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Australiana amplia em 29% depósito de terras raras de alto teor na Bahia

27 October 2026 at 19:21

A mineradora australiana Brazilian Rare Earths anunciou uma ampliação de 41% nos recursos minerais indicados de alto teor do projeto Monte Alto, localizado no interior da Bahia. A atualização elevou de 2,51 milhões para 3,54 milhões de toneladas a quantidade de material classificado nessa categoria, considerada de maior confiança geológica.

O resultado foi divulgado pela companhia na segunda-feira (26) e faz parte de uma nova estimativa dos recursos minerais do empreendimento, situado entre os municípios de Jiquiriçá e Ubaíra, aproximadamente 270 quilômetros a sudoeste de Salvador.

Considerando também os recursos classificados como inferidos, que apresentam menor grau de conhecimento geológico, o volume total de material de altíssimo teor passou de 3,4 milhões para 4,4 milhões de toneladas, um crescimento de 29%.

O teor médio de óxidos de terras raras desse conjunto ficou em 9,87%, ante 11,26% na estimativa anterior. Já os recursos indicados apresentam concentração média de 10,71%, segundo os dados divulgados à bolsa australiana.

A ampliação foi impulsionada principalmente pela identificação de novas zonas mineralizadas na porção sul de Monte Alto. Nessa área, os recursos indicados cresceram aproximadamente 200%, alcançando 1,9 milhão de toneladas.

Ao todo, a nova estimativa incorpora 8,1 mil metros adicionais de sondagens, distribuídos por 33 furos. O banco de dados utilizado pela companhia reúne mais de 43 mil metros de perfurações diamantadas, realizadas em 255 furos.

Apesar do avanço, os volumes divulgados representam estimativas de recursos minerais, e não reservas com viabilidade econômica demonstrada. A transformação desses recursos em reservas depende de estudos adicionais sobre as condições técnicas e econômicas de exploração.

O projeto Monte Alto integra o complexo Rocha da Rocha, que também inclui o depósito Sulista, e é considerado o empreendimento mais avançado da Brazilian Rare Earths no Brasil.

Além de neodímio e praseodímio, elementos utilizados principalmente na fabricação de ímãs permanentes, o depósito apresenta concentrações relevantes de terras raras pesadas, como disprósio e térbio.

Esses minerais possuem aplicações estratégicas na fabricação de equipamentos industriais, veículos elétricos, turbinas eólicas e sistemas de defesa, especialmente em tecnologias que utilizam ímãs capazes de operar sob temperaturas elevadas.

A companhia identificou ainda a presença de outros minerais considerados estratégicos, incluindo nióbio, escândio, tântalo e urânio, cujo potencial de aproveitamento comercial dependerá de avaliações adicionais.

Exportações antes da refinaria

A ampliação dos recursos ocorre enquanto a Brazilian Rare Earths avalia uma estratégia para antecipar o início das operações comerciais de Monte Alto, sem depender inicialmente da construção de uma refinaria de terras raras.

O plano prevê a implantação de uma estrutura de mineração e beneficiamento relativamente simples, utilizando processos convencionais de extração e separação física do minério para produzir concentrado de alto teor destinado ao mercado internacional.

A intenção é iniciar a comercialização desse produto antes da entrada em operação da unidade de processamento hidrometalúrgico e separação de terras raras que a companhia pretende construir no Polo Industrial de Camaçari, também na Bahia.

A refinaria planejada faz parte da estratégia de industrialização da empresa no Brasil e deverá receber concentrados minerais para etapas posteriores de processamento, permitindo a obtenção de produtos de maior valor agregado.

Segundo a mineradora, o modelo de desenvolvimento em etapas poderia reduzir a necessidade inicial de investimentos e permitir a geração antecipada de receitas, que seriam utilizadas para ajudar a financiar a implantação da estrutura industrial.

“Ao estabelecer essa operação antes da refinaria de Camaçari, pretendemos gerar receitas antecipadas para financiar o desenvolvimento das etapas posteriores e reduzir nossa dependência de capital externo”, afirmou Bernardo da Veiga, diretor-presidente da Brazilian Rare Earths.

A estratégia representa uma alternativa ao desenvolvimento simultâneo de toda a cadeia produtiva, que exige investimentos elevados em mineração, beneficiamento e processamento químico antes da obtenção das primeiras receitas.

A empresa ressalta, entretanto, que o projeto de exportação de concentrado ainda está em fase de estudos e depende de novas avaliações técnicas, econômicas e das autorizações necessárias.

A Brazilian Rare Earths pretende concluir até dezembro deste ano o estudo de viabilidade da primeira etapa de Monte Alto, voltada à comercialização de concentrado mineral.

O documento deverá utilizar a nova estimativa de recursos para avaliar as condições de exploração, os investimentos necessários e a viabilidade da operação.

A companhia ainda não estabeleceu uma data definitiva para o início das exportações, tampouco informou quando pretende começar a construção da refinaria em Camaçari.

Paralelamente, a mineradora continuará os trabalhos de exploração para avaliar novas extensões do depósito. O programa inclui mais de 5 mil metros de sondagens direcionadas a áreas que ainda apresentam potencial de mineralização.

 

Avance de ‘La Promesa’ del miércoles 28 de octubre: Curro vigila a Beni para encontrar a Pía y Lorenzo convence a Ciro

27 October 2026 at 17:10
Ángela pregunta a Curro por qué echó a Pía en 'La promesa' (RTVE).

La semana continúa cargada de incógnitas en La Promesa. Curro está decidido a averiguar qué ocurrió realmente con Jana y considera que encontrar a Pía puede ser fundamental para avanzar en sus pesquisas. Al mismo tiempo, Lorenzo seguirá moviendo los hilos para mantener a flote sus negocios, mientras las tensiones entre los habitantes del palacio aumentan y las relaciones personales atraviesan momentos delicados.

Lorenzo consigue convencer a Ciro de que no abandone el negocio fraudulento de las licencias. El capitán insiste en que retirarse en ese momento podría despertar sospechas y poner en peligro todo lo que han construido. Ciro, cada vez más preocupado por las consecuencias de sus actividades, tendrá que decidir si confía en su socio o si ha llegado la hora de poner fin a una operación que puede acabar saliéndoles muy cara.

En las cocinas, Tomasa continúa aprovechándose de las diferencias entre Simona y Candela. La distancia entre ambas no deja de crecer y la cocinera parece dispuesta a seguir alimentando el resentimiento para que la situación empeore. Sus maniobras amenazan con alterar todavía más el ambiente de trabajo, mientras las advertencias de quienes las rodean no parecen surtir efecto.

La Promesa: Julio propone a Teresa una cita en 'La promesa' (RTVE).

Curro, por su parte, no está dispuesto a rendirse en la búsqueda de Pía. Convencido de que Beni puede conducirlo hasta ella, decide vigilarlo para averiguar dónde se encuentra la antigua doncella. Manuel se ofrece a colaborar con su hermano, consciente de que localizarla podría resultar decisivo para esclarecer la muerte de Jana. Ambos continúan así una investigación que todavía guarda demasiadas incógnitas y que podría poner en entredicho algunas de las certezas que han mantenido hasta ahora.

Mientras tanto, Julieta intenta hablar con Manuel sobre un cobro irregular relacionado con los manuales de la empresa de aviación. Sin embargo, él evita abordar la cuestión, lo que deja la conversación sin resolver y añade un nuevo motivo de tensión entre ambos.

Tomasa consigue enfrentar a las cocineras en 'La promesa' (RTVE).

