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Carteira de crédito rural do Santander recua com alta do endividamento

28 October 2026 at 23:52

A carteira de crédito rural ampliada do Santander para pessoa jurídica totalizou R$ 10,4 bilhões no 3º trimestre encerrado em setembro, um recuo de 10% com relação aos R$ 11,5 bilhões do mesmo período no ano anterior.

Para pessoa física, o crédito rural totalizou R$ 7,5 bilhões no encerramento do trimestre, queda de 18,7% quando comparado aos R$ 9,2 bilhões registrados no mesmo recorte em 2025. O crédito rural corresponde a 2,9% da composição da carteira.

O índice de inadimplência de 15 a 90 dias de pessoa física encerrou o trimestre em 5,2%, praticamente estável. O banco observa pressão no segmento de agronegócio, mas mantém foco na rentabilidade.

O índice de inadimplência acima de 90 dias em pessoa física registrou alta de 3,4% no trimestre. Em ambos os períodos, houve aumento nos segmentos de baixa renda e agronegócio, em um cenário econômico ainda desafiador e de elevado nível de endividamento.

Santander Brasil vê cenário macro desafiador, diz CEO

28 October 2026 at 14:35

O presidente-executivo do Santander Brasil, Gilson Finkelsztain, afirmou nesta quarta-feira (28) que o banco trabalhará para melhorar a sua rentabilidade após um resultado abaixo do que busca no terceiro trimestre, enquanto destacou um cenário macroeconômico ainda desafiador, principalmente pelo nível elevado de taxas de juros.

“O banco já avançou na direção de uma carteira com clientes de melhor qualidade e de uma relação melhor, mais equilibrada entre risco, retorno e uso de capital”, afirmou o executivo em videoconferência com analistas sobre o balanço divulgado mais cedo.

“Esse movimento permanece como parte central da nossa estratégia.”

“Principalidade, transacionalidade e melhoria da composição do balanço permanecem como pilares da estratégia do banco. O próximo passo, obviamente, é converter essa base em uma recuperação gradual e sustentável da rentabilidade, com muita consistência na execução”, afirmou.

No terceiro trimestre, o Santander Brasil teve lucro líquido recorrente de R$ 2,89 bilhões, queda de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o ROAE (retorno sobre o patrimônio médio) do banco ficou em 11,9%, queda de 5,6 pontos percentuais ano a ano e 0,6 ponto na base trimestral.

Na bolsa paulista, por volta de 11h, as units do banco recuavam 5,14%, a R$ 24,54, em pregão negativo para o setor como um todo. O Ibovespa, principal referência do mercado acionário brasileiro, caía 2,31%.

El Santander eleva su beneficio un 20% hasta los 12.405 millones en los primeros nueve meses por la venta de Polonia

28 October 2026 at 07:00
La presidenta del Banco Santander, Ana Botín, durante la inauguración del museo Faro Santander.

Santander obtuvo un beneficio ordinario récord de 11.176 millones de euros en los nueve primeros meses de 2026, un 16% más. El beneficio atribuido alcanzó los 12.405 millones de euros, un 20% más, e incluye una plusvalía neta de 1.895 millones de euros tras completarse la venta de su filial en Polonia en enero. Por contra, registra cargos por valor de 666 millones de euros, incluidos los costes de integración de sus recientemente adquiridos, el británico TSB y el americano Webster. 

La entidad que preside Ana Botín siguió aumentando su número de clientes, hasta alcanzar un total de 189 millones. En concreto, ha sumado 17 millones nuevos en los últimos doce meses. "Este crecimiento refleja una sólida actividad comercial en todos los negocios y la incorporación de ocho millones de clientes de TSB y Webster al completarse ambas adquisiciones, el 30 de abril y el 20 de agosto, respectivamente", destaca la compañía en un comunicado.

Los ingresos aumentaron un 8%, hasta 46.807 millones de euros. El margen de intereses creció un 10%, hasta 34.614 millones de euros. Por su parte, los ingresos por comisiones aumentaron un 9%, hasta 10.349 millones de euros.

