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“Boia chi molla”, foto di Mussolini e fasci littori: in Lombardia le cene per la marcia su Roma. A Milano esponenti di FdI, Lega e Futuro nazionale

29 October 2026 at 14:22

Quattro cene, in Lombardia, per ricordare la marcia su Roma. Centinaia di nostalgici, tra cui alcuni esponenti politici locali, hanno voluto celebrare i giorni in cui le Camicie nere entrarono a Roma e quando, proprio il 28 ottobre del ’22, il governo Facta si dimise, aprendo la strada a Benito Mussolini grazie al diniego di Vittorio Emanuele III alla richiesta di firmare lo stato d’assedio. Quattro appuntamenti diversi, dunque: uno alle porte di Milano, a Zibido San Giacomo, uno a Pavia, uno a Brescia e uno a Salò con oltre 300 persone.

Camicie nere, sì, motti neofascisti come “boia chi molla”, cori, e poi lungo le pareti l’effigie del Duce, i fasci littori, l’aquila sul Tricolore. Nella trattoria Isola Fiorita, a due passi dal capoluogo lombardo, circa cento persone si sono ritrovate per festeggiare l’anniversario della data che ha permesso a Mussolini di arrivare al governo. Dietro l’organizzazione, ambienti di Futuro nazionale. In particolare il comitato 421 di Milano, il cui referente è l’avvocato Renato Maturo, già collaboratore di Ignazio La Russa, e lo storico esponente della destra sociale Roberto Jonghi Lavarini. Maturo, nei giorni scorsi, ha incontrato informalmente il candidato in pectore di Forza Italia a Milano, il sottosegretario Matteo Perego di Cremnago. E prima ancora il numero due di FnV, Massimiliano Simoni. Presenti, alla cena, anche alcuni esponenti locali di Fratelli d’Italia e Lega.

Da quanto apprende ilFattoQuotidiano.it, a mettere in piedi l’incontro pavese è stato Marcello Olivari, che risulta essere referente del comitato di Futuro nazionale di Codevilla, nonché esponente dell’area più ortodossa del partito (vale a dire, più a destra). Dietro la cena di Brescia, invece, ci sarebbe il dirigente di FnV Gianfranco Chiari, già fondatore dell’associazione Il Nord per Vannacci e, peraltro, vittima nei giorni scorsi di un’aggressione all’interno di un ristorante.

Mail: a.marzocchi@ilfattoquotidiano.it
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Duelo de gigantes nos 300 kms ‘Algarve Sports Cars’ no Autódromo Internacional

29 October 2026 at 09:05

Com um fabuloso grid de 27 protótipos, GT e Turismos, a segunda edição dos 300 kms ‘Algarve Sports Cars’ promete ser o grande cartaz do Algarve Classic Festival, que leva o Autódromo Internacional do Algarve a viver, entre 30 de outubro e 1 de novembro, um fim de semana de pura adrenalina e nostalgia sobre rodas.

Será um fim de semana em que o som inconfundível dos motores clássicos voltará a ecoar pelo imponente circuito de Portimão, já que, a corrida principal do programa promete combinar espetáculo, competitividade e nostalgia.

A prova será disputada ao longo de 120 minutos, ou 300 quilómetros, incluirá paragens obrigatórias para reabastecimento e troca de pilotos, e está aberta a sportscars construídos entre 1963 e 1972, além de modelos GT e Turismos produzidos entre 1966 e 1980.

Em termos de programação, destacamos os treinos de classificação, marcados para as 16:40 hrs de sexta-feira, 30 de outubro. A grande prova, os 300 kms Algarve Sports Car, está reservada para o fim da tarde de sábado, 31 de outubro.
Refira-se que a corrida chegará ao fim já depois do sol se pôr, oferecendo uma imagem inesquecível dos carros em pista, iluminados apenas pelos seus faróis, como nas grandes provas de endurance de outrora.

De lembrar, antes de mais, que a edição de 2025 foi conquistada pelos britânicos John Emberson e James Bellinger, ao volante de um Chevron B19, que superaram João Macedo Silva e José Monroy, num Lola T70 Mk3 Coupé.
O terceiro lugar absoluto ficou com Joel Hopwood e Nigel Greensall, em Chevron B8, dupla que igualmente faturou a vitória na classe H-1969.