En otra de las tramas, Máximo informa a Leocadia de que Ángela ha rechazado el palacio que le regaló en Lisboa. La reacción de la mujer sorprende por su serenidad: lejos de enfadarse, se muestra orgullosa de que su hija haya tomado esa decisión por sí misma.

La situación tampoco mejora para Martina. Después de recibir nuevas críticas de Casilda, la joven termina plantándole cara. Jacobo cree haber encontrado una manera de conseguir que Alonso acepte su matrimonio y plantea anunciar que Martina está embarazada. La propuesta deja a la muchacha pensativa, pero la aparición de Adriano interrumpe el momento y abre la puerta a nuevas complicaciones.

Lo que pasará el resto de la semana en ‘La Promesa’

Los acontecimientos de este miércoles prepararán el terreno para unos capítulos en los que las sospechas sobre la muerte de Jana adquirirán todavía más importancia. Curro compartirá con Manuel una hipótesis inquietante sobre el papel de Leocadia, mientras ambos hermanos tendrán que valorar qué pasos dar para encontrar respuestas.

Adriano recibe a Casilda, la madre de Jacobo en 'La Promesa' (RTVE).

Además, Adriano no verá con buenos ojos la idea de utilizar un supuesto embarazo para convencer a Alonso, y las tensiones familiares seguirán aumentando. La búsqueda de Pía también dará un giro inesperado antes de que termine la semana. ¿Conseguirán Curro y Manuel acercarse por fin a la verdad o sus investigaciones abrirán nuevos interrogantes?

Los bancos empiezan a cerrar el grifo de las hipotecas: las encarecen, cae la demanda y prevén dificultades para lograr financiación

27 October 2026 at 16:08
El empleado de un banco explica a una pareja las condiciones de una hipoteca. (Imagen Ilustrativa Infobae)

Conseguir financiación para comprar una vivienda se complica en la recta final del año. Los bancos cada vez son más exigentes a la hora de conceder hipotecas, a la vez que suben el interés cobrado a por ellas. Los préstamos bancarios se encarecieron y la demanda de crédito cayó durante el tercer trimestre del año, con un retroceso especialmente acusado en la financiación destinada a adquirir una casa. Así lo recoge la Encuesta de Préstamos Bancarios publicada este martes por el Banco de España, que advierte de que esta tendencia podría prolongarse durante los últimos meses de 2026.

El diagnóstico de las entidades financieras apunta a un cierre de año desfavorable para los hogares que necesiten financiación. Los bancos prevén nuevas caídas de la demanda y un endurecimiento de las condiciones para conceder préstamos familiares, en un contexto marcado por el encarecimiento del crédito y unas perspectivas menos favorables para el mercado inmobiliario.

Aunque los criterios de aprobación de las hipotecas permanecieron estables entre julio y septiembre, eso no impidió que las condiciones económicas de los nuevos préstamos se volvieran más restrictivas. Financiar una compra resulta más caro, lo que puede reducir la capacidad de endeudamiento de las familias y frenar nuevas operaciones.

Los tipos de interés frenan la demanda de hipotecas

El aumento del coste de los préstamos figura entre los principales factores que explican la menor demanda de financiación. Según la encuesta, los tipos de interés más elevados llevaron a hogares y empresas a solicitar menos crédito durante el tercer trimestre. En el caso de las hipotecas, las entidades señalaron también el empeoramiento de las perspectivas del mercado inmobiliario como un elemento que contribuyó a reducir las peticiones.

Esta combinación puede influir en las decisiones de quienes tienen previsto comprar una vivienda. Un préstamo más caro aumenta el esfuerzo económico necesario para afrontar la adquisición, mientras que unas expectativas menos favorables pueden llevar a algunos compradores a retrasar la operación.

De cara al cuarto trimestre, los bancos esperan que el retroceso continúe. Las previsiones apuntan a nuevas caídas de la demanda en los distintos segmentos de crédito, con una contracción de la financiación a los hogares.

Las condiciones de los préstamos se endurecen

Más allá de las hipotecas, el encarecimiento del crédito también afectó a la financiación empresarial y a los préstamos destinados al consumo. Durante el tercer trimestre, los criterios utilizados para conceder préstamos se mantuvieron estables tanto para las empresas como para la adquisición de vivienda, mientras que se endurecieron ligeramente en los créditos al consumo y otros fines.

En las nuevas operaciones, no obstante, las condiciones económicas se hicieron más restrictivas. La financiación a las empresas se vio afectada por el aumento de los tipos de interés, al igual que los préstamos hipotecarios. En el crédito al consumo coincidieron dos factores: el encarecimiento de la financiación y unos criterios de concesión más exigentes.

Una pareja mira los anuncios de viviendas en venta expuestos en el escaparate de una agencia inmobiliaria. (Imagen Ilustrativa Infobae)

Las pymes, entre las más afectadas por la caída del crédito

El retroceso de la demanda también alcanzó a las empresas, aunque con diferencias según su tamaño. Las pequeñas y medianas empresas (pymes) concentraron la caída de las solicitudes de financiación, mientras que la demanda de las grandes compañías registró un ligero aumento. Por plazos, el descenso destacó especialmente en los préstamos a más largo plazo.

Los tipos de interés más elevados explican buena parte de esta evolución. Cuando financiarse resulta más caro, las empresas pueden aplazar inversiones o reducir sus necesidades de endeudamiento, mientras que los hogares pueden posponer decisiones de compra que requieren un préstamo de elevada cuantía.

Para los próximos meses, los bancos prevén que la financiación empresarial se mantenga relativamente estable en términos generales, frente a una contracción del crédito a los hogares.

Los bancos también prevén más problemas para financiarse

A las perspectivas de menor demanda se suma otro factor: las entidades financieras esperan que empeore su propio acceso a los mercados de financiación. La encuesta señala que esta evolución afectaría tanto a la financiación minorista como a los mercados mayoristas, dos vías relevantes para obtener los recursos con los que los bancos sostienen su actividad crediticia.

El balance del Banco de España apunta así a un final de año complicado para el mercado del crédito. Las hipotecas destacan por la intensidad de la caída de la demanda, mientras que los bancos anticipan nuevas restricciones a la financiación de los hogares. El coste de los préstamos y las perspectivas de las entidades dibujan un entorno más exigente para quienes quieran comprar vivienda con financiación bancaria.

La nueva PAC cambia las ayudas al campo y da prioridad a los agricultores en activo, a los jóvenes y a las pequeñas explotaciones

27 October 2026 at 15:12
Un joven vendimiando. REUTERS/Sarah Meyssonnier

La Unión Europea prepara una nueva etapa para las ayudas al campo. Los ministros de Agricultura de los Veintisiete han acordado su posición negociadora sobre la futura Política Agrícola Común (PAC) para el periodo 2028-2034, una reforma que busca orientar mejor las subvenciones hacia los agricultores en activo, las pequeñas explotaciones y los jóvenes que quieran incorporarse al sector. Sin embargo, dos cuestiones fundamentales continúan abiertas: cuánto dinero habrá disponible y qué límites se impondrán a las ayudas que recibe cada explotación.

El acuerdo permitirá al Consejo de la UE comenzar las negociaciones con el Parlamento Europeo, aunque todavía no supone la aprobación definitiva de la reforma. La posición pactada deja fuera los aspectos presupuestarios, que deberán resolverse durante las conversaciones sobre las próximas cuentas comunitarias. Hasta que se cierre esa negociación, no quedarán definidos todos los detalles económicos de un sistema que condiciona buena parte de los ingresos de numerosas explotaciones agrícolas.

