento de la Policía Nacional y la Guardia Civil como profesión de riesgo, una figura jurídica de la que ya disfrutan los cuerpos de policía local y autonómica. Los representantes sostienen que esta diferencia de trato deja a los agentes estatales en desventaja frente a sus pares de otras administraciones, pese a estar expuestos a los mismos riesgos en sus intervenciones.

Las organizaciones convocantes confían en que, con independencia del resultado de las elecciones del 29 de noviembre, el próximo Gobierno retome las negociaciones y lleve a término las medidas pendientes de publicación en el Boletín Oficial del Estado (BOE), un trámite que consideran imprescindible para garantizar la efectividad jurídica de cualquier acuerdo futuro.

Moscú se prepara para acoger la III Cumbre Rusia-África

27 October 2026 at 17:43
Moscú celebrará los días 28 y 29 de octubre la III Cumbre Rusia-África, un encuentro centrado en cooperación económica, soberanía, tecnología e inversión entre Rusia y los países africanos.

Justiça italiana adia julgamento sobre extradição de Zambelli

Logo Agência Brasil

A Justiça da Itália adiou para 24 de novembro o julgamento sobre a extradição para o Brasil da deputada cassada Carla Zambelli, no caso em que ela foi condenada por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. Em 2022, ela sacou um revólver e perseguiu um jornalista pelas ruas de São Paulo. 

A Corte de Apelação de Roma atendeu a um pedido da defesa, que solicitou o adiamento do julgamento alegando não ter tido acesso à documentação enviada pelo Brasil sobre as condições da Colmeia, como é conhecida a Penitenciária Feminina do Distrito Federal, para onde Zambelli deve ser levada caso seja extraditada. 

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A extradição da deputada cassada chegou a ser autorizada pela primeira instância da Justiça italiana, mas a defesa conseguiu que a Corte de Cassação realizasse novo julgamento, diante da falta de informações sobre as condições carcerárias no Brasil. Este é o julgamento que estava marcado para esta quarta e foi adiado para o próximo mês. 

Essa é a segunda vez que a extradição de Zambelli está sendo julgada pela Justiça italiana. Em uma situação anterior, relacionado ao caso no qual ela foi condenada por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o pedido chegou a ser autorizado pela primeira instância, mas a defesa conseguiu reverter a decisão na Corte de Cassação, última instância recursão italiana. 

Na ocasião, para negar a extradição, os magistrados italianos mencionaram o que seria uma falta de imparcialidade no julgamento do caso por parte do relator no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes. 

Em nota, o advogado Eduardo Maurício, que representa Zambelli, disse que o julgamento desta terça (27) não poderia ocorrer, pois sem acesso à documentação enviada pelo Brasil, não seria “possível exercer a ampla defesa e contraditório sobre as questões que envolve a garantia à saúde da ex-deputada”.  

O defensor acrescentou que “extraditar Carla ao Brasil seria o mesmo que entregá-la à morte, já que o sistema prisional brasileiro é desumano e degradante”.

Entenda 

A ex-deputada Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pela Primeira Turma do Supremo, em 2025, pelos crimes de invasão de sistema informático e falsidade ideológica. 

Ela foi considerada culpada por encabeçar uma invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizada em 2022, com o objetivo de inserir neles um mandado de prisão falso contra o próprio Moraes. A motivação, segundo a condenação, foi desmoralizar o Poder Judiciário diante das eleições presidenciais iminentes. 

Ainda em 2025, ela foi condenada de novo pelo STF, dessa vez a 5 anos e 3 meses de prisão, com regime inicial semiaberto, por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.

O caso está relacionado à perseguição do jornalista Luan Araújo pelas ruas de São Paulo, dias antes do segundo das eleições presidenciais de 2022. 

Fuga

Após a primeira condenação, antes que fosse expedida a ordem para o cumprimento da pena, Zambelli se valeu do passaporte europeu para embarcar rumo aos Estados Unidos e depois para a Itália, onde pediu refúgio por perseguição política. 

