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Brasil pode ter menos renúncias fiscais, diz Tebet à CNN

28 October 2026 at 19:00

A redução das renúncias fiscais do país é um dos principais caminhos defendidos por Simonte Tebet (PSB), ex-ministra do Planejamento e Orçamento, para ajustar as contas públicas.

“O Brasil lamentavelmente tem muita gordura pra cortar. O Brasil é o país dos desperdícios, é o país da corrupção, é o país de privilégios. Essa é uma frente que temos que enfrentar. Isso é suficiente? Não, mas tem muitas políticas públicas que eram necessárias e não são mais, como as renúncias fiscais”, pontuou em entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (28).

“Trocar gastos ruins por gastos bons. Tirar políticas públicas que não são mais eficientes para comportar outras políticas públicas que foram prometidas e ninguém vai cometer estelionato eleitoral.”

Além de “ajustes finos” em cima de benefícios tributários e isenções considerados ineficientes, a ex-ministra apontou para a necessidade de se rever determinadas despesas e as regras do arcabouço fiscal adotado em 2023 pelo governo Lula.

A ex-ministra do Orçamento avaliou que, fazendo os ajustes necessários, o país pode atingir um superávit fiscal de valor equivalente a 2% do PIB (Produto Interno Bruto) em quatro anos.

Veja os 5 sinais de que as contas públicas do Brasil estão em risco

 

Precisamos de PEC para contenção dos gastos, defende Tebet à CNN

28 October 2026 at 18:41

Ex-ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB) defendeu uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para ajustar as contas públicas do país.

“Nós temos um cardápio, nós temos medidas prontas na gaveta de alguns ministérios das equipes econômicas que serão colocadas, acredito eu, na mesa do presidente.
E aí o que eu acho mais importante é que a janela de oportunidade é agora. Agora precisamos da PEC da contenção de gastos, naquilo que precisa ser cortado sem reduzir benefícios sociais”, apontou Tebet em entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (28).

“O Brasil lamentavelmente tem muita gordura pra cortar. O Brasil é o país dos desperdícios, é o país da corrupção, é o país de privilégios. Essa é uma frente que temos que enfrentar. Isso é suficiente? Não, mas tem muitas políticas públicas que eram necessárias e não são mais, como as renúncias fiscais”, pontuou.

Além de “ajustes finos” em cima de benefícios tributários e isenções considerados ineficientes, a ex-ministra apontou para a necessidade de se rever determinadas despesas e as regras do arcabouço fiscal adotado em 2023 pelo governo Lula.

Para dar um sinal positivo e esperado pelo mercado, Tebet avaliou que as medidas devem ser indicadas nos próximos 45 dias e “de forma objetiva”, visando fechar as contas públicas no verde em 2027.

A ex-ministra do Orçamento avaliou que, fazendo os ajustes necessários, o país pode atingir um superávit fiscal de valor equivalente a 2% do PIB (Produto Interno Bruto) em quatro anos.

Ainda assim, reforçou que a revisão de gastos deve ser feita sem penalizar os mais necessitados.

“Importante falar do equilíbrio fiscal. Os problemas do Brasil cabem dentro do orçamento brasileiro, e é possível e necessário fazer um ajuste fiscal, uma revisão de gastos sem tirar um benefício sequer”, inadgou.

“Trocar gastos ruins por gastos bons. Tirar políticas públicas que não são mais eficientes para comportar outras políticas públicas que foram prometidas e ninguém vai cometer estelionato eleitoral.”

Veja os 5 sinais de que as contas públicas do Brasil estão em risco

 

Ajuste fiscal é necessário e temos “gordura” para cortar, diz Tebet

28 October 2026 at 18:06

A ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (PSB) afirmou nesta quarta-feira (28) em entrevista à CNN que na gestão do quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será necessário fazer “um ajuste fiscal e uma revisão de gastos”. Segundo Tebet, o Brasil é “o país dos desperdícios” e tem “muita gordura para cortar”.

“Os problemas do Brasil cabem dentro do Orçamento brasileiro e é possível e necessário fazer um ajuste fiscal, uma revisão de gastos, revisar gastos, sem tirar um benefício sequer”, declarou em entrevista.

“O Brasil lamentavelmente tem muita gordura apra cortar. O Brasil é o país dos desperdícios, é o país da corrupção, é o país de privilégios. Essa é uma frente que temos que enfrentar. Isso é suficiente? Não, mas tem muitas políticas públicas que eram necessárias e não são mais, como as renúncias fiscais”, completou.

