Governo e a imigração: Portugal é um dos últimos moderados e não se preparou para imigrantes

Um vídeo publicado em diversas redes sociais e sites de notícias mostraram um militante bolsonarista branco conduzindo um homem negro acorrentado, durante o último ato de campanha do candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL), neste sábado (24), na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Na imagem é possível ver que o apoiador de Flávio Bolsonaro estava vestido de calça e jaqueta verde e branco com aplicações da bandeira do Brasil, camisa e tênis azuis. O homem negro acorrentado estava com uma camisa com listras vermelho e preto, bermuda preta e carregava um tridente. O homem branco se refere ao homem negro como “Luladrão, Satanás e Capiroto”.
“É inaceitável que uma pessoa negra seja acorrentada e humilhada, especialmente por reproduzir uma dinâmica já reconhecida pela Organização das Nações Unidas como o maior crime já cometido contra a humanidade”, apontou em nota do Ministério da Igualdade Racial.
“Cenas como essa, especialmente no contexto eleitoral, têm um significado ainda mais profundo sobre as marcas que nossa sociedade ainda carrega sobre o período escravagista e como ele segue ferindo nossa nação”, completou a pasta.
Mais cedo, a deputada federal eleita pelo Rio de Janeiro Anielle Franco (PT) publicou uma mensagem no seu perfil na rede social X informando que iria acionar o Ministério da Igualdade Racial para que adotasse as medidas necessárias tanto em relação ao caso de racismo no Rio de Janeiro quanto ao de intolerância religiosa em Belo Horizonte, ambos ocorridos em atos bolsonaristas.
Na capital mineira, uma mulher rasgou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, durante um ato pró Flávio Bolsonaro.
“Estive na live do Exército do Lula com Janones, Muka e Rafael Infante. Falamos de mobilização e virada de votos, mas também de dois absurdos: racismo na Barra e intolerância religiosa em BH. Vou procurar o Ministério da Igualdade Racial para entender as medidas cabíveis. Não vamos deixar passar!”, disse Anielle na publicação.

Lidia Sánchez, a Nicaraguan immigrant who arrived in California as a child, had two items on her agenda on a warm October morning: a routine doctor’s appointment and personally dropping off her ballot at an election office drop box in Los Angeles. She had always voted by mail, but this time she feared her ballot might not reach its destination and that her vote would not be counted.
Patrick Crusius, a withdrawn 21-year-old, drove nine hours from the outskirts of Dallas to El Paso, on the U.S.–Mexico border. After driving all night, he spent another hour behind the wheel with no fixed destination until he parked outside a Walmart. Shortly after 10:30 a.m., he posted a manifesto on an online forum warning of “a Hispanic invasion of Texas” and pulled a semiautomatic rifle from his trunk. Crusius killed 23 people and wounded 22 others, most of Mexican origin. That August 3, 2019 attack was the deadliest racist attack suffered by the Latino community on U.S. soil.

© Brian McConkey (Brian McConkey)