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Nova Triumph Tiger 1200 chega com 158 cv e foca no torque em baixo giro

27 October 2026 at 21:22

A Triumph revelou a nova geração da Tiger 1200, trazendo atualizações focadas em desempenho, ergonomia e tecnologia assistida ao piloto. A linha de motocicletas de alta cilindrada recebeu incrementos de potência, suspensão semiautiva atualizada e um pacote de assistências eletrônicas desenvolvido em parceria com a Bosch.

A gama continua dividida em quatro versões: GT Pro, Rally Pro, GT Explorer e Rally Explorer. Os modelos GT utilizam rodas de alumínio fundido de 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira, enquanto as versões Rally adotam rodas raiadas para uso fora de estrada. As configurações Pro mantêm o tanque de combustível de 20 litros, enquanto as versões Explorer sobem a capacidade para 30 litros.

Motorização e mecânica

Nova Triumph Tiger 1200
Nova Triumph Tiger 1200 • Divulgação Triumph

O motor de três cilindros em linha e 1.200 cm³ com virabrequim T-Plane passou por modificações no cabeçote, pistões e válvulas de admissão e escape. Com as revisões, o propulsor entrega 158 cv a 9.250 rpm (ganho de 8 cv em relação à geração anterior), além da maior entrega de torque em baixas rotações.

As atualizações mecânicas englobam ajustes no eixo balanceador e na transmissão final por eixo cardã, visando reduzir a vibração e suavizar a troca de marchas no câmbio de seis velocidades. O escalonamento das primeiras marchas também foi revisado para melhorar o controle do veículo em baixas velocidades e em manobras de tráfego urbano.

Suspensão semiautiva e rebaixamento automático

Nova Triumph Tiger 1200
Nova Triumph Tiger 1200 • Divulgação Triumph

Uma das principais novidades técnicas é a introdução do sistema de suspensão semiautiva. O equipamento traz a função de ajuste automático de altura, que reduz a pré-carga da suspensão traseira à medida que a motocicleta para, diminuindo a altura do assento em 3 cm.

Com a adoção do assento baixo (opcional ou de série a depender do mercado) e a função de rebaixamento ativa, a altura em relação ao solo pode chegar a 79 cm. Assim que o veículo retoma o movimento, o sistema restabelece a altura normal de rodagem em poucos segundos. O conjunto também auxilia o acionamento do descanso central, elevando temporariamente a parte traseira para reduzir o esforço físico do condutor.

Painel com conectividade e pacote de radares

Nova Triumph Tiger 1200
Nova Triumph Tiger 1200 • Divulgação Triumph

O painel de instrumentos foi atualizado com uma tela sensível ao toque HD de 7 polegadas da Bosch, compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio. A cabine conta com um compartimento para smartphone na parte superior do tanque, equipado com conector USB-C e ventilador de arrefecimento automatizado.

O modelo estreia ainda o conjunto de radares dianteiro e traseiro da Bosch, que viabiliza o pacote de sistemas de assistência ARAS. A tecnologia inclui controle de cruzeiro adaptativo, assistente de ponto cego, alerta de colisão frontal, frenagem de emergência assistida e aviso de distância traseira. Os recursos funcionam integrados ao freio ABS e ao controle de tração otimizados para curvas, monitorados por uma unidade de medição inercial (IMU) de seis eixos.

Preços e versões no mercado internacional

Nova Triumph Tiger 1200
Nova Triumph Tiger 1200 • Divulgação Triumph

A nova linha Tiger 1200 já está disponível para encomendas no mercado britânico. A montadora ainda não confirmou o cronograma de lançamento nem os valores para o mercado brasileiro.

Confira os preços iniciais da gama no Reino Unido:

  • Tiger 1200 GT Pro: a partir de £ 18.295 (cerca de R$ 130 mil)

  • Tiger 1200 Rally Pro: a partir de £ 18.995 (cerca de R$ 145 mil)

  • Tiger 1200 GT Explorer: a partir de £ 19.875 (cerca de R$ 141 mil)

  • Tiger 1200 Rally Explorer: a partir de £ 20.575 (cerca de R$ 146 mil)

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Mercedes CLA 200 AMG Line entra em pré-venda no Brasil por R$ 364,9 mil

27 October 2026 at 20:17

A Mercedes-Benz deu início à pré-venda do novo CLA 200 AMG Line no mercado brasileiro, com preço público sugerido de R$ 364.900. O modelo é o primeiro automóvel no país a adotar a nova plataforma modular MMA (Mercedes-Benz Modular Architecture), inaugurando a próxima ofensiva de produtos compactos da montadora alemã.