Detrás de estos cambios está la intención de modificar el reparto de los fondos europeos y dar mayor margen de actuación a los Estados miembros. El objetivo es que cada país pueda adaptar las medidas de apoyo a las características de su sector agrario, sin abandonar los principios comunes que regulan la financiación comunitaria. La reforma se enmarca, además, en un proyecto más amplio de reorganización del presupuesto de la UE a partir de 2028.

Un nuevo reparto de las ayudas agrícolas

Uno de los cambios más relevantes afecta a la estructura de financiación de la PAC. La propuesta de la Comisión Europea plantea integrar los recursos destinados a agricultura, cohesión, pesca, migración y seguridad, entre otras políticas, en planes nacionales y regionales que sustituirían a los programas independientes actuales. Esta reorganización supondría abandonar el modelo de dos pilares de la política agraria: uno dedicado a las ayudas directas y otro al desarrollo rural.

En su lugar, ambos instrumentos quedarían reunidos en un único marco de financiación. El cambio abre la puerta a una gestión más integrada de los fondos comunitarios, pero también sitúa la negociación presupuestaria en el centro del debate. La distribución final del dinero determinará el alcance real de las medidas y los recursos que podrán destinarse a cada prioridad.

La futura PAC también revisará los pagos vinculados a la superficie agrícola, uno de los mecanismos fundamentales para distribuir las ayudas. Según el Consejo, la intención es conseguir un reparto “más justo y eficaz”, con especial atención a las pequeñas explotaciones y a los jóvenes agricultores. No obstante, la orientación general del acuerdo todavía debe traducirse en reglas concretas y en una dotación económica que sigue pendiente de definición.

Agricultores en activo y jóvenes, entre las prioridades

Para acceder a las ayudas, los Estados miembros deberán establecer una definición de agricultor en activo. Cada país podrá adaptarla a sus circunstancias nacionales, pero tendrá que contar con criterios que permitan determinar quién desarrolla efectivamente una actividad agraria. La medida busca orientar mejor los recursos públicos hacia quienes trabajan en el campo, aunque sus efectos dependerán de cómo se concreten esas definiciones en cada Estado.

Los ministros también contemplan la posibilidad de introducir mecanismos redistributivos que modifiquen el reparto de los fondos entre beneficiarios. La intención es prestar una atención especial a las explotaciones de menor tamaño.

Otra de las prioridades es facilitar la entrada de nuevas generaciones en el sector. Los países deberán elaborar estrategias específicas para impulsar el relevo generacional, con medidas que incluyan mayores ayudas básicas, respaldo económico para poner en marcha explotaciones y acceso a formación y asesoramiento. El objetivo es reducir las barreras que afrontan quienes quieren iniciar una actividad agrícola y favorecer la continuidad de las explotaciones.

Un tractor en un campo de trigo en Aragón.

El límite de las grandes subvenciones sigue en el aire

Una de las cuestiones que todavía no se han resuelto es cómo se tratarán las ayudas de mayor cuantía. Las reglas para reducir progresivamente las subvenciones más elevadas y establecer un importe máximo por explotación se negociarán en una fase posterior, junto con el resto de disposiciones relacionadas con el presupuesto europeo.

Este punto será determinante para conocer hasta qué punto cambiará la distribución de los fondos. Aunque el acuerdo señala a las pequeñas explotaciones como uno de los colectivos prioritarios, todavía no fija un techo definitivo para las subvenciones ni detalla cómo se aplicaría una eventual reducción de los pagos más elevados. Las decisiones pendientes pueden influir de manera significativa en el reparto final de las ayudas.

Más protección frente a sequías y crisis del mercado

La reforma no se limita al reparto de las subvenciones. La futura PAC mantendrá requisitos medioambientales comunes para acceder a la financiación europea e incluirá incentivos para favorecer la biodiversidad y proteger los recursos naturales. Al mismo tiempo, los gobiernos conservarán margen para adaptar la aplicación de estas exigencias a las condiciones locales de cada territorio.

Otro de los ejes de la propuesta es reforzar las herramientas con las que los agricultores pueden afrontar situaciones que amenacen sus ingresos. Entre ellas figuran los fenómenos meteorológicos extremos, las enfermedades que afectan a animales y plantas y las alteraciones de los mercados. La intención es mejorar la capacidad de respuesta de las explotaciones ante acontecimientos que pueden comprometer su actividad.

En este ámbito, se contempla financiar seguros agrarios e inversiones destinadas a mitigar los efectos del cambio climático y facilitar la adaptación del sector. Los gobiernos también podrán conceder pagos de emergencia a productores afectados por desastres naturales y otras circunstancias excepcionales. Estas medidas pretenden reducir el impacto de las crisis sobre las explotaciones y contribuir a mantener su viabilidad económica.

Vacas lecheras en una granja de Chantada, Lugo.

Conciliación y nuevas oportunidades para las zonas rurales

La posición negociadora incluye, además, medidas relacionadas con las condiciones de trabajo en el campo. Los Estados podrán establecer servicios de sustitución temporal para que las explotaciones dispongan de personal de reemplazo durante bajas por enfermedad o permisos de maternidad y cuidado de los hijos. Con ello, el Consejo busca mejorar la conciliación familiar y laboral de quienes trabajan en la agricultura.

El acuerdo también respalda la continuidad de la financiación de proyectos para diversificar la economía rural, especialmente en las zonas con mayores dificultades. El agroturismo, la innovación y la digitalización figuran entre las actividades que pueden contribuir a generar nuevas oportunidades económicas y reducir la dependencia exclusiva de la producción agraria.

La reforma entra ahora en una fase de negociación en la que deberán concretarse tanto las reglas de funcionamiento como los recursos disponibles. La prioridad declarada es mejorar el reparto de las ayudas, facilitar la incorporación de jóvenes y reforzar la capacidad de respuesta del campo ante las crisis. Pero el alcance de esos objetivos dependerá de dos decisiones aún abiertas: el presupuesto de la futura PAC y los límites que finalmente se establezcan para las subvenciones por explotación.

Los ‘ninis’ ganan terreno a los ‘sisis’: 1,22 millones de jóvenes ni estudia ni trabaja frente al millón que sí lo hace

27 October 2026 at 14:46
Un grupo de jóvenes pasan el tiempo sentados en un parque. (Imagen Ilustrativa Infobae)

España registra un aumento de los jóvenes que ni estudian ni trabajan frente a un retroceso de quienes compaginan ambas actividades. Al cierre del tercer trimestre, el número de ‘ninis’ ascendía a 1.222.400 personas de entre 16 y 29 años, 113.200 más que en el mismo periodo de 2025. En paralelo, los ‘sisis’ —jóvenes que estudian y trabajan— se redujeron en 12.700 hasta situarse en 1.014.100, según los datos de la Encuesta de Población Activa (EPA) elaborada por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

La comparación entre ‘ninis’ y ‘sisis’ hace que los primeros superen en 208.300 personas a los segundos. La cifra de jóvenes que ni estudia ni trabaja alcanza su nivel más elevado en un tercer trimestre desde 2020, justo cuando la tasa de paro juvenil baja hasta el 23,33%, frente al 23,77% registrado tres meses antes. Durante los meses de verano se crearon 125.400 puestos de trabajo para menores de 25 años, un incremento del 8,5% respecto al trimestre anterior.

Pese al avance de la ocupación, el desempleo juvenil también aumentó: al terminar septiembre había 487.100 parados menores de 25 años, 27.100 más que en el segundo trimestre, lo que supone una subida del 5,9%.