Leia Mais:

Segundo Tebet, as equipes econômicas de alguns ministérios já possuem um “cardápio de medidas prontas” para serem apresentadas ao presidente Lula com o objetivo de realizar um ajuste fiscal. “A janela de oportunidade é agora”, disse.

A ex-ministra avalia que, para além das medidas por parte do governo, também é necessária uma PEC (proposta de emenda a Constituição) sobre “contenção de gastos”, com destaque do que precisa ser reduzido nas contas públicas, sem colocar em cheque os benefícios sociais.

Tebet afirma que a PEC deverá incluir “ajustes finos na regra do arcabouço, renúncias e despesas, fazer os ajustes para ter um superávit de 2% em quatro anos”.

*Sob supervisão de Mayara da Paz

O Ministro da Educação, o Presidente da ASF e outros governantes vão às escolas ensinar a poupar

28 October 2026 at 17:50

No dia 30 de outubro, governantes e representantes das entidades de supervisão financeira vão às escolas do Ensino Básico e Secundário para dar aulas sobre poupança e gestão de dinheiro. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em parceria com o Banco de Portugal, a CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões).

Esta é a segunda edição do programa “Educar para a Cidadania: Poupar, um Compromisso com o Futuro” e, além da poupança, a iniciativa aborda temas como o orçamento familiar, a fiscalidade, os sistemas e produtos financeiros e o empreendedorismo.

Entre os participantes estão o ministro da Educação, Fernando Alexandre, que dará uma aula na Escola Secundária José Macedo Fragateiro, em Ovar, e o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, que estará na Escola Secundária Diogo de Gouveia, em Beja. Também os presidentes da ASF, Gabriel Bernardino, e da CMVM, Luís Laginha de Sousa, dinamizarão sessões no Cadaval e na Moita, respetivamente. A iniciativa conta ainda com secretários de Estado das áreas do Ensino Superior, do Orçamento e dos Assuntos Fiscais.

A par dos dirigentes governamentais e reguladores, o projeto conta com a participação de estudantes e docentes universitários de Finanças, Economia, Gestão e Contabilidade. Em articulação com os professores de Cidadania e Desenvolvimento, estudantes e docentes universitários vão partilhar conhecimentos e experiências com os alunos. As parcerias poderão prolongar-se ao longo do ano letivo, através de novas aulas e atividades.

De acordo com o MECI, a aprendizagem vai ser adaptada aos diferentes níveis de ensino. No 1.º ciclo, será abordada a importância e os objetivos da poupança, enquanto que no 2.º ciclo os alunos vão aprender formas de aplicação e remuneração das poupanças e a importância do planeamento financeiro. No 3.º ciclo, serão abordadas a diversificação dos investimentos para reduzir riscos e a proteção contra fraudes financeiras e digitais. Já no Ensino Secundário, os alunos vão comparar diferentes produtos financeiros e os riscos associados.

Os conteúdos incluem ainda a abordagem, de forma parcial, da tomada de decisões que envolvam ganhos e perdas, a distinção entre necessidades e desejos e entre rendimentos e despesas, o planeamento da poupança e dos investimentos a médio e longo prazo, e os comportamentos de proteção contra fraudes financeiras e digitais.

A iniciativa enquadra-se na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, aprovada em 2025, que reforçou a importância da literacia financeira e levou à inclusão obrigatória desta dimensão na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, em todos os anos de escolaridade.

¿Ha muerto POR FIN el macho?

28 October 2026 at 08:03
Dónde han quedado esos machos tristes, hombres infieles, egoístas, bebedores, pero bien machos siempre, con su revólver hinchado y a punto de caramelo en el bolsillo Leer

Dónde han quedado esos machos tristes, hombres infieles, egoístas, bebedores, pero bien machos siempre, con su revólver hinchado y a punto de caramelo en el bolsillo

“Behemoth!”: Pedro Pascal estrela trailer de drama com Olivia Wilde

28 October 2026 at 15:38

O filme “Behemoth!”, novo drama estrelado por Pedro Pascal (“The Last of Us”, “Game of Thrones”) e Olivia Wilde (“O Convite”, “I Want Your Sex”), ganhou um trailer nesta quarta-feira (28).

Alex Serian (Pedro Pascal), um talentoso violoncelista, retorna ao seu lar em Los Angeles após passar 20 anos viajando pelo mundo. A música, que tem sido como um rio constante e avassalador que atravessa toda a sua vida, começa a conduzi-lo por uma jornada que o transformará para sempre.

 

Pedro Pascal chegou a revelar que aprender a tocar violoncelo de forma convincente para o filme foi a tarefa mais desafiadora de sua carreira, brincando que preferiria reviver uma de suas batalhas mais brutais nas telas a ter que aprender a tocar o instrumento novamente.