Los costes totales cayeron un 1% sin TSB ni Webster (-2% en euros constantes). Esto se debe, dice la compañía, a las continuas mejoras de eficiencia derivadas de ONE Transformation, el programa del grupo para avanzar hacia un modelo operativo común con plataformas globales compartidas.

El margen neto aumentó un 14%, hasta 26.882 millones de euros, y la ratio de eficiencia mejoró en 2,8 puntos porcentuales, hasta el 42,6%, gracias a una reducción estructural de los costes y unos mayores ingresos.

Por otro lado, la entidad afirma que "los volúmenes de negocio se mantuvieron sólidos". El crédito y los recursos de clientes (depósitos más fondos de inversión) aumentaron ambos un 16% en euros constantes, "apoyados en una sólida actividad comercial en todos los negocios globales y en la incorporación de TSB y Webster".

"Hemos vuelto a obtener unos resultados muy sólidos en los primeros nueve meses, con un aumento del 25% del beneficio por acción y una dinámica cada vez más positiva en todo el grupo", ha destacado Botín.

Precisamente, en cuanto a rentabilidad y la creación de valor para los accionistas, el banco logró un retorno sobre el capital tangible (RoTE) ordinario del 16,0% (+1,1 puntos porcentuales). El beneficio por acción (BPA) contable creció un 25% y el valor contable tangible (TNAV) más el dividendo en efectivo por acción aumentó un 11%.

La ratio de capital CET1 se situó en el 12,7%. Sin el impacto de -147 puntos básicos derivado de la adquisición de Webster, la ratio aumentó 14 puntos básicos en el trimestre, con 19 puntos básicos de generación orgánica neta de capital. Santander va camino de alcanzar su objetivo de CET1 para cierre de año, de situarse entre el 12,8% y el 13%, en la parte alta de su rango operativo del 12-13%.

Bancos estão a encerrar contas sem justificação. Saiba o que fazer em caso de debanking

By: ZAP
28 October 2026 at 12:30
Bancos dão dois meses para retirar fundos e transferir depósitos e créditos. Maioria das queixas envolve o Santander e o Millennium bcp. Há bancos a encerrar contas de clientes sem revelar os motivos e sem possibilidade de reverter tal decisão. Enviam cartas aos seus clientes na qual dão dois meses para transferir depósitos e créditos, sem outra hipótese. A situação é denunciada pela Sábado esta quarta-feira, que explica que o fenómeno até já ganhiou um nome: debanking. O fenómeno já provocou queixas em Portugal e pode até aumentar as prestações do crédito à habitação, denunciam à revista clientes nesta situação.

Lucro do Santander Brasil cai 28% no 3º trimestre

28 October 2026 at 11:50

O Santander Brasil reportou nesta quarta-feira (28) lucro líquido gerencial ​recorrente de R$ 2,89 bilhões ​para o terceiro trimestre, queda de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior e destacando um cenário de crédito que permanece desafiador.

O ROAE (retorno sobre o patrimônio médio) do banco ficou em 11,9% no terceiro trimestre, ⁠queda de 5,6 ​pontos percentuais em comparação com o mesmo período ​no ano anterior e 0,6 pontos em relação ⁠ao segundo trimestre de 2026.

A ⁠carteira de crédito ampliada da unidade brasileira ​do ‌banco espanhol Santander cresceu 4,7% em relação ao terceiro ⁠trimestre do ano anterior, encerrando setembro em R$ 721,26 bilhões.

O banco informou que o crescimento da carteira foi impulsionado por ‌grandes ⁠empresas, PMEs ‌e financiamento ao consumo.

Já no segmento pessoa física, a performance positiva de cartões e crédito imobiliário de ⁠alta renda foi mais do ⁠que compensada pela menor exposição ao segmento massivo.

“Seguimos disciplinados na alocação ‌de capital, priorizando negócios estratégicos, a adequada gestão de risco dos portfólios e a rentabilidade”, afirmou.