La contradicción de la tasa de paro entre los jóvenes se explica por el fuerte aumento de la población activa durante el verano: 152.500 jóvenes más se incorporaron al mercado laboral, un crecimiento del 7,9%, hasta alcanzar los 2.087.600. Es decir, el número de jóvenes que trabajan o buscan empleo aumentó con suficiente intensidad como para reducir la tasa de paro, aunque el volumen total de desempleados también creciera.

Los jóvenes de 20 a 24 años concentran el repunte del desempleo

Por edades, el comportamiento del paro fue desigual. Entre los jóvenes de 20 a 24 años, el número de desempleados se incrementó en 39.700 personas durante el tercer trimestre, un 12,6% más que en el periodo anterior. En cambio, el desempleo cayó en 12.700 personas entre quienes tienen de 16 a 19 años, un descenso del 8,7%. En términos anuales, ambos grupos registraron reducciones: 10.900 parados menos entre los jóvenes de 20 a 24 años y 6.300 menos entre los de 16 a 19.

El balance del empleo también muestra diferencias entre generaciones. Los jóvenes de 20 a 24 años sumaron 83.800 ocupados entre julio y septiembre, un aumento del 6,6%, mientras que el grupo de 16 a 19 años incorporó 41.600 trabajadores, un 20% más. En conjunto, ambas franjas protagonizaron algunos de los mayores avances trimestrales de la ocupación.

Más jóvenes buscan su primer empleo

Otro de los indicadores que refleja las dificultades de acceso al mercado laboral es el número de personas que buscan su primer puesto de trabajo. Este colectivo, integrado mayoritariamente por jóvenes, aumentó en 16.300 desempleados durante el tercer trimestre, un 5,2% más, hasta alcanzar los 325.300. La cifra evidencia que la entrada al mundo laboral continúa siendo un reto para una parte de la población, incluso en un periodo en el que la ocupación juvenil registró un avance significativo.

En el conjunto de España, el número de personas desempleadas se situó en torno a los 2,59 millones al cierre de septiembre. Los menores de 25 años representaban el 18,8% del total de parados, mientras que los desempleados de larga duración —aquellos que llevan más de un año buscando trabajo— suponían el 34,1%. Este último grupo, no obstante, redujo su volumen en 12.400 personas durante el trimestre, hasta las 883.300, y acumuló un descenso interanual de 21.100 desempleados.

El pueblo de Cantabria en el que Ana Blanco vive desde su retirada de la televisión

27 October 2026 at 13:12
Ana Blanco en una imagen de Televisión Española. (RTVE)

Durante más de tres décadas, Ana Blanco fue una de las voces y los rostros más reconocibles de los informativos de Televisión Española. Su presencia diaria en el Telediario acompañó a varias generaciones de espectadores, pero, tras despedirse de las cámaras, la periodista decidió cambiar radicalmente de escenario. A sus 65 años, vive en Cantabria junto a su marido, el también periodista Juan Carlos Bolland, en una etapa marcada por la tranquilidad, el contacto con la naturaleza y la privacidad que siempre ha protegido. Este lunes, 19 de octubre, hará una excepción con motivo del 70º aniversario de TVE.

La periodista formó parte de El Telediario de nuestras vidas, un especial grabado en Torrespaña que reunió a algunos de los profesionales más emblemáticos de los informativos de la cadena pública.

Presentado por Pepa Bueno y dirigido por Carlos del Amor, el programa contó también con la participación de Iñaki Gabilondo, Matías Prats, Pedro Piqueras, Olga Viza, Carlos Franganillo y Lorenzo Milá, entre otros. Una reunión que permitirá recordar algunas de las noticias que han marcado las últimas siete décadas y recuperar por unas horas a quienes construyeron la historia de los informativos.

Ana Blanco, en imagen de archivo (Raúl Terrel / Europa Press)

De Madrid a Cantabria: una vida lejos de los focos

La aparición de Ana Blanco contrasta con la discreción que ha caracterizado sus últimos años. Después de pasar buena parte de su carrera pendiente de la actualidad y de los exigentes horarios de los informativos, la periodista ha encontrado en Cantabria un entorno mucho más pausado. Allí comparte con su marido una rutina alejada de la exposición pública y de las obligaciones que durante tantos años marcaron su profesión.

La decisión de instalarse en el norte no fue improvisada. Tras la pandemia, la pareja adquirió una vivienda en un pequeño municipio cántabro de menos de 2.000 habitantes, en busca de espacio y tranquilidad. Según las descripciones de personas de la zona, se trata de un chalé de una sola planta con una parcela amplia, pero sin grandes ostentaciones. El entorno, entre prados, caminos rurales y marismas, permite disfrutar de la naturaleza sin renunciar a la cercanía de Santander.

El paisaje del valle del Asón y los espacios naturales próximos encajan con el estilo de vida que ambos buscaban. Lejos del movimiento constante de la capital, las caminatas y los planes al aire libre se han convertido en parte de esta nueva etapa.

Su marido y sus aficiones, sus grandes refugios

La vida personal de Ana Blanco siempre ha permanecido en un segundo plano. Casada con Juan Carlos Bolland, ha evitado exponer su relación y apenas existen imágenes de ambos en actos públicos. Bolland cuenta con una trayectoria profesional vinculada al periodismo económico y la consultoría, además de formación en Derecho por la Universidad de Deusto.

Paisaje del Valle del Ansón, en Cantabria. (valledelason.com)

La pareja, que no tiene hijos, disfruta ahora de un ritmo diferente después de dejar atrás sus respectivas carreras profesionales. Quienes los conocen describen una etapa feliz, en la que las obligaciones laborales han cedido espacio a los intereses personales.

Entre sus aficiones destacan el senderismo, la lectura y la gastronomía, actividades que encuentran un escenario ideal en Cantabria. Blanco también ha mostrado en alguna ocasión su interés por la música de cantautores como Joan Manuel Serrat, Cecilia y Pablo Milanés, así como por la novela negra, un género al que solía dedicar tiempo durante las vacaciones.

Cotado à Fazenda, Fonteles apostou em terras raras e hidrogênio verde no PI

27 October 2026 at 14:35

Cotado para assumir o Ministério da Fazenda no quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), tem apostado na atração de investimentos privados para desenvolver setores estratégicos da economia estadual, com destaque para a pesquisa de terras raras, a produção de hidrogênio verde e a infraestrutura.

A estratégia econômica adotada pelo petista combina a ampliação do conhecimento geológico do estado, incentivos à instalação de novas indústrias e concessões de serviços públicos à iniciativa privada. O movimento ocorre em meio à corrida internacional por minerais críticos e à busca por fontes de energia capazes de reduzir as emissões de carbono na produção industrial.

Fonteles é apontado como um dos nomes considerados para comandar a equipe econômica de Lula a partir de 2027. Conforme mostrou a CNN, o governador sinalizou a aliados disposição para assumir um cargo no governo federal caso seja convidado pelo presidente.

Reeleito no primeiro turno com 70,90% dos votos válidos, o governador ganhou projeção nacional após integrar o núcleo da campanha de Lula no segundo turno. Antes de assumir o governo do Piauí, em 2023, Fonteles comandou a Secretaria da Fazenda estadual e presidiu o Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal). O petista é formado em matemática e possui mestrado em economia matemática.

À frente do Executivo piauiense, Fonteles passou a promover o estado como destino de investimentos ligados à transição energética e à industrialização. Uma das frentes mais recentes envolve as terras raras, grupo de 17 elementos químicos utilizados na fabricação de ímãs permanentes, motores elétricos, turbinas eólicas e equipamentos de alta tecnologia.

O Piauí começou a atrair a atenção de empresas estrangeiras diante de novos levantamentos geológicos que indicam potencial para a ocorrência desses elementos em diferentes regiões do território estadual.

