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Justiça proíbe deputada de incentivar demissões de eleitores de Lula

27 October 2026 at 18:14

A Justiça do Trabalho proibiu a deputada estadual Índia Armelau (PL-RJ) de incentivar demissões de eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A determinação atende parcialmente a um pedido do MPT-RJ (Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro).

A decisão do juiz Leonardo Saggese Fonseca disse que, como a ré é uma integrante do parlamento, “deve prezar pela liberdade de expressão, desde que respeitosa” e “aceitar as diferentes opções políticas de cidadãos e trabalhadores, sem utilizar discursos e falas que podem gerar, pela sua leitura ou escuta, sentimentos de ódio, perseguição ou discriminação”.

No despacho, a Justiça também determinou que Índia remova as publicações que deram origem ao processo público. Em caso de descumprimento da ordem, haverá uma multa diária de R$ 5 mil, a partir do primeiro dia útil após o término do prazo de 48 horas para cumprimento da determinação.

A abertura da apuração ocorreu após ela publicar nas redes sociais uma mensagem que dizia: “Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’. Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários”.

O MPT entendeu que a mensagem “estimula o assédio eleitoral e a discriminação por convicção política”. As autoridades ainda pedem à Justiça do Trabalho que Índia Armelau “deixe de incentivar empregadores a discriminar, demitir ou perseguir pessoas”.

Nas redes sociais, a parlamentar disse que não estava falando em “demissão em massa” e que estaria apoiando a campanha “Não Contrate Quem Odeia Empresários”. Para ela, patrões conservadores devem recrutar empregados do mesmo espectro político.

A CNN Brasil tenta contato com a deputada.

 

MPT processa deputada após ela sugerir demissão de eleitores de Lula

27 October 2026 at 14:38

O MPT-RJ (Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro) entrou com uma ação cível pública após a deputada estadual reeleita Índia Armelau (PL) sugerir que empresários demitissem eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação foi confirmada pela CNN Brasil.

A abertura da apuração ocorreu após ela publicar nas redes sociais uma mensagem que dizia: “Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’. Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários”.

O MPT entende que a mensagem “estimula o assédio eleitoral e a discriminação por convicção política”. As autoridades ainda pedem à Justiça do Trabalho que Índia “deixe de incentivar empregadores a discriminar, demitir ou perseguir pessoas”.

O ministério também solicita que a deputada publique, em até 24 horas após a decisão, um comunicado informando que “empregados podem escolher livremente seus candidatos”.

O MPT pede multa de R$ 100 mil caso a determinação não seja cumprida, além do pagamento de R$ 500 mil por dano moral coletivo.

Nas redes sociais, Índia disse que não estava falando em “demissão em massa” e que estaria apoiando a campanha “Não Contrate Quem Odeia Empresários”. Para ela, patrões conservadores devem recrutar empregados do mesmo espectro político.

A CNN Brasil também tentou contato com Índia Armelau para mais posicionamento, mas não teve retorno.

 

Entenda operação da PF que mira deputado por contratos de R$ 200 mi no RJ

27 October 2026 at 12:09

A PF (Polícia Federal) deflagrou a segunda fase da Operação Castratio nesta terça-feira (27), que mira o escritório de advocacia do deputado federal reeleito Marcelo Queiroz (PSDB) e pessoas ligadas a ele.

A investigação verifica uma suposta organização criminosa em atuação no âmbito da SEAPA (Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro).

As autoridades apuram contratos de R$ 200 milhões para castração e esterilização de animais firmados pela secretaria, quando Marcelo Queiroz era o titular da pasta.

O objetivo da nova etapa da operação é apurar a extensão da organização criminosa e suas práticas ilegais. O caso pode apontar para crimes de peculato, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.

A PF cumpre cinco mandados de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro e Niterói após ordem judicial do STF (Supremo Tribunal Federal).

A primeira etapa da operação, em maio de 2026, mirou Queiroz por suspeita de fraude em licitações no governo do Rio de Janeiro.

A CNN busca contato com os citados. O espaço segue aberto.

 

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