O lançamento representa a renovação de um dos veículos mais emblemáticos da fabricante, combinando a atualização da linguagem de design a novas tecnologias digitais e de assistência à condução.

“A abertura da pré-venda nos permite iniciar esse relacionamento desde os primeiros interessados e reforça a importância estratégica desse veículo para o crescimento da marca, tanto na atração de novos consumidores quanto na fidelização dos clientes atuais”, afirmou Fabio F. Silva, Head de Vendas Automóveis da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil.

O CLA 200 traz de série o pacote visual AMG Line, que inclui rodas exclusivas de 18 polegadas e teto solar panorâmico. Entre as soluções de conveniência no dia a dia, o veículo traz o sistema HANDS-FREE ACCESS, que permite o acesso e a abertura do porta-malas sem o uso direto das mãos.

A montadora ainda não confirmou os dados de motorização, performance ou a data de chegada do modelo ao território nacional, porém, na Europa, o modelo trocou o motor 1.3 da Renault para um sistema híbrido leve de 48 volts com motor 1.5 turbo, que entrega 184 cv e 33,6 kgfm.

No interior, o destaque é o avanço na experiência digital com a introdução da nova geração do sistema MBUX acoplado à estrutura Superscreen.

Serviços conectados e segurança

No âmbito da tecnologia, o modelo passa a contar com o pacote de Funcionalidades Digitais Extras no mercado nacional. O sistema inclui recursos como a chave digital, comandos de voz online, monitoramento e localização remota em tempo real, além de pré-instalação para câmera integrada.

O pacote de assistência à condução é composto por sistemas como o assistente de distância “Distronic”, assistente de manutenção de faixa, assistente de frenagem, assistente de ponto cego plus e o sistema Parktronic para auxílio em estacionamentos.

O Mercedes-Benz CLA 200 AMG Line já pode ser encomendado em toda a rede de concessionários da marca no país.

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Bateria Gen6 da BMW ganha prêmio de inovação em tecnologia na China

27 October 2026 at 19:53

O Grupo BMW foi reconhecido com o prêmio “Tecnologia Inovadora Global de Veículos de Nova Energia” durante o Congresso Mundial de Veículos de Nova Energia de 2026, realizado na China.

A honraria premiou as inovações da sexta geração (Gen6) de baterias de alta tensão da montadora alemã, que se tornou a única fabricante automotiva estrangeira a receber a distinção no evento.

A tecnologia serve como base técnica para a linha Neue Klasse, nova família de veículos 100% elétricos da marca alemã. A transição da quinta para a sexta geração da arquitetura eDrive envolveu o registro de mais de 500 registros de patente pelo grupo automotivo.

“Ele confirma nossa abordagem de longo prazo, que combina inovação tecnológica com os mais altos padrões de qualidade e segurança. Com a Neue Klasse, estamos estabelecendo novos padrões nessa área”, afirmou Jochen Goller, membro do Conselho de Administração da BMW AG.

Células cilíndricas e arquitetura de 800 V

Fábrica de Shenyang é a terceira do novo conjunto global de produção; células cilíndricas têm densidade de energia mais de 20% maior e recarga e autonomia até 30% melhores, diz a marca
Fábrica de Shenyang é a terceira do novo conjunto global de produção; células cilíndricas têm densidade de energia mais de 20% maior e recarga e autonomia até 30% melhores, diz a marca • Divulgação BMW

Desenvolvida sobre uma arquitetura elétrica de 800 volts, a bateria Gen6 adota células cilíndricas com cátodo de alto teor de níquel e invólucro estrutural de aço. O conjunto elimina a necessidade de módulos intermediários — conceito conhecido como cell-to-pack —, permitindo que as células sejam integradas diretamente à carcaça do equipamento para elevar a densidade energética no mesmo espaço de instalação.