Entre as companhias interessadas está a canadense Origen Resources, que desenvolve trabalhos exploratórios no projeto Picos, no interior do estado.

Em setembro, a mineradora informou ter concluído o mapeamento geológico detalhado de uma área com indícios de mineralização e a primeira etapa de coleta de 328 amostras de solo. A companhia também avançou em levantamentos geofísicos aerotransportados, utilizados para identificar características das rochas e orientar futuras campanhas de exploração.

No mesmo mês, a Origen anunciou a decisão de avançar na aquisição de uma participação de 70% no projeto Campo de Cima, que abrange 33.075 hectares entre o Piauí e a Bahia.

Os estudos preliminares indicam potencial para depósitos de terras raras associados a argilas de adsorção iônica, modelo geológico especialmente relevante para a produção de elementos pesados, utilizados em tecnologias industriais e aplicações de defesa.

Apesar do interesse crescente, os projetos ainda estão em fase de pesquisa. As ocorrências identificadas precisam passar por novas etapas de investigação para determinar a extensão dos depósitos, a concentração dos minerais e a viabilidade econômica de uma eventual operação comercial.

O potencial mineral do Piauí também despertou a atenção do SGB (Serviço Geológico do Brasil). Em levantamento divulgado em 2025, pesquisadores identificaram 39 novas ocorrências de rochas associadas a fosfato, urânio e terras raras na borda oriental da Bacia do Parnaíba.

Em novembro do ano passado, Fonteles se reuniu em Brasília com a então diretora-presidente do SGB, Sabrina Góis, para discutir parcerias destinadas à ampliação do mapeamento geológico do estado. Na ocasião, o governador manifestou interesse em aprofundar o conhecimento sobre o potencial mineral piauiense e buscar apoio técnico da instituição.

A intenção é ampliar a disponibilidade de informações geológicas, consideradas fundamentais para reduzir os riscos das etapas iniciais da pesquisa mineral e estimular a entrada de novas empresas no setor.

Aposta no hidrogênio verde

Além da mineração, uma das principais vitrines da política econômica de Fonteles é a tentativa de transformar o Piauí em um polo de produção de hidrogênio verde, aproveitando a disponibilidade de energia solar e eólica no estado.

O combustível é produzido por meio da separação das moléculas de água, em um processo conhecido como eletrólise, utilizando eletricidade de fontes renováveis. O produto pode ser empregado na fabricação de fertilizantes e combustíveis industriais, além de substituir insumos de origem fóssil em determinadas etapas da siderurgia.

A estratégia do governo é utilizar a ZPE (Zona de Processamento de Exportação) de Parnaíba, no litoral piauiense, para atrair indústrias interessadas em produzir hidrogênio e seus derivados, como amônia verde, com foco tanto no mercado interno quanto na exportação.

A política ganhou respaldo institucional em 2024, quando Fonteles sancionou a Lei nº 8.459, que instituiu a Política Estadual do Hidrogênio Verde. A legislação prevê instrumentos de incentivo à cadeia produtiva, estímulo à pesquisa e atração de investimentos em infraestrutura energética.

Um dos maiores projetos anunciados foi o da espanhola Solatio, que apresentou um plano de R$ 27 bilhões para instalar uma unidade de produção de hidrogênio e amônia verdes em Parnaíba.

O empreendimento recebeu autorização para instalação em 2025 e chegou a iniciar obras preliminares. Entretanto, enfrentou entraves ambientais e de infraestrutura que comprometeram seu cronograma.

Mais recentemente, em outubro de 2026, o governo estadual anunciou avanços nos estudos para a implantação de uma planta-piloto de hidrogênio líquido em Parnaíba.

Apesar do interesse crescente, a viabilidade comercial do hidrogênio verde em larga escala ainda enfrenta questionamentos, principalmente devido aos elevados custos de produção, à necessidade de infraestrutura específica e à ausência de demanda consolidada.

Por isso, o combustível ainda é tratado como uma aposta de médio e longo prazo para a descarbonização da indústria, com a concretização dos investimentos dependendo de avanços tecnológicos, redução de custos e contratos de fornecimento capazes de garantir retorno financeiro aos projetos.

Infraestrutura e concessões

A estratégia econômica de Fonteles também passa pela ampliação da infraestrutura logística e pela participação do setor privado na prestação de serviços públicos.

Em junho de 2026, o Porto Piauí, localizado no município de Luís Correia, iniciou uma nova etapa operacional voltada à exportação de minério de ferro para a China.

A operação está associada à produção mineral da Lion Mining, instalada em Piripiri, e busca criar uma alternativa logística para o escoamento de commodities produzidas no estado, reduzindo a dependência de terminais localizados em outras unidades da Federação.

Em outra frente, Fonteles conduziu a concessão dos serviços de água e esgoto do estado à iniciativa privada.

Na área rodoviária, a gestão também ampliou uma PPP (parceria público-privada) no sul do Piauí, incorporando mais de 307 quilômetros de estradas ao contrato da concessionária CS Grãos do Piauí.

As intervenções estão concentradas em corredores utilizados para o transporte de produtos agrícolas, especialmente na região dos Cerrados, onde a expansão da produção exige investimentos em infraestrutura de escoamento.

Em balanço apresentado em fevereiro deste ano, o governo estadual informou que o Piauí havia atraído 120 empreendimentos desde 2023, entre projetos instalados e em fase de implantação, com investimentos associados de R$ 44,7 bilhões.

La Generalitat se persona como acusación particular contra los vándalos de Barcelona

27 October 2026 at 12:24
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El Govern de la Generalitat ha aprobado este martes impulsar acciones judiciales por los actos vandálicos que tuvieron lugar en Barcelona el pasado sábado 24 de octubre. De esta forma, la Generalitat se personará como acusación particular en los procesos judiciales que se deriven de las pesquisas policiales que se están realizando para determinar la responsabilidad civil o penal de los organizadores de estos altercados, así como de los 300 identificados y 130 detenidos, entre los que figuran 72 menores de edad. El Ayuntamiento de Barcelona ya anunció este lunes su intención de personarse en las causas abiertas para recuperar los daños y la atribución de responsabilidades a los autores. 

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Black southerners revive the civil rights struggle: ‘Trump wants to take us back to 1860’

Justin Pearson is playing a game in which the cards were marked in favor of his opponent after play had already begun. Pearson is the Democratic candidate for Congress in Tennessee’s ninth district (TN-9), one of three in the U.S. South that Republicans rushed to redraw in the wake of a Supreme Court ruling in April that curtailed the Voting Rights Act of 1965. The decision dealt a fatal blow to one of the major gains of the civil rights era. It banned consideration of race when drawing electoral districts, but the court’s conservative majority approved doing so for political reasons.

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A sign bearing the historic slogan “I am a man” in the yard of William Clark, a Memphis resident.

© George Walker IV (AP Photo/George Walker IV)

Justin J. Pearson marches against the redrawing of Tennessee’s electoral districts last May in Nashville.

El Ayuntamiento de Madrid abre el plazo para solicitar ayudas de hasta 1.000 euros por hijo nacido o adoptado

27 October 2026 at 11:53
Las manos de una persona adulta sostienen los pies descalzos de un bebé sobre una manta de punto. (Imagen Ilustrativa Infobae)

Las familias que hayan tenido un hijo desde el 1 de septiembre de este año en Madrid, así como quienes adopten a menores de hasta cinco años, podrán solicitar desde este martes las ayudas por natalidad convocadas por el Ayuntamiento para el periodo 2026-2027. La medida, publicada el lunes en el Boletín Oficial del Ayuntamiento de Madrid (BOAM), busca contribuir a los gastos iniciales derivados de la llegada de un hijo y apoyar la crianza y la educación de los menores, según destaca la administración.

