O tribunal considerou que o arguido sabia que o fogo podia consumir a floresta e as pessoas que ali viviam. Juíza alertou: podia responder por homicídios.
O fogo lavra no lugar de Vilar da Mó, na freguesia de Belver, em zona de pinheiros, eucaliptos e mato. Proteção Civil garante que não há habitações em risco.
Homem, de 71 anos, provocou um incêndio florestal com uma queima de sobrantes que se descontrolou. Queima de amontoados sem autorização e apoio definido pela autarquia local é considerado intencional.
Até 31 de outubro "as queimas de amontoados, estão sujeitas a autorização da autarquia local" e o responsável pela queima "não pode abandonar o local durante o tempo em que a mesma decorre e até que se encontre devidamente apagada e garantida a sua efetiva extinção"
Incêndio foi dado como dominado às 06h20, sem causar vítimas. Edifícios principais da fábrica de calçado não foram afetados, disse fonte do Comando Sub-Regional da Área Metropolitana do Porto.
Ano de 2026 apresenta o quinto valor mais reduzido em número de incêndios e o sexto valor mais elevado de área ardida da década. Incêndios aumentaram este ano, o que já não acontecia desde 2022.