Segundo dados da fabricante, o formato garante um ganho de densidade de energia superior a 20% em comparação à geração anterior, proporcionando um incremento de até 30% na autonomia do veículo e na velocidade de recarga. O sistema também foi projetado para permitir carregamento bidirecional (fornecendo energia da bateria de volta à rede ou a outros dispositivos) e suporte a infraestruturas de recarga de 400 V e 800 V.

O gerenciamento do fluxo de energia e dos dados da bateria é realizado pela unidade de controle Energy Master, sistema com hardware e software desenvolvidos internamente pela própria BMW e instalado diretamente no conjunto da bateria de alta tensão.

Produção global e estratégia industrial

Fábrica de Shenyang é a terceira do novo conjunto global de produção; células cilíndricas têm densidade de energia mais de 20% maior e recarga e autonomia até 30% melhores, diz a marca
Fábrica de Shenyang é a terceira do novo conjunto global de produção; células cilíndricas têm densidade de energia mais de 20% maior e recarga e autonomia até 30% melhores, diz a marca • Divulgação BMW

A revelação do prêmio ocorre em paralelo à consolidação da rede global de produção do componente. A BMW deu início à fabricação em série das baterias Gen6 no complexo de Shenyang, na China, que se somou às unidades de Debrecen (Hungria) e Irlbach-Straßkirchen (Alemanha). As fábricas de Woodruff (Estados Unidos) e San Luis Potosí (México) estão programadas para iniciar a montagem em série da tecnologia nas próximas etapas de expansão da rede.

A estratégia industrial da montadora prevê a instalação das unidades de montagem de baterias próximas às linhas de produção dos veículos elétricos (conceito “local for local”), visando reduzir distâncias de transporte, mitigar gargalos de suprimento e padronizar o controle de qualidade por meio de inteligência artificial e inspeções automatizadas em tempo real.

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Bollo auto, l’esenzione aiuta i meno abbienti ma il governo non sa come finanziarla dal 2028. L’Ufficio di bilancio: “Criticità”

27 October 2026 at 19:38

Se nella prossima manovra arriverà un’estensione dell’esenzione dal bollo auto ai van delle famiglie numerose si saprà solo mercoledì, al termine del Consiglio dei ministri. Intanto a escludere la possibile trasformazione in misura permanente dello stop del pagamento del bollo, che solo per il prossimo anno costa circa 2,36 miliardi di euro, è l’Ufficio parlamentare di bilancio (Upb) che, in un focus, mette in guardia: richiederebbe risorse finanziarie di carattere strutturale e il governo non ha ancora trovato le coperture. Ma l’Upb conferma pure che l’esenzione valida solo per il 2027 aiuterà soprattutto le famiglie meno abbienti e, considerata insieme alle riduzioni di accise sui carburanti disposte nel corso di quest’anno, varrebbe potenzialmente circa la metà del peso del caro carburanti del 2026.

Ripartiamo dai numeri. L’esenzione dal bollo auto prevista per il 2027 riguarderà meno della metà dei veicoli in circolazione (il 45%), ma raggiungerà il 65% degli intestatari e il 73% delle famiglie che possiedono almeno un mezzo. Questo perché la misura prevede l’esenzione per una sola auto di potenza non superiore a 80 kW oppure, in assenza di una vettura, un motociclo o ciclomotore. Il vantaggio sarà così più consistente per i nuclei con minore capacità di spesa: lo 0,9% della spesa nel primo decile, contro lo 0,1% nell’ultimo, dove ci sono i più benestanti. La motivazione è chiara: nelle famiglie con reddito più basso c’è una sola auto di bassa-media cilindrata che rientrerà nell’esenzione, mentre i nuclei più abbienti e con più auto continueranno a pagare dal secondo bollo in poi. A livello familiare, insomma, basta che un solo componente abbia diritto all’esenzione perché l’intero nucleo ne benefici. Una simulazione positiva, considerando che la misura interviene su un tributo che “incide fino a sei volte di più sui bilanci delle famiglie meno abbienti rispetto ai nuclei più agiati”.