Ela chegou a ser presa em Roma a pedido do STF, por intermédio do governo brasileiro, que pediu sua extradição imediata. Após o primeiro pedido de extradição ser negado em definitivo, ela foi solta. Atualmente ela aguarda em Roma o julgamento do segundo pedido de extradição. 

 

MPT registra quase 2 mil denúncias de assédio eleitoral no Brasil

Logo Agência Brasil

O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 1.937 denúncias de assédio eleitoral até essa segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno das eleições. Desse total, 946 ocorreram entre o primeiro e o segundo turnos.  

O assédio eleitoral no trabalho é crime e configura-se quando alguém usa sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político.

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Em todo o Brasil, o MPT manteve equipes de plantão durante toda a campanha eleitoral para atuar em casos mais urgentes. A maior parte dessas denúncias diz respeito à disputa para presidente da República.

Ao todo, durante o processo eleitoral o órgão ajuizou 59 ações civis públicas para combater o assédio eleitoral, obtendo 52 liminares (decisões urgentes e provisórias) para garantir o direto ao voto livre dos trabalhadores. 

Além das liminares, foram assinados 53 termos de ajuste de conduta por patrões que se comprometeram a não interferir na livre escolha eleitoral de seus funcionários. 

Casos concretos

Um dos casos mais emblemáticos do segundo turno diz respeito ao empresário Leandro Batista Nóbrega, dono do Frigorífico Goiás.

Ele publicou um vídeo nas redes sociais ofertando viagem para a cidade turística de Caldas Novas (GO), com todas as despesas pagas, para mil apoiadores do então candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo seria que eles não fossem votar. 

A Justiça do Trabalho acabou concedendo uma liminar para barrar a iniciativa, sob pena de multa de R$ 100 mil por trabalhador encontrado na situação.

Entre as violações mais comuns, contudo, está impedir que os funcionários saiam para votar. Foi o que aconteceu na Bahia. 

A empresa Total Atacado foi obrigada, por liminar, a aplicar escala que garantisse o direito ao voto, após denúncias de que empregados de lojas nos municípios de Salvador e Lauro de Freitas não haviam sido liberados no primeiro turno das eleições.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Deputadas

No Rio de Janeiro, a deputada estadual eleita Índia Armaleu (PL), a mais votada do estado com 248.504 votos, publicou nas redes sociais, nessa segunda-feira, mensagens sugerindo que empresários demitissem empregados que demonstrassem apoio ao presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez o ‘L’. Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários”, destaca uma das mensagens reproduzidas no perfil da deputada. 

O mesmo fez a deputada Jéssica Ramos Moreno (PL), no Paraná. Eleita deputada estadual, ela publicou no domingo nas redes sociais mensagem sugerindo a demissão de funcionários que votassem no PT. “Você tem uma empregada que é petista? Demita!”

Nesses casos, o empresário que promova demissões por motivo de orientação política pode se enquadrar na prática de discriminação na manutenção das relações de trabalho, prática vedada pela Constituição e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

An app to preserve Palestinian memory

27 October 2026 at 16:02

The genocide against Palestinians is also a story of looters determined to erase a people from history and of archivists who emerged from the need to protect that legacy. “It has been a continuous battle: us archiving and them looting,” says Amer Shomali, director of the Palestine Museum (Birzeit, West Bank), referring to the plundering of national archives, private collections, and materials belonging to Palestinian intellectuals since 1948. “But the digital archive is designed in such a way that it is impossible to destroy. Even if they bomb the museum, the archive will survive,” he says by video call, sounding as if he knows copies of this repository are well safeguarded.

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© Museo Palestino (EL PAÍS)

Images and documents that are part of the Palestine Museum Digital Archive.