La convocatoria cubre los nacimientos y adopciones que tengan lugar entre el 1 de septiembre de 2026 y el 31 de diciembre de 2027. En los casos de nacimiento o adopción múltiple, la ayuda se podrá solicitar por cada menor, pero deberá presentarse una solicitud independiente para cada uno de ellos.

La cuantía se concede en un pago único y varía según el orden que ocupe el menor entre los hijos o hijas del solicitante. La ayuda será de 500 euros por el primer hijo o hija, 750 euros por el segundo y 1.000 euros por el tercero y los siguientes, de forma que la medida da un apoyo económico mayor a las familias numerosas o a aquellas que aumentan su número de hijos. El importe se ingresará mediante transferencia bancaria en la cuenta indicada por la persona beneficiaria en el formulario de solicitud, después de que se compruebe el cumplimiento de los requisitos.

Quién puede solicitarla

Para optar a estas ayudas es necesario ser español o extranjero con residencia legal en el país y haber estado empadronado en Madrid de forma ininterrumpida durante los cinco años inmediatamente anteriores al nacimiento o la adopción. Además, la persona solicitante no puede estar privada, total o parcialmente, de la patria potestad del menor ni tener asumida su tutela por una institución pública. Tampoco podrán beneficiarse quienes hayan sido condenados mediante sentencia firme por delitos cometidos contra una persona con la que mantuvieran una relación de afectividad.

Una mujer pasea con un carrito de bebé en el parque de El Retiro en Madrid. (Jesús Hellín - Europa Press)

La convocatoria no exige estar al corriente de pago con Hacienda ni con la Seguridad Social, una excepción que el Ayuntamiento justifica por el objetivo de fomentar la natalidad. Sí se aplican, en cambio, las restantes prohibiciones generales previstas en la normativa de subvenciones. Para un mismo menor solo puede concederse una ayuda. Si ambos progenitores presentan solicitud y reúnen los requisitos, se atenderá la presentada por quien figure empadronado con el niño o niña al final del plazo de solicitud. Si los dos convivieran empadronados con el menor, tendrán que desistir de una de las peticiones para evitar que ambas queden archivadas.

Plazo de dos meses

El plazo ordinario para solicitar la ayuda será de dos meses desde el día siguiente al nacimiento o a la adopción. Sin embargo, existe una regla especial para los niños nacidos o adoptados desde el 1 de septiembre de 2026 hasta la publicación efectiva de la convocatoria: en esos casos, los dos meses empezarán a contar desde el día siguiente a dicha publicación. Las solicitudes podrán presentarse electrónicamente en la Sede Electrónica del Ayuntamiento de Madrid o de forma presencial en las oficinas de registro municipales y en los demás lugares previstos legalmente.

La solicitud deberá incluir los datos del menor, su orden de nacimiento o adopción, la cuenta bancaria para el pago y las declaraciones responsables exigidas. El Ayuntamiento consultará de oficio la identidad, la residencia legal —en el caso de extranjeros—, el empadronamiento y los datos registrales del menor, salvo que la persona solicitante se oponga, supuesto en el que deberá aportar la documentación correspondiente. En caso de adopción, será imprescindible presentar la resolución judicial.

El presupuesto inicial de estas ayudas asciende a 15,4 millones de euros: 4,6 para 2026 y 10,7 para 2027. Además, puede ampliarse hasta en cinco millones de euros adicionales si existe disponibilidad presupuestaria.

Vídeos de ajedrez | Arte con la luz de un candil

26 October 2026 at 17:00

No sólo es arte. Además, es artesano. Lo produjo, en los primeros años del siglo XX, uno de los mejores compositores de finales artísticos de todos los tiempos, el francés Henri Rinck (1870-1952). Hoy, las dos maravillas de este vídeo serían relativamente fáciles de elaborar, porque ambas constan de muy pocas piezas, con ayuda de programas informáticos muy potentes que corren en un teléfono móvil y juegan mejor que el campeón del mundo.

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El Rincón de los Inmortales 580

Evitar supermercados y grandes cadenas hasta el 11 de noviembre: así es la huelga de compras que se suma al reclamo de la vivienda

27 October 2026 at 10:41
Una mujer en el pasillo de un supermercado. (Shutterstock)

La Confederación de Sindicatos de Inquilinas, Justicia Alimentaria y Facua-Consumidores en Acción impulsan una huelga de compras que comenzará este miércoles 28 y que se repetirá cada semana hasta la jornada de huelga general por la vivienda y el aumento del coste de la vida que tendrá lugar el 11 de noviembre. La propuesta plantea que, cada miércoles, los consumidores eviten las compras en supermercados, hipermercados y grandes cadenas, de forma que las organizaciones recomiendan adquirir alimentos y otros productos en mercados municipales, comercios de barrio, cooperativas o de forma directa a quienes los producen.

La campaña plantea dos demandas centrales, explica a Infobae Rubén Sánchez, secretario general de Facua. La primera es avanzar hacia una mayor transparencia en la cadena de comercialización, ya que consideran que los productos que vienen del campo “deberían tener un doble etiquetado para que el consumidor conozca el margen de especulación que hay de por medio”. La segunda demanda apunta a una intervención estatal en aquellos mercados donde los precios de productos y servicios esenciales aumentan sin que exista una competencia efectiva. Según Sánchez, esas subidas “provocan una devaluación del poder adquisitivo de los consumidores”.

Justicia Alimentaria también propone una cesta de productos básicos a precio justo y sostiene que las rebajas deberían financiarse con los beneficios de la gran distribución, sin trasladar el coste a los productores.

Un joven mira la sección de bebidas energéticas en el supermercado. (Europa Press)

El 11 de noviembre, la convocatoria será más amplia: las entidades llaman a no realizar compras de ningún tipo, ni en establecimientos físicos ni por internet. Ese día, además, el comercio de proximidad podrá adherir mediante el cierre de sus persianas.

Una opción para quienes no pueden parar su actividad laboral

Las organizaciones presentan la huelga de compras como una herramienta de movilización para quienes no tienen la posibilidad de secundar una huelga en su empleo. “La huelga de compras es la huelga de quien no puede hacerla en el trabajo”, indican en un comunicado.

La medida apunta a facilitar la participación de personas con empleos precarios, autónomas, desempleadas, pensionistas, estudiantes y cuidadoras. La CSI, Justicia Alimentaria y FACUA insisten en que la acción no está dirigida contra las trabajadoras de los supermercados ni contra los pequeños comercios, a cuyos empleados invitan a participar de la huelga general.

El objetivo, aseguran, es concentrar durante determinadas jornadas el consumo fuera de las grandes superficies y dirigirlo hacia circuitos comerciales locales y cooperativos. La campaña busca vincular el encarecimiento de la alimentación con el aumento de los alquileres, la energía y el transporte, por lo que las organizaciones también piden mecanismos de control sobre estos precios.

Los salarios no crecen al ritmo de los precios

Las entidades convocantes sostienen que el aumento del coste de vida ha reducido la capacidad de compra de los hogares. Según indican, la cesta de la compra cuesta más de un 40% más que en 2019, mientras que el salario medio aumentó un 21,9 % en ese período, de acuerdo a los datos del Instituto Nacional de Estadística (INE).

También recuerdan que la inflación general cerró septiembre en el 4,9% y cuestionan que los precios de productos esenciales continúen al alza mientras las grandes cadenas de distribución registran beneficios elevados.