Si tratta di un’esenzione che si aggiunge alle riduzioni delle accise varate anch’esse con lo scopo di alleggerire i costi della mobilità privata. Insieme, le due misure valgono potenzialmente lo 0,6% della spesa delle famiglie, circa la metà dell’aumento di spesa causato dal rincaro dei carburanti nel 2026. E due terzi di questo effetto vengono dall’esenzione dal bollo. Ma se le due misure danno un sostegno immediato, funzionano in modo molto diverso. Il taglio delle accise, come il rincaro, è proporzionale a quanto si usa l’auto e pesa in modo quasi uniforme lungo la curva dei decili di spesa, tra 0,2 e 0,3 punti percentuali. L’esenzione riflette i pregi e i limiti del tributo su cui interviene: favorisce maggiormente le famiglie meno abbienti, sulle quali il tributo pesa di più, ma contrasta in modo disomogeneo il rincaro dei carburanti, poiché il beneficio non dipende dall’effettivo utilizzo del veicolo.

E da qui partono le criticità, in primis quella sulle coperture. Se nel 2027 l’esenzione sarà compensata con fondi in avanzo del Pnrr, per il 2028 e il 2029 il tema rimane ancora nell’indeterminatezza. Inoltre la misura è stata varata senza aver considerato fino in fondo l’impatto sulle Regioni, che incassano la tassa e che vedrebbero sostituito il gettito con un trasferimento statale. Il mancato gettito sarà compensato da un trasferimento dello Stato, la cui ripartizione tra le Regioni sarà stabilita da un successivo decreto ministeriale. In questo modo le maggiorazioni delle tariffe che alcune Regioni hanno scelto di applicare finiscono a carico di tutti i contribuenti italiani. Inoltre per l’Upb non è chiaro se il ristoro tenga conto delle modifiche introdotte dal decreto legislativo di agosto. Se fosse ripartito sulla base della normativa precedente, ne vanificherebbe per il 2027 gli effetti sulla distribuzione del gettito tra Regioni: il riassetto del tributo definito in agosto verrebbe così superato, prima ancora di trovare applicazione, dalla misura di settembre.

C’è infine un limite di orizzonte: il confronto considera solo la maggiore spesa per carburanti del 2026. Se i prezzi non tornassero ai livelli precedenti la crisi, le famiglie avrebbero costi più alti anche nel 2027, che qui non sono conteggiati.

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Veja qual é o veículo mais longevo do Brasil, produzido há 46 anos

27 October 2026 at 18:54

Lançado originalmente em 1980, o Fiat Fiorino atingiu a marca de 46 anos de produção contínua no mercado nacional. O feito consolida o furgão compacto como o veículo de menor índice de interrupção fabril há mais tempo em fabricação no Brasil.

Fabricado no Polo Automotivo de Betim (MG), o modelo é líder isolado de vendas na categoria de utilitários leves desde 2003, acumulando mais de 22 anos consecutivos no topo do segmento comercial.

Do Fiat 147 à base do Uno: a trajetória de três gerações

Fiat Fiorino Trekking MTV 1997
Fiat Fiorino Trekking MTV 1997 • Divulgação

A trajetória do furgão começou ligada ao projeto do Fiat 147, primeiro automóvel produzido pela montadora italiana no país. Batizado de Fiorino 147, a versão estreante oferecia 3,78 metros de comprimento e capacidade para acomodar volumes em um compartimento fechado montado sobre uma plataforma de veículo de passeio. Na época, o modelo utilizava motores que entregavam 61 cv (gasolina) e 62 cv (etanol).

Em 1982, a gama expandiu-se com configurações voltadas também para o transporte de passageiros e uso misto, como as versões Settegiorni, Vetrato e Combinato, todas equipadas com bagageiro sobre a cabine para ampliar o volume transportado e otimizar a aerodinâmica.

A segunda geração estreou em 1988, quando o modelo adotou a arquitetura do Fiat Uno (imagem). A reformulação ampliou a capacidade de carga para 540 kg e o volume do baú para 2.700 litros, estabelecendo o padrão de cabine e compartimento traseiro que acompanhou o modelo ao longo das décadas de 1990 e 2000.

Configuração atual e eficiência operacional

Fiat Fiorino
Fiat Fiorino • Divulgação

A terceira e atual geração do utilitário passou a utilizar a plataforma do Novo Uno em 2014, elevando a capacidade de carga útil para 650 kg. Atualmente comercializado na versão Endurance, o furgão conta com o motor 1.3 Firefly Flex, que entrega até 107 cv de potência e 13,7 kgfm de torque quando abastecido com etanol.