Pezeshkian vola a Mosca. Dialoghi a tutto gas anche con il Qatar

27 October 2026 at 15:24

La visita del presidente iraniano Masoud Pezeshkian a Mosca, in occasione del vertice del Forum dei Paesi esportatori di gas (acronimo internazionale: Gefc), rappresenta un’opportunità per rilanciare un’agenda diplomatica che va ben oltre la cooperazione energetica. Con addosso il peso degli scontri in Medio Oriente, Teheran cerca di consolidare il partenariato strategico con la Russia, contrastare la pressione americana e preservare canali di dialogo con gli attori regionali.

Arrivato nella capitale russa lunedì, Pezeshkian ha collocato la visita in una cornice esplicitamente geopolitica, accusando Washington di perseguire politiche unilaterali attraverso strumenti coercitivi e indicando nella cooperazione con Mosca e altri partner una strada per rafforzare il multilateralismo. Un messaggio coerente con l’ambizione iraniana di ridurre la dipendenza dalle strutture politiche e finanziarie dominate dall’Occidente.

Il vertice del Gefc offre una piattaforma particolarmente significativa. Riunendo grandi produttori di gas come Russia, Iran, Qatar e Algeria, consente a Teheran di valorizzare il proprio peso energetico e coltivare relazioni economiche in una fase in cui sanzioni e confronto militare hanno fortemente limitato le sue opzioni internazionali. Ma il significato politico della visita supera la dimensione del mercato energetico.

Un partenariato strategico sotto pressione

L’incontro tra Pezeshkian e il leader russo Vladimir Putin segue la visita a Teheran del ministro degli Esteri di Mosca Sergey Lavrov, il 19 ottobre, e riflette la volontà di tradurre il Trattato di partenariato strategico globale tra i due Paesi in forme concrete di cooperazione.

Il presidente iraniano ha sottolineato come le relazioni bilaterali stiano passando dalla sottoscrizione di memorandum alla realizzazione di progetti nei settori economico, scientifico, politico e della sicurezza. Ha inoltre ribadito l’importanza di ampliare l’utilizzo delle valute nazionali negli scambi internazionali, per ridurre l’esposizione alle sanzioni statunitensi.

Per Teheran, approfondire il rapporto con Mosca significa ottenere sostegno diplomatico, opportunità economiche e accesso a reti alternative di cooperazione internazionale. Per il Cremlino, il partenariato rafforza la presenza russa in Medio Oriente e alimenta la narrativa secondo cui l’Occidente non può più determinare unilateralmente gli equilibri internazionali.

La disponibilità espressa da Putin a contribuire alla risoluzione del conflitto che coinvolge l’Iran aggiunge una dimensione ulteriore. Presentandosi come possibile interlocutore diplomatico, Mosca cerca di conciliare la vicinanza strategica a Teheran con l’ambizione di mantenere rapporti con una pluralità di attori regionali.

Restano tuttavia limiti significativi. La Russia ha sostenuto diplomaticamente l’Iran senza assumersi la responsabilità della sua difesa militare, mentre la guerra in Ucraina continua ad assorbire risorse e attenzione strategica. La convergenza tra i due governi è rilevante, ma non equivale a una piena coincidenza di interessi e capacità.

Il fattore Qatar e la diplomazia degli equilibri

È però l’incontro tra Pezeshkian e l’emiro del Qatar, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani, a offrire una delle chiavi di lettura più interessanti della visita a Mosca. Secondo i media iraniani, i due leader hanno discusso dell’ampliamento delle relazioni politiche ed economiche, con particolare attenzione alla cooperazione energetica. Il colloquio assume un significato più ampio alla luce del ruolo svolto da Doha nella gestione delle tensioni tra Iran, Stati Uniti e Paesi del Golfo.

Il Qatar occupa una posizione peculiare nell’architettura regionale. Ospita una delle principali installazioni militari americane in Medio Oriente, l’hub del CentCom ad al Udeid, mantenendo relazioni consolidate con Washington e, contemporaneamente, conserva canali politici ed economici con Teheran. I due Paesi condividono inoltre lo sfruttamento del più grande giacimento di gas naturale al mondo, conosciuto come South Pars sul versante iraniano e North Field su quello qatariota: un’interdipendenza strutturale che conferisce alla stabilità delle loro relazioni un valore economico e strategico.