Como ejemplo, las organizaciones convocantes mencionan que Mercadona obtuvo 1.729 millones de euros de ganancias en 2025, un 25% más que el año previo. También citan datos del índice de precios en origen y destino de la Coordinadora de Organizaciones de Agricultores y Ganaderos (COAG): en abril de 2025, la cebolla se pagó a 0,30 euros por kilo al agricultor y alcanzó los 2,25 euros en los puntos de venta.

Colectivos, sindicatos, asociaciones, cooperativas, comercios y otras entidades pueden sumarse a la iniciativa mediante el formulario habilitado en huelgaporlavivienda.org/compras. Las organizaciones indican que difundirán antes del 11 de noviembre el listado de adhesiones y las acciones previstas para la campaña.

Rodolfo Sancho prepara su contraataque tras la entrevista de Silvia Bronchalo y espera a la segunda parte para decidir si vuelve a los tribunales

27 October 2026 at 10:00
El actor español Rodolfo Sancho, padre de Daniel Sancho, a su salida del tribunal de Samui. (EFE/EPA/SITTHIPONG CHAROENJAI)

La guerra entre Rodolfo Sancho y Silvia Bronchalo podría vivir un nuevo capítulo en los tribunales. La última entrevista de la madre de Daniel Sancho en televisión ha vuelto a tensar una relación marcada por los desencuentros y las diferencias sobre cómo afrontar uno de los episodios más dolorosos de sus vidas.

Sin embargo, el actor no tiene intención de precipitarse: prefiere esperar a conocer el contenido completo de las declaraciones de su expareja antes de decidir cómo responder.

Según ha publicado 20minutos, Rodolfo Sancho está al tanto de lo que Bronchalo contó en De viernes y aguardará a la emisión de la segunda parte de la entrevista para valorar los siguientes pasos. Entre las posibilidades que contempla figura emprender acciones judiciales para proteger sus derechos fundamentales. Una decisión que, de materializarse, podría llevar de nuevo a ambos ante un juez.

Las declaraciones de Silvia Bronchalo que han reavivado el conflicto

Durante su intervención televisiva, Silvia Bronchalo volvió a referirse a las diferencias que mantiene con el padre de su hijo. La entrevistada consideró que Rodolfo se había excedido en las valoraciones que hizo sobre ella, unas declaraciones que ya estuvieron en el centro de una disputa legal entre ambos. También le atribuyó responsabilidad en el distanciamiento familiar y describió sus valores como distintos de los suyos.

Silvia Bronchalo en '¡De Viernes!'. (Mediaset)

Unas palabras que, según la información publicada por el citado medio, el actor considera innecesarias y alejadas de la realidad. Por el momento, no ha trascendido una decisión definitiva sobre una posible demanda. Su intención sería analizar el conjunto de la entrevista antes de determinar si las manifestaciones de Bronchalo justifican una nueva respuesta por la vía judicial.

El conflicto entre ambos se desarrolla en un contexto especialmente delicado, después de que su hijo Daniel fuera condenado en Tailandia por el asesinato de Edwin Arrieta. Desde entonces, la familia ha vivido bajo una enorme exposición mediática, con versiones y declaraciones públicas que han vuelto a situar a sus protagonistas en el foco.

El apoyo de Daniel Sancho a su padre

Edwin Arrieta y Daniel Sancho en el documental de HBO. (HBO)

Uno de los puntos más sensibles de la entrevista tiene que ver con la relación de Daniel con sus progenitores. Desde el entorno de Rodolfo Sancho sostienen que fue el propio Daniel quien decidió que su padre designara a la dirección letrada encargada de su defensa en el procedimiento judicial por el asesinato y descuartizamiento del médico colombiano.

“El único que puede aclarar esto es Daniel y no tiene ningún problema en hacerlo”, asegura una fuente citada por 20minutos. Esa misma persona sostiene que el joven conoce las declaraciones de su madre y que en el pasado ya le manifestó que no entendía el daño que, a su juicio, le estaba haciendo. “El apoyo es absoluto. No hay fisuras entre ellos”, añade.

Silvia Bronchalo con Santi Acosta. (Telecinco)

Durante la entrevista, Bronchalo también habló de los padres de Edwin Arrieta y expresó su empatía por el sufrimiento que atraviesan desde la muerte de su hijo. “Todas las mañanas me levanto pensando en la madre de Edwin, desde que esto ocurrió”, afirmó. Además, reconoció que la mujer nunca podrá volver a abrazar a su hijo y se mostró partidaria de que se abone la indemnización correspondiente.

Broncano agradece a Pedro Sánchez su récord de audiencia y anuncia una nueva tanda de políticos en ‘La Revuelta’: Gabriel Rufián e Irene Montero

27 October 2026 at 10:58
David Broncano, pesentador de 'La Revuelta'. (RTVE)

David Broncano sigue saboreando el éxito de una de las noches más especiales de La Revuelta. La visita de Pedro Sánchez el pasado jueves 22 de octubre convirtió el programa de La 1 en un fenómeno de audiencia y permitió al formato alcanzar su mejor resultado histórico.

Cuatro días después, el presentador ha vuelto a sacar el tema en directo, entre bromas de sus colaboradores y agradecimientos cargados de ironía al presidente del Gobierno. Pero la agenda política del espacio no se detiene: Gabriel Rufián e Irene Montero serán los próximos invitados en sentarse juntos frente al jienense.

La conversación sobre el récord surgió este lunes, cuando Ricardo Castella y Grison quisieron saber si Broncano tenía algo que contar sobre la entrevista a Sánchez. El presentador fingió no estar al tanto de los resultados: “¿Por qué lo dices? No miré las audiencias”, respondió entre risas. Sergio Bezos se sumó a la celebración al revelar que había invitado a desayunar a Broncano para festejar el éxito.

Broncano agradece a Pedro Sánchez el éxito de audiencia

Con el humor que caracteriza al formato, Broncano terminó dirigiéndose a cámara para agradecer al presidente del Gobierno “tantas cosas”. El presentador volvió a jugar con la broma recurrente de que el PSOE le había fichado para conducir el programa y recordó el dato que había conseguido la entrega protagonizada por Sánchez: un 34% de cuota de pantalla, el mejor resultado en la historia del espacio.

Pedro Sánchez conversa de pie con David Broncano en el escenario del programa La Revuelta de Televisión Española. (RTVE)

“Fue el programa más visto de la historia con un 34% de audiencia”, destacó ante los aplausos del público. Broncano comparó el seguimiento con el de “un partido de Champions” y explicó que la curva de espectadores había ido creciendo a lo largo de la emisión. Uno de los momentos más comentados fue la intervención sorpresa de Candela Peña, que disparó todavía más la expectación y llevó al programa a rozar el 50% de cuota durante ese tramo, según comentó el presentador.

Grison también quiso aportar su particular lectura de los datos y comparó la evolución de la audiencia con la de una persona que experimenta un instante de lucidez justo antes de morir. Broncano recogió el comentario y remató la broma con una frase que provocó nuevas carcajadas: “Un repunte de ánimo final y muere”.

La entrevista a Sánchez había generado expectación después de años de bromas sobre el hipotético fichaje de Broncano por parte del presidente. Además, llegó en plena precampaña para las elecciones generales del 29 de noviembre. Durante su visita, Sánchez hizo balance de sus legislaturas, defendió la inocencia de su hermano y de su mujer y reflexionó sobre los riesgos de las redes sociales y la inteligencia artificial.