Segundo dados de homologação, o consumo urbano alcança 12,4 km/l e o rodoviário chega a 13,6 km/l com gasolina. O compartimento traseiro disponibiliza 3,3 m³ de volume útil, acessível por portas com abertura de até 180 graus.

O pacote de equipamentos de série inclui recursos de assistência à condução, como controle eletrônico de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa (Hill Holder), alerta de frenagem de emergência, monitoramento de pressão dos pneus e direção elétrica.

Mercado de carros usados supera 12,5 milhões de vendas

 

Marcas chinesas ultrapassam japonesas pela primeira vez nas vendas de automóveis na Europa

By: ZAP
27 October 2026 at 13:40
As marcas chinesas valem agora 12,7% das vendas de automóveis na Europa. Pela primeira vez ao longo de um trimestre inteiro, os fabricantes chineses venderam mais do que os japoneses na Europa. Este é um sinal da rapidez com que marcas como a BYD e a Chery estão a ganhar terreno no velho continente, diz o The Japan Times. Segundo a empresa de estudos de mercado Dataforce, as matrículas de automóveis de marcas chinesas praticamente duplicaram em setembro face ao mesmo mês do ano anterior, e chegaram a 12,7% do total de vendas na região, puxadas pelos híbridos. Ficam assim

Bollo auto, il Governo studia lo stop per tutti: l’ipotesi senza limiti di potenza

27 October 2026 at 11:06

L’esenzione del bollo auto potrebbe estendersi a una platea maggiore. Si potrebbe arrivare a togliere il bollo a tutte le prime auto di proprietà, senza distinzioni di potenza. È stata questa una delle ipotesi sul tavolo del vertice di maggioranza. L’obiettivo sarebbe quello di agevolare indistintamente tutti i possessori di un’auto, anche coloro che possiedono mezzi più potenti.

Il decreto-legge approvato a settembre infatti esenta dal bollo per il solo 2027 le persone con un veicolo a benzina, gasolio o ibrido con potenza fino a 80 kW (circa 109 cavalli). La platea iniziale è di 24,6 milioni di proprietari, ma l’intenzione della manovra è di rendere strutturale la misura o di allargarne la platea. Il nodo è sempre lo stesso: trovare le risorse per compensare le Regioni del mancato gettito.

Esenzione bollo per tutti: l’ipotesi

L’ipotesi di un’esenzione del bollo auto per tutti i proprietari di un veicolo è sul tavolo del vertice di maggioranza. Se ne è parlato lunedì 26 ottobre e potrebbe essere inserita nel testo della legge di bilancio mercoledì 28 ottobre.

L’obiettivo dichiarato sarebbe quello di non escludere nessuno dall’esenzione, così da permettere a tutte le famiglie di ottenere uno sconto sulle tasse da pagare in un anno. La platea iniziale era di 24,6 milioni di proprietari di veicoli esclusi dal pagamento per il 2027 del bollo, ma l’ipotesi di un’esenzione per tutti allarga di molto tale platea.

Chi rientra nell’esenzione allargata

Il decreto-legge approvato a settembre esenta dal bollo le persone fisiche con un unico veicolo con potenza fino a 80 kW, circa 109 cavalli.

Che sia per un’auto a benzina, gasolio o ibrida, la platea è di 24,6 milioni di proprietari. Secondo quanto stabilito però per il 2027 restano fuori tutti coloro che possiedono un’auto sopra la soglia degli 80 kW.

L’intenzione sarebbe invece quella di togliere il limite di potenza per i veicoli. Il decreto è alla Camera, in esame alla Commissione Finanze dove diversi emendamenti puntano ad ampliare la platea o a prolungare il periodo dell’esenzione oltre al solo 2027.

Proposta bonus fino a 490,20 euro

Tra gli emendamenti ce n’è anche uno a firma del presidente della Commissione Marco Osnato, di Fratelli d’Italia. Questo prevede di riconoscere per il 2027 un contributo pari al bollo pagato per le famiglie che hanno più di tre figli, di cui almeno uno minorenne.

Si tratterebbe di un bonus fino a 490,20 euro che vale per i veicoli fino a 160 kW omologati da sei a nove posti. Si andrebbero così ad aiutare le famiglie numerose che possiedono un mezzo di trasporto dalla capacità ampia.

Esenzione bollo strutturale

L’intenzione dell’esecutivo però potrebbe essere un’altra ancora. Con lo strumento della Manovra, il governo potrebbe andare verso la resa strutturale dell’esenzione del bollo.