“Nunca tive tanto medo”, declarou ele. “Já fiquei nervoso com outros trabalhos e com as exigências físicas… emocionais, mas não foi nada comparado a isso.”

O elenco também é composto por Eva Victor (“Sorry, Baby”), Alexa Swinton (“And Just Like That”), Kaya Ralls, Erik Griffin (“Mistério no Mediterrâneo”), JoBeth Williams (“Poltergeist: O Fenômeno”) e Margarita Levieva (“O Poder e a Lei”).

O filme tem direção de Tony Gilroy (“Andor”, “O Legado Bourne”). 

“Behemoth!” teve estreia antecipada na 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e tem previsão de chegar em 3 de dezembro nos cinemas brasileiros.

Assista ao trailer de “Behemoth!”

Personagem de Pedro Pascal será líder dos heróis em “Vingadores: Doomsday”

Abascal, el único que mantiene su agenda tras el accidente ferroviario: "No vamos a utilizar el luto, vamos a denunciar la degradación insoportable"

28 October 2026 at 10:13
El presidente de Vox, Santiago Abascal, participa en un acto público de su formación este martes en Zamora

El presidente de Vox, Santiago Abascal, volvió a cargar contra el Gobierno de coalición de PSOE y Sumar después de que este miércoles por la mañana un AVE y un tren Iryo –parado en la vía– hayan chocado en la línea Madrid-Andalucía a la altura de la población toledana de Urda, ello algo más de diez meses después de la tragedia de Adamuz (Córdoba) en la misma línea. "No vamos a utilizar el luto" sino que vamos a "denunciar la degradación de las infraestructuras". El dirigente de Vox considera que ya tras el accidente de Adamuz se utilizó "para acallar" esas críticas.

"Sin información" precisa sobre lo ocurrido, pero con datos que apuntan al menos a 46 fallecidos y múltiples heridos –se triplicaría según adelantan algunos medios locales–, Abascal recordó durante una entrevista en Antena 3 la crisis de mediados de enero de este año. "Precisamente cuando no sabemos exáctamente qué es lo que pasó en Adamuz, aunque lo podemos sospechar, yo me atrevo a afirmar que nunca los sabremos con este Gobierno porque las informaciones que se conocieron entonces señalaban precisamente muchas deficiencias que tenían que ver con la gestión pública, con la falta de renovación de las vías, incluso con que una parte del dinero de las contratas estaba empleado en mordidas o en señoritas de compañía", aseguró.

"Hemos denunciado durante mucho tiempo con frases muy duras que en España se estaba gastando en esas porquerías el dinero del mantenimiento de las vías y ahora nos encontramos con otro accidente sin saber qué ha pasado en el anterior". Ante lo ocurrido, precisó Abascal, su "departamento jurídico", pilotado por Jorge Buxadé y Marta Castro, "ya se ha personado para pedir que se protejan la spruebas proque también tuvimos que lamentar después del accidente de Adamuz la desaparición de pruebas o la desaparición de algunos objetos mucho antes de que fueran comprobados por quienes tenían que acceder a ellos".

No hay derecho a esto, qué horror. Otra vez. https://t.co/0g1ANnWMiD

— Pepa R. de Millán 🇪🇸 (@Pepa_Millan) October 28, 2026

El líder de Vox mandó "un abrazo a todas las personas que están preocupadas porque sus familiares viajaban en esos trenes y también a todos los españoles que están preocupados porque tienen que viajar en tren y porque ven esta degradación de las infraestructuras y de las instituciones en España que francamente es totalmente insoportable". Abascal tenían fijada la entrevista para abordar asuntos de precampaña, algo que ha quedado en segundo plano y no se ha tocado. Intervino en directo desde Santander, donde a las 12.00 horas tiene un acto de precampaña y de atención a medios en los Jardines Pereda. Por la tarde, celebrará un acto político en el pabellón 3 de la Feria de Valladolid. El partido mantiene igualmente todos los actos e intervenciones fijadas en agenda.

Contrasta la decisión con la del resto de partidos políticos. Aunque esto ya se produjo en los mismos términos cuando sucedió el accidente de Adamuz. Tanto PSOE, PP y los partidos de Frente Amplio han comunicado que suprimen todos los eventos de la jornada para seguir al minuto lo sucedido.