Os três carros estarão presentes na edição deste ano, com a mesma ambição e vontade de conquistar o troféu e o relógio oferecido pelo patrocinador Briston Watches ao vencedor da corrida.

Perfeita homenagem à Golden Age of Motorsport

Num grid de largada de encher os olhos, a categoria H-1972 até 2000 cc é a mais numerosa, com dez carros inscritos, e conta com forte presença dos protótipos da Chevron e da Lola, duas marcas britânicas que estão intimamente ligadas ao automobilismo nacional e do exterior. 

Além do B19 dos vencedores do ano passado, John Emberson e James Bellinger, Kyle Tilley e Phil Keen pilotarão um carro idêntico, que em 2025 andou nos primeiros lugares e fez a melhor volta da corrida (1:52.225s). Alan Purbrick e David Brise, Robin Ellis e Andy Wolfe, e Paul Cope e John Sheldon, – este último piloto na época do Grupo C -, estarão ao volante de outros três exemplares inscritos. 

O sexto Chevron da classe é um B21, carro com história além fronteiras, que passou por Angola e Portugal e ostenta as cores do Team BIP.
Na “montanha-russa” de Portimão, o carro com o qual Carlos Gaspar alcançou o terceiro lugar da Rampa da Penha de 1972 será dividido pelo quarteto formado por Carlos Tavares, Edgar Botelho Moniz, José Forte e Frédéric da Rocha.

Se a marca fundada pelo autodidata Derek Bennett tem seis carros nessa classe, a criada pelo rival da época, Eric Broadley, tem três exemplares: dois T290, modelo que fez a pole-position em 2025, e um T212.

Nicholas Topliss e James Topliss dividem um Lola T290, enquanto Alex Collins e Martin Stretton, tricampeão da FIA Historic F1 Championship, se alinham com um carro igual. O grid fica completo com James Claridge e James Denty, ao volante do mesmo Lola T212 que competiu nas 24 Horas de Le Mans de 1971, pilotado por Guy Edwards e Roger Enever.

Mas a variedade da classe não para por aí, pois inscrito também está o Daren Mk 2 de 1970, valente máquina confiada ao volante de Georg Kjallgren. Das oficinas britânicas saíram, entre 1968 e 1972, apenas oito unidades deste protótipo, movido por um motor Cosworth FVA de 1600 cc, e dessas só dois exemplares resistiram à passagem do tempo, ambos hoje entregues aos cuidados da Triple R Restoration, de Richard Doe.

A categoria H-1972 acima de 2000 cc reúne quatro espetaculares Lola T70 inscritos no evento. Além do Mk3 Coupé com o qual João Macedo Silva dividirá desta vez com Diogo Ferrão, David Kelly e Stephen Doyle dividem um Lola T70 Mk3B, preparado pela Gary Dunlop Motorsport, enquanto Bruno Pereira, Charlie Hyett e Michel Speyer alinham com outro Mk3B, inscrito pela Pegasus Classic Engineering, que na edição passada lutou pelo triunfo até uma pane mecânica travar sua marcha.

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O último T70 é ainda mais raro, pois é um Mk3B Spyder, um dos quatro originalmente construídos. Este Lola muito especial será conduzido por Marc Devis e Nick Padmore, dois pilotos com enorme experiência neste tipo de competição. Padmore é conhecido do público português pelas vitórias ao volante de Lotus no Classic GP para carros de F1 anteriores a 1986, no Estoril Classics.

Na categoria H-1969, os seis inscritos evocam uma das épocas mais marcantes das corridas de resistência. Vencedores da classe na edição passada, Joel Hopwood e Oliver Bryant compartilham o mesmo Chevron B8, enquanto Robin Tuluie fez sua estreia com seu exemplar solo.
Bernard Foley e Lewis Dunlop repetem presença no Crossle 9S, pequeno protótipo nascido nas garagens de Holywood, perto de Belfast, na Irlanda do Norte, e que ficou em segundo lugar na classe.

Depois do pódio alcançado na edição anterior, Richard McAlpine e Nigel Greensall voltam a colocar na pista o McLaren M1b de 1965, protótipo movido por um V8 de 5700 cc, que Bruce McLaren concebeu para sua investida na Canadian-American Challenge Cup, a célebre Can-Am.