Al momento infatti il decreto indica l’esenzione per la sola scadenza del 2027, ma già a settembre il ministro dell’Economia Giancarlo Giorgetti aveva parlato dell’intenzione di andare oltre:

Ribadisco la volontà del governo di rendere strutturale l’eliminazione del bollo auto.

Anche nel Consiglio dei Ministri del 13 settembre la premier Giorgia Meloni aveva parlato di un’abolizione “in modo strutturale”. La norma, se dovesse passare, lo farà nella legge di Bilancio. Per farlo però bisogna capire in che modo compensare le Regioni per il mancato gettito del bollo auto.

Proteggere la filiera per frenare l’arrivo di auto cinesi

27 October 2026 at 09:39

L’Europa cerca di proteggersi dalle auto cinesi con dazi e accordi. Ma se manca una strategia industriale, ridurre le importazioni non ne fermerà l’avanzata. Sarà solo una difesa dei margini dei costruttori, a scapito di occupazione e consumatori.

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Automotive, un’impresa su due punta sulle competenze software. La sfida del futuro parte dai giovani

By: F. Q.
27 October 2026 at 08:57

Il futuro dell’automotive passa sempre più dal software, dalla digitalizzazione e dalle competenze legate alla sostenibilità. Nei prossimi tre anni, un’impresa su due prevede di inserire nuovi professionisti nello sviluppo software e delle applicazioni, mentre il 47% guarda a figure specializzate in sostenibilità ed energy management e il 45% alla digitalizzazione dei processi produttivi. È quanto emerge dalla ricerca Competenze e professioni nel settore automotive, realizzata da Youtrend per Geely, che fotografa un settore alle prese con una profonda trasformazione tecnologica e professionale.

I risultati sono stati presentati a Bari, in occasione della terza tappa dei Geely Auto Talks, l’iniziativa promossa dal costruttore cinese e da Jameel Motors Italia. L’incontro, ospitato dall’Università LUM “Giuseppe Degennaro”, ha riunito rappresentanti delle imprese, delle istituzioni e del mondo accademico per discutere delle opportunità che la nuova mobilità può offrire ai giovani, soprattutto nel Mezzogiorno.

Proprio la capacità di trattenere i talenti rappresenta una delle sfide principali per il territorio. In Puglia, infatti, il 31% degli ingegneri magistrali formati nella regione lavora nel Centro-Nord e un ulteriore 5% all’estero. Una perdita di competenze che assume particolare rilevanza per una filiera automotive che occupa tra 30.000 e 40.000 persone e deve confrontarsi con l’evoluzione delle motorizzazioni, della meccatronica e dei processi industriali.

Ma la rivoluzione tecnologica non riguarda soltanto le fabbriche: a cambiare è anche il modo di vendere e gestire le automobili. Un esempio arriva dal progetto AUTOBOTS, sviluppato dal Politecnico di Bari insieme a Maldarizzi Automotive, che esplora il modello della concessionaria del futuro attraverso intelligenza artificiale, Digital Twin, automazione e gestione intelligente dei processi. Un campo di sperimentazione che mostra come l’innovazione possa coinvolgere anche distribuzione e servizi, aprendo la strada a nuove figure professionali.

Il rapporto tra tecnologia e lavoro è stato al centro anche del confronto con i rappresentanti di Confindustria Bari-BAT, Michael Page Executive, Engineering Group e Almaviva. Dal dibattito è emersa la necessità di affiancare alle competenze tecniche capacità strategiche, formazione continua e conoscenze multidisciplinari. L’intelligenza artificiale, in questa prospettiva, è destinata a modificare le attività e i processi, rendendo ancora più importante la capacità delle persone di governare il cambiamento.

Sul rapporto tra formazione e imprese si è soffermato anche Marco Santucci, Managing Director di Jameel Motors Italia per Geely e Zeekr, protagonista di un dialogo con due studenti della LUM. “La mobilità del futuro richiede tecnologie evolute e competenze capaci di svilupparle e gestirle. Con i Geely Auto Talks, Jameel Motors punta a rafforzare il dialogo con il mondo della formazione e le realtà del territorio, promuovendo esperienze aziendali, progetti concreti e nuove collaborazioni”.

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