Garriga: "Que no haya ni un español con miedo a subir a los trenes"

Desde Murcia, el secretario general de Vox, Ignacio Garriga, aseguró que "hoy es un día triste para España" y trasladó apoyo tanto a los afectados y los familiares que intentan localizar a los suyos, como para los profesionales que trabajan en el rescate y la atención del siniestro. Insistió, como Abascal, en el compromiso de seguir denunciando los problemas que afectan a los españoles. "Vox va a trabajar sin descanso para seguir denunciando lo que sufren los españoles en todos los rincones de España". Se comprometen a "revertir la situación para que no haya un solo español que tenga miedo a subir un tren, para que no haya un solo español que tenga miedo a salir por sus calles". Consideró que "hoy no es un día para plantear ninguna otra cuestión" que no tenga que ver con la "seguridad" de los españoles.

Bolsas da Ásia fecham em alta com retorno do apetite por IA e balanços

28 October 2026 at 10:56

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira (28), apoiadas pela melhora do sentimento dos investidores, que voltaram a se mostrar mais confiantes em relação a grandes nomes ligados à inteligência artificial com o início da temporada de balanços.

O renovado entusiasmo com a IA parece ter impulsionado as ações em Nova York na terça-feira (27), antes da divulgação de resultados de grandes empresas de tecnologia, afirmou Ashwin Clarke, do Commonwealth Bank of Australia, em nota.

Entre as companhias que divulgam números nesta semana estão Alphabet e Amazon, que encerraram o pregão em alta.

A próxima rodada de balanços do setor de tecnologia, somada às sinalizações do Federal Reserve e aos dados de inflação, pode indicar se a escalada dos custos da expansão da IA provoca uma nova reprecificação, disse Laura Cooper, analista da Nuveen, em nota. O Fed deve manter os juros inalterados em decisão na tarde de hoje.

O índice sul-coreano Kospi liderou os ganhos, ao saltar 6,63% em Seul, para 6.012,44 pontos. A fabricante de chips de memória SK Hynix disparou 10,9% após informar lucro operacional recorde de 83,3 trilhões de won (US$ 62,8 bilhões) no último trimestre, quase sete vezes maior do que um ano antes e acima das estimativas do mercado.

A Samsung Electronics saltou 9% e divulga seu balanço do terceiro trimestre na quinta-feira (29).

Em outras partes da Ásia, o Nikkei subiu 1,08% em Tóquio, para 63.954,19 pontos, e o Taiex avançou 2,04% em Taiwan, para 47.035,58 pontos, enquanto o Hang Seng registrou modesto ganho de 0,23% em Hong Kong, a 23.094,83 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto teve alta de 0,91%, a 3.681,47 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 1,98%, para 2.174,15 pontos.

Além do Fed, o BCE (Banco Central Europeu) e o Banco do Japão também definem juros nesta semana, mas não há expectativa de ajustes.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou praticamente estável, com baixa de 0,03% em Sydney, para 8.847,30 pontos.

Petróleo ainda é termômetro da economia? Entenda influência

Las disculpas de Mbappé y Tebas no aplacan la ira de China

28 October 2026 at 06:45
Tebas trata de salvar sus acuerdos comerciales mientras el boicot se extiende entre marcas, medios y aficionados Leer

Tebas trata de salvar sus acuerdos comerciales mientras el boicot se extiende entre marcas, medios y aficionados

Fear God in Your Fear & Anxiety

28 October 2026 at 04:04
Even if the worst happens in this life, you can persevere with strength, comfort, peace, and joy, because you have a true, righteous, human, and divine mediator and deliverer. Jesus is your human and divine mediator and deliverer in the midst of your fears and anxiety, and that is comfort for your soul.     ... Continue Reading

Who Is “All Israel” in Romans 11:26?

28 October 2026 at 04:02
Taken together, these considerations point to the conclusion that the “all Israel” that shall be saved is the whole covenant people of God, the completed olive tree, comprising the full number of elect Jews and Gentiles. Thus, Paul’s declaration should be understood neither as a prophecy of a future conversion of the great body of... Continue Reading

I Was Never Enough

28 October 2026 at 04:01
Our self-sufficiency is a myth that will be dispelled by coming seasons of trials and dependence on Jesus Christ’s sure victory. Hallelujah.   I walk in the wilderness near home in Northern California. The autumn breeze cools my face as I watch our dog roam ahead. Falling pine needles and leaves totter and spin about,... Continue Reading

Ministry Leaders Need Garden Friends

28 October 2026 at 04:01
Garden friendships require a more intentional investment of time and attention that only a few people can provide. Jesus asked nine disciples to sit close by, but only three were asked to remain closer to Him in His desperate hour.   “Jesus could have done it alone, but he didn’t.” Our conference speaker, Dave Busby,... Continue Reading