Que seria de uma prova dessa natureza sem um Ford GT40?
Pois lá está ele na H-1969, ostentando a oval azul. Bruno Duarte e Filipe Silva Jesus, figuras habituais do Historic Endurance, estreiam ao volante de um GT40, escudados na experiência de Andy Newall.
Henry e Martin Stephenson, pilotos calejados em provas de clássicos, se lançam na briga com outro GT40.

Grande Turismo / TC: Raiz e tradição

Mas nem só de protótipos vive esse grid, pois a raiz das corridas de endurance está nas batalhas de carros de diferentes classes travadas dentro da pista. Sete máquinas, sete escolas do Turismo e do Grande Turismo: é o que a classe GT/TC põe em pista, nas mãos de pilotos que as pistas ibéricas conhecem bem, tantas foram as vezes que se bateram nas provas do Iberian Historic Endurance.

Para destacar o papel dos Turismos e GT nesta apaixonante prova de resistência, a Briston Watches também oferecerá um relógio ao primeiro colocado de uma classe que, em seu tempo, sempre correu lado a lado com os protótipos.

Os francófonos Olivier Muytjens e Brice Pineau, vencedores da classe nos 300km do ano passado, alinharão com o mesmo e competitivo Porsche 911 3.0 RS, preparado pela equipe belga HY Racing, que, pelo histórico, se apresenta como o favorito natural.

Ralf Schnitzler e Patrice Campillo guiam um Datsun 240Z, que este ano correu nos 300 km de Paul Ricard. Apesar da história desse modelo nos remeter aos ralis, a realidade é que o carro japonês participou de todas grandes clássicas de resistência do planeta: Le Mans, Sebring e Daytona.

Assim como ao “Z”, a Garagem João Gomes também prestará assistência ao Porsche 924 compartilhado por António Reis e José Carvalhosa e ao 911 2.5 ST que a dupla de pai e filho, Piero e Guilherme Dal Maso, dividirá com Marco Nunes.

Para a alegria dos aficionados por carros americanos, surgirá o imponente Shelby Mustang GT350, máquina com motor de 4700 cc que o Shelby Mustang GT350R Team entregará a Ernesto Silva Vieira e António Paquete.

A fechar a lista de inscritos, os dois bólidos da Ecurie Luxembourg: um BMW 2002, nas mãos de Michel Welter e Felix Feltes, e um Alfa Romeo GT Am, confiado a Patrick Wilwert e Philippe Vermast, os vencedores da subclasse H-1965 GR2 nas 3 Horas de Spa do Historic Endurance em abril.

Como assistir ao espetáculo

Importa salientar que durante o fim de semana, o Algarve Classic Festival convida o público a uma viagem pela história do automobilismo, reunindo máquinas de várias épocas em um ambiente de saudade e ao som inconfundível dos motores de outros tempos.

A entrada é gratuita dos 3 aos 16 anos.
Os ingressos estão à venda no site oficial do evento, em algarveclassicfestival.org , em várias modalidades à escolha: o ingresso «Bancada Principal» dá direito à bancada principal; o «Paddock» abrange, além desta, o acesso ao paddock; e o ingresso «Torre VIP» também franqueia as portas da Torre VIP, com entrada no paddock e na arquibancada principal.

La Russa: “La signora Ponzani ha fatto marcia indietro. Ritirare la querela? Ci penso”

27 October 2026 at 17:53

Lasciando l’assemblea di Sud Chiama Nord, ‘l’Italia dei territori’, il presidente del Senato Ignazio La Russa è tornato sulla vicenda della querela nei confronti della storica Michela Ponzani a seguito della polemica sulla sua ricostruzione relativa alla presenza di La Russa in scontri di piazza a Milano nel 1973: “Ho visto che ha fatto marcia indietro la Ponzani. Io non ho nemmeno partecipato alla manifestazione non autorizzata ammesso che tale fosse”.

”Ci penserò”, ha poi aggiunto il presidente La Russa, rispondendo ancora a chi gli chiedeva se avesse intenzione di ritirare la querela. “A dire il vero è professoressa a contratto, per questo non l’ho chiamata professoressa, altrimenti avrei dovuto dire professoressa a contratto… e poi l’ho chiamata signora, non mi sembra offensivo, ha detto che non vuole che io ritiro“.

