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Novo CEO afirma que Heineken precisa melhorar, mesmo com alta de vendas

28 October 2026 at 15:58

A Heineken precisa de maior responsabilização e de uma cultura de ​desempenho mais sólida para alcançar um ​crescimento consistente, afirmou o presidente-executivo Rafael Oliveira nesta quarta-feira, em sua primeira declaração desde que assumiu o comando da cervejaria holandesa neste mês.

Oliveira sucedeu Dolf van den Brink, que renunciou inesperadamente em janeiro, poucos meses após divulgar uma estratégia renovada e novas ⁠metas para a ​segunda maior cervejaria do mundo, deixando um ponto de ​interrogação sobre seus planos.

A fabricante das marcas Heineken, Tiger e ⁠Sol registrou um crescimento de ⁠mais de 4% tanto na receita quanto nos volumes ​no ‌terceiro trimestre, superando confortavelmente as previsões dos analistas, impulsionada ⁠pela forte demanda na Ásia.

Mas Oliveira, que enfrenta pressão dos investidores para acelerar o crescimento das vendas, melhorar a eficiência e aumentar os ‌retornos, ⁠disse que ‌a empresa nem sempre estava aproveitando as oportunidades de crescimento ou conquistando clientes quando deveria.

“Há mais a ser feito para aprimorar ⁠a execução, acelerar o ritmo ⁠e construir uma cultura de desempenho mais sólida, com maior responsabilização em toda ‌a empresa”, disse ele em comunicado, acrescentando que suas primeiras impressões tinham sido positivas no geral.

Oliveira disse que apresentaria seus planos para a Heineken com mais detalhes quando a empresa divulgar ‌os resultados do ano inteiro, em fevereiro.

Analistas esperavam um crescimento orgânico de volume de 2,9% e um crescimento da ⁠receita de 3,5%.

A cervejaria superou as expectativas em grande parte devido a um forte desempenho na Ásia-Pacífico, onde os volumes aumentaram ​17,3%, impulsionados pelo crescimento no Vietnã e na Índia.

A Heineken também ​afirmou que o crescimento foi impulsionado por suas principais marcas globais e prioridades estratégicas, incluindo cervejas com baixo teor alcoólico ou sem álcool e produtos premium.

Santander Brasil vê cenário macro desafiador, diz CEO

28 October 2026 at 14:35

O presidente-executivo do Santander Brasil, Gilson Finkelsztain, afirmou nesta quarta-feira (28) que o banco trabalhará para melhorar a sua rentabilidade após um resultado abaixo do que busca no terceiro trimestre, enquanto destacou um cenário macroeconômico ainda desafiador, principalmente pelo nível elevado de taxas de juros.

“O banco já avançou na direção de uma carteira com clientes de melhor qualidade e de uma relação melhor, mais equilibrada entre risco, retorno e uso de capital”, afirmou o executivo em videoconferência com analistas sobre o balanço divulgado mais cedo.

“Esse movimento permanece como parte central da nossa estratégia.”

“Principalidade, transacionalidade e melhoria da composição do balanço permanecem como pilares da estratégia do banco. O próximo passo, obviamente, é converter essa base em uma recuperação gradual e sustentável da rentabilidade, com muita consistência na execução”, afirmou.

No terceiro trimestre, o Santander Brasil teve lucro líquido recorrente de R$ 2,89 bilhões, queda de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o ROAE (retorno sobre o patrimônio médio) do banco ficou em 11,9%, queda de 5,6 pontos percentuais ano a ano e 0,6 ponto na base trimestral.

Na bolsa paulista, por volta de 11h, as units do banco recuavam 5,14%, a R$ 24,54, em pregão negativo para o setor como um todo. O Ibovespa, principal referência do mercado acionário brasileiro, caía 2,31%.

Trump cannot get Putin to halt strikes on Ukraine’s power grid, so he blames Ukraine instead, Zelenskyy says

22 October 2026 at 16:29

musk tells ukraine’s president go zelenskyy says won’t resign never accept ukrainian land russian · post volodymyr during interview piers morgan recorded visit britain 14 2026 video uncensored / ukraine

US President Donald Trump has failed to reach an agreement with Russian ruler Vladimir Putin on halting strikes against Ukraine's energy infrastructure. However, Trump is trying to shift the blame for this failure onto President Volodymyr Zelenskyy, he said on The Diary of a CEO podcast.

His words came amid Russia's four record waves of ballistic missile attacks, after US Special Envoy Steve Witkoff described Putin as a "humanitarian." Previously, US officials cut Kyiv off from US intelligence and lowered a speed cap on Starlink to pressure Ukraine into stopping strikes on Russia's oil refineries that bring Moscow revenue for its war.

Trump pins the problem on Kyiv, not Putin

Zelenskyy explained the behavioral pattern behind Trump's recent actions and statements. At first, Putin rejected his proposal for a ceasefire. Then, the US president blamed it all on him, explaining to his people that world fuel prices are rising because of him, which is not true at all, said the Ukrainian leader.

He pointed to the blocked Strait of Hormuz shipping chokepoint, not Ukraine’s refinery campaign, as the driver of higher prices.

He also noted that the volumes of diesel allowed by the US are insufficient to lower global oil prices.

Even so, Zelenskyy said he keeps a working relationship with Trump. What he will not accept is being cast as the villain in Russia’s war: by his account, the US president is rewriting the context, turning Ukraine’s leader into the target for a problem that starts in Moscow.

Earlier, experts said the diesel deal was unlikely to meaningfully lower diesel prices. For Putin, the agreement itself was a win.

A former senior State Department official says it hardly matters whether the fuel arrives, because Putin “has already achieved the result he wants,” with Trump believing he has a pre-election card that could move markets.

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