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São Paulo mantém contrato com bet mesmo após proibição; entenda

28 October 2026 at 21:21

O São Paulo adaptou o contrato com a casa de apostas “Superbet”, antigo patrocinador máster do clube, após a medida provisória que proibiu as apostas esportivas de cota fixa no Brasil entrar em vigor em setembro.

O mesmo permanecerá ativo até o fim deste ano com a marca “Superscore” no principal lugar do uniforme com os valores mantidos.

A informação foi divulgada pelo ge e confirmada pela CNN nesta quarta-feira (28).

Contrato

O vínculo com a Superbet foi renovado em abril de 2025 até 2030. À época, por mais seis anos – até o ano do centenário do clube.

Com bônus, valores podem chegar até a 1 bilhão de reais, segundo o CEO da casa de apostas, Alexandre Fonseca.

Agora, os valores devem chegar aos 78 milhões por ano com aumentos gradativos até 2030. O valor fixo que o São Paulo vai receber é de 678 milhões de reais ao longo dos anos de contrato.

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Afastamentos por vício em jogos cresceram 5 vezes em três anos

28 October 2026 at 21:16

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O número de trabalhadores brasileiros afastados temporariamente do trabalho por causa de transtorno associado ao vício de jogo aumentou cinco vezes entre 2023 e 2025. O dado é do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A análise considerou os benefícios por incapacidade temporária concedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e que tinham o código de doença relacionado à ludopatia, que é o comportamento compulsivo de jogar. Essa compulsão se refere a qualquer tipo de jogo, mas a maioria dos casos está relacionada às apostas online.

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Em 2023, 67 pessoas com a doença foram afastadas do trabalho. Em 2024, o número subiu para 157 e em 2025 alcançou 361. De acordo com os dados, a maioria desses trabalhadores era homem (71%) e na faixa etária entre 30 e 39 anos (44,1%).

Fim das bets

Nos últimos anos, o vício em jogos em plataformas de apostas online, conhecidas como bets, foi responsável por uma verdadeira epidemia de saúde pública e empobrecimento da população.

Em 25 de setembro deste ano, o governo federal proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas online no país.

*Com informações do Ministério do Trabalho em Emprego 
 

Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras

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O desempenho do varejo alimentar apresentou alta de 6,5% no Brasil na semana entre os dias 05 a 11 de outubro de 2026, em relação ao mesmo período no ano anterior.

As vendas de alimentos continuaram crescendo na semana seguinte, de 12 a 18 de outubro, com alta de 6,3% em relação ao mesmo período no ano anterior. Os dados são da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). 

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Segundo estudo realizado pela entidade, as duas semanas analisadas são posteriores à proibição das bets no país, com a publicação da Medida Provisória 1394/2026, no dia 25 de setembro. A Abras acredita que a decisão vem contribuindo para o aumento do consumo nos lares brasileiros. 

“Ao longo das semanas posteriores à MP, observa-se um crescimento no volume no consumo realizado em supermercados, especialmente na cesta de produtos essenciais, como arroz, óleo, macarrão e café. Este crescimento ocorre em todos os canais do varejo alimentar, abrangendo supermercados, atacarejos, mercearias e demais formatos”, diz a Associação. 

Segundo os dados, na primeira semana analisada os índices de crescimento foram: 

  • Região Sul: 10,6% 
  • Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro: 10,6% 
  • Nordeste: 6,5% 
  • Interior de São Paulo: 5,6%. 
  • Grande Rio de Janeiro: 4% 
  • Centro-Oeste 3,6%
  • Grande São Paulo (1,2%). 

Na segunda semana, os índices de crescimento registrados foram: 

  • Região Sul: 9%, 
  • Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro: 7,1%
  • Grande Rio de Janeiro: 6%
  • Interior de São Paulo: 5,6%  
  • Grande SP: 5,5%,
  • Nordeste: 4,5%  
  • Centro-Oeste: 3,5%. 

“Estes números têm forte relação com dados públicos do Banco Central do Brasil que mostram uma redução imediata de 10% no número de transações em PIX no país quando as bets foram proibidas; atualmente, esse número está em 7%”, finaliza a Abras. 