A margem financeira atingiu R$ 14,96 bilhões no período, redução de 2,5% ‌em três meses e queda de 1,6% na comparação anual. O banco destacou que a queda anual reflete ⁠a mudança do mix, com redução do spread dada a menor exposição no segmento

massivo.

O resultado da PDD (provisão para ​devedores duvidosos) totalizou R$ 7,46 bilhões no trimestre, crescimento ​de 14,4% ano a ano, com melhora em PMEs sendo parcialmente compensada pela deterioração nos segmentos de agronegócios e grandes empresas.

Santander lucra menos 8,8% após pagar reformas e mudar rede

28 October 2026 at 10:26
Santander Portugal obteve nos primeiros nove meses do ano um lucro de 663,8 milhões de euros, uma descida de 8,8% que se explica por custos com reformas antecipadas e modernização das agências.

© FILIPE AMORIM/LUSA

Isabel Guerreiro sucedeu a Pedro Castro e Almeida na liderança da comissão executiva do Santander Portugal.

Grupo Santander dispara lucros para 12.405 milhões até Setembro. DBRS destaca papel da integração de aquisições

28 October 2026 at 10:25

Ao contrário do que aconteceu em Portugal, em Espanha o Banco Santander apresentou um desempenho financeiro histórico nos primeiros nove meses de 2026, com o lucro líquido atribuível a atingir os 12.405 milhões de euros. O resultado representa um salto de 20% em termos nominais (18% em euros constantes) em relação ao mesmo período do ano anterior, ficando muito próximo das estimativas mais otimistas do mercado e consolidando um novo recorde para a instituição espanhola.

O forte dinamismo das receitas e a execução rigorosa do plano estratégico ONE Transformation figuram no centro desta evolução positiva.

As receitas totais do grupo cresceram a um ritmo de 8% (7% em euros constantes), alavancadas pela resiliência da margem financeira e pela rápida expansão da base de clientes.

A DBRS destaca que os resultados continuaram a beneficiar do crescimento das receitas (com uma subida de 7% em euros constantes), suportado pela resiliência da margem financeira e por melhorias operacionais. Adicionalmente, a incorporação de novos ativos, como o britânico TSB e o norte-americano Webster Bank, contribuiu para o alargamento da base de clientes e para o dinamismo do negócio de crédito e recursos de clientes.

Mario de Ciccio, vice-presidente para as Instituições Financeiras Europeias da Morningstar DBRS, refere que: “O Banco Santander apresentou mais um conjunto sólido de resultados nos primeiros nove meses de 2026, continuando a registar progressos consistentes rumo aos objetivos estratégicos do seu plano de transformação ONE. O resultado líquido atribuível atingiu 12.405 milhões de euros, representando um aumento de 18% em termos homólogos, a taxas de câmbio constantes. Excluindo os elementos não recorrentes, relacionados sobretudo com a alienação das operações na Polónia, o resultado líquido atribuível subjacente aumentou 14% face ao período homólogo, para 11.176 milhões de euros. Os resultados continuaram a beneficiar do crescimento das receitas, que aumentaram 7% a taxas de câmbio constantes, apoiadas pela evolução robusta da margem financeira e por novos ganhos de eficiência”.

Nos últimos doze meses, o Santander somou 17 milhões de novos clientes — impulsionado tanto pela atividade comercial orgânica como pelas aquisições estratégicas do britânico TSB e do norte-americano Webster Bank —, alcançando uma carteira global de 189 milhões de clientes. Esta expansão refletiu-se diretamente no volume de negócio, com o crédito concedido e os recursos de clientes a registarem um crescimento homólogo expressivo de 16%.