“Noi capimmo subito essere quella una giornata trappola per creare incidenti, che l’Msi cercò di evitare in tutti i modi. E non potete neanche immaginare cosa rappresentò per l’Msi la morte di un agente di polizia, a margine di una sua manifestazione. Quelle foto che si vedono sono state fatte in Corso Monforte, non dove avvennero ahimè i contatti con quelle conseguenze drammatiche” della morte del poliziotto, ha sottolineato La Russa.

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Ponzani replica a La Russa: “Non ho alcuna intenzione di scusarmi. Gli storici non devono celebrare il potere”. E annuncia: “Ho sentito il mio avvocato”

27 October 2026 at 15:09

“La professoressa Ponzani non ha alcuna intenzione di scusarsi con il signor presidente del Senato“. La storica Michela Ponzani risponde così al presidente del Senato Ignazio La Russa, che ha annunciato una querela nei suoi confronti dicendosi disposto a ritirarla soltanto in caso di scuse immediate. Ospite di Otto e mezzo, su La7, Ponzani, docente a contratto di Storia contemporanea presso il Dipartimento di Giurisprudenza dell’Università di Roma Tor Vergata, rivendica la ricostruzione dei fatti del 12 aprile 1973 a Milano, quando un corteo neofascista vietato dalla Prefettura sfociò in violenti scontri durante i quali viene ucciso l’agente di polizia 22enne Antonio Marino. E avverte: “Se si vuol negare la storia, spiace dirlo per chi pensa di essere tornato ai tempi delle monarchie assolute, ma gli storici nelle democrazie non hanno il compito di celebrare il potere, devono casomai smontare le narrazioni di comodo. Questo è il nostro mestiere e io continuerò a farlo con tutti i mezzi a mia disposizione”.

La vicenda nasce dalle dichiarazioni della docente nella puntata del 22 ottobre della trasmissione condotta da Lilli Gruber. Commentando il nuovo decreto sicurezza del governo Meloni, approvato dopo i disordini di Milano del 17 e 18 ottobre, Ponzani ha osservato: “Io credo che se nel 1973, fosse stato approvato un decreto sicurezza come quello che viene discusso e approvato oggi, probabilmente noi oggi non avremmo un presidente del Senato“. La storica ha ricordato che quel giorno l’attuale seconda carica dello Stato si mise a capo di una manifestazione non autorizzata, organizzata dal Fuan, e che dall’interno del corteo partì il lancio di una bomba a mano che uccise un poliziotto di 22 anni. Parole che hanno provocato la reazione di La Russa, il quale ha dato mandato ai propri legali di procedere contro la docente per dichiarazioni giudicate “gravemente lesive” della sua onorabilità. Successivamente ha posto una condizione per rinunciare alle vie legali: “Sono pronto a rinunciare ad adire le vie legali qualora la signora Michela Ponzani chiedesse immediatamente scusa”.

La docente replica ribadendo: “La Russa era coinvolto perché era a capo di un corteo vietato dalla prefettura di Milano per motivi di ordine pubblico. Questa è cronaca riportata su varie fonti, noi storici lavoriamo con le fonti, non è che ci inventiamo le false notizie“. E aggiunge: “Se il presidente La Russa vuole querelare me, semplicemente per aver ricordato un fatto storico, deve querelare tutti gli autori di libri che parlano di questo fatto, deve querelare l’archivio centrale dello Stato che conserva ancora oggi la documentazione della questura di Milano e della prefettura di Milano, deve querelare i giornali dell’epoca che riportano fedeli le cronache di quel che accadde”.

La storica torna quindi sul cosiddetto Giovedì nero di Milano: Il 12 aprile 1973 La Russa era alla testa di un corteo neofascista vietato dalla Prefettura di Milano, durante il quale viene ucciso l’agente di polizia Antonio Marino, 22 anni, colpito da una bomba a mano. Per l’omicidio furono condannati i militanti neofascisti Vittorio Loi e Maurizio Murelli. Ignazio La Russa, all’epoca dirigente del Fronte della Gioventù, venne indagato, ma la sua posizione fu archiviata. Il fratello Romano viene processato e assolto. Su questo punto Ponzani sottolinea la distinzione tra la presenza alla manifestazione e la responsabilità per l’omicidio, precisando: “Io non ho detto che fu La Russa ad avere la responsabilità nell’omicidio, ho detto che era presente a quella manifestazione”. E ricorda che “i fascisti del Msi, del Fronte della Gioventù di cui La Russa era segretario, devastarono Milano con incidenti gravissimi“. La docente considera la minaccia di querela da parte di una delle più alte cariche istituzionali “una cosa gravissima” e “non una bella pagina per la democrazia”, per il rischio di mettere a tacere le voci critiche.