The Seat of the Scoffers

28 October 2026 at 04:01
Scoffers abound. Sources of wisdom are rare. Let us seek out God’s voice through his Word, through prayer, and through godly people around us so that our roots might go deep in his streams of wisdom.   How loud are the voices of scoffers in your life? The mockers, the angry, the rude, the crass.... Continue Reading

How to Be a Light in a Toxic Work Environment

28 October 2026 at 04:01
Always remember that your work ethic flows from your identity in Christ. Let who you are in Him shape how you speak, pray, prepare, and respond in work environments that are toxic and challenging.   As a minister I don’t always experience the feelings you do before another day at work, but I counsel many... Continue Reading

Your Feelings Are Real. How Are You Responding to Them?

28 October 2026 at 04:01
Do you let Scripture dissect your feelings and examine them, or do you accept them as “valid” for interpreting your situation and pushing you to act? The latter can be very dangerous when it comes to our spiritual navigation.   Ripples and Response Ripples on the surface of water: it’s a fitting image for human... Continue Reading

PS quer contrato da limpeza da estátua do Rossio após Moedas falar em custo de 100 mil euros

27 October 2026 at 19:18

O PS vai pedir explicações urgentes à Câmara de Lisboa sobre os 100 mil euros gastos na limpeza dos grafíti da estátua de D. Pedro IV, no Rossio, um custo que, segundo os socialistas, é cerca de 50 vezes superior ao da remoção de uma pintura no Padrão dos Descobrimentos

PS anunciou ontem proposta para salvaguardar tradição do gaiado seco no Caniçal

27 October 2026 at 18:54
O PS-M vai apresentar, na Assembleia Legislativa da Madeira, uma proposta para salvaguardar o tradicional processo de secagem e salga do gaiado e para que sejam estabelecidas as quantidades de pescado para consumo próprio, o denominado ‘peixe do balde’, foi ontem divulgado. O anúncio foi feito ontem à tarde pela presidente dos socialistas madeirenses, após […]

Moody’s vê ajustes graduais na política fiscal do novo governo Lula

27 October 2026 at 18:30

A ausência de um perfil mais firme com a consolidação fiscal pode pressionar o perfil de crédito do Brasil ao longo do tempo, segundo relatório da agência de classificação de risco Moody’s divulgado nesta terça-feira (27).

A instituição avalia que a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve manter a atual trajetória da política fiscal, com ajustes graduais, prolongando os déficits nominais, os custos elevados de financiamento e o aumento dos encargos da dívida pública.

A Moody’s avalia que, embora a eleição não altere a atual classificação do perfil de crédito soberano brasileiro, a estabilização das contas públicas dependerá da capacidade do governo de avançar em reformas fiscais.

“Na ausência de um compromisso com a consolidação fiscal mais firme do que o esperado atualmente, a persistente baixa capacidade de pagamento da dívida pressionaria o perfil de crédito do Brasil ao longo do tempo”, destacou a agência em relatório.

Apesar dos desafios, a Moody’s considera que um compromisso mais sólido com o ajuste fiscal pode surgir à medida que o presidente Lula formar sua nova equipe econômica.

Para a agência, a adoção de medidas fiscais mais profundas e antecipadas ajudaria o Brasil a recuperar parte da credibilidade fiscal perdida, reduzir os prêmios de risco e as pressões inflacionárias, além de contribuir para a diminuição dos custos de financiamento.

O relatório ainda destaca que o principal desafio do novo mandato será estabilizar a trajetória da dívida pública e recuperar a credibilidade da política fiscal brasileira.

“A dívida do governo geral está em cerca de 83% do PIB (Produto Interno Bruto) atualmente, em comparação com aproximadamente 72% na época da eleição presidencial de 2022″, argumentou o documento.

A Moody’s também ressalta o peso das despesas com juros, equivalentes a cerca de 20% da receita do governo geral, e a rigidez do orçamento brasileiro: mais de 90% dos gastos são determinados por lei.

Apesar de o país ter registrado pequenos déficits primários recentemente, de cerca de 0,5% do PIB, os elevados custos de financiamento contribuem para déficits fiscais nominais entre 8% e 9% do PIB, segundo a agência.

Para estabilizar a relação entre dívida e PIB, a Moody’s estima que o Brasil precisaria alcançar um superávit primário de 2% a 3% do PIB.

A instituição ressalta, porém, que um ajuste dessa magnitude exigiria reformas, especialmente diante das limitações políticas para reduzir despesas obrigatórias e alterar vinculações orçamentárias.

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