El presidente del Gobierno español, Pedro Sánchez, conversa con el presentador David Broncano durante una emisión del programa de televisión La Revuelta en RTVE. (RTVE)

Gabriel Rufián e Irene Montero, próximos invitados de ‘La Revuelta’

La celebración del récord dio paso a otro anuncio relacionado con la actualidad política. Broncano recordó que el programa ha invitado a los principales candidatos a las elecciones, aunque algunos todavía no han respondido. “Siguen invitados”, señaló antes de desvelar los nombres de los próximos protagonistas: “Por lo pronto el jueves estarán Gabriel Rufián e Irene Montero”.

Finalmente, pese a lo que estaba previsto, la entrevista conjunta será este martes 27 de octubre por “motivos de agenda”, según la programación anunciada por RTVE. Los representantes de ERC y Podemos acudirán al programa en un momento marcado por la colaboración entre sus formaciones de cara a la cita electoral. Para Irene Montero será su debut en La Revuelta, mientras que Rufián regresará al espacio después de su anterior visita, en la que habló de su baile viral con Ester Expósito, de la situación del mercado de la vivienda y de una anécdota personal relacionada con José Luis Ábalos.

La presencia de ambos llega después de que sus partidos anunciaran una colaboración electoral que ha generado reacciones en el espacio político situado a la izquierda del PSOE. Su paso por el programa permitirá abordar tanto sus planteamientos políticos como aspectos más personales, dentro del formato de entrevistas que Broncano ha abierto a los candidatos.

Mientras tanto, el espacio sigue pendiente de la respuesta de otros representantes, entre ellos los del PP y Vox. Ada Colau, cabeza de lista del Frente Amplio, ya ha confirmado que acepta la invitación.

Manuela Carmena, premio Blanquerna de la Generalitat de Catalunya

27 October 2026 at 07:00
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La Generalitat de Catalunya ha decidido conceder el XXI Premio Blanquerna a Manuela Carmena Castrillo, jurista y exalcaldesa de Madrid, por su trayectoria como “jurista de reconocido prestigio” y como alcaldesa de la capital entre los años 2015 y 2019, en la que cultivó “una relación abierta y constructiva con la ciudad de Barcelona”.

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Mataró eleva a la Fiscalía el traslado de los ocupas conflictivos de Cáceres con fondos públicos

27 October 2026 at 06:56
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El Ayuntamiento de Mataró (Maresme) elevará a la Fiscalía Provincial de Cáceres el caso del traslado de una familia de ocupas conflictivos desde Baños de Montemayor a la capital del Maresme, pagado con fondos públicos por el consistorio extremeño. El alcalde mataronense, David Bote (PSC), pedirá al ministerio público que estudie si la actuación puede constituir un delito de malversación de caudales públicos o un uso ilegal de recursos municipales.

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Hace 2000 años sus propios compañeros apuñalaron y arrojaron a un pozo a un soldado romano del sur de Europa que medía 1,90 en la antigua Flevum

En 1977, unos arqueólogos aficionados excavaban el solar de un antiguo fuerte romano en Velsen, en la costa de Holanda Septentrional, y dieron con un pozo. En el fondo reposaba el esqueleto casi completo de un hombre que aún llevaba el cinturón militar. A su lado había una daga, un anillo, una fíbula (el broche […]

Was This Roman Soldier Murdered by His Own Comrades? Archaeologists Reopen a 2,000-Year-Old Cold Case

27 October 2026 at 08:51
In 1977, amateur archaeologists digging at the site of an old Roman fort in Velsen, on the coast of North Holland, uncovered a well. At the bottom lay the almost complete skeleton of a man who was still wearing his military belt. Beside him were a dagger, a ring, a fibula (the brooch Romans used […]

Alberto de Mónaco, conmocionado por la muerte de su primo pequeño, Antoine de Massy, a los 29 años: investigan las circunstancias del fallecimiento

27 October 2026 at 17:11
Alberto de Mónaco en una imagen de archivo. (REUTERS)

La familia principesca de Mónaco atraviesa horas de tristeza tras la repentina muerte de Antoine de Massy, primo segundo del príncipe Alberto II, a los 29 años. El joven, hijo del barón Christian de Massy y de Cécile Gelabale, pertenecía a una de las ramas familiares vinculadas a la historia de la dinastía Grimaldi. La noticia ha provocado una gran conmoción en el Principado, donde su figura también estaba relacionada con una de las grandes pasiones de su familia: el tenis.

Alberto de Mónaco y la princesa Charlène han expresado públicamente sus condolencias a través de un comunicado en el que han lamentado la pérdida del joven. “Sus Altezas Serenísimas el Príncipe Alberto II y la Princesa Charlène han recibido con tristeza la noticia del fallecimiento de Antoine de Massy, de 29 años, nieto de la Princesa Antoinette, hermana mayor del Príncipe Rainiero III”, señala el texto difundido por el Principado.

En el mismo mensaje, los príncipes han querido recordar su vinculación con el deporte y acompañar a sus allegados en este difícil momento. “Apasionado por el tenis, formaba parte de una historia familiar estrechamente vinculada a este deporte en el Principado”, han destacado antes de trasladar su “más sincero pésame” a sus seres queridos.

Un hallazgo en un parque que ha abierto una investigación

Las circunstancias de la muerte de Antoine de Massy todavía no se han esclarecido. Según ha informado el diario local Monaco-Matin, su cuerpo fue encontrado la noche del domingo 25 de octubre en una zona ajardinada junto al bulevar del Larvotto, detrás de la Villa Sauber, en Mónaco.

Antoine de Massy en una imagen de sus redes sociales. (Instagram @antoinedemassy)

La preocupación por su ausencia en una comida familiar prevista para el mediodía habría llevado a un familiar a acudir a la Seguridad Pública del Principado. Horas después se produjo el hallazgo del cadáver. La investigación continúa abierta y, por el momento, no ha trascendido la causa del fallecimiento.

El fiscal general de Mónaco ha confirmado al citado medio que se inició una investigación para determinar qué ocurrió. Las imágenes de las cámaras de videovigilancia habrían permitido a los investigadores identificar a una persona que se encontraba cerca del lugar. El lunes por la mañana se produjo una detención, aunque no se ha aclarado si la persona arrestada está considerada sospechosa o si se trata de un testigo cuya declaración puede ayudar a reconstruir los hechos.

“Tuvimos que modificar entonces el marco procesal para poder detener a esta persona, ponerla bajo custodia policial e intentar esclarecer las circunstancias de la muerte”, explicó el fiscal a Monaco-Matin. Las autoridades no han ofrecido, por ahora, más detalles sobre el caso.

Una vida marcada por la pasión por el tenis

Antoine de Massy en una imagen de redes sociales. (Instagram @antoinedemassy)

Más allá de sus vínculos familiares, Antoine de Massy compartía una afición que forma parte de la historia de su entorno: el tenis. Comenzó a practicarlo cuando apenas tenía tres años, animado por su padre, tal y como recordó en una entrevista concedida en 2012 a L’Uomo Vogue.

Su interés por este deporte le llevó a trasladarse desde Mónaco hasta Florida, donde continuó su formación deportiva mientras compaginaba los entrenamientos con sus estudios. En aquella etapa habló también de su admiración por Novak Djokovic y de su aspiración de representar al Principado en unos Juegos Olímpicos.

La relación de los De Massy con el tenis viene de generaciones atrás. Su abuelo, Alexandre-Athenase Noghès, fue tenista monegasco, mientras que su tía Elizabeth-Ann de Massy presidió el Monte-Carlo Country Club y la Federación Monegasca de Tenis hasta su fallecimiento en 2020. Actualmente, su prima Mélanie-Antoinette de Massy dirige ambas instituciones, además del prestigioso Rolex Monte-Carlo Masters.

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