Poi arriva la domanda di Lilli Gruber: “La Russa ha detto ‘se la signora Ponzani si scusa immediatamente ritiro la querela’. Signora Ponzani, vuole scusarsi?”. La risposta della storica è accompagnata dall’annuncio di essersi già rivolta a un legale: “Io ho già sentito il mio avvocato Fabio Anselmo per tutelare quelle che sono le mie ragioni, quella che è la mia onorabilità, quella che è la mia professionalità”. Infine Ponzani replica anche al modo in cui La Russa si rivolge a lei, chiamandola “signora” anziché professoressa: “Vorrei ricordare al presidente del Senato della Repubblica italiana che i titoli accademici non si ereditano come i titoli nobiliari, costano tanta fatica, per le donne è ancora più faticoso raggiungere certe vette, quindi io pretendo che mi si riconosca almeno il titolo di professoressa universitaria“.

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La Russa ritirerà la querela contro Ponzani in cambio di pubbliche scuse: questa destra odia la memoria

27 October 2026 at 11:05

Il signor Ignazio Benito La Russa si è detto disponibile a ritirare la querela contro la “signora” Michela Ponzani in cambio di pubbliche scuse.

La professoressa, storica rigorosa e stimata dalla comunità scientifica per la sua serietà, ha respinto la richiesta, lo ha invitato a querelare, a confrontarsi in tribunale, e a chiamarla professoressa. Non sarà facile per il signor La Russa dimostrare la sua estraneità a quei cortei non autorizzati, compreso quello da dove partirono le bombe che colpirono l’agente Marino.

Sarà il caso di ricordare che il signor La Russa, insieme a Salvini, è stato tra i più attivi nel reclamare ed esibire le teste di Roberto Saviano e Sigfrido Ranucci. Telemeloni ha accolto le loro richieste, ma non sempre si può trovare un cortigiano pronto a inchinarsi. Quelle dichiarazioni la professoressa Ponzani le ha rilasciate durante la trasmissione “Otto e mezzo” condotta da Lilli Gruber, la replica non è stata oscurata, e la professoressa non farà un solo passo indietro.

Sara il caso di ricordare che questa destra odia la memoria, vuole cancellare la matrice, non casualmente proprio il signor La Russa ha più volte minacciato, deriso, diffamato il giornalista Paolo Berizzi, unico cronista sotto scorta in Europa per le minacce ricevute da gruppi nazifascisti. Berizzi ha il solo torto di ricordare ogni giorno le imprese, di ieri e di oggi, di chi non ha mai reciso il legame con Mussolini, Salo, Giorgio Almirante…

Se e quando vi sarà la prima udienza che vedrà di fronte il signor La Russa e la professoressa Ponzani, sarà nostro compito schierare la “scorta mediatica”, non solo per solidarizzare con chi ha respinto arroganza e intimidazione, ma anche per solidarizzare con la Costituzione antifascista.

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“Adda venì Vannacci”: chi è davvero il generale e perché una parte d’Italia lo aspetta? Dalla carriera militare alla Lega, il nuovo libro di Francesco Bonazzi indaga il fenomeno politico – L’estratto

27 October 2026 at 08:20

È in uscita il 27 ottobre per l’editore Aliberti Adda venì Vannacci. Chi è davvero il Generale e perché una parte d’Italia lo aspetta del giornalista Francesco Bonazzi. Dalla carriera militare ai rapporti con la Lega fino alla nascita di Futuro Nazionale, l’autore passa al vaglio le posizioni di Roberto Vannacci su sicurezza, famiglia, lavoro, immigrazione, Europa. In un ritratto tagliente e a tratti impietoso, in cui non si concedono scorciatoie nemmeno ai suoi avversari, mette alla prova quella promessa di buonsenso che attraversa i suoi discorsi. Per capirlo, sostiene Bonazzi, dargli del fascista non basta. Bisogna leggere ciò che scrive, osservare come si muove e guardare ai vuoti lasciati dalla politica che vorrebbe fermarlo. Pubblichiamo, per gentile concessione dell’editore, un estratto del volume:

Il dividendo dell’incertezza

Il fenomeno FN non è il trionfo della destra identitaria e non è neppure portatore di una qualche identità, come si cerca di far credere. V si piazza a gambe divaricate, sia fisicamente che idealmente, al centro di mille paure fomentate negli anni e indica un nuovo percorso politico e di conquista del potere alla nuova destra nazionalista e xenofoba. La destra di FN è orgogliosa, muscolare, giovane, senza grossi scheletri negli armadi e si rivende come la destra autentica e senza filtro che scaccia la falsa destra accomodante e imborghesita. V è la moneta cattiva che tenta di scacciare la moneta buona, come nella legge di Gresham.

O, se si vuole essere più brutali, come la nuova agenzia di vigilanza che viene ingaggiata dopo che quella presente non ha “performato” in modo adeguato.

In tutti questi mesi V ha tentato di accreditarsi sul mercato dell’offerta politica come la risposta baldanzosa e movimentista, a tratti persino spiritosa e futurista, alla destra grigia di Giovambattista Fazzolari, alla destra familista di Arianna Meloni e Francesco Lollobrigida, alla destra nepotista di Ignazio La Russa, alla destra inefficiente e tromboneggiante di Adolfo Urso, alla destra delle circolari torve e vagamente inquisitorie del ministro Giuseppe Valditara e a quella dandy e leggiadra di Alessandro Giuli.

V è la naturale evoluzione del generale Francesco Paolo Figliuolo, l’eroe della campagna vaccinale, che tutto può e tutto risolve in un delirio di paure inedite e tecnocrazie in divisa, innescato da una classe politica inetta e che non vuole assumersi delle responsabilità che teme essere impopolari.

V è la prosecuzione sui social media del mitico onorevole Giuseppe Tritoni di Vogliamo i colonnelli, impersonato da Ugo Tognazzi. Più che un’identità, la sua destra è un eterno ritorno, una reincarnazione dell’uomo forte, perfetto per un popolo che forse è stato più mussoliniano che realmente fascista. Un popolo che oggi è in una certa misura già pronto a diventare vannacciano.

V pilota con fiero cipiglio questa nuova destra che si proclama efficiente e identitaria, ha gli stivaloni ben piantati nella tradizione italica più retorica e autocompiaciuta,

ma fonda il suo sistema di valori su una categoria farlocca come il concetto di identità e su un’elaborazione teorica debole o inesistente. Questa famosa identità esiste? Non esiste? Alla fine poco importa. Tanto serve solo a escludere.

L’identità e la sua estrema difesa diventano la giustificazione di ogni deriva securitaria, di ogni xenofobia, di ogni pulsione razzista e della fatidica remigrazione.

Senza la bandierina della «nostra identità» restano sul campo, nudi e impresentabili come il culo della scimmia, razzismo, discriminazioni e gli abusi di potere in divisa dell’ICE (Immigration and customs enforcement). Alla fine, come recita uno slogan di chi si è opposto alla polizia speciale di Trump «Police everywhere, justice nowhere» («polizia ovunque, giustizia da nessuna parte»). Vogliamo arrivarci anche in Italia?

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Chi è Michela Ponzani, la storica querelata da Ignazio La Russa dopo le parole a “Otto e mezzo”

25 October 2026 at 17:34

Il presidente del Senato, Ignazio La Russa, ha dato mandato ai propri legali di procedere per vie giudiziarie contro la storica Michela Ponzani. Al centro della vicenda ci sono le dichiarazioni che Ponzani ha rilasciato il 22 ottobre a “Otto e mezzo”, il programma di La7 condotto da Lilli Gruber.

Chi è Michela Ponzani

Nata a Roma il 12 febbraio 1978, Ponzani è storica, saggista e conduttrice televisiva. Si è laureata in Lettere con lode alla Sapienza, con una tesi sulla memoria della strage delle Fosse Ardeatine, e nel 2007 ha conseguito il dottorato in Studi storici per l’età moderna e contemporanea all’Università di Firenze. Insegna Storia contemporanea all’Università di Roma Tor Vergata. I suoi studi riguardano soprattutto l’antifascismo, la Resistenza e la transizione dal fascismo alla Repubblica. Nel 2024 il presidente della Repubblica Sergio Mattarella le ha conferito l’onorificenza di Ufficiale al merito.