Russia may not give Oleshky evacuees a free choice to return to Ukraine, ISW warns, after Putin called the town a “Russian settlement”

28 October 2026 at 14:54

People in Oleshky wait for food supplies

Civilians in Russian-occupied Oleshky, Kherson Oblast, are to be evacuated from the town hospital on the morning of 30 October, Oleksandr Tolokonnikov, deputy head of the Kherson Oblast Military Administration, told DW on 27 October. The date could still change, he said.

Oleshky, a town on the Dnipro’s left bank across from Kherson, has been occupied by Russia since February 2022 and has gone short of food and medicine for months. Of about 24,000 pre-war residents, 1,700 to 2,000 remain, mostly elderly, the White House estimates. Drone strikes and mines have cut the town off from the rest of the region, the Financial Times reported. The evacuation would give them an organized way out, and test whether Russia lets those who choose Ukraine actually leave.

The route for those who want to go to Ukrainian-controlled territory is not yet set and will likely pass through Russia, Tolokonnikov said. “There will be two paths,” he added: one for those who want to stay in occupied territory or in Russia, and one for those who want to leave.

Putin calls Oleshky a “Russian settlement”

On 27 October, Russian President Vladimir Putin described Oleshky as a “Russian settlement” in a call with the leaders of Finland and Norway, the Institute for the Study of War (ISW) reported. ISW said it remains unclear whether occupation authorities will give residents “a legitimate and duress-free choice” to return to Ukraine. It warned that Moscow may treat holders of Russian passports as Russian citizens with no legal recourse to return.

People with knowledge of the talks told the Financial Times that residents who agree to leave would first be taken to occupied Crimea or Russia. The paper also reported that buses would take people out on Thursday morning, 29 October, a day earlier than the date Tolokonnikov gave.

President Volodymyr Zelenskyy warned in a television interview on 25 October, the FT reported, that Russia would “de-mine in such a way that these people go towards Russia and remain there.”

Truce holds into a second day

The ceasefire took effect at 03:00 Kyiv time on 27 October and runs until 22:59 on 1 November, Ukraine’s human rights commissioner Dmytro Lubinets said on X. A day later, he wrote that Oleshky had gone 30 hours without an incident, crediting his contact with Russia’s human rights commissioner Yana Lantratova. The goal, he wrote, is to “create the conditions for the safe departure of those who need it.”

Ceasefire in Oleshky: Agreement Being Fully Honored

❗As of 5:30 p.m. on October 27, Ukraine and Russia are adhering to the ceasefire agreement in designated areas related to the humanitarian mission.

The ceasefire came into effect today at 3:00 a.m. Kyiv time and 4:00 a.m.… pic.twitter.com/2dzMIXRANX

— Dmytro Lubinets (@lubinetzs) October 27, 2026

The truce also covers Kherson Oblast’s coast, and Kherson city has gone quiet, Tolokonnikov told DW. The city has “literally come alive,” Lubinets wrote on 28 October, adding that both sides were still fully complying as of 12:00. On the truce’s first day, Volodymyr Obertas, an Oleshky-born press officer of Ukraine’s 34th Marine Brigade, was killed in central Kherson while escorting journalists. The brigade’s communications chief told Suspilne he stepped on an unidentified explosive device. The Defense Ministry’s Army TV said Russian forces detonated it remotely.

The deal reaches beyond Oleshky. Under terms both sides signed, Russia and Ukraine are to organize aid deliveries and repatriation in Kherson Oblast settlements as needed, at least once a month, after the Oleshky mission, Fox News reported.

The White House announced the ceasefire on 23 October, crediting First Lady Melania Trump with brokering it.

“I anticipate some will want to go to Russia, and some to Ukraine,” she said.

Drone-dropped aid and warning of staged Russian videos

Ukraine’s 34th Marine Brigade, working with National Guard and border guard units in Joint Forces South, delivered about 4 tons of food and medicine to Oleshky by drone, the command said on 25 October. According to intelligence, Russia is preparing dozens of staged videos in the town, in which residents would be forced to say on camera that they are well fed and grateful to the occupiers, it added.

Aid parcels dropped by Ukrainian drones for residents of Russian-occupied Oleshky, in a thermal drone image released on 25 October 2026
Aid parcels dropped by Ukrainian drones for residents of Russian-occupied Oleshky, in a thermal drone image released on 25 October 2026. Photo: Joint Forces South/Telegram

Residents who try to leave the front-line town on their own cross mined ground, and Russian troops have seized food that Ukraine dropped in by drone.

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