Questa combinazione di interessi ha permesso a Doha di svolgere un ruolo di mediazione nei momenti più delicati del confronto tra Iran e Stati Uniti. Un ruolo divenuto ancora più complesso dopo gli attacchi iraniani contro il territorio qatariota, che hanno messo direttamente alla prova la capacità dell’emirato di mantenere aperti i canali con Teheran senza compromettere la propria sicurezza e le relazioni con gli alleati occidentali.

L’incontro di Mosca dimostra come questa funzione diplomatica non sia venuta meno. Per Pezeshkian, il dialogo con l’emiro offre l’opportunità di mantenere un collegamento con un interlocutore capace di comunicare tanto con Washington quanto con le principali capitali del Golfo. Per Doha, il confronto rappresenta uno strumento per contenere i rischi di ulteriore escalation e preservare un margine di influenza sugli sviluppi regionali, nonché il riconoscimento internazionale di attore diplomatico affidabile e funzionale.

La presenza qatariota introduce inoltre un elemento di complessità nella narrativa geopolitica promossa da Mosca e Teheran. Il Qatar non partecipa al vertice come componente di un fronte alternativo all’Occidente, ma come potenza energetica che persegue una propria strategia di diversificazione diplomatica, fondata sulla capacità di dialogare con attori portatori di interessi spesso divergenti.

In questa prospettiva, il Gecf diventa uno spazio nel quale la cooperazione economica facilita contatti politici che difficilmente potrebbero essere ricondotti a una semplice contrapposizione tra blocchi. E la stessa Mosca, ospitando questi incontri, può valorizzare il proprio ruolo diplomatico senza necessariamente controllarne gli esiti.

Le ambizioni del multipolarismo e i suoi limiti

Per Pezeshkian, la visita rappresenta dunque un’occasione per dimostrare che l’Iran conserva partner internazionali e capacità di iniziativa diplomatica nonostante la pressione americana. Per Putin, il vertice contribuisce a rafforzare l’immagine della Russia come attore capace di incidere sulle crisi regionali e di offrire piattaforme di confronto alternative a quelle occidentali.

Entrambi i governi hanno interesse a presentare la cooperazione bilaterale come parte della transizione verso un agognato, più che altro narrato, ordine internazionale multipolare. Ma la distanza tra questa narrativa e la realtà diplomatica – nella quale le relazioni tra potenze sono sempre meno riconducibili a schieramenti rigidi, vero, ma anche legate a dinamiche storiche – resta ampia.

Gli interessi energetici possono avvicinare Paesi con orientamenti strategici differenti, senza necessariamente produrre convergenze politiche durature. La ricerca iraniana di alternative economiche, le ambizioni russe di mediazione e il pragmatismo qatariota rispondono a calcoli distinti, per esempio, pur trovando a Mosca un terreno comune.

Il valore geopolitico della visita di Pezeshkian risiede in questa sovrapposizione di interessi: un partenariato russo-iraniano che si consolida, una diplomazia del Golfo che continua a muoversi tra interlocutori rivali e un multipolarismo che, nella pratica, appare meno come la costruzione di nuovi blocchi e più come la moltiplicazione delle relazioni attraverso cui gli Stati cercano di ampliare i propri margini di manovra.

Le Sénégal met les bouchées doubles à une semaine des Jeux olympiques de la jeunesse

27 October 2026 at 14:47
À quelques jours de l'ouverture des Jeux olympiques de la jeunesse 2026 au Sénégal, l'heure est aux derniers réglages. La capitale Dakar s'est mise aux couleurs olympiques et se transforme avec la rénovation de stades, de routes, des réseaux d’assainissement et d'éclairage. L’enjeu est de taille : réussir la première compétition olympique de l'Histoire organisée sur le continent africain.

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