Autrice di diversi libri, per la Rai ha condotto nella stagione 2016-2017 Il tempo e la storia, su Rai3 e Rai Storia, e oggi conduce su Rai Storia Storie contemporanee. La ricerca storica in Italia. È inoltre ospite fissa di talk show di approfondimento su La7, tra cui “Otto e mezzo”, “DiMartedì” e “Piazzapulita”. Collabora con il quotidiano Domani e fa parte del comitato editoriale della Fondazione Domani.

Cosa ha detto a “Otto e mezzo”

Secondo la ricostruzione di Domani, durante la trasmissione Ponzani ha affermato che l’attuale presidente del Senato “si mise a capo di una manifestazione non autorizzata”, organizzata dal Fuan, l’organizzazione giovanile del Movimento sociale italiano. Da quel corteo, ha aggiunto, partì il lancio di una bomba a mano che uccise un agente di polizia di 22 anni. Il riferimento è ad Antonio Marino, morto a Milano il 12 aprile 1973. Alcune ricostruzioni precisano che le parole di Ponzani non sono state trascritte integralmente. L’intervento è circolato in rete in un estratto legato al dibattito sui decreti sicurezza.

La decisione di La Russa è stata comunicata dal portavoce, Emiliano Arrigo, che ha parlato di “dichiarazioni gravemente lesive”. Nella nota si afferma che è documentalmente accertata non solo l’assenza di qualsiasi responsabilità di La Russa nella vicenda, ma anche l’ipotesi stessa di una manifestazione non autorizzata. Il portavoce ha aggiunto che il presidente del Senato può vantare un certificato penale intonso. La nota precisa inoltre che La Russa ha disposto il monitoraggio delle dichiarazioni rese negli ultimi giorni da altri soggetti e che procederà nelle sedi giudiziarie competenti nei confronti di chiunque associ il suo nome alla morte dell’agente Marino.

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La Russa querela la storica Ponzani per un intervento in tv. Conte: “Ritiri, i fatti sono accertati”. Pd: “Dovrebbe tutelare la libertà di espressione”

25 October 2026 at 17:19

Ignazio La Russa annuncia un’azione giudiziaria contro una storica per un intervento in tv sull’ultimo decreto Sicurezza e sul passato politico della seconda carica dello Stato. Il presidente del Senato ha dato mandato ai legali di querelare Michela Ponzani che a Otto e mezzo, su La7, ha rievocato il Giovedì nero di Milano del 12 aprile 1973: una manifestazione dell’estrema destra non autorizzata durante la quale una bomba a mano uccise l’agente di polizia Antonio Marino, 22 anni. Con le nuove norme approvate dal governo Meloni, il succo, non avremmo La Russa presidente del Senato perché quel giorno si mise a capo della manifestazione. Pd e Movimento 5 Stelle chiedono che La Russa ritiri la querela.

Il 12 aprile 1973, a Milano, i vertici del Msi organizzarono una manifestazione nonostante il divieto imposto dalle autorità per ragioni di ordine pubblico. Tra i protagonisti anche La Russa, allora responsabile cittadino del Fronte della Gioventù. Il corteo degenerò in violenze e scontri con le forze dell’ordine. Furono lanciate due bombe a mano: una ferì un passante e un poliziotto, l’altra colpì mortalmente l’agente. Per l’omicidio furono condannati in via definitiva i militanti neofascisti Vittorio Loi e Maurizio Murelli. Per Emiliano Arrigo, portavoce di La Russa, dagli atti giudiziari risulterebbe “non soltanto l’assenza di qualsiasi sua responsabilità in relazione a quella tragica vicenda, ma persino alla semplice ipotesi di manifestazione non autorizzata”. A conferma di ciò, aggiunge, il presidente del Senato può vantare “un certificato penale intonso”.

“Invito il presidente La Russa a ritirare la querela annunciata”, chiede Giuseppe Conte. “Chi ha ruoli di grande responsabilità istituzionale non può scagliarsi contro una storica che esprime un giudizio negativo sull’ennesimo decreto sicurezza partorito dal Governo ed espone un più ampio ragionamento evocando il Giovedì nero di Milano. I fatti sono peraltro accertati da tempo: a capo del corteo non autorizzato che si tenne il 12 aprile 1973, a Milano, c’era anche Ignazio La Russa, all’epoca leader del Fronte della Gioventù di Milano, insieme ai vertici del Msi. Quella parata divenne l’occasione per compiere atti di aggressione e di teppismo da parte dei gruppi più estremisti della destra eversiva, in un clima sociale fortemente incandescente”. Il ‘potere di turno’, aggiunge l’ex premier, “lasci al dibattito storico, oltreché politico, la libertà di discutere liberamente senza subire intimidazioni. La conversione alla democrazia va dimostrata nei fatti!”.