Mesmo excluindo os impactos extraordinários, a atividade ordinária do grupo demonstrou uma solidez assinalável. O lucro subjacente subiu 16% (14% em euros constantes) para 11.176 milhões de euros. O desempenho incluiu a mais-valia líquida de 1.895 milhões de euros gerada pela alienação da operação polaca ao Erste Group, verba que permitiu ao banco constituir uma almofada financeira para absorver 666 milhões de euros em custos extraordinários de restruturação e integração das novas entidades adquiridas no Reino Unido e nos Estados Unidos. Apenas no terceiro trimestre de 2026, o lucro ordinário ascendeu a 3.848 milhões de euros, o que representa um crescimento de 19% face ao período homólogo.

A par da expansão das receitas, a contenção operacional revelou-se um vetor determinante para a rendibilidade. O ganho por ação (EPS) disparou 25%, beneficiando de um rigoroso controlo de custos cuja expansão se ficou pelos 2,9%. Esta eficiência foi potenciada pela uniformização de plataformas tecnológicas e pela aplicação de inteligência artificial, iniciativa que gerou mais de 194 milhões de euros em valor adicionado.

Sob a perspetiva de risco e solvência, os indicadores do Santander mantêm-se controlados e alinhados com os objetivos do grupo.

Numa análise divulgada sobre os resultados, a agência Morningstar DBRS destacou a resiliência da qualidade dos ativos, notando que o custo do risco se manteve praticamente estável em 1,16% e o rácio de crédito malparado (NPL) contido nos 2,9%.

Apesar da pressão temporária exercida sobre os rácios de capital devido à consolidação do Webster Bank (concluída em agosto de 2026), o rácio CET1 fixou-se nos 12,7% no final de setembro, colocando o banco no caminho certo para cumprir a sua meta anual de 12,8% a 13,0% e confirmar a sustentabilidade do seu perfil de crédito no curto e médio prazo.

“Perspetivando o futuro, o Santander continua bem posicionado para manter níveis elevados de rentabilidade, beneficiando da dinâmica da sua atividade globalmente diversificada. Os indicadores de qualidade dos ativos e o custo do risco permaneceram estáveis ao longo dos primeiros nove meses de 2026, apesar do impacto das aquisições recentes. Na ausência de obstáculos significativos no contexto operacional, estas tendências deverão continuar a sustentar o perfil de crédito do banco no curto prazo”, diz  Mario de Ciccio.

La victoria de Lula en Brasil tumba las acciones de Telefónica y Banco Santander

26 October 2026 at 12:04
La victoria de Lula en Brasil tumba las acciones de Telefónica y Banco Santander

La victoria de Lula da Silva en Brasil, inesperada tras la primera votación en la que Bolsonaro se posicionó como favorito, ha tumbado a las empresas españolas cotizadas que mayor exposición tienen en Suramérica. Así, mientras el Ibex 35 se mantiene plano, Telefónica, que tiene la relación más directa del selecto grupo de los 35 con Brasil, ha sufrido una caída que llegó a tocar el 7% en rojo hasta los 3,15 euros. En el caso del Banco Santander, la entidad financiera, con una extensa presencia en el país brasileño, llegó a perder un 4% hasta los 10,87 euros la acción. Con unos ingresos en el país hispanos de 13.200 millones de euros en 2025, la presencia de Brasil en el banco supera el 21%.

Brasil es uno de los mercados más importantes de Telefónica, único país donde la operadora se quedará tras la salida de Hispanoamérica mediante la venta de sus filiales con su plan Transform & Grow. Concentrando su negocio en España, Reino Unido, Alemania y Brasil, Telefónica reúne un 28% de los ingresos del grupo provenientes desde Brasil (9.451 millones) mediante su filial Vivo, en la que posee más de 116 millones de accesos.

Pero además, el antiguo monopolio de telecomunicaciones ha recibido hoy una rebaja de la calificación desde "neutral" a "infraponderada" por parte de JP Morgan, advirtiendo que Virgin Media O2, compañía del grupo en Reino Unido, presenta importantes desafíos de deuda. De esta manera, el banco estadounidense recortó su precio objetivo para diciembre de 2028 50 céntimos, pasando de los 3,70 a los 3,20 euros la acción.

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