The uplifting story of one of Zimbabwe’s pioneering women rangers


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É com agrado que tenho visto que a menopausa é cada vez mais um tema discutido abertamente, contribuindo para desmistificar um processo natural da vida da mulher e dar a conhecer o que a ele diz respeito, o que é normal e o que deve ser entendido como um sinal de alarme.
Esta fase traz consigo alterações que podem impactar o dia-a-dia das mulheres, com ciclos menstruais que terminam e níveis hormonais que se alteram, além dos sintomas como afrontamentos, alterações de sono ou secura vaginal. Tudo isto faz parte desta nova etapa. Porém, há uma mudança que não deve ser atribuída à menopausa: o aparecimento de uma hemorragia vaginal depois de um período prolongado sem menstruação, ou seja, qualquer sangramento vaginal que ocorra depois de 12 meses sem menstruar.
Esta hemorragia pode ser semelhante à menstruação, mas também pode manifestar-se através de pequenas perdas de sangue ou um corrimento rosado ou acastanhado. O importante é saber que, mesmo quando é pouco intenso ou acontece apenas uma vez, a mulher deve procurar um profissional de saúde para uma avaliação. A razão é simples: este pode ser um dos primeiros sinais de cancro do endométrio, um tumor que se desenvolve no revestimento interno do útero.
Embora a maioria das mulheres com hemorragia pós-menopausa não tenha cancro, este é um sinal que pode, literalmente, salvar vidas, já que é muito evidente e pode significar um prognóstico muito favorável quando o tumor é diagnosticado numa fase precoce. Este é, desde logo, o sintoma mais frequente deste tipo de cancro e contribui, quando não é desvalorizado, para 80% dos diagnósticos precoces.
A avaliação médica irá permitir perceber a origem do sangramento e determinar se serão necessários exames complementares, segundo cada situação clínica. O processo envolve a realização de uma observação ginecológica e uma ecografia transvaginal, para avaliar a espessura do endométrio e identificar alterações que justifiquem uma investigação mais aprofundada, que pode envolver uma histeroscopia e/ou biópsia do endométrio.
Durante a consulta, a mulher deve referir não apenas o episódio de sangramento, mas também outros aspetos da sua história clínica, medicamentos que toma e eventuais antecedentes familiares. Isto porque existem outros fatores que podem aumentar o risco de alterações do endométrio, como obesidade (um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento deste tipo de tumor), diabetes, determinadas terapêuticas hormonais ou fatores hereditários.
Contudo, é importante não transformar isto numa situação de alarme, mas encará-la como uma oportunidade para cuidar da saúde. Perante sinais do corpo, as mulheres tendem a desvalorizá-los, atribuindo-os ao cansaço e ao ritmo exigente do dia-a-dia, adiando, por vezes, a procura de uma avaliação médica. Existem várias causas benignas para a hemorragia pós-menopausa. Por exemplo, a redução dos estrogénios associados à menopausa pode provocar uma redução na espessura do endométrio e uma fragilidade dos tecidos da vagina.
A existência de pólipos também pode provocar um sangramento após a menopausa. A utilização de terapêutica hormonal da menopausa pode, igualmente, contribuir para hemorragias ou perdas irregulares de sangue durante determinados períodos do tratamento, sobretudo no início ou após as alterações da terapêutica.
Ainda assim, a mensagem é clara: perante uma hemorragia inesperada após a menopausa, esta deve ser motivo para procurar uma avaliação médica. Mais do que falar de medo, devemos falar de atenção. O cancro do endométrio pode ser tratado de forma eficaz quando detetado numa fase inicial, e reconhecer os possíveis sinais e procurar ajuda é uma parte fundamental para um diagnóstico precoce.
Na maioria dos casos, felizmente, a causa não será cancro, mas só uma avaliação médica poderá esclarecer a origem de um sangramento e, quando necessário, permitir atuar atempadamente. Fazê-lo não é alarmismo, é prevenção.
* Médica de Medicina Geral e Familiar da USF Vale do Arunca, ULS Região de Leiria
The public education system in Madrid – teachers and students alike – launched an indefinite strike on Wednesday, October 14. Tens of thousands emptied classrooms and took to the streets, demanding an end to the regional government’s education policy – warning that it promotes privatization.
Episodes of police violence were reported near part of the education sites.
A joint union front, including sectoral branches of the General Union of Workers (Unión General de Trabajadores, UGT), the Workers’ Commissions (Comisiones Obreras, CCOO), and the General Confederation of Labor (Confederación General del Trabajo, CGT), among others, started building the mobilization months ago.
While preparing the strike, they tabled demands including wage increases, investment into education infrastructure, and smaller class sizes.
“Madrid’s teachers have said ‘enough is enough’ in the face of regional policies that seek to dismantle public services in favor of private management, demonstrating a profound contempt for the inclusive school, one that equalizes, protects, and guarantees real opportunity for the future of children and the working class,” the union front stated.
“This strike is not just for teachers,” UGT Public Services Madrid emphasized in a statement. “We are defending quality public education for students and their families, who are the ones who suffer the consequences of overcrowded classrooms and staff shortages.”

Union demands were endorsed by students, including the student union Sindicato de Estudiantes. “Ceilings are crumbling, there is no air conditioning, facilities are outdated, and students are forced to learn in makeshift and portable classrooms or overcrowded spaces,” the organization stated.
Students and teachers insist on the responsibility borne for the crisis by the regional People’s Party government led by Isabel Díaz Ayuso. Ayuso was also an often-quoted name in recent housing mobilizations in Madrid, where demonstrators linked the right-wing party’s policies with the ongoing housing crisis – including the eviction of Maricarmen Abascal.
The education strike, Sindicato de Estudiantes wrote, is a “way to involve the entire working class and youth against a reactionary government that not only does business with public education, but is selling our neighborhoods to vulture funds and rentier landlords who speculate on housing, one that steals money from public health to hand it to companies and the corrupt …”
In their communications, student associations echoed the historic school strikes taking place in France. “Also very present in the minds of Madrid students, as in the entire State, are the events shaking France and Belgium: the enormous student strikes of our colleagues that have filled Paris and dozens of cities, and the brutal police repression that they have had to endure,” they wrote. “We know that we are in a decisive moment, and like them, we will fulfill our task.”
Strong adherence to the education strike gives hope for an even stronger mobilization on November 11, when Spain’s labor movement has called for a general strike to increase wages, fight against the cost of living crisis, and overhaul the country’s housing policy.