Solidarietà alla storica arriva anche dal Pd. I senatori Dario Parrini, Francesco Verducci e Walter Verini definiscono l’annuncio della querela “un atto grave e infondato” e ricordano che la libertà di ricerca e di discussione pubblica è un principio fondamentale della democrazia. “È un triste giorno quello nel quale il Presidente del Senato annuncia una querela contro una storica di valore” che “ha ricordato, correttamente, una pagina buia della storia italiana. Anche il gruppo dem alla Camera contesta l’iniziativa: “La seconda carica dello Stato dovrebbe essere la prima a tutelare la libertà di ricerca e di espressione“.

Al fianco di Ponzani si schiera infine Differenza Donna, che denuncia il rischio di intimidazioni nei confronti di chi ricostruisce pagine scomode della storia italiana. “La ricerca storica non può essere sottoposta al controllo delle autorità politiche”, afferma l’associazione. “Come associazione femminista e transfemminista, conosciamo i meccanismi attraverso i quali si tenta di delegittimare la parola delle donne quando esercitiamo la libertà di parola esprimendo i saperi, quando interroghiamo il potere e mettiamo in discussione le narrazioni dominanti. La democrazia fondata sull’antifascismo ha il dovere di custodire la memoria, non di sottrarla al confronto pubblico”. La conclusione: “La storia non si querela”.

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Ukrainian drones reportedly strike major shopping mall in Russia’s Belgorod overnight

25 October 2026 at 11:52

Explosion from a reported drone strike on Belgorod's MegaGRINN shopping center, 25 October 2026. Screenshot from video: Exilenova+

Ukrainian forces reportedly struck the MegaGRINN shopping and entertainment complex in the Russian city of Belgorod during a mass drone attack overnight on 25 October, when the mall was closed and no visitors were inside, according to the Ukrainian monitoring channel Exilenova+.

Russian authorities reported that a civilian was killed and 10 people were injured in the broader mass drone attack on Belgorod. One of the injured was an ambulance worker, according to the regional operational headquarters. 

The majority of the drones reportedly targeted one area in the city center, according to ASTRA.

Belgorod’s largest shopping complex targeted

Exilenova+ identified the reported target as MegaGRINN, Belgorod’s largest shopping and entertainment complex covering about 163,000 square meters. The facility houses more than 200 stores, a supermarket, restaurants, a cinema, and entertainment areas.

Belgorod is a Russian city about 34 kilometers (21 miles) from Ukraine’s northeastern border and roughly 70 kilometers (43 miles) from Kharkiv. The city and surrounding oblast have repeatedly come under Ukrainian drone attacks during Russia’s full-scale war against Ukraine.

Belgorod Oblast borders Ukraine’s Sumy, Kharkiv, and Luhansk oblasts. Russian forces have used the region to launch missile and drone attacks on Ukraine and to stage ground offensives across the border.

Update: Ukraine’s General Staff reports strikes on Russian radar stations in Belgorod Oblast

Update 18:00: Ukraine’s General Staff said Ukrainian forces struck Russian radar stations near Hostishchevo and Kurgannoye in Russia’s Belgorod Oblast on 24 October and overnight on 25 October.

The General Staff said the strikes would create gaps in Russian radar coverage and expand Ukraine’s ability to use unmanned systems. 

The update did not mention an attack on Belgorod city or the shopping mall.

Russia steps up attacks on Ukrainian retail infrastructure

The reported strike comes amid an intensified Russian campaign against Ukrainian retail and logistics infrastructure. These attacks have included strikes on shopping centers during business hours, including a 21 August Russian drone attack on the crowded Soniachna Halereia mall in Kryvyi Rih, where 16 people were killed and more than 120 injured.

The reported strike on MegaGRINN took place overnight, when the complex was reportedly closed and empty of visitors. Russian authorities reported casualties from the wider attack on Belgorod, but have not linked them to the mall.

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